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domingo, 3 de maio de 2015

AnáliseMorte: Silent Hill Downpour - Entenda tudo sobre SHDP!

Silent Hill Downpour




Essa será, tecnicamente, a última análise da franquia Silent Hill, pelo menos até então. Esse é o último jogo lançado oficialmente, e é um bom jogo.

AVISO

Você tem o direito de não continuar sua leitura; tudo o que você ler poderá e terá revelações profundas. Você tem o direito de evitar ler informações que não deseja. Se você não puder controlar sua curiosidade, não reclame depois.

Disse isso pra não reclamar que não avisei dos spoilers hein!

Boa leitura!


Silent Hill Downpour é um capítulo independente de Silent Hill, onde ele não tem nenhum vinculo direto em enredo com nenhum outro Silent Hill. Sua temática é um tanto quanto original, mas ainda assim ela não contribui muito para a franquia em si, em termos de história. 

Visualmente falando, o jogo contribui com o cenário, enriquecendo o lado turístico e social da cidade, mostrando e focando bastante em situações "comuns" para que o terror ganhe vida. É uma das melhores coisas do DP, onde é possível enxergar a cidade não apenas como um local bizarro cheio de neblina e monstros, mas um local habitado, movimentado, ou pelo menos com motivos para tal. 



Claro que, existem pouquíssimas pessoas aparecendo, e tem todo aquele esquema sombrio, mas a ideia de mostrar Silent Hill por um outro ângulo, alimentou ideias de jogos anteriores e mostrou que, as coisas não são tão sombrias assim. 

Por exemplo, em Silent Hill 2 menciona-se que a cidade é e permanece sendo um famoso ponto turístico, e tem inúmeras atrações e locais bonitos para se visitar, mas, durante todo o jogo tudo o que se encontra é neblina, solidão, medo, bizarrices e etc, o próprio cenário assusta. É difícil imaginar alguém se divertindo num local assim (alguém que não seja fascinado pelo terror rs), mas a própria história insinua que la é um local legal de se visitar, mesmo sem mostrar isso em momento algum.



Todo Silent Hill faz isso, mesmo em Silent Hill 3 onde a protagonista visita um parque de diversões, o parque mais parece um centro de horrores, não apenas pelas criaturas, mas pelas atrações mesmo, onde tudo parece ser voltado para o terror e medo. Novamente, é difícil imaginar aquilo como um ponto de encontro para a família toda.

Em Downpour, é claro que a cidade continua tendo seu ar assustador, porém ela tem um nível de realismo maior, um nível superior, onde mesmo com todas as coisas assustadoras e crateras por toda parte, além de monstros, ainda é possível imaginar a cidade sendo visitada, pois ela realmente tem algo a oferecer. É possível perceber que o personagem está PRESO, enquanto outras pessoas estão livres... e isso é algo que faz parte do enredo do jogo.

JOGABILIDADE

Tudo corre como nos jogos anteriores, e há uma mescla entre características desses mesmos jogos, como a implementação do esquema "Perseguição" de Silent Hill Shattered Memories, onde agora sempre que uma passagem do jogo é superada, ao invés de um chefão, o que acontece é uma conversão ainda mais bizarra da cidade e uma perseguição quase sem fim, cheia de obstáculos e até enigmas, para que o protagonista saia do pesadelo.



Mas, diferente do SM, o jogador ainda pode lutar caso queira, e como em Silent Hill Origins, ele pode usar armas do próprio cenário para agredir seus inimigos (ele não joga televisões, mas pode usar cadeiras por exemplo) podendo inclusive arremessar os objetos, como pedras e blocos. Ele também pode atacar na base do soco, o que não é uma boa ideia as vezes, e ele não é tão mortal quanto o protagonista de SHO, se machucando com mais facilidade e ficando até mais vulnerável no caso de lutas desarmadas.



As armas, em sua maioria não ficam no inventário do jogador, que tecnicamente é reservado para os Kits de Cura, munições e itens comuns ou de missões. Agora, as armas são coletadas ao longo das fases, e o jogador pode carregar apenas uma por vez, caso queira usar outra arma é preciso descartar a que carrega e pegar a que deseja onde quer que ela esteja. 



Existe a possibilidade de usar uma arma de fogo, guarda-la no bolso e usar uma segunda arma, até mesmo outra arma de fogo diferente. As armas de fogo atiram (Ah va) e também servem como porretes, mas como há desgaste de armas como em Silent Hill 4 (Os tacos de golf quebravam com os golpes), nem sempre é uma boa ideia usar as armas de fogo para agressão corpo a corpo, pois elas quebram e se tornam inúteis. O mesmo acontece pra qualquer outra arma do jogo, exceto a mão do protagonista.


Nem todas as armas do SH4 quebravam, enquanto em DP, tudo quebra.
Uma adaptação do que foi apresentado em Silent Hill Homecoming aparece aqui também, onde determinadas armas podem abrir obstáculos específicos... como um Machado para cortar tábuas de madeira que barram portas. Aqui, há mais especificações, como por exemplo ferramentas metálicas podendo quebrar Cadeados e assim, abrir portas antes trancadas (sem chave mesmo) ou Ganchos pra puxar escadas de incêndio, abrindo caminhos extras. 



Em termos de exploração, funciona como em todo Silent Hill, onde o protagonista precisa andar por toda a cidade em busca de uma forma de superar os obstáculos, como crateras que dividem as ruas, e as vezes precisa passar por casas para dar a volta, sair pela janela e continuar explorando. Achar meios de continuar e avançar na história é o principal objetivo do jogo, mas uma novidade em Downpour está nas Missões Paralelas.



Em todo Silent Hill, em alguns momentos é possível entrar em casas que não fazem parte do percurso principal, explora-las e coletar alguns documentos e itens extras. Geralmente essas casas são pequenas, ou mesmo como em Silent Hill 1, pode até ser um simples trailer. Mas em Downpour essas casas são enormes, praticamente fases inteiras, exploradas com direito a histórias próprias e objetivos próprios, sem vinculo algum com o objetivo principal (Rola até uma visita ao Banco). 



Infelizmente, essas missões secundárias não dão recompensas muito... satisfatórias... onde muitas vezes os gastos na missão são maiores que seus prêmios (tem vezes que você acaba gastando munição e dois Kits de cura, para ganhar 1 kit de cura no final). Na maioria das vezes, a única coisa que vale a pena nessas quests é a história... pois mesmo sendo missões paralelas, elas mostram histórias secundárias interessantes, que se conectam com  um dos temas do jogo: CRIME.



Rola até uma novidade interessante em que é usado Luz Ultravioleta para iluminar manchas de sangue no caminho de Murphy. Ele adapta sua lanterna para essa luz azulada secundária, revelando passagens e pistas sobre o que deve fazer, como pegadas pelo chão ou mensagens escritas com sangue seco. É legal, pois da um ar de criminologia.


AMBIENTAÇÃO (Parte 1)

Todo Silent Hill tem uma característica em comum: O Clima Bizarro.

La no final irei explicar sobre isso com mais detalhes, mas por hora falarei somente do clima de Downpour. Como nos demais SH's, o Downpour também apresenta sua neblina, que dessa vez surge como Chuva.



Em DP, a chuva assusta bastante, e acaba sendo um dos maiores inimigos do protagonista. Ela nada faz, além de irritar os monstros da cidade, deixando eles bem mais agressivos que o comum... além de claro, deixar tudo bem mais intenso. Os trovões, relâmpagos, e a coloração azulada do cenário, consegue assustar tanto quanto mera escuridão ou visão ofuscada... não que isso também não aconteça, pois durante as tempestades a visão fica extremamente limitada, e a certeza de que há criaturas irritadas chegando é indiscutível... mas é uma forma diferente de explorar o medo.



A chuva, tem um significado profundo nesse episódio, pois ela simboliza o sentimento principal da vítima da vez... a Criança da Ordem. Essa criança, que irei mostrar e explicar ao falar dos personagens, acabou projetando a Chuva como sua neblina em Silent Hill (la pra baixo explico o que as neblinas significam). A água, simboliza pureza, limpeza, fluidez... caindo simboliza lágrimas, depressão, lamentação. Logo, a chuva simboliza: "Tristeza da criança em busca de purificação."

Bem, não fica muito claro explicar isso agora, pois no final da análise irei explicar absolutamente tudo sobre as neblinas, daí fará mais sentido.

PERSONAGENS

Agora chega a hora de falar dos personagens, inimigos, e do enredo. Como sempre, irei explicar um a um e um pouco de sua história, começando pelo protagonista, coadjuvantes e por ai vai, depois, se necessário, contarei a história detalhadamente.

Antes, alias, acho que é uma boa ideia contar a história resumida só pra se ter uma noção de como a parada funciona:

Inicio


Tudo começa com um cara que está na cadeia. Um dia ele mata um dos presidiários, e por conta disso é transferido para uma penitenciaria mais "segura". Durante a transferência, o ônibus de prisioneiros passa por nada mais nada menos que Silent Hill, e acaba entrando no pesadelo que a cidade adora proporcionar. 
Rola um mega acidente e o carinha acorda na frente do ônibus todo ferrado, sem nenhuma alma viva por perto, e é ai que a merd4 começa. Ele começa a buscar uma saída do local sinistro, encontra gente morta, gente viva, monstro morto, monstro vivo... e no final, ele se encontra (!?). 
Com tudo, ele descobre segredos sobre si mesmo, revela o real motivo de sua transferência de cadeias, o motivo de ter sido preso, e também conhece o verdadeiro inocente da história, tal qual ele ajuda a "descansar". No final ele encontra uma mina e fica feliz da vida, decidindo tomar um rumo decente em sua vida. 
Fim


Lógico que a história não é exatamente essa... e você entenderá e conhecerá a história inteira e real ao conhecer cada um dos personagens.

Murphy Pendleton




Pendleton é o protagonista desse episódio, mas ele não é o herói, nem o mocinho... pelo menos não de inicio.



Sua história de vida é bem triste, o cara foi pra cadeia por opção, para se vingar do assassino de seu filho, um pervertido molestador de crianças. La, ele conseguiu se vingar, mas em troca disso perdeu sua liberdade permanentemente... pra piorar o cara ainda se envolveu com Silent Hill... tem azar maior?

Murphy tem uma personalidade intrigante para um presidiário: Ele é calmo, concentrado, educado, muito bem comportado... inclusive estava até com uma Condicional em pendência. Mas, como seu objetivo na cadeia era se livrar de um desgraçado, ele não podia sair antes disso.

Ele foi pra prisão por ter roubado uma Viatura Policial e dirigido feito louco por vários quarteirões. Após ser detido, ele foi levado pra mesma prisão em que o cara que matou seu filho estava. Seu objetivo, era descobrir uma forma de se encontrar com esse cara, e fazer justiça com as próprias mãos.



Na prisão, Murphy conhece os senhores Policiais... dois em particular acabam se tornando importantíssimos pra ele. Um, queria e fazia de tudo para que Murphy saísse da prisão, pois sabia que ele não era má pessoa, e até desconfiava do fato dele ter se auto-incriminado. O outro, queria ajudar Murphy a se vingar do outro prisioneiro, que estava numa ala isolada, porém ele queria fazer isso só para ter Murphy endividado com ele e fazendo favores para ele.



A aliança que ele forma com esses policiais traça seu destino, e ambos acabam se rivalizando, com Murphy no meio. O policial bom acaba descobrindo as bobagens que o policial mal andava fazendo e decide denunciar... isso faz com que o policial mal decida usar Murphy para se livrar do policial bom. Mas o policial bom havia se tornado amigo de Murphy, então um dilema nasce.



Murphy consegue ficar cara a cara contra seu vilão, o maldito assassino, e o elimina com ajuda do policial mal, quem arma todo o esquema. Mas depois, o policial mal pede para que Murphy se livre do policial bom como favor... Murphy se recusa, mas o policial bom acaba sendo agredido mortalmente assim mesmo, pelo policial mal, e no fim, Murphy ainda é incriminado pois suas digitais estavam na arma usada contra o policial bom.

Por conta disso, ele é transferido pra a Penitenciaria mais tensa de todas, junto com outros prisioneiros de alta periculosidade. Mas, no caminho pra prisão, ocorre um acidente e Murphy vai parar em Silent Hill.




La, Murphy é julgado por suas atitudes, escolhas e erros. Passando por testes bizarros...



Descobre crimes não desvendados, ou impunes, como assaltos, assassinatos, sequestros, roubos, tais quais ele precisa corrigir, punindo os criminosos verdadeiros, devolvendo o que foi roubado, limpando a sujeira, como uma forma de mostrar que ele deveria limpar sua própria sujeira, mesmo quando aparentemente foi produzida por terceiros.


Essa é uma das missões mais tensas, pois você assiste um assassinato de trás pra frente, com música invertida, e depois tem de queimar um quadro enquanto o fantasma do assassino tenta te matar também... loko né?
Mas o pior problema de Murphy em seu julgamento girava em torno do seu maior crime... não o assassinato do assassino de seu filho... mas o fato disso ter gerado a morte de um inocente: O policial bom.


Quando Murphy troca sua roupa de presidiário por comuns, ele encontra o distintivo do Policial Bom nos bolsos... 
Ele precisava provar que não era culpado, ou que ao menos estava arrependido por suas escolhas. O fato de ter matado e se vingado não trouxe recompensa alguma para ele, nem o fez sentir-se melhor sobre a morte de seu filho... e o fato disso ainda ter causado mais uma morte desnecessária, só tornou tudo pior. Mas, pra variar... isso envolveu Crianças da Ordem... então a merd4 ficou muito séria.


O mesmo distintivo salva sua vida no segundo encontro com sua rival.
A cidade não se manifesta pra qualquer um... é preciso que o(s) envolvido(s) esteja(m) ferrado(s), ou pelo menos com algum tipo de envolvimento com alguma Criança da Ordem má das ideias. Pro azar supremo de Murphy, uma das vítimas de seu pequeno empasse era uma dessas pessoas especiais protegidas e doutrinadas no culto antigo da cidade macabra das colinas satânicas.



Claro que isso não foi de todo ruim... afinal foi graças ao seu julgamento demoníaco que Murphy aprendeu a valorizar coisas simples como a vida, liberdade, justiça, perdão... e claro: Guarda-Chuva. A falta disso fez com que seu pesadelo ficasse ainda mais aterrorizante.


Depois eu conto como essa história termina... 


Charlie Pendleton




O filho de Murphy, tal qual repercutiu em todo seu pesadelo. 



Durante a aventura descobre-se mais detalhes sobre a morte de Charlie. Em algumas ocasiões até ocorrem insinuações de que talvez Murphy o tenha assassinado... por acidente ou algo do tipo, mas no fim tudo fica claro.

O garoto sumiu por alguns dias, em meio a distração de Murphy enquanto Charlie brincava. Rolou denuncia policial e panfleto de desaparecido... e um dia, o corpo dele foi encontrado num lago. Murphy foi o primeiro familiar a chegar ao local, cheio de policiais, e ficou chocado, praticamente enlouquecido com o fato de seu filho ter sido encontrado morto.



Sentimento de culpa a parte, Murphy decidiu buscar respostas sobre o que provocou a morte de seu filho, afinal, por mais que ele fosse acusado, por mais que ele tenha se distraído... algo havia acontecido. Um dia, ele descobre que seu próprio vizinho era um molestador de crianças, e assassino, e acabara de ser condenado por um crime desse tipo. Ele liga os pontos, e descobre que esse cara matou seu filho.




Murphy então bola um jeito de entrar na mesma prisão que esse cara e se vingar...

Depois de sua vingança bem sucedida, ele acaba entrando num problema maior que qualquer outro, e vai parar em Silent Hill. La, ele encontra Charlie algumas vezes, pelo menos um reflexo da memória do que ele foi um dia... e é graças a esses encontros que a história de Murphy e sua motivação fica clara. 



Há um momento inclusive, em que Charlie "perdoa" seu pai, e diz que ele não teve culpa pela sua morte. Fato é que Murphy se sentia super culpado, pois sua própria esposa fazia questão de jogar na cara, que a culpa da morte de seu filho foi dele, afinal ele quem não soube zelar direito.


Anne Cunningham





A policial mais impaciente da história.

Ela é uma das vítimas do acidente do ônibus que transportava os presidiários, responsável pelo monitoramento do transporte. Apesar de tudo, nada foi ao acaso, como ela mesma diz.




Ela escolheu estar la, ela fez de tudo para estar naquele ônibus, tudo por causa de Murphy.



Semelhante ao que Murphy fez com seu vizinho, Anne queria se vingar daquele que assassinou seu ente querido... e para isso ela se propôs a fazer qualquer coisa, até que um dia alcançou seu objetivo, e ficou cara a cara com Murphy Pendleton, aquele que acabou com a vida de seu pai.



O policial bom, ele era pai de Anne, e o ocorrido com ele no banheiro da prisão perante as mãos de Murphy chegou aos ouvidos dela, fazendo com que ela desejasse vingança acima de qualquer coisa. Claro que Anne não sabia que na realidade Murphy tinha sido incriminado... mas até então nada disso importava, ela queria vingar seu pai.



Justamente por causa desse desejo, ela acaba sendo arrastada para Silent Hill, junto com Murphy. Enquanto ele tentava sair da cidade, ela o caçava.

Em sua caça, ela passa por pesadelos como Murphy, e ambos até se encontram algumas vezes. Na primeira vez, logo no inicio de tudo, ela acaba caindo em um penhasco, mas... Murphy tenta salva-la.



Depois ela reaparece num ponto turístico de SH, um trem de carga adaptado para transporte humano e entretenimento. La ela quase mata Murphy mas, volta atrás... e o deixa ir.


Ao encontrar o distintivo de seu pai com Murphy, ela se lembra do quão misericordioso era seu pai e libera Murphy.
Por fim, ela reaparece na Torre de Rádio, no topo de um prédio, pegando Murphy e o radialista no flagra... mas várias criaturas surgem e atrapalham o encontro.




Então, ela reencontra Murphy prestes a deixar Silent Hill... e finalmente se vinga



Claro que as coisas não acabam ai, e graças a uma terceira pessoa, a história de Murphy e Anne ganha um final feliz, onde a verdade vem a tona.

A história de Anne não é revelada durante o jogo, pelo menos não o que ela realmente passou para chegar até sua vingança. Mas, existe uma HQ oficial (eu sou totalmente contra esse tipo de material "extra game" porém, ele é interessante, e de quebra a HQ foi escrita pelo mesmo cara que escreveu o roteiro de Downpour...) onde há revelações de toda a jornada pela qual Anne passou. Inclusive, há revelações pessoais e tudo mais.



Nessa HQ, também são explicados detalhes como o significado de algumas criaturas, e até a motivação de Anne, a real. Mas uma das melhores revelações é o final da jornada, e o que aconteceu de verdade com Murphy durante sua tentativa de fuga. A informação é bem pertinente e curiosa, e a HQ inteira se qualifica por causa dessa jogada em particular. Ainda assim, há vários furos de continuidade e lógica, com relação ao jogo...

Por exemplo, durante o jogo, é possível ver Anne correndo, nas suas duas versões, em meio a uma passagem de Murphy pela Silent Hill modo Pesadelo (justamente depois do sumiço de todo mundo, após o encontro na Torre de Rádio.)



Nesse momento, é possível deduzir que Anne também estava passando por experiências bizarras como Murphy, paralelo a ele, e aquela que ele viu realmente era ela, fugindo, tentando escapar, como ele.



Mas na HQ, não há qualquer momento em que algo desse tipo ocorra. Pelo contrário, Anne fica praticamente o tempo inteiro tendo flashbacks ou recaídas, quase nunca corre.


Nessa mesma sequência, há um momento em que Murphy fica pendurado no relógio da Torre de Rádio, até que o ponteiro se move e ele cai (o que significa que o relógio não tava quebrado ou parado).




E na HQ, Anne aparece presa numa jaula junto com o radialista, no mesmo horário e tudo mais... 



Esses são exemplos de como as coisas da HQ podem ser um pouco diferentes e até incompatíveis com o jogo, o que coloca em dúvida sua veracidade e credibilidade... porém... na passagem final do jogo, Anne atira pelas costas de Murphy, num barco em que ambos estavam. Ela surge do nada no barco, que já tinha dado a partida e estava em movimento na água, e depois de um dialogo com Murphy sobre sua culpa e vingança, ela atira nele.



Logo em seguida Murphy acorda de volta na prisão, mas uma prisão distorcida, ainda dentro de Silent Hill. Nesse caminho sem volta, Murphy vai rumo ao seu destino, encontra o restante das verdades e as encara, assumindo sua responsabilidade na história. No fim, ele consegue mostrar para Anne que não é o monstro que ela via, e ela o perdoa.




O perdão é o que os livra de Silent Hill.

Mas por enquanto a questão não é essa, a questão é o tiro que Murphy supostamente levou no barco. Se ele realmente fosse baleado a sangue frio, ele morreria. Sua morte não permitira sua libertação de Silent Hill, então o tiro de Anne não acertou. Porém em uma distancia como a que ambos estavam, era impossível ela errar, e mais impossível ainda Murphy esquivar, já que estava de costas. É ai que uma revelação da HQ se encaixa com maestria: Um raio, caiu no barco para impedir a vingança.



Na HQ, a perspectiva de Anne é apresentada, e é possível saber exatamente o que ela pensava nos momentos em que tomava decisões. Algo que constantemente influenciava Anne em suas decisões era seu pai, e o que ele desejaria que ela fizesse. Seu pai era totalmente contra "vingança" e era a favor de "redenção". Ele acreditava que todos tinham um lado bom, que deveria ser explorado sempre. Todos mereciam uma segunda chance.

O raio, que teria um significado interessantíssimo na trama, foi uma ótima desculpa não apenas para o tiro errado, mas para o pesadelo iniciado de Murphy. (Uma vez desmaiado ou atordoado, pessoas são arrastadas para pesadelos em SH).

Bem, Anne era a verdadeira mocinha da história, mas ela também não era o centro das atenções. A Criança da Ordem estava em outro lugar.


George Sewell





Lembra o policial mal? Então, ele é o Sewell... um canalha que abusa do poder.

Sewell é um exemplo de corrupção. O policial mais corrupto que havia, que fazia várias coisas que violavam a lei. Por exemplo, ele isola o criminoso que Murphy queria matar, e não só da suporte e incentivo para que ele o fizesse, como também dá todas as dicas e acoberta o crime. 



Isso não é nada, ele tinha uma longa fixa de violações, mas nada vinha a tona, pois ninguém o denunciava. Até que um dia o policial bom, pai de Anne, decidiu que aquilo tinha de acabar, e moveu um Processo Administrativo para fazer com que Sewell fosse julgado e punido. 

Claro que isso não deu certo, e quando o policial mal descobriu sobre o processo, ele acabou alimentando ainda mais seu ódio por seu colega bonzinho, e arquitetou sua morte. Originalmente, seu plano era usar Murphy para cometer o crime, e depois incrimina-lo. 



Ele então iniciou uma rebelião na prisão, e no meio da confusão, levou o policial bonzinho para um banheiro, onde tudo estava preparado para o assassinato. 


Sabe-se que a Rebelião foi iniciada por Sewell, mas durante o jogo é possível testemunhar o inicio da mesma, e Sewell não estava diretamente envolvido. Provavelmente, ele fez acordos com presidiários pra que isso ocorresse... curiosamente, os presidiários envolvidos se parecem bastante com os corpos que Murphy encontra ao longo do jogo. 
Mas, Sewell não contava com a amizade de Murphy e o policial bonzinho, e no final, com a recusa de Murphy, o próprio Sewell teve de sujar as mãos.



Ele aproveitou que estava de luvas, e que a arma havia passado pelas mãos de Murphy, e após espancar o policial bom, jogou a culpa de tudo no Murphy. Isso aumentou a pena dele consideravelmente, gerando até sua transferência, enquanto Sewell foi promovido. 



Apesar de uma situação bem injusta, tudo saiu conforme Sewell planejava... até que Murphy e Anne passaram por Silent Hill.



Em Silent Hill, Murphy consegue mostrar e provar para Anne que era inocente, e o verdadeiro culpado era Sewell... com base nisso, ao saírem de Silent Hill, Anne vai até Sewell armada e faz justiça com as próprias mãos.


Patrick Napier




Esse é o criminoso que foi assassinado por Murphy, aquele que aparentemente matou seu filho.



Patrick estava preso sob isolamento dos demais prisioneiros, então todo e qualquer contato com ele era quase impossível. Por ser molestador de crianças, o cara era odiado, mas, a lei o protegia.



Murphy consegue acesso a ele através de Sewell, e se vinga, espancando, esfaqueando e matando ele, no chuveiro isolado.



Mas, isso passa a assombrar Murphy, pois apesar de ter feito justiça, ele não eliminou alguém condenado pelo crime que ele julgava. Patrick era seu vizinho, fato. Ele foi preso e condenado por ter molestado crianças... fato. Mas ele nunca foi acusado de ter matado o filho de Murphy, ou abusado dele. Mesmo no encontro final, onde Murphy diz "Lembra de mim? Eramos vizinhos." ele demonstra medo pois se recorda do ocorrido com Charlie, mas... no mesmo encontro, Patrick diz "Por quê?" antes de ser morto.



Murphy fez justiça, tirou uma praga do mundo, mas será que ele fez isso pelos motivos certos? Ele considerou Patrick o verdadeiro assassino de seu filho e fez o possível para vinga-lo, no fim conseguiu... mas o peso em sua consciência sobre quem era o real culpado pela perda de seu filho permaneceu viva em sua mente, afinal... Murphy quem não cuidou direito. Murphy chega a descobrir que Patrick realmente havia sequestrado seu filho, há até um livro referindo-se a essa descoberta durante o jogo.


Mas, Murphy não se livrou da culpa mesmo assim, e só causou ainda mais problemas. 


John P. Sater




Esse é o maquinista/guia turístico do Devil's Pit, o canyon de Silent Hill.

Após passar pelo Teleférico, e chegar ao canyon de Silent Hill, Murphy encontra um cara, estranho, meio depressivo, chamado John. De inicio, John apresenta o local como um verdadeiro guia, depois, Murphy pergunta uma forma de sair dali, de deixar Silent Hill, e John recomenda que ele use o Trem, para chegar até a cidade e de la buscar a saída.



John na verdade era um assassino, ele havia causado um acidente que matou várias crianças nessa mesma atração turística, o Trem que passava pelo Canyon de SH, no qual ele trabalhava.



Um dia, ele estava bêbado e drogado, e ainda assim guiou o trem, com várias crianças. Sua negligência acarretou em um descarrilhamento, matando as crianças. Ele foi julgado, condenado... porém aparentemente se matou antes de ser preso.



Ao que tudo indica, sua alma ficou lamentando no Canyon por seu erro, mas sem jamais assumi-lo. Para John, ele não era culpado... ele se recusava a aceitar seus erros, e por causa disso, ele estava preso em um looping eterno de suicídio.



Murphy encontra ele novamente, depois de descer a montanha um pouco, passando pela caverna, e no segundo encontro, John se joga no precipício, cometendo suicídio.



Uma pista de que John estava morto mesmo no primeiro encontro com Murphy aparece nessa parte, pois apesar do diálogo e tudo mais, era impossível que John tivesse chegado ao segundo local de encontro tão rápido, sem passar pelas cavernas. O caminho que Murphy faz para chegar até la é bem complicado e turbulento, e boa parte do caminho é destruído quando ele passa. John chega com aparente facilidade, só pra se matar.


Ambos estavam la em cima, Murphy passou por vários apuros pra chegar, mas e Sater?
A principal pista aparece quando Murphy chega até o Trem, e embarca. Ele é levado para a versão bizarra de SH em um passeio bem tenso, e no final, ele encontra John, distorcido e em forma de monstro, preso por ganchos nos trilhos, tal qual diz "Gostou do Passeio?".




Aparentemente, John está preso a atração turística, por sua culpa eterna.

A ideia de pessoas vivas ou mortas, presas igualmente aos tormentos de Silent Hill é muito comum nas histórias de SH. Essa interação entre vida e morte é tão comum que praticamente não há diferença. Todos passam praticamente pelo mesmo nível de tortura.

Howard Blackwood




O enigmático Carteiro de Silent Hill

Howard é um carteiro que carrega sua bolsa lotada de cartas pela cidade macabra e fantasma. Ele é bem simpático e não parece nenhum pouco incomodado com a cidade. Há até uma parte em que ele diz que a cidade é cheia de pessoas e ele tem muito trabalho a fazer. Ao que tudo indica, as criaturas de SH não o atacam.



Mas isso não significa que ele não esteja no pesadelo. De inicio, até parece que Howard é um personagem que pode ver quem está no pesadelo de SH, mas não está necessariamente no pesadelo, porém, no seu último encontro, a forma como ele participa e interage indica que ele ta tão enrolado com Silent Hill quanto Murphy, Anne e qualquer outro.



Ele aparece algumas vezes, interage diretamente com Murphy, lhe da dicas e faz comentários estranhos, como os que ele faz a respeito da cidade e de repente, ele mesmo se interrompe como se não pudesse falar de mais.



Mas no final, o que surpreende é o que ele faz com a entrega de cartas. Ele entrega uma carta para Murphy, e diz que é uma mensagem da cidade pra ele. Murphy rasga a carta, e diz que ta cansado de tudo aquilo, que não quer mais participar desse jogo... 




É quando Howard tira outra carta da bolsa, entrega pra Murphy e diz "você não tem escolha".



Existem várias teorias sobre quem ele é, ou o que ele é, porque aparece e tudo mais... afinal nada é revelado sobre ele no jogo. Pelo menos não diretamente.



Howard na verdade é um prisioneiro. Seja antes ou depois de Silent Hill, ele está preso à cidade, como um prisioneiro, sob Trabalho Comunitário. Ele precisa desempenhar o papel de Carteiro da cidade até sua pena terminar. A cidade, passou a julgá-lo... os motivos do julgamento permanecem um enigma, mas Howard parece não se preocupar com isso. Ele aceitou sua condenação, e não tenta lutar contra isso.

Ele pode ser um dos prisioneiros que morreu durante a Rebelião de Prisoneiros, na qual o policial bom acabou se dando mal. Ele também pode ser apenas uma das almas condenadas já presas em Silent Hill, que receberam uma segunda chance graças à Criança da Ordem que tomou conta da cidade dessa vez.



Curioso, mas a Criança da Ordem que mergulhou Silent Hill em seu pesadelo, e ativou os poderes purgatórios da cidade, tem uma noção de justiça bem aguçada, acreditando mais no poder do perdão do que na mera vingança.

Bobby Ricks




O radialista das dedicatórias misteriosas.

Durante todo o jogo existem rádios espalhados. Quando ligados, músicas tocam, e as vezes dedicatórias são anunciadas pelo radialistas, muitas delas se dirigindo a Murphy Pendleton, como se alguém ligasse pra rádio e pedisse para que tocassem determinadas músicas em homenagem a Murphy.



Em busca de uma saída da cidade, Murphy acaba respondendo aos chamados do estranho radialista, que em algumas de suas mensagens, pede por socorro e até diz que sabe de uma forma de sair da cidade.

Então, quando Murphy chega na Torre do Rádio, ele passa por vários andares, e chega ao topo, onde Ricks estava. La, eles finalmente se encontram, porém Ricks meio que ignora Murphy de inicio. Ele finge que não sabe de nada, como alguém que não quer se comprometer.



Inclusive, quando Murphy o encontra, ele tinha acabado de mandar uma mensagem para Murphy, citando seu nome e tudo mais, com uma música dedicada de um dos ouvintes... assim que Murphy se apresenta, ele age "naturalmente"... o que é bem suspeito.



Na verdade, Ricks está na mesma condição de Howard... Trabalho Comunitário. Ele tem de manter sua função de radialista, levando as músicas da cidade e as mensagens para Murphy.



Logo, Ricks também era um prisioneiro, que estaria pagando por seu crime de alguma forma. A diferença, é que ele tenta de alguma forma passar por cima das regras da cidade e busca uma forma de escapar, pedindo por socorro pelo rádio... e até no encontro com Murphy, quando ele explica um pouco do que ta acontecendo.



Ele diz, que a cidade tem regras, e que para sair eles precisavam ser cautelosos... diz que tem um barco, e diz onde está a chave para Murphy, fala que ambos deverão se encontrar nas docas para partir da cidade... mas... nesse meio tempo... Ricks recebe uma ligação de um dos ouvintes... que pede uma música dedicatória para o próprio Ricks. A mensagem era clara: Você quebrou as regras.



Ricks mesmo fica com medo e declara que "eles estão vindo". Isso é uma indicação de que ele estava sob algum acordo com a cidade... onde desde que ele respeitasse as leis, ele se manteria tranquilo e longe de problemas. As criaturas por exemplo, não o atacariam, nem perturbariam. Howard passa por isso, e Ricks também passava, até que ele se juntou a Murphy.



No momento em que ambos estão montando um complô pra deixar a cidade, a policial Anne aparece do nada, no último andar do prédio em que Murphy tinha suado bonito pra chegar, e começa a espalhar terror policial. 



Ela pede pra usar o telefone da rádio, mas Ricks deixa claro que ele só recebe ligações, não faz... e ela fica irritada e confusa ao tentar usar o telefone.




Mais uma vez, na HQ ocorre uma revelação extra, onde mostra o que Anne ouviu ao pegar o telefone.


No telefone, Anne escuta "Pedimos desculpa, mas a linha esta morta. Todos mortos.... Annie."
Mas no fim, um monte de criaturas invadem a rádio e atacam todo mundo, as luzes se apagam, todos somem, e só sobra Murphy.



Uma curiosidade estranha, é que depois que Murphy chega até o dito barco de Ricks, e a policial Anne reaparece... quando ele é levado para o modo pesadelo de SH, numa prisão, ele encontra alguns documentos, dentre eles cartas de um presidiário, que assinava "Ricky" sem o "s".



É possível que seja o próprio Ricks, em sua trama pra fugir da prisão ou se livrar de sua pena, revelada por suas cartas para sua esposa, cartas de denuncias e acusações. Bem provável que Ricks seja um dos falecidos durante a Rebelião da Prisão, e após isso, tenha sido arrastado para SH para sua pena se completar. Como Howard, enquanto ele seguisse as regras, ele se manteria preso, porém em paz.

Frank Coleridge




O policial bom.




Além de honesto e gentil, ele era um policial exemplar, que prezava e visava o melhor lado das pessoas.



Ele fazia de tudo para que Murphy ficasse livre da prisão, ele quem movimentou a papelada de condicional, ele quem o "protegia" na cadeia, ele quem o aconselhava (isso quando Sewell não tomava a frente é claro) e até foi ele quem agilizou e recomendou Trabalho Comunitário para Murphy, o dito "Regime Aberto para Trabalho".



Durante a rebelião provocada por Sewell, Frank foi atraído para um dos banheiros e la, estava Murphy esperando por sua vítima para compensar o favor de Sewell. 



Porém, ao ver que era Frank, o melhor policial de la, Murphy se recusou a mata-lo e o próprio Sewell começou a espanca-lo.


O cara era tão gente boa que mesmo sendo espancado, se preocupa com os outros.
Mas Frank não morreu com isso. Ele ficou todo ferrado, com todas as funções do corpo prejudicadas e foi levado para ser internado no hospital. Sua filha, Anne, passou a cuidar dele a partir de então.

Com o fim da rebelião, e a incriminação da agressão de Murphy contra Frank, Murphy teve sua pena piorada e foi transferido para outro presídio, de segurança máxima. Nesse meio tempo, Anne ficou sabendo das histórias sobre quem tentou assassinar seu pai, e quem o colocou naquela situação debilitada e humilhante, e decidiu se vingar a qualquer custo.

Na HQ de Anne, é explicado exatamente o que ela foi capaz de fazer para chegar até Murphy, e ela foi capaz de tudo mesmo... 




Rola até um monstro baseado em suas experiências, tal qual relembra tudo o que ela passou...


Mas Frank nunca foi a favor de "vingança" e ele ficou incomodado com o fato de sua filha buscar por isso tão incansavelmente.. Logo, ele mesmo buscou uma forma de contar o que realmente aconteceu para sua filha, e de inocentar Murphy. Ele, usou algo que nunca havia usado na vida, ele se rendeu aos seus dons de Criança da Ordem.

Sim, ele é a Criança da Ordem da vez. Em seu estado debilitado, ele desenvolveu sua mente e suas habilidades para levar aqueles que ele achava merecedores de justiça para Silent Hill. Ele fez isso com Howard e Ricks, e talvez com vários outros prisioneiros que conheceu. Mas, em sua versão de SH, ele não colocava as pessoas apenas para serem mortas ou atormentadas... seu objetivo era reabilitação geral. Ele acreditava de verdade nisso, e mesmo sendo aparentemente contra os poderes de sua cidade natal, ele acaba usando-os para seus objetivos justiceiros.



Tudo em Silent Hill se molda conforme seus sentimentos, desejos e receios... como com qualquer outra Criança, mas ele coloca regras na cidade e as impõe para suas "vítimas". Com base nessas regras, era possível alguém dentro de seu regime ficar em "paz" mesmo em meio ao tormento de SH.

Claro, isso não funcionava para todos, e aqueles que não se encaixavam acabavam sendo mortos pela cidade. Algo que Frank não tinha tanto controle. A cidade tem sede de sangue.



A ideia de que Frank é a Criança da Ordem da vez não partiu do nada: Ele aparece constantemente no jogo, numa forma monstruosa e em sua cadeira de rodas, mas ele não chega a interagir diretamente com Murphy em momento algum, quase como se só estivesse observando.


Ele também é o último (e único) chefe do jogo, tal qual é enfrentado por Murphy.

Mas, Murphy nem sabia de sua situação atual. Ele acreditava que Frank havia morrido com o espancamento de Sewell. A repercussão do crime foi tão grande também, que alimentou essa hipótese ainda mais.

Durante a jornada de Murphy, ele é levado para um Orfanato chamado St Maria, todo ferrado, e inclusive ele mesmo pergunta se aconteceu algum terremoto ou coisa assim, pra uma Freira que o recebe.



La, ele conhece duas crianças, uma menina e um menino. Posteriormente, descobre-se que a menina era uma projeção de Anne quando criança, mas nada é revelado sobre o menino. Quando ele encontra o menino, o mesmo fala um pouco sobre o Homem do Saco e se recusa a abrir a porta para Murphy, por medo dele ser o Homem do Saco.



Ele diz que a menina que chora havia lhe contado tudo sobre Murphy, e ele não confiava nenhum pouco nele. Mas, ele da a chance de Murphy provar que não é um monstro, ao obter um poema que afastava o Homem do Saco. Murphy até faz uma ligação entre as criaturas da cidade e esses comentários do menino, e tenta convencê-lo de que não é um monstro pois nem se parece com um, mas, no fim acaba buscando pelo poema mesmo.



O garoto era uma projeção de Frank quando criança, e é possível que o orfanato seja onde ele teve sua infância... o que explica o fato dele ser uma Criança da Ordem. Essa revelação pode ser constatada no encontro final de Murphy e o garoto, onde ele é morto pelo Homem do Saco. 

Toda a cena é como um reencenamento da situação final de Murphy: O garoto é morto pelo homem do saco enquanto Murphy só pode observar, impedido por uma porta que só destranca depois que o menino é enforcado até a morte. Quando Murphy vai até o corpo, outra porta se abre e a garota que chorava (Anne Criança) aparece e diz "Porque você fez isso? Ele nunca fez nada contra você!" e foge de Murphy. 



Essa passagem simboliza Murphy testemunhando o espancamento de Frank por Sewell, e depois Anne acreditando que Murphy era o responsável e quem espancou seu pai.



No fim de tudo, quando Murphy derrota a versão monstruosa de Frank, Anne encontra ambos, o corpo de seu pai caído e Murphy diante dele, e questiona porque Murphy fez isso.



Murphy assume o papel de Homem do Saco aos olhos de Anne, e ele precisa provar, poupando sua vida, que não é o verdadeiro Homem do Saco.



Com isso, o perdão de Anne é conquistado e o desejo de Frank também, onde sua filha descobre a verdade sobre o crime cometido contra ele e Murphy, encontra o perdão por seus crimes e prova sua inocência, pelo menos para Anne.

Sanchez e os prisioneiros



Tem vários criminosos ao longo da história, mas todos aparecem mortos. O único que Murphy encontra vivo, mas acaba testemunhando seu fim, é o Sanchez, um cara latino americano que estava no mesmo ônibus penitenciário de Murphy, e até fez piadinha com ele antes da queda.



Ele é assassinado por uma das criaturas de Silent Hill, logo após a intervenção de Murphy, que acaba salvando a criatura das mãos de Sanchez, pois o mesmo parecia estar agredindo uma mulher, mas na verdade estava se defendendo dessa criatura, que parecia uma mulher. Após atrapalhar Sanchez, e ver sua morte, ele é forçado a derrotar a criatura em seu lugar.



Depois disso, todos os demais criminosos que Murphy encontra já estão mortos. Seus corpos, em diferentes situações, nem chegam a surpreender Murphy.



Fato é que nem todos estavam no mesmo ônibus de Murphy... vários dos presidiários e corpos que ele encontra, mesmo sendo da mesma prisão, não estavam no ônibus então, como eles chegaram em Silent Hill?



Isso alimenta a teoria de que alguns prisioneiros falecidos na Rebelião foram levados para Silent Hill, mas na contagem, apenas 4 morreram na prisão... e se somar o Carteiro e o Radialista, já são dois a menos, e vivos. 



Também há um mendigo que aparece no metrô da cidade, tal qual ajuda Murphy caso Murphy ajude ele. Ele pede coisas, como comida e roupas, em troca de rotas e atalhos do metrô. Esse mendigo provavelmente também está na mesma condição de Howard e Ricks, mas ele fez diferente: Ele se escondeu.



Ai já são 3... mas o número de corpos que Murphy encontra não bate, nem mesmo somando os prisioneiros que estavam no ônibus com os que caíram na Rebelião, então seguindo a lógica, provavelmente Frank pescou prisioneiros vivos também (talvez aqueles que ele considerava dignos de um novo julgamento).


Nessa missão, em que Murphy precisa devolver o coração pra esse corpo, o corpo em si é o mesmo de um dos condenados com Murphy... o que talvez signifique que os "crimes" que Murphy desvenda são de seus colegas presidiários...
Fato é que tirando Murphy e Anne, ninguém sobreviveu ao acidente do ônibus, o que significa que ninguém completou seus serviços comunitários corretamente, ou que ninguém mais alcançou o perdão. Também existe o fato de Frank ter focado seus poderes em sua filha e seu "amigo", e uma vez que eles alcançaram seus objetivos, seus poderes não tinham mais porque surtir efeito. Ele podia ficar de boa e descansar.

M. Koonz e os policiais


Semelhante aos prisioneiros, ha vários policiais ao longo da trama, um deles é motorista do ônibus, chamado M. Koonz.



Depois do acidente ele nem aparece mais, nem corpo nem nada, mas na HQ Anne interage com o corpo dele, logo após acordar, tal qual vira um monstro.



Existem vários policias, alguns bem importantes como Frank e Sewell, mas outros sem muito vínculo histórico, como o policial que prendeu Murphy, tal qual aparece logo no inicio do jogo, antes da chegada em Silent Hill. 



Esse policial chama a atenção pois o olhar que ele lança para Murphy no inicio é um tanto quanto suspeito, mas ele não tem mais nenhum grande significado além de ter sido quem prendeu Murphy após o roubo da viatura, chamado T. Willis.



Os outros policiais, como o diretor da penitenciária, marcam presença através de documentos e relatórios que Murphy encontra ao longo de seu percurso. Na HQ, mostra um pouco mais de interação por parte de Anne, ressaltando a corrupção na cadeia, mas, nada além disso.

Monstros

Há várias criaturas no jogo, não chegam a ser tantas quanto outros Silent Hills, mas tem pelo menos mais que em Shattered Memories. Porém, imitando um pouco o Shattered, não há Chefões. Pelo menos não vários, há apenas um, que é o último (sem contar o Homem do Saco e Anne). Essas criaturas são todas projeções criadas por Frank, no mesmo esquema comum de Silent Hill, em que as criaturas se formam baseadas em sentimentos fortes ou pensamentos importantes da Criança da Ordem.

Screamer
Mulher que Grita



A primeira criatura encontrada por Murphy, tal qual mata Sanchez na pequena confusão em que Murphy acha que está salvando uma pobre mulher indefesa, e depois quebra a cara com essa criatura com garras e uma boca enorme. 


É legal, durante o jogo é possível brincar de cavalinho com os monstros!
Essa mulher, seria a personificação de "Alerta", como uma Sirene Ambulante. O fato de ter aparência e fisionomia feminina talvez seja uma referência física de Anne, e o fato dela ter se perdido em sua vingança. Doidera? Mas faz sentido se considerar um detalhe:

Durante o jogo, há uma missão paralela em que encontra-se um aviso de Desaparecido, sobre uma menina autista que se perdeu, e que tem frescura com cores e laços. Pois bem, um detalhe curioso sobre essa mocinha é que ela tem repulsa pela cor azul. Até então, tudo faz parte da missão paralela. 



Porém ao passar por um cemitério, e encontrar uma Screamer, equipado com a luz Ultra Violeta da Lanterna, reparei que a Screamer simplesmente não atacava, e se afastava, como se tivesse medo ou algo do tipo. A AI dela estava configurada pra se afastar da luz azul... curiosamente, isso era somente com a luz azul, qualquer mudança na lanterna (para a luz comum ou desligando-a) fazia com que a monstrenga retornasse ao seu comportamento comum, pulando, batendo e gritando.


Quando percebi isso, imaginei que tinha de levar o monstro até o cartaz, mas fiquei surpreso ao saber que não tinha nada haver com a quest diretamente, era apenas algo estranho... uma coincidência bem estranha. (mas em SH não há coincidências).
Isso é uma ligeira referência ao fato de Screamer simbolizar a garota perdida. Talvez até mesmo uma personificação de sua alma em forma de monstro. Mas... a ideia de ser uma "criança perdida" ajuda na interpretação de seu significado. Frank sentia que perdeu sua filha de alguma forma, para a vingança que ela tanto queria fazer... 

Weeping Bat
Morcegos Humanos



Uma criatura humanoide que anda pelo teto, tal qual Murphy encontra aos montes na caverna que passa para chegar até o trem.



Esse monstro é uma personificação de "Lamentação", referindo-se e baseando-se num sentimento latente de Frank.



Os Morcegões não tem asas nem nada do tipo, mas são como morcegos que se escondem nas sombras e preferem ficar de cabeça pra baixo. São baseados e até personificados em criaturas comuns das cavernas que Murphy atravessa, alguns morcegos "chorões", como foram batizados.

Tem relatos e textos sobre eles em toda a caverna, apresentações e tudo mais. É possível entender tudo sobre essas criaturas nativas, que no fim foram adaptadas por Frank como monstros. Mas, o fato deles "chorarem" é o que fez Frank espelha-los. A tristeza que ele sentia a respeito de sua situação, o fez pensar nessa criatura e alimentar sua existência, ligando sua condição aos morcegos chorões.


Doll
Sombras Assassinas




São monstros que atacam sem se mover. Eles são como estátuas, que produzem sombras, e essas sombras atacam.


Apesar de não se mover, existe um momento que uma dessas bonequinhas corre e ri, pois aparentemente ninguém está vendo.
Representam justamente isso, a capacidade de fazer algo, sem fazer algo. Seria como uma personificação de Frank, em sua condição de Criança da Ordem que projeta coisas para fazer sua vontade. 



Mas não apenas isso, a forma desses monstros é basicamente uma Boneca Inflável feita de porcelana. Isso nada lembra Frank. Porém, seria também uma referência a Anne. 

Na HQ, é mostrado uma verdade meio pesada sobre Anne, e as coisas que ela foi capaz de fazer para chegar até Murphy. É dito que ela teve de se vender fisicamente para o diretor do presídio, para assim conseguir chegar até Murphy. 



A forma da Doll provavelmente é uma releitura da visão de Frank sobre essa escolha de Anne. Não que ela tenha lhe contado... mas pais sempre sabem... e o cara tem acesso às memórias mais profundas daqueles que ele "captura"... então... é bem possível que essa boneca tenha nascido dai.

Prisoner Minion
Prisioneiro das Ruas




Existem dois tipos desse monstro, uns andam de mãos limpas e outros armados com bastões ou pedaços de pau. Eles são uma representação óbvia dos prisioneiros.



Porém, em forma monstruosa, eles também representam a visão de Frank sobre criminosos em geral, como loucos descontrolados e agressivos, até que tenham seu lado humano e consciência explorados. 

Curiosamente, esses monstros fazem sons estranhos como se tentassem falar, e alguns até conseguem balbuciar. Mas em sua maioria, só são seres nascidos da Raiva, e que espalham o Ódio que Frank repudia. 

Prisoner Julggernaut
Prisioneiro das Jaulas




São versões tunadas dos Prisioneiros comuns, como líderes deles. 



Nesse caso, significam praticamente o mesmo que os anteriores, mas pelo fato de surgirem enjaulados, presos e apenas na prisão, eles são uma personificação dos prisioneiros já atrás das grades, vistos por seu jeito ameaçador de ser.


Uma vez soltos, eles são violentíssimos, inclusive com os outros (fazendo dos inferiores seus escravos como cachorrinhos) e mostram o quanto são perigosos. 


Eles são a representação desse tipo de gente, que não pode ser solta de forma alguma.

Void
Luz Vermelha



Não há chefões no jogo, mas há um tipo de passagem de fase. O que marca e define ela é o Void.




Ele é uma luz vermelha que suga as coisas. Surge quando Murphy é levado pra Silent Hill distorcida, a clássica versão modo pesadelo da cidade, onde a física não tem vez, e tudo fica bizarro ao extremo. O Void aparece sugando tudo, destruindo o que se aproxima, e transformando em pó. 



Ele faz isso com tudo, cenário, monstros e com Murphy, logo, quando ele aparece, cabe a Murphy correr como se sua vida dependesse disso (não que não dependa rs). Isso lembra muito a experiência de Silent Hill Shattered Memories. 



O Void é uma representação daquela luzinha vermelha que pisca em cima das viaturas policiais, o Giroflex. Seria como o Sinal da Presença Policial... ou somente Sinal. Ele personifica de certa forma o fato de tudo sempre "sumir" quando a polícia chega... se é que me entende. 

Monocle Man
Monstro do Trem




Lembra do John Sater? O guia turístico que matou crianças sem querer no trem? Então, ele se converte nesse monstro aos olhos de Frank. 



Frank o personifica nos trilhos do trem onde o acidente ocorreu. Preso ao trem, na Silent Hill distorcida, é onde Murphy o encontra, tal qual não pode fazer nada além de falar. 

É uma representação de Sater, preso a sua condição de culpado, eternamente vinculado a sua culpa.




Ele não é um chefão, pois nem chega a atacar. Sua aparição é meramente ilustrativa, e só serve pra assustar mesmo, mas que é bem bizarro, isso é. Durante a viagem de Murphy pelo trem, tem uma narrativa de Sater explicando as coisas. Conforme tudo se distorce, a voz de Sater também o faz, e ele se converte na criatura tanto em áudio, quanto em seu físico.  

Wall Corpse
Monstro das Paredes




Esse é um monstro que aparece para atrapalhar Murphy enquanto ele corre. Essa coisa fica nas paredes, espirrando sangue ácido pelo tórax. 



Além de machucar, ele atrasa Murphy nos momentos mais cruciais em que ele precisa correr, geralmente com Void na cola. 



Essa criatura é a personificação física do Confinamento de Frank, em seu estado debilitado. Sem poder se mover (o cara perdeu as funções gerais do corpo) ele se sente exatamente como essa criatura, somente cabeça e tronco, sem braços ou pernas, preso sem poder se mover, sentindo dor constante e sangrando.

Tormented Soul
Monstro Obstáculo



Essa criatura passa quase desapercebida, pois é um monstro parado que só serve pra alimentar o Void.


Uma vez iniciada a perseguição da luz vermelha, Murphy encontra algumas coisas pra jogar pra trás, pequenas jaulas no caminho. Elas servem pra atrasar a luz um pouco. 



No caso, essas jaulas são monstros também, que representam as vítimas inocentes que não tiveram nem escolha, nem oportunidade de se salvar, completamente vulneráveis às atitudes alheias. 



Curiosamente, essa interpretação ganha mais credibilidade na HQ, onde essas mesmas criaturas servem pra ilustrar as crianças mortas no trem, quando vistas durante o modo pesadelo dos trilhos, com Anne como passageira.

Viaturas




Existem carros estranhos passeando por Silent Hill. Eles fazem sons de sirenes e tudo mais, como viaturas, além de parecerem viaturas (meio diabólicas). 



Elas podem ser barradas e somem permanentemente através de uma missão, em que Murphy deve cancelar o chamado de patrulha. Mas enquanto isso não ocorre, caso Murphy entre no caminho delas ou seja localizado, elas param, e somem pouco tempo depois, com várias Screamers surgindo do nada. (Isso revitaliza o significado das Screamers como "alarmes").



O significado é o de Patrulha, busca por manter a segurança e ordem nas ruas da cidade... mesmo que isso não traga tanta paz assim. Mas a ordem da cidade é de fato estabelecida pelas criaturas que eliminam qualquer ser vivo que não esteja conforme as regras. 

Canários


Se parar pra pensar, os 5 pássaros enjaulados que estão pela cidade, de uma das missões de Murphy, também são "monstros", apesar de não causarem mal algum pra Murphy, e serem fofinhos e simples animais.



Eles são a personificação de Murphy, o próprio, aos olhos de Frank. Enjaulado, preso sem sua liberdade, o pequeno passarinho precisa ser solto, por Murphy. Apenas ele pode solta-lo, apenas ele pode libertar a si mesmo de sua prisão. 


Sempre que Murphy libera um passarinho, se estiver chovendo, a chuva termina... isso significa que "as lágrimas" param de cair pois ele está no caminho certo.
Essa interpretação é tão certa que quando Murphy liberta os passarinhos, ele tem visões de si mesmo, correndo num campo cheio de grama, bonito que só, com seu filho aguardando por ele. 




Uma imagem que é descrita com a palavra "Liberdade".

Bogeyman
Homem do Saco



O Cabeça de Piramide dessa versão... ou quase isso.




Ele é Valtiel, no inicio, como sempre, surge pra marcar presença e depois sai, deixando um reflexo de si mesmo, sob controle de outra pessoa ou criatura. 


Conforme o jogo passa, o "Homem do Saco" representa várias pessoas e ideais, principalmente: Murphy, Sewell e Patrick. Mas seu real significado é "Justiça".


Na cena em que Murphy vê a sombra dele martelando outra sombra, que grita "Oh deus não!" com a voz de um cara, é na real a memória de Murphy aplicando "justiça" sobre Patrick, na prisão. Da pra notar não só pelo áudio, mas pela silhueta da sombra da vítima, que usa uma toalha e é gordinha. Nesse momento o Homem do Saco não é realmente visto, apenas da uma palhinha, na mente de Murphy. (Essa cena ocorre no estacionamento, olhando por uma fresta numa parede de blocos, próximo ao Cachorro preso num Carro de Polícia... vlw pelo toque Sr Walber) e simboliza a justiça que Murphy acreditava estar pregando. Se quiser ver a cena mais detalhadamente, segue o link: Cena da Sombra do Homem do Saco
Ele carrega um martelo grande, enorme, praticamente uma marreta, tal qual usa pra golpear as coisas. Isso simboliza aquele martelinho que os juízes batem em um tribunal, o Malhete. Isso significa que o Homem do Saco seria o Juiz de Silent Hill... porém também não chega a isso.

De certa forma, ele é o juiz, mas também é o réu. A Marreta é um peso, que ele carrega e o deixa lento, esse peso dela sobre o próprio portador simboliza a justiça trabalhando... 



Durante o jogo, o Homem do Saco aparece algumas vezes, na etapa final. Uma delas é matando a versão infantil de Frank. 




Nesse momento, ele simbolizava Sewell. 



De certa forma ele também simbolizava Patrick para Murphy, que se sentiu novamente na situação de impotente diante um assassinato de uma criança, inclusive repetiu várias vezes o nome de seu filho.



Murphy tem de "enfrenta-lo" durante uma perseguição, se aproximando sem ser atingido pela sua martelada. Nesse momento, ele simbolizava a "Justiça" em pessoa, mantendo Murphy na linha.



Posteriormente, Murphy acorda no necrotério do Orfanato St Maria, la, ele encontra a Freira que lhe da uma senhora lição de moral sobre Vingança e tudo mais, e se refere ao corpo que estava na maca, que era o próprio Homem do Saco, como filho de Murphy... porém ela mesma deixa claro (ou quase claro) que não era um filho físico, mas um filho ideal: Parte da família. 


Aliás, a Freira não é tão importante, sendo só uma das criaturas "pacíficas" geradas por Frank, personificando sua consciência pura e honesta... 
Nesse momento ele simbolizava "Liberdade". Bizarro? Mas era exatamente isso, tanto que em seu peito estava a chave do barco do Ricks, o radialista, que tinha inclusive um chaveiro com "Liberdade" cravado. O fato dele estar morto era uma referencia ao que Murphy havia perdido... não só seu filho... mas sua liberdade mesmo.



Mas o Homem do Saco acorda no momento que Murphy pega a chave, e a freira fica empolgadona e começa a zoar  Murphy (pior que é bem isso que acontece) e Murphy simplesmente acorda em outro lugar, numa casa próximo a um lago. O local onde o corpo de seu filho foi encontrado. 



Charlie havia sido posto em um saco e jogado no lago, e quando Murphy chegou la, haviam policiais e ele ficou traumatizado. 



Agora, ele estava de volta naquele lugar, e ao escutar seu filho gritando por socorro, ele corre para o lago. La, ele encontra o Homem do Saco novamente, saindo do lago. Nesse caso, ele simbolizava "Trauma". Murphy precisa enfrentar e superar seu trauma para continuar.



Quando ele o faz, acorda novamente no necrotério, com o Homem do Saco deitado, sem a máscara. Ele tinha dois rostos, o de Patrick e o de Murphy, que ficavam alternando. Nesse momento, ele simbolizava "Decisão". A decisão que Murphy tomou ao matar Patrick, com a qual matou a si mesmo. Ele sacrificou sua vida, sua liberdade, sua inocência, por mera vingança. Mas então surge Charlie, atrás dele, tal qual o perdoa, dizendo que não foi culpa dele, nada do que aconteceu foi culpa dele.



Após conquistar sua liberdade de volta, faltava conquistar sua inocência, e o Homem do Saco surge pela última vez, para Anne. Ele toma sua forma em cima de Murphy, tal qual passa a parecer um monstro aos olhos de Anne. 


A própria Anne valida a versão em que ela se vendeu pra chegar até Murphy durante essa parte.
Nesse momento ele significava "Culpa". Murphy precisava mostrar que não era o real culpado, e mesmo com sua aparência alterada, tinha de fazer Anne enxergar inocência nele, enxergar a verdade. E ele consegue isso, ao alcançar Anne e poupa-la. 




É algo interessante e uma mudança curiosa, o fato de no fim o jogador ser o chefe final... e essa é uma das melhores novidades de Silent Hill Downpour, mas de certa forma, o significado dessa passagem é enorme. 



Valtiel, como sempre, traz ao jogo uma complexidade bem maior, e dessa vez usa sua própria imagem para aumentar sua capacidade administrativa da cidade. Ele estava presente, mesmo sem estar presente.


Wheelman
Pai de Anne





Esse monstro é Frank Coleridge, em uma versão distorcida, adaptada para Silent Hill. Esse era ele, como ele se sentia, uma personificação de si mesmo. 




Durante o jogo inteiro ele aparece, andando, "passeando" pela cidade, observando Murphy. Existem inúmeras aparições, e fica mais do que claro que ele é o Frank, no fim do jogo, após Murphy desligar os aparelhos que o mantinham vivo (durante o chefão final, a luta se resume a desligar os aparelhos), pois logo em seguida o corpo reduzido de Wheelman aparece jogado no chão e numa desviada de olhar, quando Anne começa a xingar Murphy pelo que ele fez, o corpo se transforma em Frank.



Tem outros momentos em que Wheelman aparece:


Quando Murphy corre atrás da versão infantil de Anne, no fim da corrida a mocinha se encontra com o Wheelman, e ambos ficam juntos, próximos. Isso significa que ela não tinha medo algum da criatura assustadora que ele era, pois provavelmente para ela ele não era monstro algum. O monstro verdadeiro era Murphy. 



No inicio do jogo, ele olha pela janela enquanto Murphy conversa com o Carteiro, mas numa desviada de olhar a janela simplesmente se fecha com tábuas e ele some.



Ele aparece andando pela mesma rampa em que o John Sater se joga, e é possível vê-lo pelo Telescópio do Mirador, com direito a chuva surgindo do nada.




E em vários outros locais ao longo do jogo...


Repare no monitor...
Mas uma aparição significativa mesmo dele é na última passagem do jogo, assim que Murphy acorda na prisão de novo, com um uniforme novo. Ele aparece observando Murphy de perto, do outro lado das grades. Isso é significativo pois, em um dos finais do jogo (um final errado), no que Murphy faz todas as escolhas erradas, ele acorda novamente nesse mesmo momento, e fica preso, num looping eterno (a condenação final daqueles que não superam os desafios da cidade, nem morrem tentando). Ele fica condenado a acordar novamente naquela situação, pra todo o sempre, e o Wheelman observando-o demonstra que Frank estava ciente do fracasso de Murphy.



Bem, no fim de tudo, Murphy consegue tudo o que precisava para se sentir livre novamente, e com o perdão de Anne, ambos saem de Silent Hill e voltam para o ônibus tombado.



Murphy não recebe uma segunda chance judiciaria, pois apesar de tudo, seu problema havia sido resolvido apenas com Anne (a mais importante de todos os envolvidos), e por isso acaba tendo de fugir da policia. Anne permite isso, e se despede.



Por fim, ela retorna pra prisão, e vai bater um papo com Sewell, armada e preparada pra atirar. Provavelmente, ela o faz... mas nada é mostrado e os créditos sobem.


Bem, por hora é isso. 

Geralmente não posto a imagem dos créditos finais do jogo pois acho injusto não postar tudo, mas olha "Tom Waltz" la no topo, o cara que fez a HQ.
Espero que tenha ficado claro e tudo mais, e espero que tenha feito sentido. Eu não acho legal contar a história detalhadamente agora, pois já deixei todas as informações ao longo da análise, logo, seria desperdício de palavras e tempo... mas vou pelo menos por as informações em ordem com um segundo resumo da história, mas agora apenas citando a ordem dos eventos. Depois vou concluir a análise com algumas informações extras:

Resumaço!

Depois de matar Patrick e assistir Frank se ferrando, Murphy é transferido pra Silent Hill, junto com outros criminosos e Anne. Com isso, geral morre, só sobra Anne e Murphy. Murphy tenta fugir da cidade, mas Anne fica na sua cola, até que cai de um penhasco e é dada como morta. Então Murphy conhece o Carteiro que estranha suas roupas, e ele decide se trocar. Quando ele se troca ele encontra o teleférico, descobre uma forma de acessar o mesmo e chega no canyon de SH. La ele conhece Sater, que orienta ele passar pelas cavernas e pegar o trem. Ele o faz, e encontra Anne de novo. Depois de poupado, ele vai embora pra cidade, onde passa por um pesadelo pra encontrar o caminho. Ele passa por um prédio e encontra o Carteiro de novo, e depois de um papo Murphy decide ir atrás do Radialista que tanto chamava ele. O Carteiro orienta que ele va pra Torre do Relógio, que também era a Torre de Rádio e uma Biblioteca, além de um Estacionamento (isso sem contar os vários andares inacessíveis por causa do elevador zoado). Chegando la Murphy passa por mais pesadelos e chega até o bendito radialista, que fala de um Barco pra sair da cidade, mas precisava da chave. Dai Anne aparece de novo e com ela um monte de merd4 acontece, e Murphy vai parar na cidade de novo, acordando num banco na rua, com o Carteiro mais uma vez ao seu lado. O Carteiro lhe da uma carta indicando o Orfanato, e Murphy sem escolha vai pra la. Ele passa por toda aquela aprovação com o Homem do Saco e encontra a chave do barco. Depois disso ele procura pelo mesmo, chega a ativar a ponte levadiça de Silent Hill pra isso, e embarca. Mas Anne aparece de novo pra variar, e ferra com tudo de novo. Ele vai parar numa prisão, onde passa pelo último teste até encontrar Anne de novo e por um fim na história. Eles se abraçam e fim.


Moral da história: Se entrou em Silent Hill e não consegue sair, não adianta tentar matar, abandonar, fingir que não viu ou ignorar e virar as costas... você só precisa abraçar seu inimigo. Talvez isso lhe tire da cidade.

AMBIENTAÇÃO (Parte 2)

Todo SH se passa em um local rodeado por uma situação climática que causa desconforto ou assusta de alguma forma. Na maioria das vezes, esse clima aparentemente se resume a neblina por toda parte, mas tudo vai muito, mas muito além disso:

"Exemplo... Silent Hill Shatered Memories tem Gelo como sua 'neblina', pois esse gelo tem significado na trama, para a protagonista.


Tem muito mais, tipo no 1 são Cinzas, no 2 é Névoa, no Origins é Fumaça... e por ai vai.


As coisas não são diferentes para Silent Hill Homecoming, onde a 'neblina' é mesmo Neblina.

É um pouco engraçado, mas nesse caso a neblina surge pois o tema do jogo gira em torno de um ocorrido no Lago Toluca, e tudo que resultou dele provocou o caos do jogo. Neblina é uma formação de densidade no ar, que restringe a visibilidade, por conta de gotículas de água em excesso. Isso tem agravamento próximo a litorais ou lagos, e geralmente surge a partir de evaporação dessas mesmas gotículas. Tecnicamente, água tem significado forte para os Shepherd, e para Shepherd's Glen, então Silent Hill produziu neblina comum em excesso, e mandou tudo isso para a vizinha." - AnáliseMorte - SHHC 

"No inicio do jogo, Travis menciona sua confusão com relação a estranha neblina da estrada. Ele diz quando encontra a casa pegando fogo 'Meu deus, então não era neblina, era fumaça!!'. Pois bem, durante todo o jogo, Travis fica desmaiando sempre que encontra um fragmento do Flauros e escuta sirenes, acordando posteriormente no ponto onde todo seu 'passeio' começou. Por exemplo, ele entra no Hospital Psiquiátrico, explora ele inteiro, anotando tudo no mapa, e no final, quando pega o Fragmento do Flauros, ele vê Alessa e desmaia, com uma barulheira de sirenes ao fundo. Logo em seguida ele acorda, na entrada do Hospital Psiquiátrico, com todo o mapa zerado e todas as portas, exceto a saída, inacessíveis. Se não fosse o fato de Travis interagir com outros personagens, seria possível deduzir que ele nem se quer saiu do lugar, e tudo o que aconteceu se passou apenas em sua cabeça. Pois bem, essa interpretação não é totalmente errada, pois tecnicamente, tudo se passou sim apenas na cabeça de Travis.(...) 


(...) Sabe por que mencionei a confusão de Travis a respeito da neblina e o fato dele desmaiar? Simples: A neblina da realidade Amaldiçoada da Neblina é pura fumaça, fumaça de incêndio mesmo. Travis desmaia em sua projeção como resposta a fumaça inalada por seu corpo. As sirenes são um ligeiro flashback de Travis e seu desmaio ao resgatar Alessa, também por respirar fumaça, porém na Realidade Normal. Travis só volta pra essa realidade no final do jogo, quando ele retorna pro seu caminhão." - AnáliseMorte - SHO


"Por incrível que pareça, esse quesito que marcou de mais o jogo, foi explicado como uma manobra dos desenvolvedores do jogo, para aproveitar ao máximo a capacidade do PlayStation, sem prejudicar o gráfico do mesmo, logo, a neblina e escuridão era uma estratégia para esconder as falhas do console e ainda incrementar ainda mais o lado terror do jogo.

Pois bem, isso pode até ser verdade, mas não é tudo. O clima foi baseado em um livro de suspense lido e admirado pelo criador de Silent Hill. Apesar da ideia manjada de por a neblina pra esconder o limite visual do game, essa mesma não nasceu com esse objetivo. Na verdade a neblina e escuridão faria parte do jogo de qualquer maneira, pois esta era uma das coisas que o diretor acreditava perturbadora e assustadora de mais, e se somaria de forma completa ao terror do jogo." AnáliseMorte - SH1

Todo Silent Hill tem sua particularidade com relação a sua neblina, e eu irei explicar isso agora, de cada um dos SHs, pois a "neblina" de Downpour é muito mais significativa do que aparenta, mas isso não é uma exclusividade dele.

No primeiro Silent Hill, que eu chamo de SH1, a neblina foi como expliquei acima, introduzida para correção das falhas visuais e tudo mais... porém, ela também tinha um objetivo específico de incrementar no terror do jogo. Mas, houve um acréscimo estranho na "neblina" onde colocaram neve no jogo. Com a presença de neve, essa neblina se convertia em Nevoeiro, pois a única condição possível para que nevasse e houvesse neblina ao mesmo tempo seria através de um forte nevoeiro (considerando as condições climáticas exigidas para que tudo se forme). Logo, a "neblina" de SH1 é um Nevoeiro.

Mas, eu também citei que no primeiro jogo a "neblina" era formada por cinzas... isso não é uma inverdade. As cinzas vieram de uma teoria da adaptação de Silent Hill para os cinemas, como "Terror em Silent Hill". Nessa adaptação, explicaram que a cidade inteira estava em chamas ainda no subsolo, e que a neve formada na verdade eram cinzas formadas por causa desse mesmo incêndio. Teoria a parte, a ideia de que o Nevoeiro na verdade era neblina com cinzas caindo fazia certo sentido, pois a cidade projeta sua "neblina" com base não em condição climática, mas sim em sentimental e emocional... tudo sempre baseado no percursor de todo o pesadelo.

Resumidamente, SH1 conta a história de uma "Criança da Ordem" que foi incendiada viva. Muito tempo se passa depois desse incêndio e a garota já estava recuperada, porém semi carbonizada (ela sobreviveu por causa da maldição) e  seus poderes se manifestam, levando a cidade e seus alvos para a versão sombria. Nessa versão, a neblina que surge seria uma reprodução de seu sentimento acerca de si mesma, de recuperada porém cicatrizada pelo passado... onde "cinzas" simbolizavam o fim de seu sofrimento, porém registro eterno do mesmo: Seu passado queimou, e só sobrou as cinzas.

Em DP tem vários "Easter Eggs", não chegam a ser referências aos jogos anteriores no enredo, nem nada que afete a história geral, mas são como homenagens... todas vinculadas ao tema do jogo "Prisão". Um deles é essa imagem de Samael, dentro da Biblioteca/Torre de Rádio. Essa imagem é um "easter egg" de SH1, onde Samael era o vilão da vez e inclusive essa mesma ilustração foi usada. Samael nem é citado nesse jogo, então só entende quem conhece a saga. No caso, Samael era um demônio chamado de "Deus" pelos habitantes de SH (contrariando inclusive a legenda da imagem). No caso, ele estava preso, selado, trancafiado, e os jogos iniciais contavam inclusive a história de tentativas de libertar Samael, e trazê-lo de volta ao mundo.
No segundo Silent Hill, a neblina é na verdade Névoa, quase um nevoeiro por sua densidade. Sua presença serve para ilustrar o fato de James ter sua visão sobre si mesmo ofuscada. Lembrando que na história de SH2, o protagonista estava morto, e pra variar estava confuso sobre seu passado, escondendo inclusive de si mesmo a verdade. Em seu julgamento, tudo é revelado, e no fim a Névoa desaparece... mas ele permanece em Silent Hill.

Em Silent Hill 3, a neblina é presente, mas o fator climático predominante é a pura Escuridão. As sombras e falta de visão ilustrava a mente das duas crianças da ordem envolvidas, Claudia e Heather. Um destino inseguro e incerto, baseado apenas no que aconteceria com o feto de Samael, fez com que tudo ficasse escuro e difícil de enxergar.

Em Silent Hill 4, não há neblina, não em sua maioria. Isso tem grande significado pois na realidade, o responsável pelo pesadelo não queria nem precisava esconder nada. Ele queria justamente pelo contrário, revelar o máximo possível, pois fazia parte de seu ritual. 

Outro "Easter Egg" que surge é o quarto de SH4, que pode ser acessado através de uma escada puxada de DP. Nesse caso, o quarto é o mesmo, com tudo posicionado igual ao SH4, porém sem nenhuma das consequências do jogo... exceto o buraco na parede e a porta trancada por dentro. Não é o mesmo quarto, mas serve pra lembrar que em SH4 o protagonista também estava "preso".
A falta de um fator Climático também tem significado em Silent Hill. 

Silent Hill Origins tinha fumaça como clima, como já expliquei.


Outro "Easter Egg" é o que aparenta ser o caminhão de Travis, do SHO. No caso, tem o mesmo logotipo, ou seja, ou é o caminhão dele, ou é da mesma empresa. Mas a ideia de mostra-lo no jogo é lembrar que vários já passaram por SH, e vários já estiveram presos la. Mesmo aqueles que saíram, um dia podem voltar... 
O Silent Hill Shattered Memories tinha gelo como clima, como também já expliquei (pelo menos na análise) mas resumidamente, o frio representava estabilidade, e quando tudo congelava era uma forma de paralisar as coisas e mante-las estáveis, para que não bagunçassem mais. No enredo, toda a história era uma distorção da realidade que se bagunçava cada vez mais, enquanto tudo rolava, por causa da mente da Criança da Ordem responsável. O frio ajudava a manter as coisas menos bagunçadas.

E Silent Hill Homecoming tinha Neblina como neblina... também como expliquei, devido o contexto.

Mais um "Easter Egg", outro quadro (existem dois quadros que referem-se a SHHC) que mostra a entrada de Shepherd's Glen, de SHHC. Nesse caso, a referência simboliza o fato de SH manter presa até mesmo aqueles que abandonam a cidade e seus rituais e vínculos, como foi o caso dos habitantes de Shepherd's Glen.

Enumerando então:

1 - Nevoeiro



2 - Névoa



3 - Escuridão



4 The Room - Nada



5 Shattered Memories - Gelo



6 Origins - Fumaça



7 Homecoming - Neblina



E por fim...

8 Downpour - Chuva



E bem, ao ler a análise você deve ter entendido por que a "cidade chora". 

Agora, acho que posso encerrar de vez. Caso eu lembre de algo que deva adicionar, tipo o cachorro da viatura policial que tava vivo, mas depois morre... ou dos easter eggs... eu adiciono depois. 

Então, obrigado por sua leitura, paciência, e saco... alias, cuidado com o Homem do Saco... e com o Bicho Papão... rs... Obrigado por sua atenção. Até a próxima.

56 comentários:

  1. Aeee!! analise de SHD,(ate que enfim hihi^^).Bom vamos la: O que me causou confusão nesse SH foi o final que fiz,terminava com a Anne trocando de lugar com o Murphy ela era a prisioneira e ele o policial.(vc chegou a fazer esse final tbm?).Pelo o que eu li por ai ele tem 6 finais é isso?E esse que vc usou pra explicar a sua análise é o verdadeiro,agora a história tem mais sentido pra mim.Eu achei as HQs da Anne,so que o meu ingles é uma bosta e não consegui entender muita coisa ><,mas ja era alguma coisa.Em relação aos monstros: as Dolls me lembraram aquelas bonecas sexuais(não me pergunte onde vi uma ¬¬ kkkk),so que eu pensei que elas junto com as Scramers eram manifestações pervertidas dos detentos ou de crimes sexuais cometidos na cidade. Mas depois que eu li a HQ e juntando com o que vc falou deu mais sentido.Enfim, resumindo cara essa analise sua deu uma clareada entanto na minha cabeça.Algumas coisa que vc falou eu precisar joga o jogo novamente para poder entender melho,ex: a parte do orfanato,mas no resto ficou otimo.Parabens de novo ficou muito.Abraços^^


    PS:eu ia adorar ver uma analise sua do novo SILENT HILLs quando ele fosse lançado mas como
    cancelaram neh,paciência ><

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    1. Por partes:

      Existem 6 finais sim... são:

      1° "Reverse", que é consequência de ser morto após alcançar Anne no final do jogo (se ela te mata) onde Anne acaba descobrindo que ela é a criminosa e Murphy era um dos policiais (bem doidera).

      2° "Condenado", onde Murphy acaba sendo levado pra Cadeira Elétrica, com sua esposa olhando e até Sewell responsável pela ativação. Esse final aparece se Murphy mata Anne no final.

      3° "Libertação", onde Murphy sai com Anne de SH, porém todos os outros prisioneiros são encontrados vivos, exceto Murphy, que acaba sendo acobertado e dado como morto por Anne para os demais policiais pela rádio. Esse final surge se Murphy não mata quase nenhuma criatura durante o jogo e poupa Anne no final.

      4° "Full Circle", onde Murphy acorda de volta na prisão, de Silent Hill, com Weelman na porta, e a partir de então ele fica condenado a passar pela última etapa do jogo, depois do Barco até a luta contra Anne, e depois de volta pra prisão, e assim por diante. Esse final acontece se Murphy decide por ferrar todo mundo durante o jogo (sempre escolhendo opções negativas) e no fim, ainda mata Anne.

      5° "Verdade e Justiça", o final real, onde Murphy vai embora, Anne se vinga de Sewell, todos os prisioneiros do ônibus são achados mortos. Esse final é o correto, e surge quando Murphy detona várias criaturas durante o jogo (defesa pessoal), escolhe ajudar geral e no fim poupa Anne.

      6° "Festa Surpresa", é um final "UFO" de SHDP, onde só pode ser alcançado após zerar o jogo uma vez e pegar algumas pás, escavar buracos e fazer uns pré requisitos. Isso libera uma festa com persoangens de outros SHs, incluindo o Cabeça de Piramide rs... é um final zoera.

      Pensei em falar deles na análise mas ai eu confundiria mais rs... de toda forma eu reservei essas infos pros comentários. Eu peguei todos os finais... ajuda se você aproveita a luta final contra Anne.

      As HQs... eu to traduzindo rs. Só não sei como disponibilizar, acho que pelo blog (tipo meus mangás) não fica muito bom pra visualizar, mas é melhor que download. Eu vou traduzir as páginas e postar, tudo numa única postagem (por isso mencionei tanto ela nessa análise rs) Só aguardar... (meu problema ta sendo disponibilização pq no blog fica uma imagem pequena pra leitura).

      Como eu disse, as Dolls são como Bonecas Infláveis de Porcelana, justamente essas bonecas sexuais rs... Porcelana insinua fragilidade... uma boneca sexual frágil. Em pesquisas vi uma pena de descrições e interpretações diferentes sobre as criaturas, muitas delas ligando-as a Murphy, mas a própria história diz que Murphy não tem vinculo algum com as criaturas... rs... uma nova interpretação fez-se necessária, e fez sentido.

      Sobre a análise, eu vou editar ela ainda viu. Tem coisas pra acertar, e acho que faltaram detalhes... então uma hora ela não deixará mais confusão alguma rs.

      Sobre Silent Hill S... malz, eu ainda espero um SH. Por hora, provavel que eu fale do SH Revelation ou do Mobile, o Orphan.

      Obrigado por ler Srta Dyórgia... e até a próxima.

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  2. Gostei muito dessa analise, uma das melhores até agora. Tipo, eu sempre me perguntei se aquela luz vermelha que persegue a Heather em Silent Hill 3 era o Void, na sua opinião isso procede? Porque eu acho que até faria sentido, pelo fato dela ter sido presa em Shattered Memories.

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    1. Se considerar que o momento da perseguição ocorre exatamente numa apresentação sobre um crime... saca, na casa de terror, o tema da apresentação eram crimes realizados na casa... a luz vermelha pode ser sim um prelúdio do Void, ou apenas uma referência a mesma termologia. Mas diretamente não há ligação alguma entre ambos... Void nasceu de Frank, a luz vermelha surgiu de Claudia. Mas ideia tem fundamentos sr Fábio.

      E sr, obrigado por ter curtido. Eu pensei que não tinha ficado bom.... mas que bom que ficou rs. Vlw memso sr!

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  3. Eu não tenho corajem de jogar Sillent Hill... ;-;

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    1. Nem tem porque ter tanto medo cara... o jogo não assusta tanto... só mexe com o psicológico.

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    2. você me encorajou a jogar, mas vou jogar o 2 mesmo pq meu pc n roda o downpour nem que eu estrupe ele

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    3. Não falei na analise mas o Downpour não tem versão pra PC... triste né!? Mas tipo, joga o 2 sim, ele é muito bom.

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  4. não encontrei outra maneira de falar contigo, então vim no seu post mais atualizado... depois olha o comentário que eu fiz na sua análise da história do megaman x 5. É o ultimo comentário provavelmente, espero sua resposta, até breve!

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    1. Nem grila, pode comentar tranquilamente nas postagens que achar melhor, eu consigo responder na mesma e com certa agilidade. Recebo notificações dos comentários, isso ajuda rs.

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  5. Essa foi ótima, mas fácil de ler porque foi a mais curta. Até porque a estória do game mesmo sendo muito boa, realmente não é tão complexa como os outros. Amei as partes das missões, deve ser mesmo muito massa fazer no game!

    Algumas curiosidades:

    O carteiro está em Silent Hill Book of Memories, exatamente como em Downpour. Ele quem entrega o livro para o personagem principal, e aparece várias vezes no game. Ele tá preso há UM SÉCULO, ou mais, na bendita cidade!

    Tem uma música bem legal, chamada " Hush, Hush, Hush Here comes the Boogey Man que toca no game " Alice is Dead ", que é bem legal!

    Murphy e Heny são bem parecidos não acha? Tinha uma imagem incrível dos dois no apartamento conversando, no facebook. Ia ser bem legal se tivesse um parentesco ou algo assim!

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    1. Infelizmente, Book of Memories esta para Spin-Off, juntamente com SH Arcade. Pra se ter ideia, Silent Hill Mobile (Orphan) tem mais credibilidade na franquia que o Book of Memories. (Um dia farei uam analise dele explicando porque ele não faz parte da série.)

      Existem outras descrições de aparições do Carteiro, mas todas são meras teorias ou criações com o intuito de dar maior significado pra ele... mas o real significado dele é o que citei na análise. Pra você ter ideia, o que usaram para mencionar que ele está a séculos trabalhando na cidade foi o uniforme que ele usa, que tecnicamente seria bem mais antigo que os atuais... mas tem uma parte no jogo, em um dos encontros, em que Murphy abre uma porta cheia de cartas jogadas no chão. As cartas foram entregues pelo Carteiro, e se olhar a quantidade de cartas e analisar a imagem a risca, percebe-se que ele está la sim a um tempo, mas não é tanto tempo assim (provavelmente alguns anos e até decadas) Acredito que informações só sejam válidas quando coincidem com o jogo e o que é apresentado nele.

      Fico feliz sr Marcio, estava preocupado com a qualidade da análise... tive bastante ideias pra ela mas ao colocar em prática decidi descartar... iria enriquecer a análise mas também deixaria ela desnecessariamente enorme... tipo, eu pensei em falar das músicas os seus significados (que tem ligação com o enredo) mas mudei de ideia. Também pensei até em traduzir a HQ da Anne e postar junto, mas realmente ficaria muitoi grande, e ainda poderia gerar problemas. Mas foi bom terminar rs. Agora, falta SH Revelation, Mobile e BoM...

      Ah, sabia que a palavra "estória" é tecnicamente errada!? Na verdade ela é uma "Frescura Literária" criada desnecessariamente por alguns escritores. No caso, ela não tem valor algum, pois o correto é usar a palavra "história" para todos os significados, sejam fatos fictícios ou reais. Usar "estória" é o mesmo que apoiar uma prática ridicularizada e não oficializada de "enfeitar" a língua portuguesa.

      Eu tive de pesquisar pra entender isso, eu achava que era uma palavra antiga ou uma regra a muito esquecida, mas na real ela nunca existiu. Algumas pessoas famosas, grandes escritores, inventaram de usar isso para diferenciar os significados, mas no fim nem fez sentido, pois mesmo com a palavra generalizada, o significado não se perde de maneira alguma. Inclusive, essa prática foi rejeitada oficialmente.

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    2. Fala da palavra ''estória'' ser errada (e de fato o é) mas comete inúmeros erros de português nos teus textos. Incontáveis erros. Teu estilo de escrita é cansativo, repetitivo demais. Um exemplo de erro: Trocar a palavra ''nem um'' por ''NENHUM''. Você confunde os dois. E outra, pare de usar trezentas vezes o termo ''tal qual''.

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    3. Sr Bruno, bem vindo ao blog e lamento pelos erros...

      Pra dizer a real, o fato de errar eu nem me importo tanto, afinal todo mundo pode errar, mesmo que várias e várias vezes, e infelizmente eu sou péssimo redator e editor, eu sempre bombei em aulas de português porque nunca me atraí pela escrita ou leitura... o hábito de digitar surgiu recentemente, e eu estou aprendendo.

      Sobre a troca de "nem um" por "nenhum", acho que isso se aplica a frase "Sem nenhuma alma viva"... o correto seria "Sem nem uma alma viva"? Eu usei o F3 pra localizar todas as frases no texto em que usei "Nenhum" e a única que percebi certa irregularidade foi essa... estou certo? Se for o caso eu agradeço pelo toque e corrigirei... se bem que isso me leva a uma frase sua que deu uma desanimada...

      "Teu estilo de escrita é cansativo, repetitivo demais." Eu não sou muito bom receptor de críticas sejam positivas ou negativas, eu estou procurando entender e aprender com as criticas mas ainda assim, algumas coisas realmente me deixam pra baixo, tipo saber que minha forma de escrever cansa... eu estou acostumado dessa forma e infelizmente tenho vários vícios de linguagem que estou buscando eliminar de vez... eu tinha (ainda tenho mas só nos comentários... ou propositalmente) o hábito de usar reticências e tenho a mania de repetir certas palavras com uma frequência enorme... mas, eu vou mudar isso, estou me esforçando pra isso.

      Realmente, lamento se o texto ficou mal editado ou mal escrito, e eu vou me esforçar mais pra escrever melhor.

      Sr Bruno, obrigado pela correção e pelas dicas... eu vou corrigir o "nenhum".

      Por fim, sobre "estória"... eu tenho um defeito de aprendizagem onde eu só consigo decorar ou lembrar de algo quando eu digito sobre. Eu fiz o texto com essa palavra e de fato, eu aprendi ao compartilhar a informação. Antes eu achava que só funcionava com jogos e filmes, mas até mesmo com estudo de palavras isso funciona pra mim. Eu não quis corrigir o sr Marcio ou ser arrogante, eu só quis aprender o significado da palavra, e assim o fiz.

      Enfim, obrigado sr.

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  7. Poxa Sr. Morte, foi mais rápido que eu, tive que "engavetar" a leitura pra poder terminar o SHDP kkk, mas agora que já o terminei tenho liberdade de comentar!

    Vejo que tivemos visões bem parecidas sobre os personagens e até mesmo de alguns monstro dessa vez, exceto pelo Howard... Cara não consegui ver ele como um "mero" prisioneiro até agora, não sei, não me parece certo, parece que tem algo errado sobre isso, mas até o momento juntando todas as pistas que temos sobre ele é o certo a se acreditar... Mas espero que algo a mais sobre ele seja dito em um game posterior.

    Tive uma tremenda sorte, peguei logo o final correto nas duas jogatinas que tive hahaha, acho que Silent Hill me perdoaria caso fosse pra la xD.

    Sr. Não pude deixar de ler alguns comentários e percebi que abandonou a ideia de traduzir a HQ Annie, caso queira eu posso realizar está tradução para o Sr. sem problema algum!

    Ficou sabendo das noticias sobre o Silent Hills, de seu cancelamento? Pois então surgiram alguns boatos que ele ira voltar, só que nas mãos da Microsoft agora! Aparentemente eles estão em negociação com Konami para a liberação do titulo! E temos também um site estranho que o Grande Kojima liberou que pode conter dados sobre o Silent Hills ou até sobre o novo Metal Gear, é um pouco complicado, a imagem que ele liberou parece se enquadrar nos dois games!

    Enfim Sr. Morte obrigado mais uma vez por compartilhar sua visão e entendimento do game, e como sempre com ótima qualidade!

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    1. Feliz por ter curtido... confesso que foi uma análise mais simples, mas foi legal. Eu queria muito traduzir a HQ, mas encontrei dois poréns: Direitos de Divulgação e Imagem. Se eu colocar algo assim no blog posso comprometê-lo... uma coisa é por imagens de meu próprio gameplay ou músicas, outra é postar um trabalho de terceiros, mesm oque traduzido por mim. A ideia seria ótima pra ajudar a galera a conhecer a hq... eu mesmo li em inglês mesmo, e to com as 4 edições no pc, prontas pra trabalhar... todas em jpg... mas... por conta desse contratempo duvido que o faça, ou incentive que façam. Mas ultimamente to amadurecendo a ideia de trabalhar nessa HQ... não importa as consequências rs.

      Sobre o carteiro... bem... existem fatos a mais sobre ele, principalmente no SH Book of Memories de PSVita... mas são informações contraditórias... e como eu citei, se reparar no DP, seu significado é esse mesmo. Mas... talvez ele tenha sim uma ligação mais profunda, quem sabe explorada em futuros títulos... quem sabe (ainda quero ver um SH protagonizado por uma criança, sem ser o Mobile/Orphan, pois as crianças dele já estavam velhas rs)

      Konami... Microsoft.... isso é uma noticia que me agrada kkkk. Comprei um Windows Phone pois a Konami anunciou que iria investir em Mobiles... mas vi que o Windows quase não tem jogos pra ele, diferente do IOS e do Android... e to pensando em trocar. Mas já pensou lançarem SH 9 pra Windows Phone.... exclusivo rs... seria a unica vantagem hehe.

      Bem, agora falta 3 analises... SH Revelation, SH Orphan e SH Book of Memories.

      Até la, haja chão rs

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    2. No caso do direitos, não tenho certeza mas se fizer aquele textinho básico dizendo de quem são os direitos das imagens e bla bla bla não da em nada...

      Acho que no fundo no fundo, SH sempre tem uma contradição básica haha, o jeito é ficar no aguardo da analise do SHBM e ver se apesar das contradições encontramos alguma ligação ou algo novo sobre ele... Acredita que não consegui jogar o Orphan? Baixei ele no meu celular mas não funcionou T.T

      Acabei de ir atras de mais noticias sobre esse rumor, já que não tinha visto mais nada desde quando ele foi criado, e infelizmente não passa de rumor, o pessoal da Microsoft mesmo se pronunciou quanto a isso, infelizmente um possível jogo do ano foi realmente cancelado... Sim sim o Windows fone é bem mais "atrasado" em questão de apps mesmo.

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    3. Bem, vou ver o que farei moço, se eu precisar de uma força, te chamo. To ligado que você ajuda pacas.

      SH Orphan nem tentei no meu, depois eu vejo... mas acho que ele é fraco de mais pra nova geração... rodei ele no pc e fiquei surpreso em como consegui jogar ele quando era mais novo... ele tinha outra cara kkk.

      Pena viu... sobre o WP.

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  8. Faz analise do five nights at freddys

    by Just luck (um cara me hackeou e tals. mas em fim hj estou aqui)

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    1. Concentrando todo meu tempo em outro jogo de terror no momento... mas irei jogar (peguei o 1 e 2 pra celular... pra falar a real n entendi quase nada dele... meu irmão de 10 anos ta me contando a história e como funciona mas na boa... jogo bem estranho... é point and click então vai ser tenso, mas irei me esforçar - odeio point and click) Prometo que assim que terminar a analise atual (que deus... ta gigantorme) eu farei uma desse point... se eu entendê-lo é claro.

      See you.

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    2. É bem estranho mais vale a pena :)

      justluck

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  9. Oieee. Sou leitora nova aqui no blog, e sei que estou muuuuuuuuito atrasada, principalmente nessa postagem que eu estou comentando, mas... eu precisava falar!

    Cara, estava há séculos procurando uma análise do filme "Terror em Silent Hill" e depois de tanto procurar algo que me explicasse o que realmente aconteceu no filme, caí na sua análise e... foi amor a primeira vista!

    Aqui foi o único site que conseguiu explicar o que ocorre no filme, se estão todos mortos, vivos ou mais ou menos. E a partir daí, comecei a ler todas as análises de toda a saga SH.

    Eu já sabia que a historia dos jogos e do filme era incrível, mas o seu blog e suas análises me mostraram a verdadeira magia de SH.

    Tenho que confessar que nunca joguei nenhum jogo da Saga, apenas assisti os filmes, mas depois das suas analises, me encantei tanto, que vou dar um jeito de jogar todos! Como eu não ligo pra spoilers, li tudo sem ter jogado... rsrsrs. Mas não tem problema, pelo menos quando eu jogar, terei outra visão, que provavelmente eu não teria sem ter lido suas postagens.

    Além de te parabenizar, queria te fazer um pedido muuuito especial. Quando possível, faz a analise do Segundo filme também? Por favoooorrr... Preciso muito da analise de Silent Hill Revelation.

    Desculpa se o comentario ficou meio grande, e mais uma vez Parabéns pelo conteúdo. Já comecei a ler outras analises de outras sagas e filmes e estou amando!

    Abraços...

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    1. Que enorme prazer em ler seu comentário Srta Aline, seja bem vinda!

      Sempre que alguém como você descobre meu blog eu fico bem animado e motivado, afinal significa que ta dando certo, e estou alcançando as pessoas certas.

      Curioso como iniciamos da mesma forma, eu também assisti o filme e justamente por pesquisar para entendê-lo (e explica-lo) eu descobri o universo de Silent Hill. Só passei a jogar depois disso, e após pesquisar para entender os jogos, vi que muitas interpretações não eram claras nem coerentes, e nem satisfaziam minha curiosidade. Daí, um belo dia eu tentei interpretar por conta, e fiquei pasmo com minhas descobertas, ao ponto de divulga-las nesse blog... mas nada disso teria sentido se eu não fosse capaz de explicar e compartilhar, logo, com sua presença aqui, tudo faz sentido, tudo ganha um sentido.

      Eu preciso concordar que dificilmente se encontra informações como as que eu disponibilizei, pois na maioria das vezes as teorias são postas de forma duvidosa e não oficial, o que faz elas parecerem apenas meras teorias, quando na realidade são perspectivas interpretativas importantes. Eu digo isso pois as vezes consulto as Wikis dos jogos, e nelas sempre tem uma gama de teorias, só que tudo incompleto ou sem qualquer ligação explicada. Bem, fico feliz em ter sido capaz de contar o que eu sei, conseguindo responder suas dúvidas (tanto quanto respondi as minhas).

      O mais legal é ver que você se animou a jogar, e eu insisto que o faça. Nada substitui a experiencia e com toda certeza você irá curtir muito ver como toda a história se desenrola. Quem sabe até faça mais descobertas, eu mesmo (apesar de evitar) quando jogo novamente vejo coisas que ainda me surpreendem. Alias, sobre o filme...

      A análise comparativa sobre o filme que eu fiz teve minha alma nela. Foi por causa do primeiro filme que me apaixonei pelo título Silent Hill, então nada mais justo que focar minha inspiração no que assisti no filme. Ele é sem dúvidas o melhor filme baseado em jogos que já vi na vida (e ele não é uma cópia exata do(s) jogo(s), ele é uma reinterpretação livre... linda).

      Eu nem tenho como te recomendar por qual jogo começar, nenhum Silent Hill é ruim (dentre os oficiais) e eu sei, por experiencia, que o primeiro que você jogar irá de marcar de mais. Só te recomendo que jogue da mesma forma que assistiu o filme: Tentando entender absolutamente tudo, prestando muita atenção em tudo.

      Defendo a ideia de que nem mesmo os criadores sabem o que realmente significa "Silent Hill" (bem como a maioria dos jogos que formaram franquia) justamente por ter se tornado algo muito maior do que foi imaginado ou planejado. Eu também não gosto de me apegar a equipes (ou diretores), como muitos fans fizeram com o "Team Silent". Eles estiveram presentes nos jogos iniciais e foram responsáveis por praticamente tudo o que existe neles, mas isso não torna eles os "donos da verdade absoluta", pois praticamente nada do que foi originalmente atribuído a Silent Hill faz parte do que ele se tornou. Curioso não?! Eu chego a me espantar com essa mágica dos jogos, que acabam se tornando imprevisíveis, por influências bobas como brigas internas de equipes, estagiários marotos, conflito de ideias, inspirações de momento, erros de edição, erros sonoros, exageros gráficos, etc. Daí eu digo: O único que pode realmente interpretar e dizer o que os jogos são em uma franquia, qual sua ordem real e seus maiores significados, é o jogador, por ser aquele que tem a oportunidade de ser imparcial, e enxergar o todo.

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    2. Seu pedido moça... irei acatá-lo e respondê-lo a altura. Eu confesso que Silent Hill Revelation não é tão grandioso e magnífico quanto Terror em Silent Hill... mas faz-se necessário uma explicação. Se quiser já posso adiantar que ela será, basicamente, uma análise comparativa muito parecida com a do primeiro filme, entretanto terá um conteúdo diretamente ligado a análise de Silent Hill 3, que é praticamente o enredo parcialmente distorcido do segundo filme. Se você gostou do segundo filme, normal, eu também curti muito... mas você deve ter percebido que não foi tão incrível quanto o primeiro... e eu vou explicar isso com tantos detalhes, e da melhor forma possível, que te garanto que você entenderá absolutamente tudo sobre Silent Hill (pelo menos tudo o que eu entendo).

      Moça... como eu posso dizer? Eu adorei seu comentário... eu amei alias. Ele foi... estimulante, agradável, e bem, eu preciso realmente fazer jus a ele, e eu o farei.

      Sua análise está perto. E eu darei meu sangue nela.

      Abraços... heh...

      E seja muito bem vinda ao DM.

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  10. Muito obrigada pelas boas vindas!! Confesso que nunca me senti tão bem-vinda em algum lugar quanto aqui... hehe.

    Poxa, muito obrigada por ler meu comentário e responder dessa maneira. Já estava sem muitas esperanças dele ser lido, por causa da data da sua postagem. Mas fiquei muito feliz!

    Concordo com tudo o que você disse no seu comentário. É decepcionante procurar por respostas e acabar mais confuso do que antes. Mas no seu blog, saí com todas as minhas dúvidas esclarecidas! Também acho que a magia dessa franquia é a interpretação que cada jogador dá a ela, pois como você disse, nem os próprios produtores sabem exatamente o que estão fazendo, as vezes. E isso é muito triste, porque, acho que se realmente tivessem seguido e planejado um enredo tão incrível como esse, talvez a Saga seria mais maravilhosa ainda, e no final, os jogadores não teriam dúvidas de qual mensagem está sendo passada. Enfim... mesmo do jeito que foi feito, saiu muito, muito bom!!

    Outra coisa que me fez identificar com você e seu conteúdo, foi como você descobriu a franquia... praticamente do mesmo modo que eu. Eu digo "praticamente" porque na verdade verdadeira, eu não conheci SH pelo filme. Há muuuuuitos anos atrás, uma amiga de escola minha tinha o PS1 e comprou o SH1. Então, quando eu ia na casa dela, ela colocava o jogo e eu ficava assistindo ela jogar (e me borrando de medo, claro). Mas eu só pegava algumas partes do jogo, então, além desse fato, eu era muuuito nova, e não tinha como entender a profundidade da historia. Para mim, era somente um jogo de terror. Por isso que eu considero que eu conheci SH verdadeiramente através do filme, e foi amor a primeira vista.

    Historias da minha vida a parte, eu agradeço por acatar meu pedido de analise. Mais uma vez, como você disse, o segundo filme não é tão espetacular quanto o primeiro, mas acredito que mesmo assim, vale uma analise, pois nele explica algumas coisas relevantes pra historia em si. Inclusive para complementar o primeiro filme.

    Ah, outra coisa que eu queria perguntar. Em uma das análises, você começou a se aprofundar na historia de Valtiel, mas disse que o analisaria e explicaria sua historia melhor ao final de todas as analises. Você ainda pretende fazer isso? Seria incrível, porque esse personagem é muito fod4 e seria muito legal conhecer a fundo a historia dele...

    Enfim, chega de falar... hahaha. Só nesses comentários, foram dois pedidos e como ainda sou novata, não posso te cobrar tanto. Hahaha... Fico no aguardo de mais analises incríveis!

    Abraços!

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    1. Heh, eu tenho o habito de manter os comentários ativos, e dar total atenção a eles. Acredito que isso meio que compensa a minha demora a postar, pois apesar de eu escrever e editar de forma rápida, eu sofro com aquela chata falta de tempo e pior, falta de inspiração. Pra sair um bom texto, eu preciso ter uma inspiração que só surge as vezes, seja por um debate em que me envolvi, pedidos de interpretação, surpresa com algo que peguei aleatoriamente, incapacidade de esquecer algo que simplesmente não desgruda, e por ai vai. Cada comentário me direciona pra próxima análise, e alguns são bem poderosos, como seu. Só pra constar, tirei o dia pra trabalhar na sua análise ^^.

      Heh, por incrível que pareça, até seu "praticamente" é semelhante. Há um... vulto... em minha memória, que me faz ficar em dúvida sobre como eu realmente conheci Silent Hill. Eu sei de duas coisas:

      Durante minha infância, assisti um DVD que minha mãe comprou, junto com ela, e ambos ficamos confusos com o final. Era Terror em Silent Hill, que eu ainda tenho o DVD até hoje, tal qual eu dissequei e assisti de todas as formas que pude.

      Também, durante esse mesmo período, eu fui a casa de um antigo colega/amigo de escola (que por curiosidade reatei a amizade e hoje, ele faz parte do meu pequeno circulo de melhores amigos), com outro amigo, e todos nós jogamos em seu PS2 alguns jogos, como Devil May Cry 3. Porém, antes de irmos embora naquela tarde, eu fui apresentado a um jogo estranho, escuro, e apavorante: Era Silent Hill 2. Eu e meus amigos jogamos, na verdade eu mais assisti o dono do vídeo game jogar, pois eu não entendia nem conhecia aquele estilo de jogo, e no fim da tarde, eu e meu amigo que me levou la fomos embora. Era final de tarde, e havia uma neblina densa, e meu amigo ainda por cima tinha pavor a cachorros, e nós ouvíamos latidos, somente latidos e alguns risos de criança... foi tenebrante, aterrorizante, e até meio empolgante... nós rimos, afinal sabíamos que era só pura coincidência, mas foi algo que me marcou...

      Bem, eu sei que eu não conhecia Silent Hill antes de assistir o filme, mas também sei que não conheci Silent Hill pelo segundo jogo na casa do meu amigo, afinal eu nem entendi exatamente o que era aquilo, logo... nós nos identificamos novamente.

      Vai ser bom falar do segundo filme, estou empolgado com isso.

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    2. Valtiel... heh... eu tentei falar um pouco dele em cada análise e no fim, achei que disse tudo de forma ramificada... confesso que faltou finalizar e por todas as peças juntas pra explica-lo, mas também confesso que não encontrei uma brecha pra isso. É como o esquema dos Símbolos, eu queria falar deles em alguma das análises mas por alguma razão eu não consegui encaixa-los em meus textos. Creio até que precisarei fazer uma análise onde os holofotes estarão direcionados principalmente pra esses dois temas. Mas não posso apenas fazer uma análise para isso, preciso ter um atrativo. Estava planejando fazer uma análise múltipla dos spin offs da série Silent Hill, e justamente nela aproveitar pra falar tudo sobre as principais entidades e simbolos usadas ao longo da série. Afinal, os spin offs meio que reciclam tudo isso, onde é exatamente isso que prova que são spin-offs, afinal não da pra reciclar algo em Silent Hill, sem ter uma ótima explicação pra isso, tipo as Enfermeiras, que se encaixam perfeitamente sempre que surgem, e são diferentes apesar de parecidas, ou o próprio e consagrado Piramide Head, que acabou virando um ícone de Silent Hill, erroneamente apresentado em spin-offs, e corretamente explorado na franquia principal (SH2, SH-HC e Terror em S), onde apesar de parecidos, tem uma ideia bem diferente sempre que surgem.

      Farei isso, creio que será interessante, e eu queria bastante falar de SH Orphan, Arcade e Book of Memories, explicando o que eles tem de tão irrelevante a ponto de serem considerados spin-offs.

      Srta Aline, repito: Seja bem vinda! E nem se preocupe com os pedidos, eu sou meio desorganizado pra fazer as coisas mas quando coloco na cabeça que vou fazer, eu faço. Eu só queria tirar férias logo pra poder me dedicar as análises.

      Quando me empolgo pra responder acabo fazendo textos grandes também kkk, mas sei la, é legal isso.

      Abraços... heh...

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  11. Poxa, então temos historias parecidas mesmo...hehe. Só que a sua é um pouco mais macabra que a minha (fiquei com medo desses latidos e risadas aí)

    Fiquei muito feliz em saber que você gostou da minha ideia e acatou meu pedido!! Já estou muito ansiosa pra essa analise. Inclusive vou assistir o filme mais uma vez pra ter tudo frescona memoria.

    Sobre o Valtiel, os símbolos e os Spin-Offs, achei uma ótima ideia!! Ia ficar muito bom uma analise sobre isso. Eu vi nas suas outras analises falando sobre alguns desses temas, mas como você disse, achei que faltou um ponto final nesses assuntos. Só pra ficar menos confuso (Porque SH é confuso mesmo, não porque sua explicação foi ruim... muito pelo contrario! As analises são ótimas!)

    Se os outros leitores forem tão apaixonados pela serie quanto nós dois, acho que nem precisa de um atrativo para uma analise. Qualquer coisa que você escreva sobre SH já vai chamar bastante atenção... hehe.

    Ansiosa por todo o material novo!

    Abraços...

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    1. Isso é lindo não? Rs... e sim, eu também estranho essa memória, eu lembro de ter sido muito macabra, mas me lembro de estar feliz no momento, não assustado... vai entender?!

      Ah, eu já peço desculpas por ainda não ter postado, hoje dormi quando voltei do trabalho e acordei agora a pouco, eu to fazendo algo diferente na análise e aproveitei pra continua-la agora. Provavelmente ela sairá na quarta ou quinta-feira. Eu fiz um rascunho bem diferente dela, e fiz muitas descobertas sobre o filme, o que me deixou muito mais empolgado pra digitar. Sério, eu espero que fique tão boa quanto estou imaginando, se ficar, será algo honroso, e você vai ficar muito satisfeita!

      Acho que vou por mais alguns detalhes sobre Valtiel e Simbolos nessa análise já, mas realmente farei uma da forma que mencionei. Você está me motivando, já disse isso? Eu vou procurar uma forma de jogar o Arcade e fotografar, e irei terminar o Orphan. O único que será difícil é o Book of Memories. Eu não tenho PSVita, mas meus amigos tem, e se eu pedir emprestado eu sei que eles liberam tranquilo (um deles me deu um DS de presente no último empréstimo, no qual zerei Zelda Phanton e Spirit, legal né?), o problema é obter o jogo... eles não curtem "pirataria" então nem rola usar ISO, mas eu não faço ideia de onde encontrarei... talvez pela loja virtual... eu vou ver. Mas irei fazer isso sim... não sei quanto tempo vai levar, mas eu farei, e tentarei deixar incrível e muito bem explicado.

      Bem, na análise do Revelation irei falar disso, "Tipo de Fans". Mas em resumo, já achei vários tipos, alguns bem parecidos comigo, outros nem tanto, mas todos muito fans. Você se identifica legal com meu estilo, e fico feliz pra caramba, é bom achar gente da mesma tribo pra variar. E bem, é algo que me assusta um pouco... quando a gente encontra gente legal meio que nasce uma amizade ou pelo menos um vinculo afetivo movido por respeito mútuo... isso assusta pois eu não quero me deixar levar pela "facilidade" em agradar e relaxar nas postagens, quero sempre fazer o meu melhor pra surpreender meus leitores, afinal, isso é um dos meus objetivos. Agradar e surpreender. E poxa, eu fico tão feliz em ver que gostam tanto dos meus textos... as vezes eu tenho receio e até medo em postar, achando que podem haver textos na net melhores do que os meus, mas eu me lembro que tento sempre ser original, e que mesmo não sendo totalmente, eu faço sempre meu melhor, e por isso, sempre fica algo legal. Estando legal é o que vale! E o mais importante é que tenho o apoio de vocês.

      Explicar SH é um trabalho difícil, e até impossível. Posso explicar minha visão, mas nunca tudo. Há muitos pontos de vista, isso é uma loucura rs.

      Srta Aline, acredite, estou tentando me superar.

      Abraços... heh...

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  12. Poxa, me sinto honrada em ter te motivado tanto! Que bom!!

    Não se preocupe com a qualidade das suas postagens. Apesar de sermos da mesma tribo, eu sou bem sincera, e eu sei que você vai manter a qualidade, porque é uma coisa que você gosta de fazer, e é aí que vem o seu diferencial. Seus textos nos conquistam justamente pela originalidade e por você não ter medo de expor sua opinião. Além disso, todos percebemos que suas postagens tem sua alma nelas, e isso é o que deixa tudo diferente.

    Enfim, fico muito feliz de ter deixado alguém feliz! Haha.

    Ah, não se preocupa com a data da postagem. Faça no seu tempo, ok? Eu tenho paciência... Haha


    Abraços!

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    1. A honra é minha em te-la como inspiração.

      Hah... ouvir algo assim me deixa orgulhoso de mim mesmo. Obrigado srta Aline.

      Quero terminar a postagem o quanto antes, edita-la e postar, quero que você veja o resultado de sua presença no blog... quero te deixar mais feliz.

      Eu farei da melhor forma possível mesmo que demore. Mas será algo perfeito.

      Abraços... heh...

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    2. 40% da análise ta pronta. Fiz a introdução básica, introdução teórica, falei de todos os personagens, fiz todas as comparações. Agora falta apenas falar de todas as criaturas, explica-las (caso haja explicação), contar a história de forma resumida e comparativa com a do jogo principal em que se baseou (3) e por fim, finalizar com algumas curiosidades, como referências/easter eggs que percebi (alguns óbvios, outros nem tanto). Daí precisarei por todas as imagens, editar e colorir o texto, ler a análise inteira pra corrigir qualquer erro de concordância que eu perceber.

      No final porei os agradecimentos... e ai sim, estará completo, podendo ser postado. Como eu disse, creio que quinta-feita ta pronto, se eu não conseguir terminar ainda hoje.

      Srta Aline, não curto criar muitas expectativas mas, eu to torcendo pra que você curta!

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  13. Ah, não se preocupe. Por tudo o que você falou, eu já curti!

    Não tem problema se demorar um pouquinho... eu preciso mesmo assistir ao filme pra relembrar e estar com as memorias mais frescas na mente, e ainda não consegui fazer isso por falta de tempo.

    Mas vou ver se consigo assistir ainda hoje.

    E mesmo sem ter postado nada ainda, já estou feliz! Haha

    Abraços!

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    1. Hoje é o dia srta Aline, vamos ver se consigo!

      Abraços... heh

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  14. Não sei o que rola comigo, mas me sinto muito desconfortável jogando sh. Nunca zerei nenhum... quando começa o jogo eu só penso no momento de parar ou desligar o vídeo game! Procuro um save game que nem louco e depois nem encosto no jogo.

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    1. Estranho sr Luc... SH não é um jogo de susto, nem é um terror muito... profundo ou impactante, mas ele tem uma temática psicologicamente pesada. Talvez isso que não lhe deixa bem... e eu acho que isso é normal. Eu por exemplo, não consigo nem olhar pra jogos de Point&Click por causa do incômodo gerado justamente pelo point and click...

      Você costuma jogar terror? Tipo.. Resident Evil. Dead Space, uns jumpscare da vida? As vezes pode ser apenas a falta de costume mesmo... mas reconheço que o clima de SH é pesadão.

      Vlw pela leitura e bem vindo ao blog sr!

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  15. esse jogo é top demais gostei muito do enigma da garota perdida ,que a mãe deixava as fitas pela cidade, adoro essa franquia, mais o mais bizarro de todos sem dúvidas é o SH 4 "the room" a história é muito bizarra ...

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    1. Esse enigma me deixou bem encucado. Juro que vi Screammers pacíficas perto das fitas, que me fizeram pensar que as crianças e os monstros tinham alguma ligação... O enigma que mais me deixou impressionado foi o do cinema.

      Eu também amo essa franquia, tentei jogar um spin-off chamado SH - Arcade, mas ele sempre travou em uma parte, logo no inicio... isso me desanimou. Mas to torcendo pra Konami aparecer com algum título novo.

      Enfim sr Fravio, bem vindo e... eu fiz uma analise sobre o The Room (que alias, é sim o com enredo mais bizarro), da uma lida se tiver afim... talvez se curta também rs.

      See yah...

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  16. Cara eu tenho uma teoria muito loka pq o carteiro ele aparece em silent hill book of memories do ps vita e ele se passa algum tempo dps do downpour,pode ser que uma das encomendas do howard seja para o protagonista do game,eu nao cheguei a zerar ele pq to sem o vita mais cara tem coisas muito lokas sobre silent hill nele vc tem q ver,vai saber se ele não e ligado a saga sunderland.

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    1. Nem me fala... eu to doido pra jogar o Book of Memories, mesmo ele não sendo la grande coisa pelo que outros jogadores comentaram e tudo mais. Mas eu também preciso de um vita... por sorte tenho um amigo que pode me emprestar, mas tava sem vontade de comprar o jogo... mas agora que o sr mencionou, creio que pode valer a pena, ao menos pra conhecer.

      See yah sr Vini, e bem vindo ao blog.

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  17. Eu estou fazendo análises de todos os silent hills, a acabei encontrando o teu blog. Primeiro parabéns, não sei se vai ler esse comentário, principalmente porque fez este post há anos, mas mesmo assim queria comentar que adorei o teu trabalho. Confesso que a minha teoria não bate muito com a sua (em partes) mas queria perguntar: por que acha que Frank é uma criança da ordem!? Entendi todos os seus argumentos e sei que Silent Hill é interpretativo, mas não vejo nada nem no jogo e nem na hq que comprove nenhum vínculo ao Frank. Principalmente porque na história do jogo, ele já está morto e enterrado. Queria entender melhor, porque realmente achei demais essa analisa e o Frank como uma suposta criança da ordem deixa o enredo perfeito! Espero que entenda a minha dúvida hahaha

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    1. Oi srta Liz, fico feliz que curtiu o texto e principalmente, que comentou. Apesar de ser mais antigo, é um dos textos que mais gostei de escrever, e com relação a ler e responder comentários, eu adoro fazer isso, por isso nem grila que sempre farei o mínimo, que é responder.

      Sobre Frank, o que me faz acreditar que ele seja a criança da ordem são as aparições dele ao longo do gameplay, que não possuem qualquer ligação coerente seja com Murphy ou com Anne, que seriam os "preferidos" e mais lógicos pra serem Crianças da Ordem. Mesmo se considerar a teoria de que "Silent Hill está viva" que muitos seguem, o surgimento de Frank seja como fantasminha de vez em quando, ou como chefão final, não faz sentido junto a trama, visto que tudo indica que o terror esta voltado para Murphy e os demais prisioneiros e policiais, mas pouco afeta Anne por exemplo (o terror da cidade funciona pra ela quase como para Laura em SH2, só que um pouco agressiva), o que indica que a maldição não é randômica e possui seus alvos.

      Sobre ele estar morto, é isso que reforça minha ideia, pois logo lembro de Walter Sulivan e o quão poderoso ele ficou após sua morte, só por ser uma Criança da Ordem. Mas, diferente de Walter, o que o motivou foi a sensação de impunidade junto ao seu senso de justiça distorcidos. O fato de haverem sobreviventes à maldição indicam que a cidade aqui serve como um tipo de "tribunal de justiça", não um purgatório como em outras situações.

      Enfim, é apenas uma visão. Como você mencionou, isso deixa o enredo perfeito, e gosto de pensar de forma mais complexa porém coerente, pra tentar destacar o que há de melhor em SH: Sua trama cheia de segredos.

      See yah moça, e vlw a leitura!

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  18. Bom dia meu amigo. Não espero que vá me responder... Rs Mto recente pra uma análise tão antiga. Eu só tava procurando sobre Silent Hill e seu blog caiu como uma luva. Perfeito pra tudo. Rs Só concluí os SH's 1, 2, 3 e 4. Sou meio desatualizado mesmo e peço desculpas por isso. Tô no Downpour e gostando muito. Como tenho defeito de ser curioso em tudo, procurei saber mais e achei teu blog. Muito legal. Me esclareceu muita coisa. Ex.: morria e não sabia que James e sua turma são todos fantasminhas. Kkkk Não sabia que Lisa era uma pessoa... Pensava ser uma das criações de Alessa, e mantinha essa aparência humana por ser a única a cuidar da garota (independentemente de suas razões). Assuntos ligados à terror e sobrenatural sempre me chamaram atenção entende? De qualquer forma eu gostei muito do teu blog. Por acaso tens página no Facebook ou algo parecido? E quero deixar registrado que até agora o monstro que me fez tremer na base foram as Dolls. Essa aparência frágil delas meche comigo. Dá um nervoso. Kkkk Sei que ainda não concluí o jogo, mas como disse, sou um cara curioso mesmo ._. Não sabia que os monstros vinham do subconsciente do pai da Anne. Pensava ser reflexos da mente do Murphy... Rs Tipo, pensava que a Screamer era basicamente o ódio de Anne por Murphy, e a Doll a incapacidade de Murphy lidar com a morte de seu filho (boneca) e seus impulsos vingativos querendo descontar em algo ou alguém (sombras). Não estou contrariando, apenas dizendo meu ingênuo pensamento antes de ler seu rico blog, ok? :b Sobre o DJ, o carteiro e o outro carinha (esqueci o nome), não vejo outra explicação a não ser o de almas cumprindo "deveres" mesmo... Tô numa casa onde se deve colocar pinturas sobre a mesa. Depois andei pela cidade e só encontrei monstros e o pobre pássaro azul que soltei RS. Talvez hoje ou amanhã eu procure o que fazer agora... De certa forma me identifico com personagens sofridos e problemáticos... Bom, vou parando por aqui, e perdoe a ingenuidade ou qualquer comentário ignorante, blz?
    PS - concluí o Origins também. E vou ler suas outras análises com mais calma. A propósito, me chamo Walber. Até uma próxima.

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    1. Hei sr Walber, seja bem vindo ao blog.

      Antes de qualquer coisa, agradeço pela leitura e pelo comentário. Apesar de serem posts mais antigos, eu busco deixa-los completos, ou ricos o suficiente pra não precisar refazer. Mas em contrapartida, eu mantenho a atenção focada nos comentários sempre, e busco respondê-los o mais rápido que posso, então nem grila, pode comentar que eu sempre responderei.

      Curiosidade é um dom, não um defeito, pelo menos ao meu ver, e não só fico muito feliz por ter achado meu blog e ter conhecido minha visão, como também por ser tão esforçado em buscas para saciar sua fome por informações. Sempre pesquise se algo não lhe soou convincente ou coerente, sempre busque pelas informações que mais lhe servem e respondem suas dúvidas, nunca se dê por satisfeito a menos que isso seja um fato. Continue assim sr.

      Sobre o esquema dos fantasminhas, alias, todas as outras interpretações e descrições... apesar de eu não ser o único a ver as coisas dessa forma, eu fui o primeiro a registrar. Logo, acredite, tem muita gente que discorda e refuta essas teorias e visões, e muita gente que prefere respostas mais simples ou comuns. Por exemplo, sua visão sobre algumas interpretações fazem sentido sim, e são boas (além de serem as mais aceitas por comunidades) porém, há mais coisas por trás dos detalhes e mais significados a se detectar, isso na minha opinião, por isso essas pequenas divergências. Se gostou do que eu disse e achou um pouco mais claro, eu fico feliz, pois pensamos de uma forma parecida rs.

      Sobre gosto... terror e assuntos sobrenaturais são incríveis rs. Eu também sou fascinado por isso e busco sempre encher a cachola com coisas voltadas pro mundo mais obscuro e paranoico. Isso alimenta minha mente como um Sorvete de Chocolate no meio de um Deserto.

      Sobre o significado das criaturas, não se engane, siga aquilo que mais lhe convenceu. Suas interpretações não são erradas, são apenas originais, e aquilo que o sr encontrou como significado das criaturas, se lhe serve bem e explica a história pra ti, confie nisso. Não to dizendo que minhas descrições sejam falsas ou irreais, mas é apenas uma interpretação minha. Aceite-a se lhe convence, simples assim. Divergência de opiniões faz parte e múltiplas interpretações também, principalmente em um universo tão misto como SH. Ainda assim, repito que fico muito grato pela sua leitura e por ter curtido meus textos. Sr, vlw mesmo.

      Apesar de confuso no final tudo faz sentido, você verá quando chegar na última batalha.

      Sr Walber, legal o sr ter chegado aqui, e agradeço por sua presença. Qualquer coisa pode comentar, eu sempre responderei. E bem... sobre facebook, tem a página do blog que é ligada a minha página pessoal, mas eu mexo pouquíssimo (a do blog é mais ativa e geralmente, posto coisas rápidas e do cotidiano, tipo vídeos que vi ou opiniões relâmpago, nada de mais). A melhor forma de me contactar é através do blog mesmo.

      See yah, e seja bem vindo sr, e tenha uma ótima leitura e um bom jogo!

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  19. Cara, ler todas essas palavras de alguém falante ouvindo The Chainsmokers - Roses (adoro esses Dj's) me fez sentir inspirado. Kkkkk Vou já jogar.
    Sobre meu ângulo de ver o jogo, não que eu descarte completamente, porém vejo tuas conclusões e interpretações com muito mais sentido... Vejo que és uma pessoa que gosta de ler e interpretar as coisas. E Silent Hill é um prato cheio pra nós, porquê tem de tudo.
    Já tinha achado esse blog a certo tempo. Mas só nesses últimos 3 dias que pude realmente interagir e refletir com cada frase rica em informações... Vc fica lendo e viajando... Como se passasse um filme na cabeça. Muito bom mesmo... Se não for incômodo gostaria de tirar uma dúvida. Numa certa parte do jogo, num tipo de estacionamento em que você acha a lanterna com a luz UV e tem o cão preso, Murphy olha por uma fresta e vê a sombra do homem do machado (saco, porrete, justiça, etc kkk) dando uma voadora num carinha... O jogo dá alguma informação sobre quem era aquele homem? Lembra dessa parte no jogo?
    Mais uma vez agradeço... E prometo que quando tiver tempo vou olhar com atenção seus outros conteúdos. No momento vou dedicar a ler e entender por completo as análises (perfeitas!!!) dos outros jogos da saga; porém vou tentar aguentar jogar primeiro pra só depois ver o que tens a dizer sobre o SH Homecoming.
    E sobre curiosidade ser um dom, posso concordar, se olhar o significado da palavra por outra perspectiva :b E parabéns mais uma vez. Tu é inteligente pra caraca. Gosto de pessoas assim. Com conteúdo pra conversar. Muito bom mesmo. Vlw cara. Até mais. Será que somos parecidos? Bom, pelo menos eu imagino que se fosse à SH iria "comer o pão que o diabo amassou", palavras do próprio Murphy, pois tenho sim conflitos internos. Por que tô falando isso não sei. Mas essa é talvez a maior razão que me faz gostar da saga. Cada pedacinho dos personagens fazem parte de mim, de alguma forma. E sim, eu também adoro inglês (não me perguntou mas deve gostar também). Até uma próxima moço.
    Peço desculpas qualquer comentário indevido ou inconveniente.
    #PartiuPraSilentHill

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    1. Gostei do sr, e parece que somos realmente parecidos... curiosidade: Seu nome é parecido com o sobrenome do meu irmão menor (e eu adoro esse nome) que se chama "Weber". Sei que não é a mesma coisa na escrita, mas a pronuncia (ao menos pra mim) é bem parecida.

      Enfim, sobre a cena que o sr mencionou, eu não lembrava, mas dei uma olhada e sim, o jogo explica quem era no começo mesmo: Patrick. Eu revi a cena e é o Homem do Saco batendo no Patrick, uma referência a justiça de Murphy. Eu peguei alguns vídeos pra rever, e atualizei o post com essa informação (inclusive te agradeci rs). Se não estou enganado (difícil, pois sua descrição foi perfeita) a cena é essa https://youtu.be/5YzKyTyl_iM?t=929 repare que da pra perceber quem é, não só pelo áudio mas pela silhueta. Inicialmente até achei que fosse uma Scream Girl, mas era o Patrick mesmo, da pra ver pela toalhinha (que eu achei que era um vestidinho antes).

      Obrigado pela leitura sr, mesmo, isso me motiva a continuar digitando. Eu só fico muito triste pelas imagens não serem das melhores... na época eu me matava pra fotografar de consoles e usava tudo quanto era recurso pra obter as fotos, no final não ficavam com boa resolução mas... já foi rs. Estou satisfeito com meu trabalho ainda assim, afinal o que mais vale são as ideias e isso, eu soube registrar muito bem (amem).

      Sobre Homecoming... é, eu recomendo que jogue primeiro e leia depois. Difícil pra gente que é bem curioso evitar aproveitar a oportunidade e ler um pouco mais... só que as vezes é melhor, assim você tem uma experiência mais... imparcial... digamos. Curiosidade é fogo kkk...

      Eu agradeço pelos elogios, confesso que fico me achando quando leio ou escuto algo assim, mas eu não sou tudo isso não rs... só me esforço pra caramba (quando quero... kkk).

      Se eu fosse pra Silent Hill... considerando meus "pesadelos" e meus pesos na consciência por base em erros do passado, ou pessoas que acabei prejudicando... eu tava muito ferrado. Teria de passar por umas 7 versões da cidade até purgar todos meus pecados e provavelmente, não sobreviveria não. É man... tamo ferrados kk... Mas a vida é um amontoado de erros que precisamos aprender a superar, mesmo sem uma SH pra nos ajudar... ou aterrorizar...

      Alias, sim, através de coisas com conteúdo voltado pra penalidades psicológicas ou conflitos internos, coisas que nos fazem refletir sobre o que somos e o que fazemos, e onde estamos e porque vivemos, tudo isso nos ajuda a superar os problemas do cotidiano. Bem, tenho amigos que dizem que eu preciso parar de ver coisas de terror ou com teor psicológico pesado, pois isso só influencia mais no meu jeito depressivo de ser, só que eu enxergo isso totalmente diferente, e acredito que coisas assim me ajudam a entender a vida. Por isso, posso afirmar que somos bem parecidos sim... e isso é legal. Repito: Fico grato por ter achado meu blog sr Walber.

      Heh, inglês é muito bom, eu tenho um amigo fluente que vive me dando patadas por eu errar muito mas, eu gosto de tentar aprender sozinho e, reconhecer as palavras de outros idiomas, principalmente inglês e espanhol (por causa dos jogos mesmo, que geralmente vem em versão americana ou europeia).

      Obrigado por aparecer e comentar sr Walber e, não se preocupe que eu adoro comentários, me sinto ouvido e com direito de resposta... é legal. E a única forma de ser inconveniente ou indevido seria se tivesse ofensas, xingamentos ou coisas de baixo calão... ainda assim eu responderia pois... adoro uma treta kkkk.

      #PartiuPraSilentHill

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  20. Relendo meu comentário percebo notáveis erros ortográficos. Foi mal.

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    1. Nem grila sr Walber, eu também erro pra caramba... o importante é entendermos o que ta escrito... e eu nem notei os erros.

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  21. Bom dia cara. Surgiu mais uma dúvida (e espero que não se irrite com isso kkkkk), bom, a medida que o jogo avança eu vou entendendo melhor a história é tudo faz mais sentido. Vi nos comentários anteriores dizendo que algum tipo de documento (eu acho) relata que as criaturas não tem relação nenhuma com o Murphy. Onde posso encontrar essa informação? Obrigado e desculpa aí qualquer coisa... Quando eu concluir o jogo volto aqui e falo do que achei. :b

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    1. E ai sr Walber, bom dia.

      Então, eu não me recordo (nem acho que haja) de documentos que afirmam se há ou não relação entre monstros e personagens... porém me lembro que há vários e vários documentos falando de coisas que funcionam bem como origem da inspiração pras criaturas. Tipo, a descrição dos morcegos chorões... São coisas que são tão detalhas que combinam com as características mais gritantes das criaturas, quase como uma reimaginação do que já existia. A relação destas com os personagens é interpretativa... Na verdade as criaturas sempre são interpretativas. Nenhum SH chega a relacionar qualquer uma delas de forma declarada, isso ocorre mediante o enredo e a lógica do próprio universo mesmo.

      Mas vai la, se você achar algo me da um toque belê.

      See yah!

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  22. Boa tarde cara. Concluí o jogo e fiquei feliz porque houve perdão e reciprocidade... O que me deixou no mínimo confuso foi o fato de não ter visto a cena da Anne com o verdadeiro assassino do Frank. Subiu os créditos, um "Obrigado!" e pronto... Fiquei esperando a cena e pah. Não sei o que houve ou o que deixei de fazer. Mas eu sei que consegui o final onde Murphy prova que não é um monstro e os dois se abraçam... Ela o perdoa e fala pelo rádio que ele tá morto e pede que ele vá começar uma outra vida (lembrei de Resident Evil Zero) kkkkk. Sabe me dizer o que tenho que fazer pra liberar essa cena?
    Obrigado e desculpa, sei muito bem que tô sendo chato pra Caraca... Rs
    See you next later. :b

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    1. Então, Downpour tem dois finais bons, um chamado "Perdão" e o outro "Verdade e Justiça". Os dois terminam basicamente da mesma forma, porém o segundo é bem mais completo. O final que você pegou foi o "A", que seria apenas o do perdão. O final correto (na minha opinião, pelo fato de ser completo) é o "B" em que além do perdão, rola a justiça. Um diferencial de ambos também é a atitude de Anne, no final "A" ela abraça Muphy e tal, mas na hora de soltá-lo, ela diz pros outros policiais que ele morreu. Mas no final "B", após o abraço, ela apenas orienta Murphy a fugir. É mais lógico um final assim pois no mínimo, ao afirmar que ele tava morto, ela precisaria apresentar provas, e elas não haviam, o que colocaria ela numa posição extremamente suspeita. Enfim...

      Você jogou certo, mas seu "erro" foi não massacrar os bichos tudo. Se você poupa muitos inimigos, no final, mesmo tendo salvo Anne e tendo poupado ela como Boogeyman, você pega o final "A". Se quer ver ela fazendo justiça, é preciso matar os monstros que tentam te matar, não necessariamente todos, mas o máximo que puder.

      É isso sr Walber.

      See yah...

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  23. Aaaah agora entendi... Engraçado que economizei muita munição de pistola, tinha mais de 50, esperando algum boss e tal. Mas quando fui levado à prisão meu bolso tava vazio. Kkkk e os monstros, eu procurava correr mesmo. Principalmente no final que tinha muitos presos malucos que eram chatos demais. Eu so fazia questão de matar as Dolls (elas me chamaram muito atenção hahahaha), são muito bizarras.
    Enfim, ainda bem que tu tinha a resposta na ponta da língua cara, e eu confesso que já tava esperando por esse tipo de reação. Vou partir pra outro jogo e ver se há algum post em seu querido blog.
    Até mais.

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    1. Sr, você joga como um outro amigo meu, um que adora Resident Evil. Ele só usa munição em chefões. Já eu meio que desperdiço tudo o que acho na criatura seguinte. Eu prefiro me matar pra matar, do que sair correndo. Pra se ter uma ideia eu fui jogar The Last of Us do lado desse amigo, e eu demorei 1 hora pra passar uma parte que ele passa em menos de 10 segundos. Tudo porque queria matar todo mundo... e o jeito certo era correndo.

      Enfim, apesar de ser meio mancada do jogo nos penalizar com finais com base no que matamos ou não, eu acho que isso meio que faz até parte do enredo, tecnicamente... é como se o jogo dissesse que seu Murphy, pacifista, se importava mais com a busca pelo perdão do que pela justiça propriamente dita. Agora o meu Murphy, mais violento apenas com inimigos, queria justiça tanto quanto a verdade, na base do derramamento de sangue malvado rs.

      De qualquer forma, o que importa é que nós pegamos o final bom na primeira jogatina, mesmo sendo finais ligeiramente diferentes. Eu sou daquele que fica com o primeiro ending memorizado, e os demais viram "extras"... então é algo bom isso rs.

      See yah sr! E boa leitura.

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