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terça-feira, 25 de abril de 2017

AnáliseMorte: The Legend of Zelda - Breath of The Wild - Conheça e Entenda o Fim da Franquia.

Espantado pelo título? Não se preocupe, até o final da análise provavelmente você não só entenderá como também concordará comigo.



A franquia Zelda se destaca pelo fato de cada jogo usar e abusar ao máximo das funções do console original para qual foi lançado. A Nintendo sempre buscou inovar em seus vídeo-games, e "Zelda" é um título exclusivo da Nintendo, logo, normal esperar Zeldas cada vez mais inovadores. 

Em "Breath of The Wild" não foi diferente, pois o jogo trouxe la suas inovações, mas ele foi um pouco além... dessa vez ele marcou o fim da vida de um vídeo game, e o início da vida de outro. 

Preparado pra saber mais? Lembre-se que "AnálisesMorte" são textos longos e repletos de informações reveladoras e teóricas. Eu não poupo spoilers, então tenha certeza de que quer ler.

Boa leitura!


Lembrando que há outras análises do universo Zelda já feitas no blog, recomendo que dê uma conferida pois várias das teorias e explicações eu costumo criar e não repetir.



Continuando...

Acontece de as vezes um jogo ser relançado em diferentes consoles. Isso vale pra tudo quanto é desenvolvedor, e normalmente mesmo um título sendo originalmente feito pra um aparelho, ele acaba sendo reavivado em novas gerações, com melhorias gráficas e pequenas modificações. E ai entra Zelda, que já foi portado de Game Cube pra Wii, 64 pra 3DS, e etc. Mas isso sempre acontece com uma diferença de tempo considerável, exceto no título lançado em 2017, que saiu exatamente ao mesmo tempo para dois consoles de gerações diferentes: WiiU e Nintendo Switch.



A versão da qual irei falar é a de WiiU, mas já posso adiantar que não há diferença significativa entre os dois lançamentos, pois é o mesmo jogo. O máximo que difere é a renderização e resolução, que é melhor no console novo, porém, isso não afeta em nada o gameplay ou a compreensão do enredo.

Triste ver que o WiiU já acabou. Zelda BoTW foi o último título lançado para ele, ao mesmo tempo que foi o primeiro título lançado pro seu sucessor, o Switch. Mas, ao que parece, esse Zelda foi desenvolvido pra utilizar o máximo da capacidade e recursos do WiiU, não do Switch (mesmo neste ele sendo ligeiramente mais bonito). 



A grande inovação do WiiU foi seu controle, sem dúvida alguma, que nada mais era que um Tablet com Analógicos, que permitia interação de uma tela touch com a tela da televisão. Esse é o grande recurso que brilhou em Zelda, pois nele a arma principal do herói é seu tablet, chamado "Pedra Sheikah", que simula as funções do controle do WiiU, mostrando mapa, inventário e servindo até de Arma. 



O Switch tem um controle multifuncional parecido, mas que apresenta mais recursos como servir de portátil, ter controles destacáveis com sensores de movimento e simuladores de sensações. Mas, pelo que observei, esses recursos não são o destaque do novo Zelda.... ou são... não sei dizer pois não joguei o Switch ainda... mas algo que posso dizer é que a imersão sensorial de Zelda é bastante perceptível no WiiU, e provavelmente é ainda maior no Switch... mas chega de enrolação, bora pro que importa...

 Jogabilidade


Zeldas, na maioria das vezes, seguem um padrão que consiste em começar bem fraquinho e desarmado pra depois pegar equipamentos e armas conforme passa por templos espalhados pelos mapas, que podem ser acessados apenas com o uso de equipamentos pré-determinados, o que limita o jogador e dá um certo cronograma. Também tem vários corações fragmentados escondidos e corações inteiros que saem dos chefões derrotados, aumentando a barra vital do herói.



A dificuldade também aumenta conforme o jogador avança, e no final, sempre há uma batalha épica contra um chefão poderosíssimo.



Missões secundárias, templos secretos, inimigos diversificados, puzzles, tudo isso sempre ta presente em Zelda, e não é diferente pra esse.




Porém, aqui há uma liberdade evidente, onde é possível pular todos os templos e ir pro chefão desarmado mesmo, o chefão final. Inclusive, essa é uma das primeiras missões que o jogador pega.

Claro que é impossível derrotar o chefão final estando desarmado e fraco, mas em Breath of The Wild não há nada que impeça o jogador de chegar ao castelo final e peitar o vilão... ignorando é claro as hordas de inimigos poderosíssimos no caminho.



Daí, o padrão Zelda é seguido querendo ou não, pois apesar de não ser um jogo que conta com leveis e experiência, há muitos equipamentos e armas fortes, que surgem em locais fortes. Sem eles, não da pra avançar, até porque as armas quebram nesse jogo. 



Um ninja dos games poderia até arriscar pegar um galhinho no começo e ir direto pro castelão, esquivando dos inimigos com seus 3 coraçõezinhos, e sentar a galhada no chefão, mas como as armas quebram conforme são usadas, o galho renderia uns 2 hits e fim, game over.



Existem apenas duas armas que não quebram, e ambas exigem muito pra serem obtidas: A Master Sword, eterna arma do herói de Zelda, pode ser obtida atravessando um pequeno labirinto enevoado na Floresta Perdida, como sempre... mas, uma prova é exigida pra que ela seja retirada da pedra, uma prova de coragem.



Esqueça os amuletos ou itens paralelos que servem pra destravar a espada, aqui, você só precisa ter 12 corações ou mais, de forma natural, menos que isso é morte só em tentar.



Todo Zelda permite a obtenção de corações pra aumentar a barra vital, e depois do Skyward Sword, surgiu também a barra de estamina.



Em BoTW, não há fragmentos de corações ou de estamina, tudo se limita a um Simbolo de Valentia, recompensa de todos os templos escondidos no jogo.



Existem dezenas (acho que passa de cem) de templos escondidos, que depois de descobertos e explorados, liberam 1 desses Símbolos de Valentia. Com 4, o jogador pode ir numa estátua da deusa e trocar por 1 Coração ou 1 aumento na barra de estamina.




Logo, é exatamente o mesmo esquema dos outros Zeldas, só que agora é até mais facilitado, afinal tudo se resume em pegar 4 Símbolos de Valentia. 


Os Templos apresentam apenas 4 tipos de desafios:




Desafio Lógico/Prático: Resolver um Enigma utilizando uma ou mais das habilidades do Tablet, como improvisar uma ponte com uma porta de Metal.




Teste de Força: Derrotar um inimigo, com dificuldade variando dependendo do templo (Básica, Média, Difícil e Expert). No fim ainda da pra pegar as armas Ancestrais dos inimigos do teste.




Mecanismo: Utilizar um Mecanismo baseado no movimento do Tablet/Controle pra resolver um Puzzle em forma de Labirinto de Bola.




Proteção: Simplesmente encontra um baú de bandeja, e o desafio é chegar até o Templo (resolvendo um enigma no mapa aberto, escalando algo ou chegando em um local longínquo).




Os templos em sua maioria são fáceis, e nem tem mapa ou bússola (são salas pequenas). E por incrível que pareça, são neles que as Chaves aparecem (porém isso é raro, eu mesmo só encontrei 3 chaves em uns 48 templos visitados). 



Essa é uma adaptação/mudança com base no modelo original, que manteve os desafios, sem manter a obrigatoriedade. O jogador só precisa, ao menos, localizar 40 templos mais ou menos, e superar seus desafios (que na maioria das vezes são facílimos), pois com isso da 40 Símbolos de Valentia, que podem ser trocados por 10 corações, somando aos 3 iniciais, já vai pra 13, o que da e sobra pra retirar a Master Sword do pedestal.



Nesse meio tempo, armas, arcos, escudos e equipamentos são consequentemente encontrados, pois em templos também há baús com itens variados. Escudos, Arcos e Armas Brancas quebram com o uso, e não da pra recuperar (eles esfarelam) nem da pra consertar. A única arma que nunca quebra é a Master Sword, mas ela se desgasta com o uso e fica desabilitada por alguns minutos (8 minutos).



A outra arma que nunca quebra é o Arco de Luz, que tem não apenas uma durabilidade infinita, como também dispara flechas de Luz que são infinitas. Mas, ele só é liberado na luta final, contra o chefão final, em sua forma final. Logo, ele não faz parte do inventário do personagem em uma tentativa de salvar em tempo recorde.



Sendo assim, apesar do jogo ser livre, repare que existem requisitos que mesmo não sendo obrigatórios, são essenciais, o que não muda muito a coisa.

Há a opção também de sair mundo a fora buscando por armas fortes de fácil obtenção. Tem inimigos que quando atacados acabam deixando suas armas caírem, daí da pra pegar a arma e sair correndo, sem precisar terminar a luta...



Tem as galinhas, que quando atacadas algumas vezes chamam os brothers e é um massacre, daí da pra pegar elas e tacar nos inimigos, fazer eles baterem nelas e deixar o coro comer... 




Da pra viver pegando os baús dos templos, que na maioria das vezes não são complicados...




Tem baús nos campos também, mas é preciso derrotar acampamentos pequenos de monstros pra eles abrirem...




E por fim, da pra usar os poderes do tablet pra ferrar geral.



A Pedra Sheikah (ou tablet como eu chamo) é um dispositivo tecnológico avançado que acompanha o herói, oferendo funções incríveis:


Bombas



Tem a Bomba Redonda e a Bomba Cúbica, ambas podem ser usadas paralelamente e tem um tempo para re-uso individual (cada uma tem o seu).



Ele aumenta se uma determinada missão principal for feita, mas o número de bombas que podem ser postas é apenas 1 por vez (2, caso seja uma redonda e uma quadrada).




Elas só detonam se o jogador mandar, e o dano causado é relativo...



Porém maior que uma gravetada do mal, e ele pode atingir Link.

Imã




É o primeiro poder do Tablet que Link consegue.




O herói pode magnetizar objetos metálicos, incluindo alguns Baús e Armas, e pode levar eles pra onde quiser, a uma distância até que bem longa. 



Não há limite de tempo, nem peso, tudo simplesmente flutua pra onde o jogador quiser, e da até pra jogar ou bater com os objetos em inimigos, o que causa um dano enorme dependendo do impacto.

Paralisação




Da pra parar objetos no tempo, imobilizando e permitindo um desvio de trajeto por meio de golpes desferidos na direção oposta.




Os golpes acumulam no objeto parado, e quando o tempo volta a correr, o objeto voa com base na energia acumulada.



Esse poder é o único que tem limite de tempo, e é limitado a 1 uso por vez, mas da pra imobilizar objetos e até monstros/inimigos (quando melhorado por uma das missões principais).

Congelar




É possível criar pilares/plataformas de gelo em locais com água. 



Também não é algo limitado por tempo, e da pra criar até 3 pilares ao mesmo tempo em qualquer superfície aquática (inclusive cachoeiras, onde ele fica fixo e não desce com a água). 



É algo legal e útil, facilitando passagens por pontos aquáticos sem a necessidade de arriscar afogamento, e também permite coletar certos itens, tirando-os da água, e até da pra improvisar uma pescaria.




E pra levantar coisa também, como o portão da dungeon em que essa skill é pega.

Fotografar




Essa última função serve para localizar objetos, animais, itens, locais, templos e/ou inimigos, além de registrar bons momentos.




Simplesmente da pra fotografar algo ou alguém, e usar essa foto no Rastreador do Tablet, que é uma função interligada.




Além disso, tanto a Fotografia quanto o Tablet permitem dar zoom em locais, permitindo uma visualização melhorada, tipo um telescópio. 




E é isso. Esse equipamento é o grande aliado de Link, e ele também mostra o Mapa, o Inventário, pode Demarcar Locais, por Carimbinho, Pilares de Luz indicadores, e por ai vai. Tudo o que seu celular pode fazer, só que bem melhor.




Alias, também oferece Teletransporte para locais já visitados (e acionados) que estejam demarcados no mapa.


Tamanha tecnologia indica que esse Zelda se passa num futuro bem avançado né? Mas não é bem assim não. O conteúdo ainda lembra mais épocas medievais, porém "Tecnologia" é um dos temas desse Zelda. Mas falarei disso depois...

Armas

Existem muitas armas, equipamentos, arcos e escudos diferentes. Eu não vou falar de todos, mas falarei pelo menos dos tipos que tem:

Espada de Uma Mão




Como a Master Sword, as espadas de uma mão são padrão, caso o ataque seja "carregado" essas armas dão um giro de 360º em torno do personagem, gerando um círculo de energia. 




Elas podem ser usadas com Escudo, permitindo uma defesa e um ataque rápido. É como em todo Zelda.




Algo legal é que armas brancas podem ser arremessadas, o que as descarta mas também causa um enorme dano.


Exceto a Master Sword, ela joga uma rajada de energia quando a vitalidade ta no máximo, e pra cada coração a mais o golpe vai mais longe (outra dica do próprio jogo alias, que eu demoraria pra descobrir pois nunca ousaria descartar ou tentar arremessar a melhor espada!).




Isso lembra inclusive o efeito que as Masters Swords fazem, jogando lasers quando o HP ta alto, em tudo quanto é Zelda desde o primeiro.

Espadona de Duas Mãos




Por serem mais pesadas elas exigem as duas mãos pra serem manuseadas. Elas são mais lentas também, e com golpe carregado elas giram junto com o personagem, que gira e gira gastando a estamina, causando um dano circular enquanto se movimenta.



Uma desvantagem além da lentidão é a ausência de escudo, pois ele não pode ser usado com a espadona ativa, mas como são armas bem fortes, geralmente o inimigo morre antes de tentar atacar.



Há também o benefício elemental, onde algumas espadas e espadonas aparecem com elementos, e causam algum efeito extra além do dano (gelo congela, Fogo queima, Raio atordoa eletrificando). 

Machado




É exatamente a mesma coisa que a Espadona, só que na forma de Machadão, que é muito bom pra cortar árvores por exemplo, like Lenhador.



O que difere além da aparência é a força, onde os machados tendem a ser mais fortes do que as Espadonas, porém eles não costumam ter efeitos elementais (pelo menos não vi machado algum com elemento). 




Como as Espadonas, ao carregar um ataque, ele gira mortalmente.

Lança



Lanças também exigem as duas mãos, porém são longas e leves. Elas são armas rápidas, de dano rápido e repetitivo, e podem ter elementos também.



Ao carregar, elas causam várias estocadas conforme a estamina é consumida, e apesar de toda lança ter um ataque muitas vezes inferior as espadas, elas conseguem ser bem mortais, principalmente quando combinadas com montarias.

Clava




Equivale ao machado, mas em pequeno porte, o que permite usar um escudo, lembrando as Espadas.



O que muda, é que são mais robustas, por isso um pouco mais lentas, e causam um dano um pouco maior e concentrado.  Pelo que observei, não há clavas com elementos, mas da pra tacar fogo nas de madeira e sair incinerando geral.



Também existem Clavas Grandes, que são idênticas aos Machados...



Até em tamanho, mas são ruins pra cortar.

Marreta


São como as Clavas Grandes, porém mais fortes e resistentes.


Uma variação do Machado, mas sem capacidade de Corte.

Cajado Mágico





Essas são armas um pouco mais difíceis de localizar, pois caem das mãos de uns monstros raros apenas. Esses cajados ao baterem, jogam magias elementais, que são bolas de energia do respectivo elemento.



Ainda assim, eles também se desgastam e quebram com o uso, mesmo não atacando fisicamente (ou seja, a magia é o que os mantém vivos - rei gelado

Bumerangue




Quando descobri o efeito dessas armas eu economizei com flechas por algumas horas, até gastar todas as que consegui. Eles são armas leves, semelhantes as Espadas, inclusive permitem escudo, mas não pegam elementos.



Porém, são mais rápidas, e apesar de curtas, podem ser arremessadas sem medo algum, pois retornam pra Link, como bumerangues mesmo. 



Legal que é preciso pressionar o botão de ação pra pegar eles durante o retorno, caso contrário caem no chão. Mas toda arma, mesmo quando descartada (desde que não exploda) pode ser pega novamente do chão.

Folha Kolog




Essa nem é bem uma arma, pois não serve pra causar dano, mas é equipável e pode ser desgastada igual qualquer arma, podendo queimar inclusive. Essas folhas movem o ar, e servem unica e exclusivamente pra mover embarcações. 


Pelo menos essa foi a única utilidade que encontrei.

Tocha




As tochinhas não são uteis pra bater, mas conseguem carregar chamas por muito mais tempo que qualquer coisa, sem desgastar ou dissolver. 



Existem várias armas simples feitas de madeira que podem ser usadas com esse mesmo propósito...


Mas as Tochas são as melhores, pela vida útil longa.

Galho




E por fim, no quesito armas brancas, temos o galhinho, que num serve pra nada, mas é a primeira arma encontrada no jogo!



É um galho que cai de árvores, pode ser usado pra bater ou como tocha, mas é inútil, pois quebra fácil e queima rápido..

Arco Comum


Na categoria dos arcos tem algumas diferenças entre um e outro, mas os principais e mais simples atiram de forma envergada (a flecha vai pra frente porém cai, e isso faz com que quanto mais longe a flecha vai, menor sua precisão).



O esquema da física é bem feito e a gravidade faz seu trabalho corretamente. 



Infelizmente eu não percebi influência de correntes de ar, mas da pra usar a gravidade ao seu favor, compensando na hora de mirar (mira mais pra cima dependendo da distância do alvo).



Por exemplo, eu queimei a ponta da flecha com fogo azul e acertei aquela tocha la longe, compensando a distância com altura.




Ninja não?!


Arco x2 e Arco x3




Todo arco consome flecha, e enquanto os comuns usam 1 flecha pra 1 disparo, existem os multiplicadores que jogam de 2 a 3 flechas, consumindo apenas uma. 



É como se a flecha se dividisse no ar, causando 3 vezes o dano, mas normalmente arcos assim tem um ataque menor, pra compensar.



Achei alguns com ataque não muito diferente dos arcos comuns, mas infelizmente os arcos quebram e encontrar novos, dos bons, é difícil.

Arco de Visão Apurada




Esses arcos são bem mais precisos, a câmera inclusive pode ficar em primeira pessoa quando se atira com eles (quanto melhor, mais próxima a câmera fica do arco).



São bons, mas difíceis de achar, e eu prefiro os multiplicadores do que os mais precisos. 

Escudos




Escudos são escudos, servem pra proteger e só. Tem alguns, de energia, que além de defenderem, rebatem parte da energia recebida. Infelizmente eles costumam quebrar fácil. 




Tem algo divertido pra se fazer com os escudos, que eu adorei, onde Link pula e coloca o mesmo nos pés, usando-o como prancha/skate. 



Sem algo pra guiar, ele só funciona bem em ladeiras, mas ele pode quebrar nesses momentos. Porém, na região do deserto, da pra liga-lo a uma Morsa da Areia (animal novo de Zelda) e sair surfando na areia...


Sem danificar o escudo.

Equipamentos


Os equipamentos são os únicos itens equipáveis que não quebram ou desgastam. Além disso, cada equipamento oferece um bônus ou efeito, que pode até aumentar se for combinado com o conjunto:

Vestimenta


Camisetas, blusas, até tops (sim, Link se veste de mulher em dado momento)... 



Podem ser equipados pra permitir diferentes atributos. A vestimenta de herói padrão não é aquela manjada camiseta verde, mas sim uma azul, que é o uniforme dos escolhidos.



Essa é uma das melhores vestimentas, principalmente depois de aprimorada (com as fadas, falarei depois delas). 


Existe também uma vestimenta Zora, que além de acelerar um pouco a natação, libera uma habilidade extra pra Link subir cachoeiras em uma velocidade enorme, sem nem consumir estamina (algo que é consumido feito água... na água).



Equipamento pra Cabeça


Capacetes, Chapéus, Brincos, esses são alguns dos equipamentos possíveis pra cachola.





Não há o capuz clássico de Link, aquele de duende verde, mas tem um novo, que pra mim se tornou o padrão, e é o mais estiloso: Capuz Hylian.



É uma touca mais moderninha que simplesmente deixa Link irado, e tem a maior defesa que consegui, depois de refina-la com as fadas.



Existem também os capuzes/máscaras de monstros, que conseguem camuflar Link no meio dos monstros respectivos. Infelizmente eles não funcionam se dois monstros de tipos diferentes observam Link, pois o do tipo diferente da Máscara sempre ataca, e o outro vai na onda.



Mas como a lista de inimigos é relativamente minúscula, da pra passar legal e evitar muitas lutas desnecessárias (e até saquear algumas armas, sem derramamento de sangue).

Calça


Por fim, tem as calças, que já vem com botas. Elas costumam atribuir velocidade ao caminhar, tem uma que eu peguei que torna Link um verdadeiro velocista na neve...



Mas o mais legal é o combo que se forma ao vestir o set do Dark Link (única forma dentro dos meios comuns pra se conseguir algo parecido com os clássicos) que deixa ele medonho e um pouco mais rápido de noite.

Paraquedas




E o último equipamento, não é equipável, e é um item especial, que não pode ser negociado ou descartado, nem é consumido. Eis o Paraquedas, que permite que Link caia lentamente e plane, permitindo ir longe nas paisagens enormes do jogo, e evitando sua morte em quedas. 



Enquanto durar o círculo verde de estamina, o paraquedas fica aberto, mas se ele acabar, Link despenca. Desde que não caia na água (sem estamina, é afogamento na certa) Link ganha uma abertura de misericórdia, onde o paraquedas pode abrir por 1 segundo, mesmo sem estamina,, uma única vez, Isso pode salvar vidas, já que o jogo te mata se cair alto de mais.

Movimentos

Bastante coisa né? Isso porque nem falei dos movimentos do personagem, mas aqui segue um resumo:

Andar




O protagonista, Link, pode Andar, alternando a velocidade com base na pressão do analógico. 



Em certos momentos isso pode chamar ou não a atenção de inimigos... Passos leves são menos chamativos.

Correr



Link corre e isso consome estamina (foi-se o tempo das cambalhotas e roladas). 



Se usado até a estamina acabar, é preciso descansar e Link anda lentamente até recuperar o fôlego, pra voltar a correr ou realizar outra função (tudo que  consome estamina).

Mirar



O personagem foca a visão num alvo. Isso existe desde o Ocarina of Time, e é um recurso ótimo pra não se perder na hora da luta.

Esquivar e Contra-Atacar



Link pula pra trás ou pros lados no exato momento que recebe um ataque, isso deixa o tempo mais lento e habilita o "Contra-Ataque"...



Onde Link ataca várias e várias vezes se aproveitando da brecha do inimigo, durante esse período de "tempo lento".

Nadar




Link nada como sempre e apesar de não poder mergulhar, consegue pelo menos pescar (pegando peixes embaixo d'água se for rápido). 




É de se surpreender e espantar o fato do jogo mais "realista" de Zelda não contar com varas ou redes pra pesca, quando jogos mais antigos o faziam, mas da pra compensar fazendo aquela pesca explosiva (cria uma "rede" com dois muros de gelo e taca bomba dos cardumes tudo.).



Link morre afogado imediatamente se a estamina acaba com ele na água... 



Meio triste isso pois poderiam apenas consumir energia vital como em outros Zeldas, mas se o intuito era ser mais realista (ou pôr mais funções pra estamina), eles bem que fizeram um bom trabalho.

Agachar



Da pra agachar e andar lentamente e sigilosamente, o que permite passar por lugares baixos, e também chegar perto de seres que se assustam fácil, como Cavalos (pra domar) ou Morsas (pra surfar) ou até mesmo inimigos (dorminhocos ou desatentos, pra dar um ataque surpresa).



Da pra aumentar o nível de sigilo em até +3, fazendo Link ficar praticamente um fantasma em termos de percepção, mas nada que permita bancar o stealth, mesmo os inimigos tendo o desconfiômetro e tudo mais. Mas... rende mais usar as máscaras. 

Carregar o Golpe da Arma



Link carrega o ataque, o que resulta num golpe diferente pra cada arma, como mencionado na sessão "Armas".

Jogar Arma ou Lançar Magia

Link pode descartar sua arma em um ataque final de dano dobrado, ou sair jogando magias com esse movimento.


Tudo depende da arma.

Atirar com o Arco em Câmera Lenta



Esse sim é um ataque inovador e na minha opinião trapaceiro. O Link dessa geração simplesmente é um atirador de elite com noção temporal anormal. 

Se o jogador tenta atirar com o arco em pleno ar, em uma queda ou em um pulo muito alto, o tempo corre lentamente, conforme a estamina é consumida.



Durante esse slow motion, da pra atirar flechas até dizer chega, tocar o chão ou acabar com a estamina. É algo tão trapaceiro, que em uma parte do jogo, o desafio consiste em provar pra um arqueiro profissa, que você sabe atirar, e até o cara fala "Mano, se tem uma mira divina".




Mal sabe ele que o tempo para pra Link mandar flecha.

Pular

Sim, finalmente Link pula, sem uso de equipamentos próprios, sem cambalhotas pra trás (até tem, mas não exclusivamente) sem dependência de penhascos ou morrinhos, não, finalmente, depois de umas 20 gerações, o Link aprendeu como tirar o pé do chão, sem depender de terceiros.



Ele só pula... mas olha a cara da criança!



Os caras até colocaram um npc em uma ponte em um dos caminhos ideais, que além de poder ajudar Link dando dicas de pra onde ir e o que fazer, também impede que ele se jogue da ponte. Ele faz um comentário sobre jovens adorarem se colocar em risco, e diz que pontes não são feitas pra brincar. 


Uma dica válida pra galera acostumada às gerações anteriores de Links, afinal, devemos pular com responsabilidade... se bem que Link faz outros usos pra tamanha habilidade...

Escalar 

Agora da pra escalar, o que mostra o tamanho da liberdade explorativa que BoTW oferece.




Link é um homem-aranha da vida, sem teias. Ele escala praticamente qualquer coisa, exceto paredes de templos especiais, porque são lisas de mais. 



De resto, ele escala até rochedos na diagonal oposta íngremes pra caramba, sem usar nada pra sustentar seu peso...




Se tiver equipado com o set de escalada então, deus, vai mais rápido que o amigo da vizinhança.



Mas, escalar consome estamina, e da pra pular também, acelerando mais a escalada, e o consumo de estamina. Sem ela, Link não segura, e pode até tentar resistir correndo, mas normalmente ele cai.



Da pra comer em plena escalada e usar algum alimento de restauração de estamina, permitindo subir o máximo do máximo. Mas, em algumas situações não é possível escalar, como durante a chuva, pois Link escorrega bonito.


Pra se ter ideia de como essa escalada livre é útil e torna a experiência de Zelda bem diferente, logo no começo, tem uma parte em que o templo ta atrás de uma rocha e cercado por muros, com um robô na frente dele soltando lasers pelos olhos. 



Jogadores padrões de Zelda (e acho que qualquer jogo do tipo aventura com ação) tentariam fazer o robô atirar na pedra, explodindo-a e abrindo caminho pro templo... eu tentei fazer isso...



Mas, o robô não consegue detonar a rocha, que explode apenas com a Bomba (conquistada inclusive no próprio templo). E qual era a solução? Passar por cima ué...




Só escalar a rocha, ou o muro, em qualquer parte, e já era. 




Enquanto tem uma galera que não consegue pular uma faixa policial, ou uma rachadura, ou um simples carro, ou um portão mesmo... Link aprendeu a pular e já manjou os parcour.



Alias, comparar esse Zelda com Assassin's Creed é totalmente válido (e lógico). A liberdade é exatamente a mesma (só que em Zelda tem penalidade, por consumo de estamina).



Se ao aprender a Pular, Link já se tornou um Assassin's Creed, imagina quando ele aprender a falar! Nego vai sair cantando ópera misturado com gutural.

Assoviar

Link pode assoviar (olha ai, ta treinando já, já substituiu os instrumentos musicais).



Isso funciona pra chamar atenção de inimigos ou da montaria, se esta já for registrada.

Montar



Da pra montar de tudo, mas o normal são os cavalos e ganha-se algumas funções:

Cavalgar



Com o Cavalo da pra Cavalgar em 3 velocidades e andam em vários tipos de terrenos.

Galopar




O cavalo corre pacas, consumindo 1 espora que se restaura aos poucos. Cada cavalo tem um número de "acelerômetros" máximo. 



É quando Link açoita e o animal sai disparado. Cada equino cansa em um tempo diferente.

Saltar 

No caso dos cavalos eles ainda não aprenderam a pular como Link... mas assim que aprenderem, provavelmente vão criar asas também.

Eu não consegui convencer meu cavalo à saltar.
Por hora, só pulam pequenos obstáculos, se tiverem correndo... e se não ficarem com frescura.




E bem. da até pra montar Ursos!!! Mas só da pra registrar se for um Cavalo. O esquema do registro serve pra conseguir Sela e também, fazer o cavalo ser mais obediente (respondendo aos assovios) além de guarda-lo, pra assim ele não desaparecer.


Infelizmente meu primeiro cavalo não consegui registrar (o emulador travou bem na hora) e depois de ficar umas 5 horas com ele, deixei em um pasto comendo e nunca mais o vi...




Snif.
..
Negociar


Além de tudo isso, também tem a possibilidade de Negociar Itens (vendendo e comprando coisas, desde flechas até alimentos e partes de monstros).


Pegar pedras preciosas como diamantes (são raros) é uma forma legal de fazer Rupees, sem depender da destruição desenfreada que todo Link precisa fazer pra conseguir uma grana. Rupees Dourados e Prateados também existem, mas com 1 Diamante custando 500 Rupees, compensa muito mais buscar pedras brilhantes por ai ao invés de sair quebrando vasos ou cortando grama, pois há outras pedras preciosas que tem la seu valor (240, 120, etc). 



Existe uma moeda chamada "Mon", que é especial, obtida pela venda de partes de monstros para um mercador que só aparece de noite (depois que sua missão é iniciada).



Ele que vende disfarces interessantes pra poder passar pelos monstros como se fosse um deles, e um dos equipamentos nostálgicos: A Armadura do Dark Link.



O uniforme de Link é inexistente nesse Zelda. O jogador caracteriza seu personagem conforme a necessidade ou desejo, não sendo obrigado a usar a roupa verde e o capuz verde lendário... isso porque também nem tem essa roupa no jogo /(não por meios normais, apenas por Amiibo, o que é algo paralelo e não parte oficial. Ta, é oficial mas, não é algo que faça parte do jogo em si, da sua história, e ainda depende de elementos periféricos e comprados a parte.

Cozinhar




Por fim, tem a opção de Cozinhar.




Da pra juntar condimentos, partes de monstros, plantas, insetos, anfíbios, carnes e frutas, produzindo pratos que além de curar, podem dar benefícios como Corações Extras, mais estamina, Mais Força, Mais Resistência, Resistência ao Calor, Frio, etc.



Alias tem isso também, o jogo tem sistema de temperatura, onde Link pode perder energia em locais muito frios, ou muito quentes (ele até pode queimar em lugares quentes de mais, ou ficar tremendo pacas em locais frios).



Da pra contornar isso usando comidas com efeitos temporários, uma arma com um elemento (espada de fogo aquece só de ser empunhada) ou simplesmente vestir algo decente.

Voltando pra alimentação, pra se ter uma ideia, tem um prato que é produzido com 5 de um fruto raro, que da +10 Corações (e da pra melhorar ainda mais o efeito com certos condimentos). 



O máximo de corações é 20, então da pra maximizar os corações só cozinhando. Esse fruto "raro" é encontrado aos montes do lado de uma torre, muito fácil de pegar quando se conhece o local, e fácil de chegar mesmo sem equipamentos.




Logo, mesmo no inicio do jogo já da pra ir apelando pro HP Máximo. 

Só que isso não cola com a espadona. Esses efeitos de alimentos não são considerados em algumas ocasiões como no caso da Espada Mestra, pois ela só consome corações reais do personagem. Os em amarelo (extras) são completamente ignorados.



Também, comidas que aumentam resistência ao frio não surtem efeito em água fria (isso surge como uma das muitas dicas sobre o sistema durante os loadings).

Alias essas dicas são úteis pacas e ensinam muito sobre o jogo, jogabilidade e etc. Mas as vezes surgem umas dicas meio estranhas, como a dica de Cozinhar Fadas.



Nesse Zelda, existem aquelas fadinhas redondas que te ressuscitam quando morre, e elas nem precisam de Pote ou Rede pra serem capturadas/mantidas, elas só vão pro inventário mesmo. Da até pra segura-las como se fossem itens comuns, e elas são vivas viu, se joga elas no chão elas tentam fugir.



Mas ai vem a dúvida: "E se por ela no prato?" pois é, as dicas respondem isso falando que elas melhoram os efeitos. Agora, tem que ser muito mau pra cozinhar fadas! Além do que, pelo que eu observei, só da pra carregar 3 fadas de uma vez, e as outras, de todas as fontes, desaparecem. 


E é isso. Parece um monte de coisa né? Mas acredite, isso se repete tanto que fica até enjoativo, não que o jogo enjoe, claro que não, ele é bem dinâmico e divertido até o fim, mas todas essas funções são tudo o que o game tem a oferecer.

É algo enorme, cheio de funções, mas não deixa de ser um Zelda, e a mecânica de Zelda já é manjada. Repare que várias das coisas que mencionei são comuns, mas claro, há suas novidades, como também suas ausências...



É possível craftar (palavra que eu desconhecia pois não jogo minecraft) pratos de comida, mas não da pra fabricar armas. Seria interessante? Sim! Viável? Lógico! Dinâmico? Sem dúvidas! Prático? Talvez nem tanto, por isso acredito que foi deixado de lado.

No máximo, da pra cortar árvores, coletar madeira, montar um estoque e fazer fogueiras o tempo todo. Nelas, da pra sentar e descansar até a madrugada, tarde ou noite seguinte. E tudo que tem que fazer é pegar a lenha, jogar no chão, e dar um jeito de colocar fogo nela (seja pela espada flamejante, seja por flecha de fogo, seja por tocha, seja por magia ou simplesmente faísca mesmo... mas o fogo se espalha fácil se tiver folhagem... daí a fogueira pode virar um pequeno grande incêndio.)




De resto, só tem comida pra fazer, e mesmo assim nem são tantos pratos.


Até aqui, o texto ta enorme eu sei. O jogo tenta ser relativamente enorme, e ele até consegue, com o mapa principal sendo totalmente contínuo e interligado (tem uma montanha no fundo, você pode chegar nela andando em linha reta, só que demorará um belo tempo, passará por muitos obstáculos, mas pode fazer o caminho que quiser, e da!) entretanto...



A campanha é ridiculamente pequena. Mesmo fazendo o que não é tecnicamente obrigatório, mas é até posto como "Missões Principais", o jogo não consome tanto tempo assim, nem é tão difícil assim. Na verdade, são 15 missões desse tipo, todas elas apontadas e enumeradas no menu (mesmo sem liberar, o número total de quests é apresentado se você zerar o jogo ao menos 1 vez). E se você acha que cada missão leva muito tempo, ou exige side-quests, você ta errado! A maioria delas são simples, e no máximo consomem o tempo da jornada até o destino, pois não há pré-requisitos.



Consequentemente, há escassez de personagens e inimigos. Pouquíssimos chefes (no total, são 9 chefões, 1 chefão final de 2 formas, 1 chefão secreto, e 84 chefões repetidos opcionais, sendo na verdade 3 tipos, com cores diferentes, mas o mesmo nome).


Os 8 chefões principais, na verdade são apenas 4, divididos em duas formas: Forma do Templo Corrompido e Forma da Alma Corrompida (como eu chamo).


Sim, os 4 templos reais (templo mesmo, não como os opcionais) são na verdade colossais animais tecnológicos, que antes de serem acessados, precisam ser derrotados por Link e seus aliados.




E tem um 9° que é obrigatório, mas é bem fácil e até engraçado de lutar, sem ter um vínculo evidente com a trama principal (é um chefe de uma missão secundária obrigatória pra enfrentar um dos templos reais)



Depois de literalmente enfrentar o Templo, Link entra e limpa o sistema do templo por dentro dele. Enquanto isso, da pra movimentar toda a máquina remotamente, usando o bendito tablet Sheikah. Cada um dos 4 templos tem uma ação remota... e depois de limpar o hardware e software, Link precisa enfrentar o espírito corrompido do templo, um tipo de vírus físico, sendo esse o chefão.



É algo dinâmico pra caramba, mas é simples, rápido, sem muita complexidade. O mapa já vem junto com o controle do sistema interno do zord animal, e a bússola também, mostrando o local exato onde cada um dos Terminais está (locais em que Link precisa por o Tablet pra limpar geral). Não há chaves nesses templos, nem sub-chefes. Na verdade mal tem monstros (surge uma ou outra máquina pequena, e uns olhos gosmentos que lembram as maldições/câmeras corrompidas de Devil may Cry).



No fim de cada templo e após derrotar o chefão interno, um espírito guardião surge, troca uma ideia com Link, assume o controle da máquina e coloca ela em posição pro ataque final ao grande mal.



Muito parecido com os 4 Guardiões Gigantes de Majora's Mask, só que infinitamente mais fácil e rápido. Sério, eu não vi desafio algum. 




Daí, vem 4 habilidades especiais que os espíritos dão pra Link, na ordem que eu peguei:

A Cura do Elefante




Sempre que o HP de Link chegar a zero, será totalmente regenerado e ganhará alguns corações Amarelos. Porém, funciona apenas 1 vez e demora uns 20 minutos pra recarregar.

A Defesa do Camaleão




Cria uma defesa inquebrável que empurra os inimigos além de proteger Link. Da pra usar 3 vezes e depois demora uns 20 minutos pra recarregar.

A Fúria do Camelo




Ao carregar um ataque, surge um espírito junto que causa dano elétrico em área, paralisando geral e tirando muito HP, as vezes até matando na hora. Pode ser usado em até 3 vezes, e também demora uns 20 minutos pra recarregar.

O Pulo da Águia




Quando Link segura o botão de Pulo ele se abaixa e salta com toda sua força impulsionado por um espírito que cria um turbilhão de ar. Isso permite voar alto com o paraquedas, em qualquer lugar. Da pra usar em até 3 vezes, e recarrega depois de uns 10 minutos (é o mais rápido).

Todos esses poderes tem deley pra re-uso, uns demorando mais que outros, mas todos são absurdamente apelões.


Isso, é tudo que eu consigo recordar da jogabilidade. Agora falarei dos Personagens e Inimigos. Só os realmente importantes, que são poucos...

Link
O Herói



O que falar dele? O herói de Hyrule novamente da as caras com seu característico nome, Link (que agora nem da opção pra nomear ou seja, é oficial nesse período, então não chame de Zelda) mas diferente de seus antepassados, ele não leva o manjado manto do herói ou o capuz pontudo verde, agora ele ta peladão... na real de Samba Canção.



Link não é mais detentor da Triforce da Coragem (Espante-se!) mas ainda é o grande herói, que apesar de ter apanhado feio e falhado na última batalha, continuou na ativa, foi resgatado pela princesa e posto pra dormir, em um coma induzido de 100 anos.



Sim, Zelda quem salvou a pátria dessa vez, e cara, a mina realmente e finalmente fez jus ao título do jogo, mas o espaço dela ta separado na análise, por isso falarei dela daqui a pouco.



O fato é que Link perdeu e precisou repousar por um século, e quando acordou, pra piorar, ele tava sem suas memórias ou poderes.



Mas, Zelda deixou seu tablet de presente pro herói que se tornou "seu aliado", oferecendo ao menos uma base pra ele começar: Um mapa e informações básicas. Zelda ainda tava estudando o dispositivo, mas preferiu deixa-lo pra Link usar quando acordasse.



Link acorda e usa seu tablet (Pedra Sheikah), sob orientação psíquica de Zelda, pra ativar várias torres por toda Hyrule, e também todos os Templos Sheikah (ou como eu chamo "Túmulo Sheikah"), junto com alguns recursos extras que ele recebe ao encontrar os túmulos de diferentes Sheikahs que aguardaram em nome da deusa.



Daí Link começa a recuperar seus poderes ao longo de sua aventura para mais um round contra Ganon. 



Apesar de tecnicamente ele ser o primeiro Link que foi derrotado em toda a história de Hyrule, ele ainda é acreditado e já que sobreviveu, porque não continuar lutando? Só que as coisas mudaram um pouco, e além dele ter perdido a Master Sword, perdeu seus antigos aliados (todo mundo morto em batalha), perdeu sua liberdade (hyrule ta tomada por monstros, e os habitantes tiveram de aprender a coexistir com eles) e por fim, perdeu os guardiões (4 megazords que foram dominados pelo mal de Ganon, e mais um monte de aranhas robô que um dia já foram a armada do exército de Hyrule.)



É, ta tudo muito tenso e ele tem que correr contra o tempo pra ficar fortinho de novo, recuperar os megazords e por fim, ajudar a princesa Zelda, que ficou lutando sozinha contra Ganon durante esses 100 anos, que o garoto levou pra se recompor.



Obs.: O pai de Link não era um Espadachim/Cavaleiro, como Zelda sugere em um dos diálogos de flashback. Isso é curioso e interessante pra interpretação cronológica de Zelda...




Futuramente falarei disso.

O Rei de Hyrule
Rhoam Bosphoramus Hyrule



Como eu disse, geral ta morto, mas isso não impede que eles reapareçam. Em Zelda vira e mexe surge fantasmas ou espíritos. Foi até engraçado quando o rei apareceu, pois eu já sabia quem ele era, e o que ele era, mesmo antes dele dar qualquer sinal. 



O Rei de Hyrule se disfarça como viajante e é a primeira pessoa que Link encontra após deixar sua cama do coma. O cara aparece barbudo e encapuzado e ensina algumas coisas básicas para sobrevivência, além de aparecer as vezes no inicio pra dar dicas para Link. 



O local em que Link desperta é enorme, mas é só uma fração de Hyrule, presente no centro, cercado por um penhasco. Pra sair, só usando o Paraquedas, que o Rei usava pra voar por ai. Ele oferece o paraquedas como recompensa caso o herói conquistasse os poderes nos 3 templos (tumbas dos Sheikahs). 



O engraçado é que da pra perceber quem ele é só pela forma como ele aparece, principalmente se você já ta familiarizado com a mitologia de Zelda. Meu irmão mesmo percebeu a grande dica mas não entendeu, e me perguntou: "Pra que ele ta com um Lampião se não ilumina nada e ta de dia?" e eu respondi "Provavelmente ta morto.".



Normalmente, um tipo de monstro chamado "Poe" é a representação mais comum de fantasmas no universo Zelda, e por padrão eles carregam lampiões, lanternas e afins. Daí, todo ser misterioso que carrega algo assim é na verdade uma alma penada.



Pra completar, dificilmente tem um barbudo na história, quanto tem ou é um espírito/personificação de Sahashala (cara velhinho que da as caras em alguns Zeldas) ou é o Rei causando. Nesse caso, é o rei mesmo.



E o que ele faz? Além de dar o paraquedas que transforma Link no carinha do Just Cause 3, ele da sua benção ao herói e manda ele peitar o Ganon.



É a primeira missão do jogo, mas o cara recomenda que Link de uma passada em Kakariko pra falar com Impa, aquele papo de sempre. Mas, você é livre pra ir e vir (algo meramente simbólico pois na boa, não da pra peitar Ganon com 3 corações e um galhinho).



Depois o fantasma some, ele reaparece no fim, só pra olhar por Hyrule ao lado de outros espíritos.

Zelda
A Sacerdotisa Princesa




A lenda de Zelda, finalmente esse nome fez sentido. Zelda é a princesa, sacerdotisa, guerreira, detentora da Triforce da Sabedoria, Coragem e Poder (sim mano, ela ta com a Triforce inteira.)



Ela não só é a única dos escolhidos que sobrevive à Calamidade de Ganon, como também é aquela que derrota um exército de máquinas inteiro sozinha, resgata Link, leva a Espada Mestra pra floresta de origem, pra ser restaurada e preservada para quando o herói acordasse e por fim, peita Ganon sozinha por um século inteiro, sem descansar, sem fraquejar... e isso tudo antes do jogo começar!



Ela ainda faz muito mais depois, o que torna ela a personagem mais fod4 do jogo.




Mas, ela nem sempre foi tudo isso. Parte do jogo consiste em recuperar as memórias de Link (se o jogador quiser) e não é complicado, só é preciso identificar o local das fotos que Zelda tirou no tablet e deixou pra Link. Fazendo isso, e chegando ao local, a memória referente àquele ponto volta pra cachola de Link, sendo todas essas memórias ligadas a Zelda.



Há outras memórias que voltam pra Link também, ligadas aos Escolhidos, mas falo disso na hora certa. No caso de Zelda, ela era insegura, e se achava fraca, além de duvidar de seu próprio potencial, entretanto, a garota era nerd, estudiosa, adorava tecnologia e explorar as máquinas Sheikah, mesmo isso indo contra os desejos do seu pai.



Ela também era insistente e cautelosa, sendo a responsável pela convocação e treinamento dos Escolhidos (exceto Link) e também pela administração das Bestas Divinas (os megazords).



Ainda assim, como ela não tinha despertado poderes de sábia, como as Zeldas do passado (ela menciona sua mãe como uma espiritualista e sua avó como uma poderosa fonte de energia), e ela tentou despertar de todas as formas, rezando em todas as fontes sagradas...




Ao mesmo tempo em que realizava suas funções como princesa e como líder da tropa dos Escolhidos.



Ela tinha raiva de Link no inicio, talvez até certa inveja, por ele ser o "herói", credibilizado só por existir, enquanto ela fazia tudo isso e ainda tinha de lidar com broncas do Rei e boatos do povão.



Link e Zelda só viram amigos depois que ele salva ela uma vez, demonstrando seu potencial e chamando um pouco sua atenção...




Daí ficam próximos, só o suficiente pra ela prezar bastante pela vida dele, o que literalmente o salva, despertando a Triforce inteira dentro dela.



Posteriormente irei detalhar melhor a teoria, mas eu acredito que tudo isso significa que esse é o último Zelda da cronologia, sendo o universo criado quando as 3 Triforces finalmente se reencontram.



Há vários detalhes que indicam isso, mas o principal é o fato de Zelda possuir a Triforce inteira em sua mão, e ser a mais poderosa Zelda que já existiu, sendo inclusive a própria reencarnação da deusa Hylia.



Mas paciência, ainda falta explicar muito.

Mipha 
A Escolhida para Vah Ruta




Existem 4 Escolhidos além de Link e Zelda, cada um responsabilizado pelo controle de uma das Bestas Divinas. Mipha é a ranger do Megazord Elefante da Água.



Eu to falando dela primeiro pois foi o primeiro templo que visitei. Não há uma ordem correta, mas há a ordem ideal (os templos tem dificuldade diferenciada), esse é com toda certeza o último templo ideal, pois é o mais demorado, longo e difícil. Mas não se engane, dificuldade máxima equivale ao normal dos Zeldas anteriores, e olha que não to subestimando nem menosprezando nada, é fácil mesmo.



Quando eu tiver contando a história do jogo, falarei dos templos, mas agora falarei da Mipha.




Ela era a princesa dos Zoras, uma raça aquática de longevidade, e reinava ao lado de seu Pai e seu irmão mais novo. Porém, ela foi escolhida pra controlar Vah Ruta, e durante o surgimento da Calamidade de Ganon, ela tava dentro de Vah Ruta, mas Ganon lançou sua maldade em todas as máquinas, essa foi a possessão da vez.



Com isso, Mipha morreu atacada de surpresa dentro do robozão, o mesmo ocorreu com todos os outros escolhidos.




Mipha era muito próxima de Link, ela era alias apaixonada por ele, tanto que pretendia pedi-lo em casamento e até preparou uma roupa Zora especial só pra ele, que o Rei Zora da pra Link quando eles se reencontram.




Provavelmente Link aceitaria (diferente da princesa do OoT) já que eles eram extremamente próximos.



Ela era alias a curandeira particular de Link, abençoada com o dom da cura, poder esse que passa pra Link quando ele liberta o espírito de Mipha de dentro de Vah Ruta.



Obs.: Vah Ruta é batizado em homenagem ao antigo sábio da água, Ruto ("Ru-Ta" = "Ru-To"), a princesa Zora de OoT.





Daruk
O Escolhido para Vah Rudania




Daruk é um Goron robusto e muito resistente, reconhecido e escolhido pelo Rei como um dos pilotos dos megazordz. 




Ele ficou responsável pela Besta Divina do Fogo, Vah Rudania, o Camaleãozão.



Daruk era mais próximo de Link do que de Zelda, mas ele não tinha nenhuma ligação muito pessoal. Eles eram conhecidos por serem guerreiros condecorados pelo rei, e por formarem a aliança dos Escolhidos, e Daruk tinha certa consideração pelo herói, sendo quase como um tio pra ele.



Tipo um tiozão fortão que vive se mostrando e chamando Link de pirralho, respeitosamente é claro.



Ele foi pego de surpresa e nem mesmo com sua Defesa Perfeita ele conseguiu sobreviver. Como eu disse, Ganon lançou seu mal direto no centro de controle das Bestas Divinas, pegando geral de surpresa. Geral se posicionou pra ataca-lo, mas ele já havia plantado a armadilha e tomou controle das bestas, matando seus passageiros.



Mesmo depois de morto, Daruk ajudou Link passando seu poder defensivo após ter sido libertado. Além disso, ele (como os demais espíritos) ficou monitorando a Besta pra aciona-la na hora em que Link fosse para a batalha final..



Um detalhe: Gorons não tem sexo. Na real, são todos Masculinos (eu acho, pelo menos não me lembro de gorons femininos) e isso pela Voz/Som que eles fazem.



Obs.: Vah Rudania tem seu nome em homenagem a Darunia (jogo de palavras "Da-Ru-Nia" = "Ru-Da-Nia"), o Goron Sábio de OoT.



Alias, algo que quase esqueci de falar mas falarei aproveitando a deixa, é sobre a dublagem.

Dublagem

Parte técnica meio fora de ordem, mas beleza... o jogo tem dublagem agora.


Os personagens falam em Idiomas diferentes, transcendendo aos murmúrios do idioma Hylia visto até hoje. Agora, durante as Cutscenes ao menos, os personagens falam espanhol, ingles, francês, ou seja la qual o idioma do jogo que você tiver, no idioma falado mesmo. Não é uma dublagem em 100% das falas, como eu disse é só durante as cutscenes, mas chega a ser meio estranho ver a galerinha de Zelda falando com voz mesmo, em espanhol por exemplo (bem dublado pra caramba alias, pena que não tem em português-br).



Durante os trailers e gameplays que precederam o lançamento de BoTW, eu fiquei meio assustado com isso, pois quebraria a lógica do universo Zelda, por a galera pra abandonar o idioma original e falar oficialmente os idiomas da nossa realidade. Mas não, os personagens ainda falam Goronês, Hylianês, Gerudonês, todos os nês do universo Zelda mesmo, mas agora podemos ouvir em nosso idioma (nem todos... br T_T) falado, não apenas escrito.

Urbosa 
A Escolhida para Vah Naboris




Além de guerreira, Urbosa era uma guerreira Gerudo (tribo estritamente feminina) e aceitou de bom grado sua função para com Vah Naboris, em consideração a amizade que tinha com Zelda.



Ela foi morta de surpresa dentro do Camelão Robô do Deserto, e ficou aprisionada pelo mal de Ganon, até ser libertada por Link.



Depois disso, ela passou seu poder furioso pra Link atacar melhor, e ficou abordo da máquina, monitorando-a para a hora do ataque final. Alias é nessa hora que ela revela a inspiração pro nome da Besta Divina, e também menciona Ganondorf, o antigo Gerudo que já foi possuído por Ganon.



Nada de especial pra falar dela, além dela servir como uma tia pra Zelda, próxima pra caramba, carinhosa mas as vezes um tiquinho exagerada...




Como é mostrado no flashback em que ela acorda Zelda na base da trovoada.



Um detalhe sobre a raça Gerudo que é sempre bom relembrar: Geral é mulher.




Homens não são bem vindos na tribo, e tem até um termo que especifica pessoas de outras raças (de forma generalizada) diferenciando-os pelo sexo. Curiosamente, Gerudos parecem não saber diferenciar o sexo dos Gorons, então não há frescura pro lado deles.



Para o restante das raças só são permitidas mulheres dentro do território Gerudo (da cidade principal ao menos) e a única forma que Link encontra pra entrar la é se disfarçando de mulher... é... customizar a vestimenta de Link nunca foi tão... estranho.



Obs.: Vah Naboris é nomeado em homenagem a Nabooru ("Nabo-Ris" = "Nabo-Oru", sendo a última sílaba com sonoridade semelhante), a sábia do povo Gerudo de OoT.



Revali 
O Escolhido para Vah Medoh



Por fim, temos o Orni escolhido, que pilota o megazord voador Vah Medoh.




Revali não vai com a cara de Link, partilhando dos mesmos pensamentos de Zelda inicialmente, e age como um verdadeiro rival, debochando da incapacidade de Link pra voar, coisa que ele domina, afinal ele é meio Pássaro... e ai chega a parte estranha.



Em Wind Waker, onde a raça Orni (ou Rito em outros idiomas) nasceu e foi apresentada, nós descobrimos através das entrelinhas que eles são uma evolução da raça Zora, numa adaptação ao novo mundo. Mas, uma vez que os Zoras evoluíram, por não poderem sobreviver em mares amplos (que era o mundo de Wind Waker), sob proteção de um novo guardião (as asas nasceram por mutação devido a exposição as escamas de um dragão, que se tornou o guardião dessa nova raça, enquanto a raça aquática tinha como guardião um peixe/gigante, que fugiu de medo ao novo mundo), não faz sentido eles regredirem pra raça anterior.



Mas, curiosamente, nesse novo mundo atual de BoTW, há tanto Zoras quanto Ornis, coexistindo. Entretanto, algo que é evidente é que os Ornis são uma raça pouco presente, e comparados aos Zoras, existem em uma quantidade muito menor. Os Ornis são uma pequena tribo isolada nas montanhas enquanto os Zoras formam um reino enorme com direito a linhagem real, e todo um vasto habitat composto por lagos, rios e bastante terra.



A melhor explicação pra ambas as raças existirem, é a de que o mundo foi retornando ao seu estado anterior, com os mares diminuindo e as terras ressurgindo. Os Ornis evoluíram um pouco mais, ao ponto de criarem suas próprias asas sem necessitar das escamas do dragão vermelho e os Zoras retornaram aos poucos, reinando novamente, talvez até por base em Zoras Selvagens que evoluíram nos mares ou algo do tipo.



Mas, eu acredito que os universos se chocaram com a reunião da Triforce, e tanto as raças nascidas no universo da Sabedoria quanto as que nasceram no universo da Coragem se unificaram em um mesmo mundo. Simplesmente os Zoras de Twilight Princess permaneceram existindo e evoluíram ao mesmo passo em que os Ornis de Wind Waker sobreviveram e estabeleceram uma cultura. Daí, com o choque dos universos, com todas as versões de Hyrule virando uma só, o universo fragmentado das Triforces se tornou único e completo.



Enfim, apesar da rivalidade, Revali apoia Link quando ele finalmente chega para libertar seu espírito das graças de Ganon e recuperar o controle da Águia Gigante, e oferece suporte para impulsionar Link com vento, praticamente lhe dando a capacidade de voar.



Obs.: Vah Medoh tem seu nome como uma homenagem a primeira sábia da tribo Orni da história, chamada Medli (o nome na versão americana é "Me-Do-Ri" = "Me-Do-h" = "Me-Dli") de Wind Waker.



Impa
A Sábia Sheikah



A velha Sheikah da família real aparece novamente, como uma velhinha guardiã das mensagens reais.




Os Sheikah são uma raça bem enigmática, repleta de mistérios e aparatos místicos. Pois é, todo o misticismo deu lugar a ciência. Ainda não há explicações de nada, mas o povo de hyrule parou de aceitar tudo como mera magia, e passaram a pesquisar pra entender. Tudo tem base tecnológica.

Porém a tecnologia é tão avançada quanto antiga, o que deixa tudo até mais misterioso.


Impa, é uma representante do povo Sheikah, e agora tem mais 2 que também respondem como Sheikahs. Além disso, em flashback da pra ver mais sheikahs à serviço da princesa (ela os pede pra levar Link prum lugar seguro) então, fica subentendido que os ninjas de Hyrule são os Sheikah.



Porém, creio eu que ainda não foram revelados os Sheikahs de verdade... alias, Link encontraria os Sheikahs reais em seus túmulos (que são visitados como pequenos templos opcionais) mas eles aparecem praticamente fossilizados, com a última mensagem transmitida psiquicamente antes deles virarem pó.



Enfim, Impa tem mais de cem anos, e ainda ta inteirinha, velha pacas, não sabe se abre os olhos ou respira, mas ta viva. E os outros dois sheikahs também não tão mal, um deles ta velho, tem uma esposa novinha, chamado Rotver (que te pede pra ficar peladão pra ter certeza que você é você)...



Que eu soube da existência por causa de um mercador, que da uma Flecha Ancestral (forte pacas contra os robôs) e me matei pra achar o local onde ele fica (ele diz que fica ao Norte do Reino Zora... e ele realmente fica ao Norte, mas muito mais ao norte).



E a outra, Prunia, ta jovem, muito jovem (tem corpo de criança e mente de idosa, mas finge ser jovem) por conta de suas pesquisas que a rejuvenesceram (ela estudou exposição a energia Sheikah e é basicamente o mesmo processo que ela expôs Link na Câmara de Regeneração onde ele ficou por 100 anos... sim, foi ela quem o colocou la a pedidos de Zelda mas, ela não sabia o efeito e testou em si mesma, sem os equipamentos da câmara, resultando num rejuvenescimento de 70 anos em 5 dias), mas ainda assim, nenhum deles parece sequer entender toda a tecnologia Sheikah.



Impa trata uma esfera Sheikah (que funciona como chave pra um templo Sheikah) como se fosse meramente uma relíquia mística de seu povo...



O Sheikah Cientista Rotver que cria armas usa um robô com esses fins sem entender como ele funciona ao certo (ele acha que o amor despertou a máquina sendo que Link quem acendeu a vela de energia)...



E por fim, a Cientista Novinha Prunia até conseguiu descobrir o máximo sobre o tablet Sheikah, depois de um século de pesquisas.



Pois bem, Impa e os outros 2 se separaram pra dar suporte a Link quando ele acordasse e enquanto Impa da a missão de buscar as Bestas Divinas e também as Memórias de Zelda, o Cientista fabrica Armas, Equipamentos e Flechas Guardiãs (boas pra enfrentar as máquinas Sheikahs, depois falarei delas) e a Prunia (Cientista Feminina) aprimora os poderes disponibilizados pela Pedra Sheikah.



Obs.: Eu acho, só acho... que os aliens de Majora's Mask são os verdadeiros Sheikahs que visitaram Hyrule a muito tempo e deixaram a tecnologia no mundo.



Eles só voltaram pra Hyrule em Majora's Mask pois achavam que o mundo explodiria e queriam montar estoque de Leite Lon Lon.


Essa é a minha teoria Zelda dos antigos astronautas... 


E olha que os Sheikah mortos dos templos lembram pacas os Gray Aliens.

Sidon
O Principe Zora




Deixando um pouco os personagens do passado pra trás, na nova era, Link precisa se apoiar em novos aliados. Estes são os sucessores dos Escolhidos, sabendo disso ou não.



O primeiro que eu visitei foi Sidon, que na verdade é o irmão mais novo de Mipha. Os Zoras vivem pra caramba e envelhecem lentamente, por isso Sidon e os demais da era em que Hyrule foi devastada ainda existem e tão lutando contra o Cataclismo de Ganon, ou ao menos contra o que resultou dele. Alguns guardam rancor por Link, outros não... 



Sidon pediu para os Zoras buscarem um Hylian pra ajuda-los a derrotar Vah Ruta, pois o Elefantão passou a jogar água infinitamente pro céu, o que gerou uma chuva eterna. Isso pra eles não faz diferença, mas pro restante dos hyrulianos é um problema e poderia provocar inundações, o que não é nada bom.




Apesar de Sidon não lembrar de Link, o Rei Zora lembra (alias, o rei ta bem grandão) e ele concorda plenamente com os planos de seu filho para derrotar Vah Ruta para o bem de todos, não apenas os Zoras.


Bem, Link chega e se junta a ele pra derrotar Vah Ruta, alias... pra controlar Vah Ruta.




Como eu disse, a missão do Elefantão é a nível Expert, onde primeiro é preciso pegar 20 Flechas Elétricas (é Pré-Requisito, exige até que se dê uma de stealth contra um monstro muito forte das montanhas pra roubar umas flechas, ou derrota-lo mesmo - eu derrotei por questão de honra) e ai rola a luta, onde Link monta nas costas de Sidon navegando rapidamente em torno de Ruta...



Para Link atirar em blocos de Gelo que são o sistema de defesa do elefante...



Pra deixa-lo vulnerável...



Pra subir na base do mergulho especial da Armadura Zora nas cachoeiras que se formam...



E atirar em Câmera Lenta de Arco contra os pontos fracos da Besta Divina da Água com Flechas Elétricas.



Tudo isso se repete umas 8 vezes... ai a Besta para de andar e atacar, permitindo que Link entre nela e enfrente o Templo.



Coisa pra caramba né? Se vai ver que os outros são mais fáceis, por isso eu digo que esse é o Nível Expert.




Pois bem, Sidon é cheio de marra e estilo, ele adora sorrir e é bem simpático. Inicialmente eu até suspeitei de toda essa simpatia, achando que ele tava fingindo, mas nah... ele é gente boa e no fim, ele vira brother de Link.

Yunobo
O Jovem Goron




Os Gorons já tem um tempo de vida mais parecido com o dos Hylians, então quando Link vai caçar o Vah Rudania, ele se encontra com um herdeiro de Daruk, provavelmente o neto, Yuno (o nome completo é Yunobo mas ele prefere ser chamado de Yuno).



Yuno tem o mesmo poder defensivo de Daruk, e o usa pra servir de bala viva pra atingir o Camaleãozão e assim, acalmar um pouco a fúria da montanha da Morte, que entra em erupção o tempo todo por causa da máquina grande e rastejante.



Daruk não era da realeza Goron, logo Yuno também não é, mas ele trabalha junto com o rei Goron, um velhinho com dor nas costas, que é o único que sabe usar os Canhões pra disparar Yuno.



Mas, Link consegue dispara-los graças as Bombas Sheikah e assim, ambos se aliam pra atacar a grande besta. Curiosamente, essa missão entra na categoria "Difícil", sendo demorada porém, fácil de passar.



Primeiro Link precisa encontrar Yunobo que foi buscar um remédio pro Líder Goron e acabou ficando preso por uma rocha, que só pode ser destruída pelo Canhão Goron, o que Link consegue fazer.



Assim, já que o Goron Lider não aguenta as dores nas costas, Link e Yuno se juntam pra enfrentar Vah Rudania.




Link precisa chamar Yunobo pra acompanha-lo e ambos precisam contornar a Montanha da Morte, ao mesmo tempo que se esquivam e escondem das máquinas Guardiãs expelidas por Rudania.



Daí, depois de algumas canhõezadas, Rudania enfraquece e se joga no centro do vulcão, onde Link precisa entrar pra passar pelo Templo.



Só isso, bem de boa, e o templo nem é tão complexo.




No fim Yunobo consegue ver o espírito de Daruk em cima do Camaleãozão depois que ele volta ao controle, e fica mó feliz e inspirado por seu ancestral.



Obs.: Nessa era, os Gorons já tão bem mais desenvolvidos e trabalham com Mineração.



Importante registrar isso...

Riju
A Matriarca Gerudo




O terceiro templo que eu visitei foi o de Vah Naboris, no deserto Gerudo. 



Esse templo seria no nível de dificuldade Moderado/Normal, pois ele não é complicado pra acessar ou pra encontrar. Tudo que é preciso fazer é conseguir uma audiência com a Rainha/Matriarca dos Gerudos, Riju.



A mãe de Riju morreu jovem, e ela teve de assumir o trono, mesmo sendo apenas uma criança. Link precisa apenas falar com ela pra convencê-la a ajuda-lo. Pra isso ele precisa entrar na cidade Gerudo e pra fazer tal proeza, só se vestir de mulher.



Daí ela pede uma prova de heroísmo pra menina Link e pede pra que ela encontre uma Gerudo que foi atrás de um artefato real roubado por um bando de ladrões que falarei depois.



Link encontra o artefato, uma máscara que cria uma barreira anti-eletricidade e a Gerudo que tinha sido aprisionada pelos bandidos.




Ai ele leva pra Riju, que se alia a Link e ambos vão lutar contra Vah Naboris.



Enquanto a matriarca usa a Máscara pra criar o campo defensivo e guiar Link em meio a uma tempestade elétrica causada pelo Camelão, Link surfa junto com ela em Morsas da Areia, com a única função de atirar com Flechas Explosivas nas 4 patas do camelão, enquanto se mantém dentro do campo de energia.



A missão é rápida e simples, não é difícil derrubar o camelão e acessar o templo, o que caracteriza uma missão de nível mediano. 



Depois disso, a jovem rainha volta pro trono e (mesmo sabendo o verdadeiro sexo de Link - é opcional revelar e ela nem se surpreende) ela da uma espada e um escudo que eram de Urbosa de presente pra ele (ao que parece, Urbosa era tipo a guarda-costas da rainha anterior, semelhante a nova guarda-costas que anda com Riju).



E a Máscara Anti-eletricidade é oferecida como recompensa apenas se Link fizer algumas side-quests (é opcional, eu nem fiz), caso contrário fica la, como um dos itens reais intocáveis.

Teba
O Guerreiro Orni




E por fim, temos o Orni e o megazord Passarão Vah Medoh. No caso, o Orni da vez não é parente próximo do Revali, mas segue os mesmos passos dele. 



Ele é um guerreiro Orni que tem esposa e filho, mas quer enfrentar Vah Medoh a qualquer custo, para vingar o que houve com um amigo.



Todos os Ornis estão meio que excluídos por causa do vendaval que o Passarão causa pra qualquer um que se aproxime de suas terras, pelo alto. O líder da tribo (uma coruja gigante, sem relaçao com aquela de OoT, tenha certeza disso) que conta isso pra Link, e pede sua ajuda.



É meio estranho, e eu não entendi, de verdade, como isso afeta os viajantes e comerciantes, já que os únicos que voam são os Ornis, mas de alguma forma o fato do Passarão ter ficado descontrolado isolou a vila... mas é hiper fácil chegar de Link, pelas pontes e escadas mesmo.



Enfim, ele é um arqueiro muito bom, e se inspira no lendário Revali, mas quando Link chega, ele percebe que há arqueiros melhores, pois Link precisa demonstrar sua mira e ele trapaceia paralisando o tempo pra atirar.




O teste é só isso, e Teba decide ajudar Link a chegar até Vah Medoh, voando... 



Pra que ele atire contra os Projetores de Escudo e baixe a guarda do robô enorme, pra assim acessar seu corpo que é seu templo (...).




Depois de derrubar a barreira Link enfrenta o templo solo, enquanto Teba vai descansar a asa.



O templo dos Orni e a vila deles, uma cidade em espiral numa montanha que forma um poleiro pra ave gigante de metal, são pequenos e simples.



A história Orni não é tão profunda quanto os Gorons, Gerudos e Zoras, na verdade a cultura deles lembra a dos índios norte americanos, com várias referências e afins... sendo que outras raças bem desenvolvidas foram meio que ignoradas ou secundarizadas, e é delas que falarei a seguir.

Kologs e a Árvore Deku





Sabemos que após os eventos de Wind Waker os Kokiris (crianças das florestas) deixaram de existir e se transformaram em uma raça mais vegetal, chamada Kolog. Da mesma forma, não sei explicar a razão, os Dekus também deixaram de existir nesse novo mundo, sendo o último representante da espécie a Grande Árvore Deku, muitas vezes presente em diferentes realidades.



A Árvore Deku sempre foi a guardiã das raças florestais, principalmente os Kologs, que são como suas sementes. E ambos estão presentes em BoTW. 



Os Kologs porém aparecem primeiro, como criaturas brincalhonas que se escondem e caso Link as encontre dão uma sementinha, que pode ser trocada por espaços a mais no inventário.



Quem realiza tal troca é um Kolog gigante chamado Obab, que eu acho que é o mais velho, pois é o único que é realmente grande e rechonchudo (e guarde bem suas características físicas pois em futura análise eu vou usar isso pra explicar uma outra teoria). 



Ele da uma pequena missão pra recuperar suas Maracas, e depois disso passa a trocar slots extras no inventário por sementes Kolog.



Ele tem problemas pra se localizar geograficamente e toda hora se perde, daí é preciso encontra-lo por ai pra trocar as sementes, mas no fim ele chega à Floresta Perdida, onde os Kologs se reúnem junto a Árvore Deku, e onde a Espada Mestra se encontra.



Tem Kolog até dizer chega, e todos se escondem por tudo quanto é canto, até mesmo na floresta perdida, e é possível afirmar que são a raça mais abundante nessa nova Hyrule. 



A Árvore Deku está maior e mais antiga do que jamais esteve, chegando a cobrir boa parte da floresta só com as folhas rosadas do topo.



Ela literalmente forma um teto em toda a região dos Kologs, e cara, é algo enorme, e aparentemente ela produz alguma toxina estranha que impede que pessoas se aproximem da região Kolog (o desafio é passar pelo labirinto formado justamente por essas toxinas, que formam uma névoa).



Ela protege a Espada Mestra, entregue aos seus cuidados por Zelda, mas ainda assim, Kologs não fazem parte dos escolhidos, nem há um robozão em forma de Tatu ou algo assim protegendo a florestona.



O segredo da árvore Deku é tão grande quanto o do povo Sheikah, e ele por si só gera uma outra linha teórica, mas eu só falarei disso em outra análise, pois há jogos que se dedicam totalmente apenas a esse mistério, mas só pra registrar: Creio eu que os Dekus evoluíram e após morrerem formaram a grande Floresta Perdida.



Já se perguntou por que a Árvore Deku se chama assim, sendo que a raça Deku sempre aparece como bichinhos pequenos de madeira que se escondem no chão e atiram sementes? Pois bem, Dekus quando envelhecem viram Árvores, e pra envelhecerem precisam se enraizar em algum lugar (isso é de certa forma demonstrado em Majora's Mask). Depois de mortos, eles se transformam em árvores completas e deixam de raciocinar, falar e se mover, ficando "mortos porém vivos" (algo também ilustrado em Majora's Mask, só pelo pequeno deku morto no início do jogo). 



O que mais tem na floresta Perdida de BoTW são árvores com buracos que lembram olhos e bocas, porém "mortas". Creio eu que todas essas árvores são na verdade Dekus mortos, e a Árvore Deku foi a última remanescente, dedicada a proteger os pequenos Kologs.



Como tantos Dekus chegaram à Árvore Deku, sendo que em Wind Waker ela estava totalmente ilhada e em Twilight Princess ela nem existia mais? Isso eu falarei em outra análise.

Alias, antes que pareça que os Olhos e Bocas quem ta enxergando sou só eu, já adianto que o próprio jogo induz essa interpretação, pois em uma das missões dentro da floresta, pedem pra se orientar com base nas Árvores que comem Metal...



Referência à Arvores com rochas e baús metálicos que são difíceis de notar a olho nu, mas brilham na cor rosa quando usa-se o poder de Magnetismo (ele ativa uma visão que mostra onde tem metal pra magnetizar).




Pense nisso.

Monstruosidades Monstruosas dos Monstros

Existem inimigos, e todos já são conhecidos no universo Zelda (tirando algumas exceções), por isso só mencionarei e resumirei brevemente quem são. Por incrível que pareça, existem mais Animais e Insetos do que Monstros, mas qual a graça em falar dos animaizinhos? A Fauna de Hyrule nunca foi tão rica (o que até levanta uma questãozinha sobre a Calamidade de Ganon e o quão ruim ela realmente foi pra Hyrule) mas, irei falar dos monstros primeiro...

Kohga e o Clã Yiga


A primeira exceção dos já conhecidos são os Yiga, um grupo de bandidos que servem aos propósitos maléficos de Ganon, sem servir a Ganon propriamente dito. 



O Clã Yiga na verdade é um grupo anti-Sheikah, formado por Sheikahs que abandonaram a família real de Hyrule pra servir a Ganon e derrubar os Escolhidos, o Herói e tudo que era bom. 

Vira e mexe eles aparecem, disfarçados de viajantes ou mercadores com falsas missões... 




Que dão o bote na hora que Link os aborda... 



Mostrando a forma ninja e atacando.




Ou mais pro final, quando passam a surgir do nada pra atacar pelas costas mesmo.



O chefe do clã Yiga, Kohga, é um chefão especial que é muito hilário e bem atrapalhado, ele mesmo se derrota pra dizer a verdade.



Todos os Yiga são engraçados, e é difícil leva-los a sério. Tipo, é preciso passar secretamente por eles na parte em que Link precisa recuperar a máscara anti-eletricidade, e eles se distraem com Bananas, dando saltinhos e fazendo barulhinhos toscos e até vergonhosos.



Apesar deles serem fortes e impossíveis de eliminar (mesmo quando eles são derrotados, eles fogem), esses ninjas do mal são um desafio bem divertido. 

O chefão Kohga usa um tablet como Link, pelo menos é o que aparenta pois suas técnicas ninjas são bem parecidas, quase idênticas, aos movimentos tecnológicos de Link. Mas no fim, como todos os outros Yigas, ele apenas foge...



Na real ele mesmo se derrota criando uma bola gigante e jogando contra si mesmo... mas ele não morre.




Eu até me arriscaria a teorizar quanto aos Yiga sendo na realidade os Sheikahs do mundo invertido, só pelo fato do simbolo deles ser o Olho Sheikah de cabeça pra baixo, mas sei la... 

Bokoblin




Um inimigo que deu as caras em Wind Waker e Twilight Princess, jogos que são paralelos na cronologia, cada um seguindo uma realidade. Aqui, os Bokoblins aparecem com várias ramificações (variam em poder com relação a cor da pele ou a arma que levam, variando entre armas brancas e arco e flecha).



Eles são porcos humanoides, servos diretos de Ganon, racionais e sociáveis, formando acampamentos, cozinhando, cavalgando (eles domam cavalos aqui), mas são hostis aos Hyrulianos ou qualquer um que não sirva a Ganon.

Moblin





Uma variação um pouco maior e mais forte dos "Blins", Moblins são porcos/javalis humanoides normalmente maiores e mais fortes do que os normais. 



Aqui, eles são bem mais altos, e bem mais fortes, porém também mais lentos.




No universo Zelda, há várias outras ramificações dos "Blins", que são esses seres humanoides com características de javalis ou porcos, e todos seguem ao mestre Ganon (um grande Javali em sua forma animal), estando presentes desde os primórdios de Hyrule. 

Em BoTW, só os Bokoblin e os Moblin que aparecem.

Lizalfos




Lagartos espadachins já deram as caras como mini-bosses ou monstros fortes em outros jogos, e aqui não é muito diferente, pois apesar de serem apenas monstros comuns, são bem mais fortes que o conveniente.



Além de terem elementos diferentes e poderes diferentes, eles podem usar Arcos, atacar com Lanças, Espadas e até conseguem se camuflar. Na real, eles ficam escondidos camuflados e atacam quando o herói se aproxima. 

Stals




Caveiras que perambulam durante a noite apenas já foram vistas em Zelda Ocarina of Time, e aqui ressurgem, tomando a forma do esqueleto dos monstros acima citados.




Podem ter Stal de Moblin (Stalmoblin), Stal de Lizalfos (Stalizalgos) e por ai vai.



Quanto mais se perambula durante a noite, mais caveirinhas surgem, como os grandes temores noturnos.

Isso sem contar com a Lua Sangrenta.




Zelda conta com passagem de tempo, dia, noite, madrugada, tarde, e existe um evento peculiar em BoTW, onde durante a meia-noite de Lua Cheia, tudo fica vermelho e os monstros tudo voltam a vida (explica bem o respawn dos inimigos rs)



Daí, durante a noite, além de Stals, tudo quanto é monstro reaparece (mas apenas no local onde morreram).

Keese



Morcegos com Olhos Grandões.



Simples assim, são morcegos olhudos que tem elementos diferentes, mas são fraquinhos.


Há um caso que eu ainda to estudando onde aparece um bando de Keeses e até então, não entendi a razão. Normalmente aparecem apenas uns 3 ou 4 juntos, mas em alguns pontos aparecem dezenas, voando em bando, e quando atacados, alguns morrem e o resto do bando voa pra longe e desaparece no horizonte.



Creio eu que seja um evento especial, mas qualquer coisa atualizo aqui.

Chuchu



Quase todo Zelda tem uma dessas gosminhas. São monstros capazes de se fundir uns aos outros pra ficarem grandões.


Nada de especial, os Chuchu explodem com um golpe, e eles podem pegar elementos.




Na real, a capacidade de se fundir e/ou dividir é uma característica de uma outra criatura chamada Gel, mas na boa, nunca entendi a diferença entre essas duas espécies, pelo menos não a necessidade de diferencia-las afinal, as características são quase as mesmas: Geleias.



Mas, provavelmente o maior diferencial é que uma vez unido um Chuchu ao outro, não da pra dividi-los mais, e no caso dos Gels, eles se dividem ao serem atacados. Mas na fisionomia mesmo, são praticamente iguais.

Wizzrobe



Feiticeiros Fantasmas que voam e desaparecem.

Esses monstros existem desde os primeiros Zeldas e são caracterizados por sumir e reaparecer, jogando magias.


Vale o mesmo aqui, mas eles somem e andam no ar (da pra ver os passos como gotas caindo em poças invisíveis no meio do ar, é daora) e costumam atacar com vários tipos de magias (dedicadas aos seus respectivos elementos).



Inicialmente eu reparei que eles aparecem apenas em locais com ruínas, mas ai começaram a aparecer em lugares sem essas características, então eu descartei qualquer teoria apocalíptica. 



Ao menos, eles deixam cair seus cajados, permitindo que Link use magias!

Octorok



Polvos que atiram pedras.


Eles aparecem tanto na água quanto na terra (até da pra confundir com Dekus).





Existe algo interessante com eles, que lembra (e acho que é de certa forma uma referência óbvia) a mamãe polvo de Between Words, onde da pra pegar uma arma enferrujada e restaura-la, jogando na boca de um Octorok enquanto ele carrega seu ataque. 



Curiosamente, enquanto eu tentava encontrar um bom Octorok pra fotografar enquanto refinava, encontrei um totalmente contraditório a Maiamai, com direito a um verdadeiro arsenal de armas enferrujadas só pra ele refinar, com a distância ideal pro arremesso, sucção e disparo das armas e posicionado em um lago de lava... isso em relaçao a Maiamai é bem o oposto pois ela fica numa caverna cercada por um lago comum.



Parece até que esse local foi bolado só pra mostrar esse efeito especial dos Octoroks, e também reafirmar de forma visual a referência. Olha o tanto de armas enferrujadas...


Que se tornam armas normais depois de passarem pelo Octorok.



Eles mastigam e cospem quase que da mesma forma que a Mãe Maiamai fazia, só que eles são bem violentos, afinal são inimigos. 


Lembrando que Maiamai e seus filhotes não eram Octoroks, e essa raça também aparece em Between Words como inimiga, mas a referência/combinação é válida.

Malice (Malícia)

Esse é um monstro novo, que não é bem um monstro...



São Olhos envoltos de Escuridão que impregnam as coisas, amaldiçoando e controlando elas.




Eles também liberam Cabeças Voadoras de Stals, que são monstros também vistos em outros Zeldas (porém sem precisarem desses "malices").



Basicamente, é por causa desses seres que as Bestas Divinas foram dominadas por Ganon, sendo tecnicamente parte de Ganon, sua maldição propriamente dita.

Guardiões




Existem também os Guardiões, que são máquinas que atiram lasers e usam diferentes armas de luz extremamente avançadas, porém antigas.



Os Guardiões originalmente serviam às 4 Bestas Divinas, sendo eles criações dos Sheikahs. Eles lutariam ao lado do herói e da Princesa e as Bestas Divinas, contra Ganon. Mas quando Ganon ressurgiu, todos passaram a atacar Hyrule ao invés de proteger.



O que aconteceu foi que Ganon possuiu justamente a tecnologia Sheikah dessas máquinas pra se personificar no mundo da luz (ele sempre precisa de algum receptáculo, e dessa vez a que parece ele entrou na máquina mãe... tipo Skynet da vida).




Tem vários tipos, muitos deles nem funcionam pois Zelda os destruiu no passado... 


Mas dos que sobreviveram, tem os que voam...



Uns de treinamento que aparecem em alguns templos...



Outros que estão tão danificados que nem andam, só atiram...



Mas o pior tipo com certeza é o que parece uma aranha (ou aquela máquina de Os Incríveis).




Por sorte, os Guardiões podem ser derrotados facilmente usando armas Ancestrais (armas com laser ou flechas laser) que são fabricadas pelo Sheikah Sábio... 




Ou simplesmente derrubadas por Guardiões de Treinamento, encontrados nos Templos e Tumbas Sheikahs.

Chefes Opcionais

Como mencioneis, tem alguns chefes que você escolhe se quer enfrentar ou não, não oferecendo nada obrigatório pra história, e no máximo derrubando armas um tanto quanto fortes e dando um status de "fodão" pro jogador, afinal não é fácil encontra-los ou derrota-los.

Centurion




Quando eu vi essa criatura fiquei perplexo e arrepiado, pois trata-se de um inimigo instinto do universo Zelda, também chamado de Lynel, visto nos jogos mais antigos e recentemente em Between Words.



Centurions são como o nome sugere, centauros e usam tanto armas brancas quanto Arco e Flecha (o primeiro encontrado por meios naturais deve ser o de Raio, afinal é preciso pegar Flechas Elétricas dele).



Tem muitos tipos, e todos são poderosíssimos, e apesar de não serem considerados "chefes" (a barra de HP não aparece la em cima com o nome) eles são tão desafiadores quanto.

Moldora




Eu só soube da existência desse monstro em BoTW por causa de um personagem maluco da Monstruoteca, que promete uma recompensa se caçar os chefões opcionais. Ele também diz quantos tem, e ele aponta apenas 4 Moldora (Moldorms), todos no Deserto Gerudo.



O problema é que o deserto é bem desinteressante afinal, é um deserto, e quando a missão do Camelão ta ativa, só exige uma pequena transição por uma parte do deserto, onde não há Moldora/Moldorms.



Os Moldoras são minhocas de areia gigantes, que aparecem da areia e essas sim são consideradas chefões, mas o chato é que elas ressuscitam depois de um tempo (ganhando apenas uma marcação de que já foram derrotadas) e eu nem consegui achar a 4°... por enquanto.

Hinox




Quando descobri no que esse monstro se inspirava eu fiquei pasmo, pois trata-se do mesmo ciclope Grandão que aparece em A Link to The Past por exemplo, mas que la é um tipo de monstro até que comum, visto no mundo das trevas. 



Em BoTW, ele é um gigantão enorme, ciclope também, lento, mas fortão, e o cara da monstruoteca diz que tem 40 por ai (tem até uma versão Stal dele), um número assustador pois eu mesmo só achei 2, um dormindo quando eu procurava pelo Laboratório do Sheikah que fazia Flechas Ancestrais...




E o outro na Ilha Secreta de um Teste de Sobrevivência. 



Mas, um dia quem sabe eu encontre os outros.



Eu sei que tem um que é versão Stal, quee dorme de dia no local dos ursos...


De noite ele levanta, e é um pouco diferente dos outros, não só por ser só esqueleto, mas também por só morrer de forma diferente.



Ele usa as próprias costelas pra atacar, e a parte viva dele é só o olho. Pra derrota-lo, é preciso destruir o Olho, que é resistente pacas.



Mas, é uma versão bacana do Hinox+Stal.

Petrarock



Um monstro Pedra, grandão.




É uma criatura nova no universo Zelda, que lembra um golem, totalmente feito de pedra, sem olhos ou boca. Tem versões miniaturas desse chefão, mas são todos meio que... fracos. Eles também derrubam joias quando derrotados.

Chefões

Agora, só há de fato 4 chefões reais, além do último que tem 2 formas, e das Bestas Divinas que na real, são apenas os Templos: 

Ira de Água de Ganon



Um monstro formado por Malícia e Água.



Trata-se de uma personificação final de Ganon no templo da Água, o Elefantão



Ele usa uma Lança enorme e quando ta com raivinha apela pra um monte de Blocos de Gelo lançados na direção de Link.



Ele é fraco contra Raio.

Ira do Fogo de Ganon



Um monstro formado por Malícia e Fogo.



Trata-se de uma personificação final de Ganon no templo do Fogo, o Camaleãozão.




Ele usa uma Espadona e quando ta enfezado, cria um Círculo de Fogo defensivo e impenetrável, e invoca uma bola de fogo enorme acima dele. 


Durante a sucção que ele faz da pra jogar uma bomba e explodir em cima dele...

Ira de Raio de Ganon



Um monstro formado por Malícia e Raio.



Trata-se de uma personificação final de Ganon, no templo do Raio, o Camelão.




Ele usa Espada e Escudo e é muito rápido, e pouco perto do final apela pra umas Estacas de Metal que atraem eletricidade.




Magnetizar uma e colocar acima de sua cabeça é a melhor forma de acerta-lo e derruba-lo.

Ira de Vento de Ganon



Um monstro formado por Malícia e Vento.



Trata-se de uma personificação final de Ganon, no templo do Vento, o Passarão.




Ele usa uma arma que Atira Energia e quando perde a paciência faz tornados que machucam e também criam correntes de ar acendentes...



Da pra voar e atirar com o tempo parando com a ajuda desses tornados.

Reparou que falei de uma forma meio repetitiva? Pois é, foi isso que senti ao enfrentar esses chefões. Todos são parecidos, e apesar de mudarem as habilidades, não tem aquele elemento "Zelda". Eles não são marcantes ou memoráveis, são apenas versões robóticas diferentes do chefão final... 

Ganon, O Cataclismo



Por fim tem Ganon, que tem uma forma inicial de Dragão de Energia Maligna, mas Zelda cuida dela sozinha.




Daí ele assume a forma de Calamidade, onde vira todos os chefes anteriores em um mesmo corpo, mais um monte de Guardiões diferentes. 



Ele vira um robô cheio de braços e armas que ataca de trocentas formas diferentes.




Se o jogador liberou as Bestas Divinas, ele toma um ataque logo no inicio da batalha que reduz o HP dele pela metade. 



Creio que caso fique faltando alguma Besta Divina, o HP dele reduz menos, numa proporção de 12,5% pra cada Ataque Divino.



Ainda assim, ele é tenso, e perto do fim da luta ele apela pra uma forma dourada que é invulnerável a qualquer ataque, exceto 1 segundo após ele atacar.



Simplesmente só da pra acerta-lo quando ele te ataca, por 1 mero segundo. 




Mas, se usar o poder de Urbosa (Fúria que causa um dano em área e atordoa todo mundo)... 


Ele cai no chão e da pra sentar a espadada.



Enfim, depois que ele morre nessa forma, ele vira vapor de novo e tenta fugir, mas se personifica fora do Castelo de hyrule, nos campos... 




E vira um enorme Javali (Link é teletransportado por Zelda e aparece do lado de um cavalo, o Registrado).

Ganon, A Besta das Trevas



A forma real de Ganon, ou uma delas, ele vira um Javalí de energia maligna quase irreconhecível.




Da pra saber que é um javali pela silhueta, mas o brilho sombrio composto por roxo e vermelho é tão intenso que é difícil identificar se não se afastar bastante, afinal outra característica dele é o fato de ser enorme, tão grande que não cabe na tela.



Ganon não sofre qualquer dano nessa forma, mas Zelda da o Arco de Luz para Link logo de cara.




Ainda assim, ele não sofre dano, mas Zelda abre buracos na casca de energia maligna de Ganon com círculos mágicos de luz, que são como alvos, onde Link pode atirar e assim, ferir Ganon.



Mas ele não morre mesmo assim, e pra finalizar, Zelda precisa abrir uma fresta na testa dele e expor seu olho das trevas (uma Malicia enorme) e ai sim, Link pode atingi-lo pra matar.



Só que Ganon não morre mesmo assim, e Zelda aparece, totalmente iluminada, usando o poder da Triforce pra destruir o que restou de Ganon (na real, dissipar...).



E é assim que Ganon é derrotado. Não por Link, mas sim por Zelda.




Daora que Ganon abandona sua forma Javali e volta pra forma de fumaça pra tentar apelar e voltar pra mesma lutinha mano a mano que eles tiveram por um século... 



Só que Zelda não da nem chance dele chegar perto... 



E pulveriza Ganon inteirinho. 




Mas quanta coisa né? Isso porque falei só de uma porcentagem do jogo (19% apenas), só o que eu considero realmente importante. Como eu disse tem uma fauna enorme, maior que a vista em qualquer outro Zelda, com pássaros, peixes, cervos, javalis, cavalos, lobos, lagartos, borboletas, sapos, cachorros, galinhas... ah as galinhas... que em Zelda se chamam Cucco... e sim, elas atacam em bando se você surrar uma só...


E mano, a coisa vai e vai, tem mais bicho que monstro (mas eu não vi nenhum felino), lembrando até o Twilight Princess, só que aqui, da pra caçar os bichinhos. 



Mas, nada de importante vem deles além de carne, pros pratos que da pra cozinhar ou pra vender.




Enfim, também tem os Dragões... mas eles são um caso totalmente a parte da história, que eu preciso e irei falar só depois, quando eu pesquisar melhor sobre eles.



O que da pra adiantar sobre eles é que todos pertencem a um desafio que a própria Zelda já enfrentou, de ir até as Fontes da Triforce.



Alias, preciso dizer que encontrei o primeiro por puro acidente, e cara, me senti em Shadow of the Colossus, pois ele é enorme, e é preciso derrota-lo para liberta-lo da maldição de Ganon.



E eu ainda tentei derrota-lo sem Flechas, e é preciso acertar os Olhos de Malice que ficam nele, mas eu não consegui, tive de comprar flecha pra derrota-lo.



Os outros dragões aparecem em determinados horários por Hyrule, protegendo tudo, mas esse azul em particular, da Sabedoria, estava corrompido por Ganon.




Só que depois de liberta-lo ele vai embora, entrando num buraco no céu... 



Ele reaparece as vezes, como os outros dois (da Força e da Coragem). Eu fiquei bem encabulado com eles, pois quando aparecem toca uma musica chinesa e tipo, é um evento muito estranho, é lindo e sei la, é legal.



Daí eu passei a ver os outros dragões e achei que era o azul, até que comecei a caçar ele por todo canto, e descobri que eram 3 dragões diferentes, um Azul, um Amarelo e um Vermelho.



Eu descobri os horários do Amarelo e onde ele pode aparecer (é ocasional) e tipo, até peguei escamas e chifres, mas ainda não alcancei os demais dragões, não novamente, só os vi ao longe.




Por hora, bora pra história.

História



Tudo começa com Link acordando.



Link acorda, recebe uma chamada psíquica de Zelda e sai pra ver o mundo.



Ele encontra seu tablet novinho e depois se encontra com o velhinho, que é o rei disfarçado.




Depois de ativar a rede central Sheikah, e fazer com que todas as torres de mapeamento e templos/tumbas se ativassem, Link faz o que é necessário pra convencer o rei não só a se revelar, mas a entregar seu paraquedinhas.




Link recebe o último pedido do Rei, que ao se revelar pede pra ele por um fim em Ganon e salvar Zelda, e Link se prepara pra isso.



Ele conhece Impa descobre um meio de recuperar suas memórias, usando a câmera do tablet e as fotos que tavam na memória dele pra de alguma forma despertar suas lembranças, isso graças aos cientistas que Impa indica.



Daí Link vai até o reino Zora...



Domina o elefante...



Onde a Tromba é o mecanismo que precisa ser movido pra auxiliar na passagem pelo templo/elefante.



Vai até a montanha dos Gorons...



Domina o camaleão...



Onde inicialmente é tudo muito escuro, mesmo estando dentro de um vulcão...




E depois que Link "abre as janelas" o mecanismo controlado do camaleão são suas patas, virando o mapa da horizontal pra vertical ao fazê-lo escalar o vulcão.



Vai até o deserto Gerudo...



Domina o camelão...



Onde a parte que se move do mapa é o tambor central do corpo, em 3 partes.



E por fim vai até a aldeia Orni...



E domina o passarão...



Onde pelo mapa, da pra manipula-lo virando na Diagonal pra direita ou esquerda.



O que ajuda a pegar certos itens, ou pegar altitude pra pular mais longe em alguns pontos, etc.



Por opção, ele investiga o máximo de Templos/Tumbas sheikahs que encontra...



E ativa todas as demais torres de mapeamento...



Conseguindo o mapa completo do continente...



Pega a Espada Mestra...



E ai ele vai pra luta final... 



No Castelo de Hyrule (que é mapeado igual as outras dungeons mas não pode ser movido).



Após a pancadaria contra Ganon onde Zelda finaliza o infeliz...



Zelda e Link finalmente se reencontram.



E fim.



Caso o jogador recupere todas as memórias de Zelda, além de conhecer tudo o que mencionei nessa análise, ainda libera um final pós o final pós crédito (sim, o jogo termina e depois dos créditos tem uma cena, e depois dela, outra cena).

Depois da luta Zelda fala com Link e pergunta "Se se lembra de mim mano?"... juro que achei que ele responderia... mas nah, Link ainda é mudo (pro jogador).




Daí rola os créditos, e o casal de heróis reaparece, frente o Castelo de Hyrule... 


E se despedem dos 5 espíritos que assistem ao longe...


Daí depois disso, na outra cena, Zelda conversa com Link sobre a restauração de Hyrule, e revela que seus poderes, da Triforce, a deixaram. 




Ou seja, a Triforce já não está mais em Zelda. 



Eu juro que esperei ouvir uma dublagem de Link... mas infelizmente não rolou (ainda bem, pois ai sim seria uma senhora quebra de padrão, pois Link jamais falou... não pro jogador).



Enfim...

Em resumo, da pra afirmar que essa é a última história da cronologia Zelda, onde depois de todos os outros Zeldas, divisões, recriações, universos paralelos e etc, a Triforce finalmente voltou a ser uma única peça divina, e ficou em Zelda, resultando no universo enorme visto em Breath of the Wild. 



Mas... esse não é o último Zelda.,. não linearmente, e no fim de tudo, a Triforce deixa Zelda, mas nada impede que ela volte... muito menos apaga os outros males e eventualidades que costumam ocorrer, afinal a Triforce é apenas um dos muitos elementos e mistérios de Zelda. Ainda há coisas como a Deusa Hylia, o Misterioso Povo Sheikah, as Irregularidades no Tempo, a Natureza das Fadas, O Segredo dos Dragões, a Maldição de Ganon, e por ai vai. 

Logo, na minha teoria, quando a Triforce se dividiu em 3 e foi separada junto com seus escolhidos pelo tempo e espaço, cada Triforce desenvolveu sua própria realidade. O problema é que a Triforce é uma entidade viva, e ela desejava além de tudo se tornar uma só, então cada Triforce desenhou seu universo com o propósito de retornar umas as outras, mesmo separadas pelo tempo e espaço. 

Chegaram inclusive a criar "Triforces Provisórias" imitando suas irmãs. Mas o objetivo era a Coragem, Força e Sabedoria virarem uma só, e isso ocorreu antes de Breath of the Wild começar. 

A dúvida era o que ocorreria quando as Triforces voltassem a ser uma só de verdade, se os universos paralelos deixariam de existir ou se apenas neutralizariam e elas criariam um novo universo. Bem, nem um nem outro, tudo apenas se fundiu.



Todos os universos viraram um só. Como isso aconteceu? Bem, não é explicado em Breath of The Wild, apenas é mostrado o fim da história. O processo tem uma diferença de 10 mil anos! (mencionado as vezes no jogo)... 



Porém, o tempo flui de forma bagunçada em Zelda. Um dia, talvez, descobriremos como a Triforce finalmente se reuniu, com as verdadeiras partes... mas até la, é isso.



Algo que comprova essa interpretação, além é claro da prova obvia que é a Triforce na mão de Zelda e a existência de raças que não deveriam existir no mesmo tempo e espaço, é o Continente de Hyrule mesmo. 



Os nomes, de todos os pontos dos mapas, são homenagem a pessoas e seres de TODOS os Zeldas que já foram feitos. Curiosamente, cada Santuário/Templo/Tumba leva um nome original de seu Sheikah morto, mas os mapas, todos eles, carregam nomes de personagens de outros Zeldas, de universos diferentes e tempos diferentes...


E quer saber? Eu acho que o pai de Link, desse Link (que não deveria ser o Link) era um maquinista. Só acho viu... eu vou falar melhor disso um dia... então é mais uma informação que quero registrar. 


Ah, eu nem mencionei as Grandes Fadas que BoTW, pois elas são meio que opcionais. Ta, uma das Missões Principais consiste em encontrar ao menos 1 dessas fadas (na real, apenas a fonte, liberar a fada grandona doando rupees é opcional).



Existem 4, eu achei apenas 3 por enquanto, e só consegui chegar até o Beijo na Boca (a cada refino elas mandam um beijo de uma forma diferente, quanto maior, mais intenso...) 



Então elas entram pra quela lista de "Analises Posteriores" que eu sempre prometo... rs... Podem rolar também atualizações nesse mesmo post, então, é só esperar.



Na realidade eu to aguardando o Cemu (emulador de WiiU) ficar um pouco melhor e mais estável na emulação de Zelda Breath of The Wild, pois apesar de eu ter zerado o jogo, foi algo um pouco revoltante pra se fazer, pois na versão 1.7.4d do emulador, o jogo ta terminável, mas sofre com 3 bugs irritantes e que prejudicam muito a jogabilidade: Queda de FPS repentina pra 0,5, Travada na Câmera Permanente e a pior de todas, Jogo Fechando por Falta de Memória ou simplesmente Crashando. Todos esses bugs ocorrem com certa frequência, o que realmente compromete a jogatina... mas bem, analise pronta!

Os vídeos tão tranquilos, a velocidade do emulador ta aceitável (roda de 20 a 30 fps e o máximo é 30) e os gráficos, tão legais (da pra melhorar, sempre... e com certeza os gráficos da versão do Switch são melhores que do WiiU) mas enfim... talvez na versão 1.7.5 ou se pular direto pra 1.8.0 o jogo já fique perfeito. 

Tenso que eles debilitaram a performance do emulador com outros jogos, tipo Donkey Kong Country Tropical Freeze que tava pertinho da perfeição, e acabou voltando pros problemas de lentidão randômica que sofria nas versões antigas. Mas, okay, questão de tempo só.

E bem, a Nintendo anunciou que haverão atualizações pro jogo, DLCs e coisas assim. Vale a pena esperar pra ver o que surgirá... e quem sabe até lá eu já não tenha meu Switch. 

Trilha Sonora e Ambientação

Algo que eu esqueci de dizer, e agora não sei onde incluir la em cima então, vou deixar aqui mesmo, é sobre as músicas, sons, elementos e influências geográficas.

A música é original, sem aquele esquema de reciclar o tema dos outros Zeldas. Pelo menos no caso das músicas principais, o ritmo é inédito.

As músicas são bem temporárias, você mal percebe quando começam ou terminam, pois são colocadas de uma forma totalmente imersiva. 

São pequenos trechos, nada muito mirabolante, nada muito chamativo ou alto, são músicas simples, de composições curtas e bem serenas, mas que combinam muito bem com a nova cara de Zelda.

Até há momentos que as músicas mais famosas (Tema de Hyrule e Tema de Zelda) tocam, mas só um minúsculo trecho, só um leve toque, com sonoridade lenta, que lembra o tema, apenas lembra.

Há momentos que a música faz-se bastante presente, como durante as lutas contra chefões, templos principais ou na luta final. Tem também a música chinesa que toca quando dragões tão perto, mas ainda assim, não é nada intenso de mais, nem alto, nem acelerado. É tudo muito calmo, muito equilibrado com o jogo mesmo. 

Outra coisa que marca bastante presença são os sons ambientes, barulhos de animais, o vento batendo em árvores, os monstros andando, água correndo, tudo meio que se embaralha dando a impressão de que você esta realmente la, no local onde o personagem está. 

Se você fecha os olhos, você consegue dizer onde o personagem está, não pela música, mas pelos sons ambientais únicos de cada ponto geográfico. E isso ficou lindo.




A nova música tema de Zelda, usada nos trailers inclusive, é de arrepiar, principalmente com a peculiaridade de nunca encerrar. Ela não termina, ela apenas para... e isso é... incrível. 

Por fim, tem as influências climáticas, não apenas escuridão e clareza contrasteando dia e noite, mas várias outras, que eu tenho certeza que no Switch são ainda mais sensacionais.

Quando chove, pode chover forte, pode chover fraco, pode cair raios loucamente (e se Link tiver equipado com algo de metal, atrai raios pra ele). Quando neva, Link sente frio e treme (tenho certeza que os controles de Switch tremem nesses momentos, é a melhor forma de usar o simulador sensorial da Nintendo) e quando ta quente, a intensidade da luz cria uma sensação de abafado, ao mesmo tempo que o personagem se derrete de calor.


Tudo nesse sentido é mais intenso, e mais intensidade é bom... te faz sentir mais o universo Zelda.

Eu precisava registrar isso.

É isso.

Espero que tenha curtido, se sim, comenta ai... se não, critica ai! Eu farei questão de te responder.

See yah! 

12 comentários:

  1. Shady não dá.

    Não costumo ler análises de jogos que não finalizei ou sequer joguei, mas o titulo do texto foi muito contundente e não resistir. Sou o carinha do Half-Life, e já li varias outras analises suas aqui no blog, e o que dizer delas?

    Sua forma de escrever e analisar são sensacionais cara, é algo que não encontro em nenhum outro lugar. Essa habilidade que você tem em conseguir ligar os pontos entres vários jogos, ou mesmo em um jogo em si, e dela criar(ou descobrir a própria realidade implicita e oculta) teorias inovadoras(além de não encontrar em nenhum outro lugar essa linha de pensamento) e que fazem sentido, são interessantissimas e que tem fundamento é muito foda!!! Você consegue escavar ao ponto de chegar no núcleo. Ainda vou terminar de finalizar a franquia mega-man(no original zerei até o 6, no X só finalizei até o X4, e a franquia zero ja terminei todos) para poder me aprofundar melhor nos seus textos.

    Sobre a análise tem algo que acho que passou batido por mim que é a questão de como a Zelda viveu esses 100 anos mas não envelheceu uma unha. Rapaz nessa analise aqui você prometeu umas 4 teorias(de cabeça aqui tem a dos deku e a das great fairy, li o texto ontem a noite), não esqueça de um dia fazê-las. Sobre as great fairy sempre achei elas muito sinistras, e fui ver o video do link com elas no BOTW, e rapaz, tem uma delas que molesta eles rs. O final me lembrou o de Ocarina onde os 4 sábios mais a Impa estão na montanha observando a festa, que pode fazer uma correlação entre os 4 sábios desse jogo e o rei morto. Nunca joguei o Phantom Hourglass, mas sei que tem trens e maquinistas nele, é desse jogo que vem a sua idéia do pai do link?

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    1. Sr Gladiador, na boa... OBRIGADO!!! Mano eu tava esperando ao menos um comentário só pra me motivar... dizer a real a 2 horas atrás dei uma choramingada pro meu irmão pelo fato de ninguém ter comentado na análise de Zelda, sendo que eu fiz ela animadão. Ele até me aconselhou (ele é mais novo, e rebelde, mas as vezes me orgulha pacas quando se esforça pra pensar) dizendo que, o importante é escrever e fazer aquilo que eu gosto, e não apenas receber comentários e feedbacks. Ele até disse "Irmão, as vezes as coisas vão bem, as vezes não, o importante é ser feliz!" e man... só não digo que te amo porque ai eu estaria sendo fácil de mais...

      Mas além disso (sim, eu recebi comentários recentes em outros posts mas seu comentário me deu uma reacendida na chama colossal, vlw mesmo) eu preciso dizer que... me orgulho de conseguir passar essas ideias pra frente sem confundir de mais.

      Sempre gostei de comentar com amigos e meus irmãos, até minha mãe (SH... uma das primeiras ideias surgiu graças a mamãe e suas dúvidas com Silent Hill Filme) mas depois que comecei a digitar, só fui me aprimorando e motivando cada vez mais (repito, os comentários são o ápice da motivação!) e sr, as ideias surgem aos montes...

      Recentemente to terminando um texto sobre minha visão das coisas... é um texto diferente, tenho certeza que muita gente que ler vai me xingar pacas... e to até meio ansioso por isso (eu também me amarro em discussões /mal) e nele talvez fique até meio claro como e o que me leva a ter esses estopins interpretativos.

      Sobre a analise de Zelda... são 19 títulos se não me engano, e só falei de 8. Tem umas teorias bem mais legais e minha mente vive expandindo. Cada nova obra me faz ter novas ideias e teorias interpretativas... esse Zelda respondeu e completou muitas das minhas teorias com Skyward Sword (que alias, era o próximo Zelda que eu planejava analisar, antes do Breath of The Wild sair... mas mudei os plano tudo).

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    2. Mas vamo la, o que responde os 100 anos de Zelda é até bem simples: Ela tava com a Triforce e seu desejo era prender Ganon até Link se recuperar. Desejo realizado. Eu não cheguei a upar uma imagem que mostrava isso mas, ela ficou em um tipo de Bolha Negra com Ganon o tempo todo. A forma "fumaça" dele até saia pra dar um salve as vezes, mas pelo que entendi era algo na mente de Link, com pequenos relances de sua memória (ele viu Ganon surgir dessa forma no Castelo no inicio de tudo). Quando Zelda utiliza o poder da deusa (nesse caso, a Triforce... hah... isso também gera uma outra teoria, que vai ser a última de Zelda da qual falarei... meu deus ela é explodidora de mentes!) ela não sofre com o tempo. Em outros jogos isso fica em mais evidência, tipo tem um que ela fica muito tempo dormindo, igual Link nesse jogo... mas isso fica pro futuro... o fato é que, Zelda se bloqueou para bloquear Ganon junto, e isso a manteve desse jeito até Link acordar.

      Sim, nessa analise eu prometi teoria pra caramba, e vou cumprir e comentar melhor elas em seus respectivos jogos... nem grila.

      As Fadas... mano... eu sempre achei elas meio taradonas e em BoTW elas extrapolaram. Além da semi-nudez de sempre, as gigantonas adora abusar de Link pra seus "refinos". Eu fiquei espantado com o beijo kkk... e Link também kkkk... A história delas começou de uma forma mas em Majora's os significados das Grandes Fadas mudaram completamente, de forma que elas tem um jogo próprio em termos de teorias... secret... rs...

      O final, e o jogo em si foi bem nostálgico e lembrou muito em muitos pontos o Ocarina (tanto que tem uma galerinha falando que é uma continuação direta ou sucessor direto... pif...). É lindo de se ver, mas tem referências a todos os jogos da franquia, o tempo todo... infelizmente eu não sou tão ninja então não peguei todas (é tipo um GTA saca, tem que ir fundo mesmo pra pegar todas as referências) mas eu falei do que considero principal.

      E pra finalizar, yep. Basicamente o pai de Link em Breath of The Wild é ou tem forte relação com o link de Spirit Tracks, que é de certa forma uma continuação de Phanton Hourglas, que é também de certa forma uma continuação de Wind Waker e tem ligação com Between Worlds. É, bagunçado assim kkkk. Mas o que me leva a crer nisso nem é o momento que Zelda fala do pai de Link não ser um espadachim real como ele, nem ao fato de ter uma locomotiva mineradora interativa (que alias, até gera um bug de voo eterno com magnetização rs) mas sim a um pequeno comentário de Zelda sobre sua própria mãe e o fato dela ser espírita (Ela diz que falava com Espíritos) e a Zelda de Spirit Tracks ser, justamente, a única Zelda que foi espirita (no real sentido da palavra, pois Zelda é um espírito que acompanha link, morta mesmo, e tem o papel semelhante a Navi, Ezlo - esse eu nem falei ainda, é a toquinha de Minish Cap - Fai - também não falei dela ainda, é a AI da Espada Mestra em Skyward Sword - a Taya do MM, etc, como guia, conselheira e auxiliar de link). Isso, mas alguns detalhes regionais, técnicos e lineares, me fazem pensar nessa relação.

      Enfim, sr... eu te agradeço muito por comentar, por me apoiar e sr, pode ter certeza que vou me dedicar ainda mais graças a você! Sem exagero, isso me deu uma levantada monstruosa na moral rs... Vou la terminar a digitação, e see yah sr!

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    3. Este comentário foi removido pelo autor.

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    4. Rapaz que bom que te motivei fico feliz por isso, seu trabalho é bom demais. Sites sobre análises e/ou detonados de jogos são assim mesmo aqui no Brasil, poucas pessoas ligam ou se interessam(enquanto uma boa parte apenas olha aquilo que é do seu interesse e depois vaza), conheço mais uma carrada de blogs e sites de jogos fera que nem o seu mas que tem poucos acessos e poucos comentarios, isso eu me refiro a sites de leitura, se for pro lado do videos, minha nossa, quanto canal pequeno que dá show em todos os aspectos mas não tem a mesma visibilidade e feedback dos mais renomados.

      Sobre suas teorias eu fico empolgado em ver elas e como vão se encaixar, essa que você falou do mind blown me deixou curioso aqui.

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    5. De fato, os materiais brasileiros são pouco aproveitados, eu mesmo já achei alguns bons blogs e sites que não parecem ter muita divulgação. Mas também tem muita coisa repetida por ai... tem gente que clona o trabalho alheio e ai fica algo feito, passa a impressão que tudo será igual. Além disos, grandes sites que veiculam informação parecem genéricos de mais. Eu mesmo passei a evitar trabalhos originais brasileiro e foco em sites internacionais, preferindo outros idiomas do que o nosso próprio... já passei muita raiva vendo gente "com medo de falar".

      Ainda assim eu estou satisfeito com meu blog, sei que to começando (3 anos né...) e pretendo ir cada vez mais longe. Queria me profissionalizar em algo pra me focar ainda mais aqui, mas não achei nada do meu interesse, então por hora vou apenas digitando o que penso mesmo rs.

      Esses dias eu tava vendo alguns canais do you tube que curto muito e analisando o tempo de vida deles em relação ao número de inscritos e feedback. O Zangado, tem mais de 10 anos de youtube, o Super Oito (canal esse que fiquei pasmo com a qualidade em comparação ao tempo de vida) tem 3 anos e é um senhor canal. Eu reparei que qualidade nem sempre equivale a quantidade... muitos canais que eu pago mó pau pro trabalho e edição, alémd a informação, acabam tendo menos view que canais que... só por deus...

      Enfim, se eu manjasse até eu me aventuraria pelo youtube.

      Sobre Teorias... pode crer que no mínimo originais elas sempre serão. Não me empolgo nem um pouco pra falar coisas que todo mundo já sabe, então quando digito normalmente é pra dizer o que ninguém disse, ou poucos sabem.

      Enfim, vlw sr Gladiador.

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  2. Ontem descobri um jogo chamado Knucles Chaotix, jogo da franquia do sonic antigão, e vendo uns videos dele encontrei essas musicas.
    https://www.youtube.com/watch?v=IaykX3Cie3E
    https://www.youtube.com/watch?v=FyK-FrmC1QQ

    Rapaz pense numa nostalgia grande que eu senti quando começei a escutar, minha mente parece que tinha ido la para os anos 90, embora nessa decada eu tenha vivido ela apenas como um bebê, foi algo bem forte e deu a sensação que eu estava mesmo naquele tempo viajei legal com varias lembranças da infancia.
    E por causa delas me lembrei de 2 musicas que me transportam pra infancia que são lazy afternoon(essa voce ja deve conhecer)
    https://www.youtube.com/watch?v=WGylrGZPuWQ

    Só finalizei o 1° kingdom hearts mas descobri essa quando estava escutando o tema de traverse town há uns tempos atras, e alem de bem relaxante e nostálgica da vontade demais de jogar os outros jogos da série(ainda pretendo fazer isso).
    E a outra é essa obra de arte do FF6
    https://www.youtube.com/watch?v=SVC7pH3faKE

    Escutei essa versão recentemente depois de longos anos sem jogar os FF de nintendo(nunca finalizei nenhum dos 3, embora tenha chegado bem perto de terminar o 6 e o 4), rapaz pense numa sensação gostosa, comentei até com meu primo que um dia eu preciso finalizar esse jogo ainda, o auge da música é aos 2:28, e com ela vem uma onda de lembranças em mim(tanto do jogo como da época da minha infancia quando jogava muito).

    E depois me veio a mente uma coisa que é bem nada a ver mas me lembra a infância tambem quando passavas as tarde assistindo desenhos, e todavia quando dava as 16 horas começava um programa que você sabia que os desenhos iam terminar ali.
    https://www.youtube.com/watch?v=llYo7LVt3tY
    https://www.youtube.com/watch?v=4JPGTsRytwM

    Tinha ódio desse programa e dessa abertura naquele tempo, hoje ela me traz uma nostalgia enorme e muita saudade. Ás vezes sinto que eu estou mesmo naquelas tardes.

    Enfim, foi um comentário bem nada a ver, mas queria muito compartilhar isso com alguem.

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    1. To ouvindo a música do Knucle Chaotix, a primeira "Door Into Summer"... me lembra uma mescla de Super Bomber Man 4, Flyff e o anime Tenchimuyo... muito nostalgica man. Flyff foi um mmorpg que joguei um pouco anos atrás, em servidor americano, com um cara que eu chamava de irmão. Era show... saudades dele(s).

      A segunda é bem legal... mas sei la, a primeira me deu uma sensação mais nostalgica mesmo. Obrigado por partilhar essa sensação mano, e acredite não é só você que sente isso... tipo... nossas infâncias e passado voltam quando boas melodias como essas se revelam... alias a segunda me lembrou os tempos de apostas em hugel em Ragnarok... rs...

      Lazy Aftermoons... mano isso me lembrou aquele desenho de elefantes que passava na cultura... meu deus que desenho legal... Eu nunca pensei na música dessa forma, na real ela me lembra KH mesmo, porém pelo lado nostálgico... mano qual o nome do desenho? "Babar" eu acho...

      Ff6... meio macabra kkkk... eu não conhecia. Que open Oo... Pode ser uma relação nada haver, mas me subiu a mente Castlevânia.

      Se tem bom gosto pra musicas.

      Sobre a vinheta traumatizante... fogo man... esses programas que surgem pra acabar com a alegria de nossas infâncias. De hora não me recordo de nenhum, e eu sinto que essa do "Sem Censura" me é familiar, mas eu não lembro mesmo nem do programa, nem de momento algum que ela tenha aparecido... acho que eu era muito pequeno.

      Na real eu não era muito de ver televisão... ou eu jogava vídeo game ou criava mundos pros meus bonequinhos. Tenho mais memórias dos universos e do tanto de personagem que matei em guerras avassaladoras.... do que desenhos que assisti. E mesmo assim, minha infância é um tanto vaga em minhas lembranças.

      De qualquer forma, obrigado por compartilhar isso sr. Nostalgia é fogo...

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    2. Ahh ragnarok...
      Jogava na casa de um amigo meu(junto com o battle offline) tenho ótimas lembranças, e aquela musica de prontera em, é uma viagem ao passado(junto com os temas de The sims 2 e gta san andreas). Mas o que eu tinha em casa era Grand Chase, rapaz como passei tempo da minha vida jogando isto, começei na season 2( a melhor disparada, pau a pau com a 1) esse meu amigo jogava desde a 1 e ficava besta com os relatos dele dessa época.

      Sim o desenho era Babar mesmo, eu não gostava, achava meio triste.

      Essa dos bonequinho é foda demais, brincava muito com meu irmão menor e com o filho da empregada que trabalhava lá em casa e meu primo, tinha unas lutas tão sem noção e tão loucas mas aquilo era divertido demais e a cuspideira era grande(som dos golpes e poderes rs).

      Shady e agora o meu pedido, quando você estiver afim de analisar um rpg e caso não tenha nenhum para jogar com urgência, pegue o FF6 please. O jogo é incrivel demais e a trilha sonora é muito marcante. E o que dizer dos personagens, sério me empolgo só de pensar na analise deles em especial 3 deles: a protagonista Terra. Quero muito vê você falando da historia do Cyan, um dos personagem com melhor pano de fundo dos FF, e fico doido pra vê você falar do Kefka o cara é um fi duma égua doente mental insano, o que esse cara faz não tá no gibi, o coringa estudou com esse aí. Fora os eventos foderosos que acontecem durante o jogo. Esse jogo é muito bom e fico até meio sem vocabulário para descreve-lo(claro voce pode achar ele uma merda tambem rs).

      Mas enfim me deixa muito ansioso pensar nessa análise como também na de HL2 e em outros 4 jogos que queria muito vê sua analise deles mas vou deixar para depois, confesso que tô me coçando para digitar, mas acho melhor assim e ir com calma porque se não atropela demais.

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    3. Ragnarok... esses dias eu voltei a jogar, pela 20º vez kkk... na real eu criei uma conta no servidor americano e criei um personagem de uma classe nova que eu tava esperando chegar no servidor brasileiro pra poder criar. Me emplguei pacas, em 3 dias de jogo partindo do zero já tinha pegado lvl 99 e tinha virado a classe que eu queria (se chama Rebellion). Fiz amizade com uma pá de brasileiros, mas depois voltei pra realidade facinho, e to pouco logando la (entro por uns 2 minutos na semana). O jogo não é mais o que foi um dia, e nem tem como voltar a ser... antigamente era outra coisa... acho que nem era só pelo jogo, mas pela minha idade, as coisas sempre são diferentes e melhores quando somos mais jovens rs. Battle Offline cheguei até a analisar de tão daora que o jogo é. Tenho um amigo que vem na minha casa e pede pra jogar, mas eu evito, porque perdi a conta que usei pra analise, e ela já tava bem avançadona. Odeio ter de começar jogos do zero, principalmente depois de já ter analisado, mas que jogos... eu lembro que pegava sa musicas pra por em um jogo amadorzão que fiz no RPG Maker 2006... meu deus que tempos mano! A Música que toca na Mina de Carvão em Arredores de Geffen... a música de Prontera e a música de Moskóvia, são as que mais me causam nostalgia sempre. E a abertura então?! ôh saudades viu...

      Bom Babar, eu lembro da minha mãe mano, eu mesmo nunca curti... mas tinha esse desenho e de uns ratinhos que viajavam pelo mundo que minha mãe amava e eu entrava na onda.

      Mano, briga de bonequinhos... vish... eu gostava de lutar sozinho porque não gostava que os outros interferissem nas minhas histórias e matassem os meus carinhas. Ainda assim acho que a luta mais marcante foi uma coletiva em que um amigo, acho que meu irmão também tava na brincadeira, montamos uma montanha e uma base secreta com cadeiras e a cama e foi uma bagunça, com direito a explosões, barcos, helicopteros, misseis nucleares e uma pá de lutas paralelas... Eu lembro que eu adorava ficar embaixo do cobertor fingindo ser uma caverna, com as propriedades influenciadas pela cor do cobertor e pela quantidade de luz passando por ele.... rolava de caverna com lava até de cristal... lembro da vez que tava na casa da minha "avó", onde tinha um cobertor super fino. que rendeu uma das melhores expedições que já fiz na vida. Foi tão legal, que perdi um pokémon minuatura que eu amava, ach oque era um Mew...

      Então, FF6 dizem que é o melhor em enredo, e eu já sei até qual é o jogo, é um que começa com robôs. Mas eu nunca joguei de fato, apenas comecei e lembro que o cartucho tava arranhado e não passava da abertura, e também a ROM tava bugada na época que tentei emular, mas bora fazer o seguinte:

      RPGs são os jogos mais tenso pra analisar, pois são enormes, e eu não gosto de fazer um trabalho pela metade ou de qualquer jeito, eu gosto de sentir que fiz um ótimo trabalho. Atualmente, tenho que jogar FF15 e Kingdom Hearts (e nesse tem vários) por isso não será tão cedo que falarei de FF6. Na real, eu to evitando jogar o 15 justamente pelo "tempo de vida". Man... RPGs costumam sugar toda minha vida, e eu dificilmente paro de jogar se começar, e pior, depois eu me empolgo muito e não paro de digitar. As vezes, isso me faz consumir o mês inteiro. Sabendo disso, eu evito, mas eu tenho vários pra jogar, que não da pra ficar fugindo pra sempre. De qualquer forma, tenha certeza que ff6 será analisado, e da melhor forma que eu puder. Creio até que irei aumentar em muito meu conhecimento ao analisa-lo, afinal é um jogo muito recomendado.

      E, Half-Life 2... pensei em começar a joga-lo esses dias, na verdade eu estava procurando por um próximo jogo, e essa é uma forte possibilidade. É um dos jogos que prometi analisar a tempos, junto com Fatal Frame, e creio que a hora deles ta chegando.

      Espero que todos os textos fiquem incríveis! E me esforçarei muito pra isso.

      See yah sr.

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  3. Na hora cara. Só não se esqueça das dicas de detalhes que lhe dei na analise de HL1.
    Sei que tô sendo pidão demais mas antes de partir para o 2(caso já tenha partido não tem problema) desse uma olhada em Half-life blue shift e HL opposing force. Os 2 tem informações(e visões diferentes) muito importantes sobre Black Mesa e o universo do jogo e também de 2 personagens fundamentais na franquia, e acredite irão adicionar bastante conteúdo como também responder algumas duvidas suas. Caso não esteja a fim de jogar(não precisa de analise) dê uma olhada nesses vídeos: https://www.youtube.com/watch?v=PairLKyuMXc&index=2&list=PLpC78YHUHPiQER5n-KaGzpVw6A3L7I8Xy
    https://www.youtube.com/watch?v=z-52sIdd0EE&index=3&list=PLpC78YHUHPiQER5n-KaGzpVw6A3L7I8Xy
    https://www.reddit.com/r/HalfLife/comments/5f4iyy/to_all_new_players_of_the_franchise/
    (não se aventure muito no reddit nem nesse post, é cheio de spoilers)

    E caso jogue vá primeiro no blue shift(da pra finalizar em uma tarde), pois o opposing force(esse é um pouquinho maior) tem muito mais novidade e tornam a jogatina melhor. No opposing force faça o treinamento e preste atenção no cenário que lhe cerca.
    E tem o decay(o unico que nunca nem joguei) que é o mais fraco e também é o mais inviável de jogar. Se tiver curiosidade pode dar uma olhada nele tambem.
    https://www.youtube.com/watch?v=MIpI288Wjvg&index=4&list=PLpC78YHUHPiQER5n-KaGzpVw6A3L7I8Xy

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    1. Buaaaa sr Gladiador, faz isso comigo não T_T, eu dei start no Half Life 2 ansioso e empolgado pelos novos gráficos e ai lembrei que foi recomendado jogar as "DLCs" (se é que podemos chamar assim) do primeiro HL... Eu quero jogar, mas também não quero jogar (saca, ansiedade é fogo. Passo pelo mesmo em Kingdom Hearts, onde eu to empolgadão pra jogar o 2, mas tem outros que preciso jogar e analisar antes pras analises ficarem mais completas e fáceis de entender). Mas, façamos assim: Vou jogar, zerar, analisar e publicar o HL2, daí deixo as dúvidas em aberto, e jogo os demais. Dependendo do que acontecer, posso fazer uma análise a parte, ou completar as anteriores (fiz algo parecido com Castlevânia - franquia Dark Lord).

      Eu não entendo absolutamente nada de Half Life (ok, entendo um pouco do 1 já rs) e acho que fica melhor pra analisar assim. Posteriormente vou navegar nos links que o sr me recomendou, mas quero ver se minha mente trabalha do jeito certo no começo... é meio que um desafio que costumo fazer.

      Mas sr, nem grila, seguirei suas dicas (mesmo que na ordem incorreta rs).

      E vlw sr! Vlw mesmo, eu to muito empolgado hoje (sei la, algum bicho me mordeu...) e to fazendo um monte de coisas ao mesmo tempo... deus... eu to no trabalho pra variar! (Trabalho 12x36, dia sim, dia não, e não faço nada além de ficar no portão mexendo no PC e no Celular... kkk).

      Enfim, é isso, see yah!!!

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