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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

AnáliseMorte: Shadow of The Colossus - Conheça e Entenda a História e o Jogo.

Por essa nem eu esperava... 

Meu PC recebeu um upgrade na placa de vídeo que me permitiu jogar de tudo, então resolvi jogar PS2 (vai entender) e iniciei "SoTC". Não planejei jogar até o fim, mas me empolguei e bem, ta feita a análise.



Esse jogo é de 2005, é exclusivo de PS2 e é uma lenda no mundo dos games, uma referência de beleza e cultura digital. E na boa, pelo pouco que joguei (umas 10 horas só) entendi a razão de tudo isso.

A história é bem simples, quase sem diálogos, mas tem certa complexidade e profundidade, por isso já adianto que haverão spoilers.

Boa leitura!


Essa não foi a primeira vez que joguei Shadow of The Colossus e na verdade foi um dos primeiros jogos que experimentei no PS2. O problema é que na época, o principal fator que me fez desistir do jogo por tempo indeterminado foi o lag, o que eu acreditava ser problema no DVD.



O jogo é tão pesado, tão potente, que usa o máximo do hardware do vídeo game, o que da uma sensação de queda de frames por segundo constantemente. Algo horrível, já que deixa tudo bem mais difícil de controlar, com atrasos nos comandos e lentidão de mais. Desanimador o suficiente pra me fazer desistir.

Mas, sempre ouvi falarem muito bem dele, sempre me recomendaram e até pediram textos sobre. Cheguei a ver gameplays e a assistir vários reviews onde endeusavam tal obra, e até meus irmãos diziam ser um bom jogo (eles jogaram com o suposto DVD com problemas assim mesmo, mas não zeraram). Por fim, com o upgrade do PC, decidi testar os emuladores e ver o aumento de performance (que alias, foi estrondoso) e no PS2, não há jogo melhor pra esse fim do que aquele que nem o vídeo game mesmo rodava bem. 

16 colossus com uma espada só, zerei o game. E cara, apesar da raiva, acabei adorando.



No emulador há bugs gráficos e alguns lags que não geram queda de fps, mas causam a mesma sensação de lentidão presente no console, o que é suportável (se todo mundo aguenta isso, eu também preciso me esforçar) e bem, ele não é nada longo, mas é demorado... confuso não?!


No inicio, foi tenso corrigir os bugs, mas todos podem ser solucionados só configurando o emulador (PCSX2)
SoTC é um jogo no estilo Aventura e Ação em terceira pessoa, com elementos de Puzzle (voltado pra resolução de problemas, não de enigmas, quase Estratégia) e com uma característica bem original: Lutas exclusivas contra Chefões. O objetivo é bem simples: Encontrar e eliminar 16 monstruosas e titânicas entidades. Mas, encontra-los já consome um certo tempo, onde com o uso da Espada Mágica (que serve de bussola, apontando o destino em linha reta com um feixe de luz) o jogador precisa descobrir o caminho, atravessando paisagens enormes, dando voltas em montanhas, passando por pontes, escalando, enfim... o caminho nunca é em linha reta como a espada aponta.



Mas isso é só meio caminho andado (pois a outra metade se passa em cima dos colossos rs) onde derrotar um dos gigantes exige uma paciência igualmente grande, e certa aptidão para resolução de problemas, já que cada inimigo tem uma forma muito específica de ser derrotado: Alguns tem pontos fracos que precisam ser expostos; Outros são tão grandes e de difícil alcance que mesmo tendo seus pontos fracos estampados, precisam de meios pra chegar até eles; Uns precisam que todo o cenário seja adaptado à situação pra de alguma forma coloca-los em risco; Tem casos inversos também, em que quem precisa se adaptar é o jogador aos cenários, sempre relativamente enormes. Enfim, tem várias condições diferentes pra cada inimigo (e as vezes todas elas ao mesmo tempo).



E nessa brincadeira, o jogo pode levar horas, dias ou meses (depende do tamanho da sua paciência). Pois não basta apenas descobrir a forma de avançar na história, é preciso por em prática... e com os comandos prejudicados principalmente pela performance, é algo difícil de se fazer. Mas isso não deve ser atribuído apenas a esse defeito, pois a dificuldade também é provocada pela precisão dos movimentos.

MOVIMENTOS



O personagem pode Andar ou Correr (depende do quanto o analógico é pressionado)...



Atacar com a Espada (em cortes simples e padrões)...



Atacar com o Arco (ao utiliza-lo surge uma mira que pode ser reposicionada enquanto segura a flecha... alias, as flechas são infinitas)...



Trocar de Arma (pra alternar entre Arco, Espada ou Mãos Limpas, possibilitado pelos direcionais. Alias, as Mãos Limpas não tem utilidade alguma na hora das lutas)...



Pular, com influência da física (por exemplo: se correr pula mais longe)...



Se Pendurar (e se mover pendurado pros lados ou pra cima, lentamente)



E ai tem a habilidade mais importante de todas: Agarrar (que é basicamente o mesmo que se pendurar, inclusive usa o mesmo botão - R1 - mas se difere pela enorme variação de movimentos possibilitados)...



Agarrado, é possível Fincar a Espada (movimento exigido pra atingir todos os pontos fracos de todos os gigantes)...



Da pra Segurar, e assim ficar pendurado...




Andar pelos monstros pendurado (como eu disse, é uma variação de "Pendurar" e ao invés de ir apenas pra cima ou pros lados, da pra ir pra todo canto, desde que tenha pelinho pra segurar)...



Pular (sim, tanto Pendurado quanto Agarrado é possível pular, dependendo do impulso tomado)...



Também é possível Nadar (e Mergulhar, podendo inclusive permanecer embaixo d'água por tempo determinado, o que permite nadar mais rápido além de se esconder, mas o mergulho não é livre, fazendo com que o personagem sempre fique próximo a superfície, sem ir muito fundo)...



Mirar (nesse caso, é possível travar a mira no inimigo)...



Esquivar (combinando Mira+Pulo+Analógico pros Lados)...



Da pra Provocar (assoviando para os gigantes, o que chama a atenção deles para algumas ações).



E acho que esses são os comandos básicos possíveis. Agora pensa nisso tudo, na hora que escala um gigante, com os movimentos dele influenciando a física ao redor do personagem, empurrando pra tudo quanto é lado, e exigindo um desses movimentos pra poder continuar na batalha, onde no caso de erro o personagem volta pro chão e precisa fazer todos os procedimentos só pra chegar em cima do inimigo de novo. 



Só pra constar, não é possível fazer certos movimento ao mesmo tempo. Ou você agarra, ou você pula. Ou você finca a espada, ou você se segura. Um movimento errado, pode custar horas. E ai ta o grande desafio.



Como os gigantes se movimentam o tempo inteiro, e eles reagem ao personagem, sacudindo, tentando derruba-lo, atacando, olhando... tudo isso influencia no personagem diretamente, e na maioria das vezes é preciso Agarrar pra continuar na luta. O problema é que "Agarrar" (como alguns dos outros movimentos) exige energia pra ser realizado, que é consumida pouco a pouco. 



Essa energia, chamada "estamina", é representada por um circulo rosa. Quanto mais é exigido, mais esse círculo gira e a cor rosa some, se a cor sumir completamente, significa que a estamina acabou, e o movimento é cancelado automaticamente. Adicione a administração da bola de estamina com os movimentos citados acima e os movimentos aleatórios dos gigantes... pois é, temos a coisa mais complexa de se jogar desde a criação de Tetris (rs).



Isso porque tem o cavalo também, que é útil tanto pras jornadas em busca dos alvos, como também é necessário para algumas das batalhas.



É possível Chama-lo (e ele vai pra tudo quanto é lugar, desde que não tenha algum obstáculo impossível de contornar como água ou paredes) usando o mesmo botão pra Provocar os Gigantes (segurando ele, o personagem trava a mira no cavalo)...



Montar (usando o botão de pular, porém do lado dele)...



Galopar em diferentes velocidades (pressionando o botão de galopar várias vezes, o que influencia na velocidade, mas que também é influenciada pelo tipo de terreno. O cavalo sempre vai pra frente, não sendo necessário mover o analógico pra ele avançar, mas é necessário guia-lo para os lados)...



Pular Com o Cavalo (é um movimento automático quando se chega em certos obstáculos)...



Pular do Cavalo (da pra ficar de pé nele, enquanto galopa, pra pular um pouco mais alto ou simplesmente pular mesmo, o que serve pra alcançar certos alvos)...




E por fim, da pra levantar a espada e buscar os alvos (a luz da espada sempre aponta pro objetivo e revela os pontos fracos dos gigantes, mas ela só funciona na luz do sol)...


Ou usar o arco (daí enquanto o cavalo galopa, da pra atirar pra outras direções... útil pra alguns gigantes.)



E enfim, tem tudo isso.

Parece muito, mas na prática... é muito mesmo, apesar dos comandos se resumirem a Analógicos (um pra andar, outro pra mover a câmera), Direcionais, R1, L1, Triângulo, Círculo, Quadrado e Xis.



Simples não?! E ai ta toda a complexidade da jogabilidade. Mas tem o enredo também, que é um tiquinho difícil de entender, pela ausência de diálogos, mas que se torna mais fácil de entender, pela presença de diálogos. Confuso não?! Então... Não há conversas no jogo, não o tempo inteiro, e uns 80% se baseia em pura imersão, jogabilidade e interpretação. Mas, há momentos em que alguns personagens se comunicam, como o protagonista (ele só fala no começo do jogo, na introdução, depois só fala o nome do cavalo), o "guia" (que além de dar as missões, também dá dicas nas horas das batalhas colossais caso o jogador demore muito... mas nada muito detalhado), e um tiozinho que aparece pessoalmente no final. Com esses pequenos detalhes e pequenas falas, é possível entender parte do enredo como algo complementar aos detalhes vistos ao longo da jogabilidade, que apesar de sutis, são cruciais. 

Ainda assim, o enredo é aberto à interpretação, apesar de ser resumidamente bem simples:



Um cara fez um pacto pra ressuscitar uma mina, e pra cumprir sua parte no acordo ele mata 16 criaturas gigantes. Só que isso gera consequências negativas pra ele que acaba se tornando receptáculo de todas as criaturas ao mesmo tempo, se convertendo em uma nova criatura gigante hibrida. No final, ele é destruído por um grupo de outros caras que aparecem na última hora e fogem. De toda forma, o pacto havia sido completo, e a mina volta a vida. O cara também não é de todo destruído, e é rejuvenescido à uma forma recém nascida.



Essa é a história, bem resumida. Claro que há detalhes e mais detalhes que fazem toda a diferença pra compreensão de tudo, como quem é o cara, o que permite o pacto, o que define as regras do pacto, quem é a mina, porque ela morreu, quem são as criaturas, porque elas vão pro corpo do cara, quem são os outros caras, porque e como eles derrotam a nova criatura, e finalmente, porque o cara não morreu e porque ele voltou a ser um bebê.

Mas não se preocupe, pois agora vem a parte realmente importante onde descreverei os personagens (incluindo cada um dos Colossos) ao mesmo tempo em que explico tudo o que precisa ser explicado... sempre naquela onda de interpretação e teorização, buscando é claro, ser o mais conciso e coerente possível, dentro do universo apresentado de Shadow of The Colossus.

Lembrando: Não sou nenhum especialista na série (sim, pode-se dizer que é série com "ICO" e "The Last Guardian" formando uma verdadeira franquia), mas buscarei ser o mais original, e respeitoso possível.

PERSONAGENS

Carinha 
(Viajante / Wander)



O primeiro e principal personagem, é o protagonista, que não tem nome divulgado em momento algum do jogo. Muitos o denominam "Wander", mas diferente de "link" em The Legend of Zelda, o personagem não tem um nome padrão para divulgação pública, ou opção para nomeação. Acredito que até faz parte da história o fato dele não ter nome, como uma forma de transferir a importância de quem ele é, pra o que ele faz.



O nome "Wander" vem de uma adaptação do título original do jogo "Wanda no Kyozou" que em tradução livre fica como "O Viajante e os Colossos", já que "Wanda" equivale a "Wander" que significa "Viajante" em inglês. É tipo tradução de tradução, que depois da mistura virou "Shadow of The Colossus" que alias significa "A Sombra dos Colossos", título que faz tanto sentido quanto o original, ou seja, ambos válidos.



O carinha é desbravador e destemido, não exitando em peitar as enormes e aterrorizantes criaturas que ele encontra em sua jornada. Sua motivação é trazer uma moça de volta a vida, e ao lado de seu cavalo, ele consegue essa proeza.



Ele carrega um Arco e uma Espada. No caso da Espada, ela é um artefato místico usado pra selar uma criatura milenar. Ele rouba a espada de seu vilarejo e vai até uma terra proibida onde a tal criatura foi selada, com o propósito de justamente, restaura-la. 



Claro que ele não conhecia todos os detalhes dessa entidade, exceto o fato dela ter o poder de trazer almas de volta ao mundo dos vivos, o que já foi o suficiente pra convencê-lo de que isso era uma boa opção para trazer a moça de volta.



Só que a entidade é bem mais "maligna" do que aparentava, e como consequência do pacto, ela possui o corpo do pobre carinha, que apesar de ainda manter o controle, também compartilha a vontade dela.



Após destruir todos os Colossos, que eram na verdade personificações de 16 fragmentos da entidade em questão, o carinha se converte em um Colosso e no final, é destruído pela combinação da Espada Sagrada e uma Fonte Sagrada, o que extermina a entidade, e purifica o corpo do viajante. 



Por essa razão, ele volta a ser um bebê, com o físico sob mutação da maldição. Um simples efeito colateral, que lhe converte na forma mais pura possível, mas o mantém com características marcantes da maldição, como os chifres que ele adquire após ser completamente possuído.



Observação: A cada Colosso destruído, o carinha é "teletransportado" de volta pro templo após incorporar a alma do recém falecido monstro.




Isso é um detalhe importante que explicarei mais pra frente.

Agro



Diferente do viajante, seu cavalo/égua tem nome, que é a única coisa que o protagonista diz, o tempo inteiro: "Agro".




Agro, apesar do nome soar masculino, provavelmente é uma égua, apesar de não ter nenhum indicio disso dentro do jogo (foi revelado oficialmente que é fêmea no artbook do jogo... o que na minha opinião não tem grande valor) porém, sei la, acho que faz mais sentido devido a ausência, saca... do negócio... se bem que isso não é um fator determinístico afinal, por questões gráficas podem apenas não ter detalhado isso (em vários aspectos faltam detalhes no animal) e também, ele pode ter sido castrado (porque não?!) não que isso faça a menor diferença... mas beleza ta dito não da pra desdizer.



Agro é um aliado muito fiel, importante e útil para o viajante, dando suporte inúmeras vezes e o seguindo em tudo quanto é parte, exceto quando não da pra seguir. Mas ainda assim, ele ("o animal", pra não dar problemas com gênero) sempre aguarda, e mesmo quando o protagonista "teletransporta" pro templo inicial após as lutas, Agro sempre volta.



Antes da última batalha, ao atravessar uma ponte, Agro se sacrifica para que o viajante avance. Só é possível passar pela ponte de acesso à última arena montado no cavalo/égua e correndo bastante, pois ela desmorona com o peso. Agro não consegue saltar no final e joga o carinha pra frente ao estilo "Yoshi". 



Porém, é possível ver Agro caindo na água, e com isso o animal apenas quebra a pata, voltando lentamente até o templo inicial do jogo.


Repare que Agro não aparece no chão. Essa é a cena em que só o cavalo cai.
Ele reaparece depois que o protagonista mata o último colosso e é possível ver seu estado. Isso é um exemplo de lealdade, onde o animal faz questão de voltar pro seu amigo, mesmo depois de praticamente ter morrido.




E alias, sair do local onde ele caiu com toda certeza foi muito difícil já que é um local inacessível.



Curiosidade: É possível "morrer" com Agro na cena da ponde, ou sem ele, e em ambos os casos é possível ver os personagens se chocando no solo, ao longe.


Repare que o corpo do cavalo aparece na cena, com o viajante provavelmente embaixo. Essa é a cena em que ambos caem juntos e da game-over, e o carinha não desmonta do cavalo durante a queda (por isso acredito que ele esteja embaixo).
Isso justifica os "game-overs" em contraste com o "milagre" de Agro.


Mono



A garota que motiva toda a matança, mesmo que contra sua própria vontade, é Mono.




Antes de tudo começar, ela já ta morta, e ressuscita-la é o objetivo do protagonista. O que causou sua morte porém, é parcialmente um mistério: Ela foi Sacrificada por ter um Destino Amaldiçoado, mas logo em seguida, o carinha pegou seu corpo e foi em busca da ressurreição.



Isso foi uma atitude totalmente contra os princípios da aldeia do carinha, e da mina, o que fez com que o carinha fosse "caçado" e quase impedido. 



Durante o ritual, Mono tenta impedi-lo, avisando e pedindo pra ele não continuar, mas ele continua assim mesmo, na esperança de vê-la levantar. Essa esperança se renova com o tempo, gerando até visões.



Quando Mono fala, é quase inaudível, mas vai ficando mais fácil de escutar conforme os gigantes são mortos. Apesar de não ser algo legendado, em declarações oficiais foi dito que o que ela diz é "Pare" ou algo do tipo. Mas, é possível ouvir risos também, em meio a uma luz branca fortíssima, o que deixa a dúvida se era mesmo Mono falando, ou uma mescla de memórias deturbadas num flash reluzente. 



O idioma falado no jogo é inventado, então não é possível "traduzir" as falas difíceis de ouvir da voz feminina... mas... faz sentido interpretar os sons que surgem na luz após a morte de cada Colosso, como inicialmente o "vilão" rindo, por seu ritual estar em processo, e próximo ao fim, Mono lamentando e tentando avisar que o que o protagonista ta fazendo é errado.



Isso faz sentido pois, no fim de tudo, quando ela se levanta, ela trata toda a situação com certa frieza, e até quando pega o bebê no colo, sabendo que é o carinha, ela não demonstra qualquer choque, apenas lamentação, como se estivesse decepcionada porém entendesse.



Também, é mostrada a carcaça de cada Colosso derrubado em sequência, como uma forma de ilustrar o tamanho do sacrifício feito para trazê-la de volta, e com o tom fúnebre das cenas, fica claro que isso não é algo para se orgulhar, mas sim para se lamentar.



Qual a maldição de Mono que a fez ser sacrificada, não é dito. Porém, quando os outros carinhas aparecem pra impedir o protagonista, eles encontram o corpo dela num altar, e velam por ela, como se estivessem terminando um enterro.



Provavelmente, o carinha roubou o corpo antes mesmo do velório, e a tal perseguição foi inicialmente realizada para finalizar o ritual de purificação e descobrir quem havia roubado a Espada e o corpo.



Enfim, ela ressuscita no final... mas o final não é nem de longe algo bom.

Dormin



O "vilão" do jogo, é também o grande guia.




Dormin é o nome da entidade que se comunica pela luz, e aceita fazer o pacto com o carinha, exigindo a morte de todos os colossos. Ele... Ela... Eles... é uma aglomeração de seres, semelhante a "Legião" (demônio formado por vários demônios fundidos) e apesar de parecer bem "santo" (afinal, fala através de luz) essa criatura é uma entidade maligna, que se passa por divina.



Na verdade, todos os Colossos são Dormin, ou parte dele.




Essa entidade foi selada juntamente com uma enorme região, considerada amaldiçoada só pela presença dela. Essa região é onde cada um dos Colossos se encontram, e é o local em que o protagonista precisa viajar e massacrar geral.



Não há forma de acesso além de uma ponte gigantesca, e mesmo pelo solo, é impossível sair ou entrar, pois o local é completamente selado. Dormin estava parcialmente preso ao santuário na entrada da ponte, e o restante estava dividido e espalhado por toda a terra selada.



Além disso, cada parte de Dormin se encontrava presa à forma de um Colosso, incumbido de uma tarefa repetitiva e eterna. Os colossos alias, ao que tudo indica, são apenas amontoados de rochas, fundidos a construções antigas, reanimados como criaturas vivas e por fim, possuídos por espíritos puros e uma parte de Dormin. Eu diria até que guerreiros humanos e animais serviram de receptáculos eternos pras partes da entidade... sacrifícios enormes que enfatizam a periculosidade do infeliz.



Dormin possui poder sobre a vida e a morte, e tem como habilidade a capacidade de trazer almas de volta ao mundo vivo. Porém, ele só consegue isso estando em sua forma real, total, completa... e com a existência dos Colossos ele jamais conseguiria isso. Daí partiu o pacto, acordo esse possibilitado graças ao protagonista e a espada santa, que foi justamente a arma usada pra dividir Dormin.




Claro que o carinha não sabia de tudo isso. As lendas que ele havia ouvido mencionavam apenas o poder da ressurreição e o fato de ser algo proibido, mas ele não sabia da maldade da entidade, muito menos das consequências de se mexer com ela. No final, ele vira o novo receptáculo de todas as partes de Dormin, incluindo as presas no santuário, e ai se transforma num ser enorme e sombrio, que seria sua personificação completa.



Mas os carinhas que aparecem só no final fazem questão de destruir a espada santa, arremessando ela numa fonte sagrada dentro do santuário.




Isso causa uma explosão seguida de um turbilhão de luz, que absorve e destrói todo o mal de Dormin.



Agora vem um detalhe importante: "Dormin" invertido fica "Nimrod".

O que significa isso? Bem, é basicamente a explicação complementar mais interessante do jogo:

"Nimrod" ou "Ninrode" é o nome de um rei antigo, que simplesmente se revoltou e desafiou Deus.

Conhece a história da Torre de Babel?! Não? Eu resumo:




Depois do Dilúvio que limpou e purificou a terra, Noé reiniciou a humanidade. 3 gerações apenas e uma nova raça humana inteira já havia se formado, com direito a sociedade e tudo mais. Mas, novamente, eles passaram a blasfemar e decidiram desafiar Deus. A nova sociedade decidiu criar uma torre que chegaria aos céus, com o intuito de chegar até Deus e assim, desafia-lo pessoalmente (brinca!). Além disso, a Torre seria tão grande, que nenhum outro dilúvio seria capaz de exterminar a nova raça humana, ou seja, eles não tinham medo algum. Então, durante a construção, todo o povo se uniu e criou não só uma única e enorme cidade que cercava a construção, onde toda a raça humana poderia viver em união, como eles se juntaram e botaram a mão na massa pra valer, fazendo uma torre cada vez maior. Porém, Deus não curtiu, e apesar de reconhecer que a humanidade estava ao menos se ajudando e trabalhando junto, ele decidiu ferrar com tudo isso, mandou anjos descerem na torre e hackearem o cérebro da galera, fazendo com que todo mundo falasse em um idioma diferente. Deu merd4, as pessoas começaram a se estressar, revoltar umas com as outras pela falta de comunicação, e o projeto ruiu. A cidade, bem como a Torre, foram abandonadas e a humanidade se dividiu, com vários grupos menores formados por aqueles que conseguiam se entender. Geral se separou, e Deus conseguiu o que queria, fazendo a humanidade inteira parar de trabalhar junto e se separar pelo mundo. Resultado: Idiomas Diferentes, Nações Diferentes, Culturas Diferentes, Crenças Diferentes, Raças Diferentes e no final, chegamos onde chegamos, com o Google... foi um atraso de milhares de anos, mas a raça humana deu um jeito de superar as diferenças culturais e comunicativas e apesar dos pesares, tamo junto de novo... claro que sempre mantendo o temor a Deus.

Essa história é uma história bíblica, que tenta explicar o fato do mundo falar línguas diferentes. Antes da divisão dos idiomas, geral falava hebraico... peço desculpas se de alguma forma ofendi sua religião com meu resumo, mas só tentei ser bem claro, sem ser muito crítico.

Bem, o cara que juntou a humanidade contra Deus, foi Ninrode, um Rei, muito do panaca, que se auto-intitulava deus do novo mundo, e queria mostrar que a humanidade não tinha nada a temer. Consequentemente, ele provocou a ira de Deus e gerou a divisão mundial. Sua torre, foi batizada por Deus como "Torre de Babel", onde "Babel" significava "Rebelião" ou algo do tipo.


Então, a ideia de um ser maligno que se passava por divino, violava as leis naturais e foi selado por uma espada santa que o dividiu em várias partes, incluindo 16 seres gigantes, é uma inspiração na história Bíblica da Torre de Babel, onde Dormin equivale ao Rei Idolatrado chamado Ninrode, as Sombras e os Colossos equivalem aos idiomas diferentes que impossibilitavam a comunicação da raça humana, os locais onde cada colosso foi preso e fadado a uma vida repetitiva e limitada ao seu espaço equivale aos diferentes povos e as regiões povoadas, e a terra amaldiçoada equivale ao novo mundo, separado pelos idiomas.

Legal né?

Lorde Emon




Dentre os carinhas mascarados que aparecem, o único que tem destaque e tem o nome citado é o Lorde Emon, um xamã velhinho que tenta recuperar o corpo de Mono e a Espada Sagrada roubada.



Emon descobre que o carinha foi o ladrão, e fica até meio surpreso por isso, o que deixa claro que ele não sabia dos planos dele em ressuscitar Mono ou restaurar Dormin.



No inicio do jogo, quem conta a "lenda de Dormin e a terra proibida" é esse mesmo xamã, que provavelmente contou essa história e outras para os habitantes de sua terra natal, dentre os quais estava o carinha viajante.



Mal sabia ele que isso influenciaria no futuro e provocaria o retorno do grande mal.




Mas, perto da conclusão de tudo, ele surge e acaba com toda a alegria do carinha, mandando executa-lo, após tentar abençoar e terminar o sepultamento da moça morta, e quando tudo da errado e o carinha se transforma num monstrão, ele apela pra destruição da espada sagrada junto à fonte sagrada...



E pra ter certeza que ninguém mais sairia ou entraria naquelas terras vis, ele simplesmente explode a multi-quilométrica ponte, logo atrás dele...




E ainda manda um "Quero ver vazar agora."... ou quase isso.



Bem bad-ass, o cara da máscara é o mocinho, e o vilão ao mesmo tempo. Pois apesar dele deter o real vilão, ele também ordena a morte tanto da mocinha quanto do protagonista. Ou seja, ele só aparece pra acabar com todo mundo e por um fim na fantasia. Algo que ele quase consegue, se a mocinha não tivesse ressuscitado, o carinha não tivesse regredido à infância e o cavalo não tivesse voltado. Os 3 ficam presos porém, nas terras amaldiçoadas e isoladas, cheias de vida, onde provavelmente sobreviveriam de boa, por muito tempo. 



O final não é de todo ruim... seria bem pior se o ritual tivesse falhado, o carinha evaporado e o cavalo morrido.



Coincidência ou não, "Emon" é "Nome" de trás pra frente. Se seguir a lógica de Dormin, o nome de Emon teria um significado bíblico também, de grande importância, que eu não consegui descobrir. Mas, sem querer ser limitado de mais ao meu próprio idioma (se bem que "nome" vem do latim "nomen"), "Nome" é um grande X da Questão em Shadow of The Colossus não!? A necessidade de nomear é uma base para a comunicação, pensando dessa forma, Lord Emon seria a personificação da ideia da comunicação, em oposição a ideia da torre de Babel (fim da comunicação). 

As Sombras




Certo certo, antes de falar dos grandes colossos, preciso falar de algumas criaturas que podem ser observadas ao longo do jogo, começando pelas Sombras.




Logo de cara, o protagonista é recepcionado por sombras, várias, que são criaturas sombrias de forma humanoide. Com o poder da luz da espada sagrada, o carinha destrói todas as sombras, de longe, sem nem precisar lutar. Isso chama a atenção de Dormin que começa a se comunicar telepaticamente. Fica meio claro que ele fala dentro da cabeça do carinha, pois quando ele ta fora do santuário (local onde os encontros ocorrem) Dormin pode se comunicar dando dicas de como acabar com os colossos.




Pois bem, as sombras são resquícios do mal, principalmente de Dormin. São fragmentos que não foram incorporados à Colossos, que vagam e buscam por hospedeiros de forma desesperada. Eles são conscientes mas, parecem obedecer a vontade da "maioria", já que eles não atacam ou se fundem ao protagonista antes da hora. Eles também não tentam se incorporar em Agro ou na mocinha morta, o que significa que eles, no mínimo, obedecem as ordens de Dormin, afinal qualquer influência em Agro ou em Mono poderia despertar desconfiança na mente do carinha.



A cada Colosso morto, uma sombra aparece. Isso significa que as sombras que estavam incorporadas no colosso passam para o protagonista, e o levam até o santuário, onde passam a aguardar pela restauração da forma total, pra então invadirem o corpo do viajante, todos de uma vez só, e formarem Dormin. Por esse motivo eles não atacam, não atrapalham, nem fazem nada contra o protagonista. Na verdade elas ficam paradonas, observando, e na maioria das vezes se escondem quando o protagonista acorda.



Exceto no final...



Onde elas se empolgam e assistem a restauração de Dormin de camarote.

As Pombas

Religiosamente falando, os ratos de asas quando são brancos simbolizam "pureza".




Pra cada colosso morto, uma pomba branca aparece ao lado do corpo de Mono. 



Isso é o que sobrou da pureza dos colossos, que no final das contas não eram criaturas malignas, mas sim receptáculos de fragmentos de uma criatura maligna.




Como mencionei, cada Colosso parece ter uma função específica e bem limitada, e curiosamente, nenhum deles é violento. Todos precisam ser provocados para se tornarem violentos e assim, serem mortos (mesmo alguns tendo um comportamento agressivo, é só depois de provocados, ou depois de terem seu território invadido). Por isso, eu diria que eles só atacam, pra se defenderem, e defender o ritual que mantinha Dormin incompleto. Quando a espada é usada contra eles, e destrói seus pontos vitais (runas, provavelmente selos dos receptáculos) o que é bom é separado do que é ruim, e convertido em algo simples: Sombras e Pombas. 




A única exceção é o protagonista, que sofreu tanta influência do mal e da luz divina, que seu próprio corpo foi reduzido a uma criatura nova, ao invés de pó, pombas, sombras ou qualquer outra variação.

Os Ídolos



Quando cada colosso morre, uma de 16 estátuas no santuário explore, justamente a correspondente ao tal colosso.




Isso significa que, um dos fatores que possibilitavam a divisão eram os ídolos, as estátuas que ao que tudo indica eram idolatradas no tal santuário, antes do fim de tudo. Cada uma simbolizava um colosso, e a estabilidade delas simbolizava a vida do colosso. Com os selos quebrados e o colosso morto, as estátuas também "morriam".



Provavelmente, Dormin não foi dividido em apenas 16 partes (afinal, já tinham 4 sombras soltas e talvez até mais quando o protagonista chegou no templo). É possível também que haviam outros templos, com outros ídolos que demarcavam mais Colossos. Isso casa bem com o fato de haverem ruínas por toda parte, com templos e o que parecem ser Colossos mortos formando as paisagens. 



Algo que fica muito claro, é que quando um colosso morre, ele vira parte do meio ambiente. Ele se divide em um monte de coisas, e além de surgir um enorme feixe de luz em direção ao céu, também surge sua carcaça que se mistura muito bem à paisagem, deixando poucos vestígios de que aquilo no chão (ou água) um dia foi vivo. Só parecem um monte de rochas e mato aleatórios e amontoados... Curiosamente, tem muita coisa estranha nas paisagens, formas rochosas incomuns e não é impossível a existência de outros colossos pela enorme região amaldiçoada.



Alias, tem muitos pontos no mapa que não são obrigatórios de se visitar, e outros com entradas sem destino algum, sem razão pra existirem e passagens pra lugares vazios de vida, mas cheios de ruínas, árvores mortas ou vivas, torres, etc. Eu sei que os produtores do jogo tiveram de descartar dezenas de colossos, e que o número total de inimigos gigantes ultrapassava 40 nos planos originais, mas... acredito que o fato de terem deixado tantos vestígios e resquícios de cenário foi uma forma, muito bem bolada e executada, de incluir um passado geográfico inquestionável no enredo. Talvez... outros estiveram ali antes do protagonista.

Os Colossos


E bem, por fim, bora falar dos colossos... que são gigantes feitos de pedra, bem como a definição da palavra origem "colossus". Por vezes eu os chamo de "Titãs", "Gigantes", "Monstruosidades Descomunais", "Grandões" e etc, pois todos esses termos servem para identificar seres com as mesmas características: Grandes Pra Cara%#$.



E é sério, essas coisas são realmente gigantes, chegando a tamanhos absurdos, praticamente impossíveis de enquadrar em uma única imagem. Apesar de absurdamente grandes, eles não são fáceis de encontrar, e mesmo depois de encontrados, não são fáceis de derrubar. O que define suas vidas, como mencionei, são as runas diversas espalhadas por seus corpos, e atingi-las com a espada sagrada é a única forma de vence-los... mesmo que isso pareça impossível de se fazer.

1° Colosso
O Grandalhão Armado das Montanhas




O primeiro colosso é encontrado após uma escalada de leve. Ele fica andando de um lado pro outro bem de boa, na dele, com várias aves sobrevoando sua cabeça.


Apesar dele carregar uma clava, ele não é violento, e só parte pra luta quando provocado, seja com flechadas na perna (ou em partes desprotegidas) ou insistentes assovios. 


Ele é bem lento e fácil de derrotar. Tudo que é preciso fazer é escalar sua perna, usando os pelos (que parecem mato),pegar a espada, finca-la em um ponto fraco menor dele e aproveitar enquanto ele ajoelha de dor...


Pra subir nas plataformas em seu corpo e chegar ao seu ponto vital bem na testa.


Daí, é só meter a espada e se segurar pra não sair voando conforme ele se sacode.



O sangue dos colossos é preto, e jorra bastante a cada fincada, e continua jorrando até depois que eles morrem e caem.


Mas após suas mortes, esse sangue sai completamente deles e vai pra dentro do protagonista, marcando o momento em que ele é possuído pelo mal.


Também deixando os corpos escuros e sem vida (que depois se transformam em mera paisagem).

2° Colosso
O Tourão




O tourão chega arrebentando tudo, destruindo uma parede em que aparentemente ele estava preso e correndo pra cima do protagonista e seu cavalo... mas não de forma muito agressiva também. Ele não parece querer esmaga-lo nem nada, até ser provocado.



Ele é bem grande, e praticamente invulnerável, sendo quase impossível alcançar seus pontos fracos na parte de cima de seu corpo. A arena, apesar de ter pontos altos como pontes ou montanhas, não permite a escalada deles...




E também não da pra pular no pelo ou na "armadura" dele mesmo com o suporte do cavalo, pois o salto não é tão alto.




Ele é quadrupede, e usa suas patas pra correr (ah vah!?) e pra tentar pisotear o protagonista... é ai que mora sua fraqueza: Suas patas.




As solas brilham, o que chama bastante a atenção. 


Quando ele se levanta pra atacar, fica bem mais visível isso, e acertando a sola do seus cascos, o bicho cai, possibilitando a escalada em sua pelugem e no seu corpo rochoso.




Logo depois de conseguir chegar no seu dorso, o infeliz se levanta e cara... é só metade do caminho.


Ele tem vários pontos fracos, e muitas plataformas em sua armadura, o que dificulta chegar neles, mesmo depois de estar em cima dele.


Um de seus pontos fracos fica na cauda, e é o mais fácil de chegar em cima dele.




Mas o outro fica na cabeça, e com as paredes no caminho fica relativamente difícil chegar nela. Eu joguei no modo "Normal", e o caminho até a cabeça é o mais simples possível, mas eu inventei de pular nos pelos ao lado do corpo e tentar escalar pelo pescoço... resultando num desperdício de tempo, pois não há acesso pelo pescoço, mas tem até uma plataforma pra descansar e recuperar estamina (só pra ver que bancou o trouxa e vai ter que voltar tudo).


Mas, pra chegar na cabeça é só passar pendurado pelas paredinhas no corpo dele...



E sentar a espada, sempre se segurando pra não sair voando.



Daí ele morre, e seu sangue vai pro protagonista.



3° Colosso
O Grandalhão Armado das Nuvens




O terceiro colosso fica numa plataforma suspensa no meio de um lago... o que deixa a batalha contra ele bem tensa, pois um pequeno erro, e o jogador não cai só do colosso, cai no lago, o que exige uma escalada enorme (na rampa de acesso pro topo), pra depois ter mais uma escalada enorme (no gigante)... 


Isso porque tem até um "salto de fé" que precisa ser dado da escadaria em espiral pra plataforma da torre, pois o acesso é quebrado. Esse salto, se for dado da forma errada (sem impulso suficiente) provoca algo pior que a  morte: Uma queda de volta pro lago.




Pois bem, na arena, que fica bem alta, o desafio é arranjar um jeito de chegar à cabeça do colosso, que diferente do primeiro colosso armado, ele não tem matinho na panturrilha... e também não tem ponto fraco nos pés pra fazê-lo se ajoelhar. Ele só é enorme e inderrubável, e depois de levantar uma vez, ele não deita mais.


Eu demorei um pouco pra descobrir como derrotar essa coisa, mas não foi um dos mais difíceis. Ele tem uma enorme torre na mão, que é sua arma, praticamente uma ponte de acesso ao seu corpo. 


Ele usa ela pra atacar, e demora um pouco pra levantá-la novamente, sendo o suficiente pra subir nela e escalar (se o protagonista fugir do impacto é claro)... porém...


Ele tem rochas em seu braço, que impedem o acesso pro resto de seu corpo, sendo necessário romper esse obstáculo antes de tentar escala-lo (foi pra descobrir isso que eu demorei)...


Pra quebrar o anel do seu braço, é preciso fazê-lo acertar o golpe da torre em um dos altares espalhados pela arena, que são feitos de algo resistente suficiente pra devolver o impacto, o que ferra com a defesa no braço dele.


Com isso, é só escalar seu enorme corpo e buscar pelos diferentes pontos fracos...


Um ponto fica na cabeça, que é fácil de chegar e deduzir.

 

O segundo fica na barriga, e esse eu descobri por pura sorte (cai bem da cabeça e fui parar nele).


Daí é só se pendurar e esfaquear até ele morrer.



Daí ele sangra, cai, morre e fim de mais um grandão.



4° Colosso
O Cavalão




O quarto colosso tem o formato que lembra um cavalo, mas suas patas são totalmente de pedra e pontudas, sem possibilidade de escalada ou pontos fracos.




O mapa em que ele é encontrado é um tipo de clareira com uma caverna subterrânea de 4 entradas opostas umas as outras e conectadas pela caverna, que mais parece um templo abandonado.

 

Agro pode participar da luta, mas não serve de muita ajuda pois o objetivo é atrair a atenção do cavalão pra uma das entradas, fazê-lo se distrair atacando e tentando cavar pra pegar o protagonista, enquanto o mesmo entra na dita caverna, sai pela oposta e corre até o cavalão, por trás, pra alcançar sua cauda.


A cauda dele é praticamente uma escada pro seu corpo, mas é alta, só sendo possível alcança-la no exato momento que ele levanta as patas dianteiras pra dar um golpe forte nas cavernas. 


Com isso, é só pular, agarrar, escalar, se segurar...



Literalmente cavalgando em seu corpo, pois ele tenta jogar o protagonista de cima dele o tempo todo.



Depois, é só mandar ver no ponto fraco, filho único, na cabeça.



Com isso, mais um grandão morre, deixando sangue pro viajante.



5° Colosso
O Passarão



O quinto aparece em ruínas cercadas por água.




Ele é um pássaro gigante, que fica paradão na dele até ser provocado. Sua cauda é enorme, maior que a envergadura de suas asas, e ela quase toca a água, com ele em cima de torres (parece até um toten). Só que sempre que o viajante chega perto, ele voa pra longe.




Mas depois de atacado por flechas ele começa a voar em círculos, e quando ele chega perto, é só pular nas suas penas... 


Que na real são mais daquele pelo em forma de mato que os colossos tem.



Então é só se segurar enquanto o pássaro voa, com rajadas de vento e batidas de asas violentas.




É muito interessante andar em cima dele, pois ele se move muito rápido, e é uma batalha cheia de adrenalina e baixa estamina. O protagonista não pode ficar o tempo todo agarrado, pois a estamina baixa fácil, sendo necessário arriscar e andar normalmente entre uma batida de asas e outra.



Então é só ir até a ponta da enorme cauda e fincar a lâmina.



Depois ir na ponta das asas, e fazer o mesmo...



Claro que com elas batendo com toda a força, e em alta velocidade, mas não é muito difícil...



Com isso, é só assistir a queda de outro colosso.



6° Colosso
O Barbudão



O sexto grandão é encontrado em um outro templo abandonado, com um tipo de portão enorme por onde o viajante desce.



É dele que o barbudão sai, explodindo tudo.



Ele é violento e destrutivo, sai quebrando tudo e demolindo paredões inteiros só no chute...



O viajante precisa escapar dele escalando e pulando muros que ele derruba logo em seguida...



Mas no fim, ele para de destruir e perde o viajante de vista, expondo sua fraqueza: A barba.




Ele abaixa pra procurar, ao invés de sair chutando tudo, e sua barba fica ao alcance do protagonista, que pode agarra-la e escalar.


Daí é só dar a volta no pescoço, subir pela espinha e esfaquear a nuca do barbudão.



E depois ir pras costas e fazer o sangue jorrar, enquanto segura firme porque o cara balança muito.



No fim, ele desaba, e seu sangue vai pro viajante.



7° Colosso
O Peixão Enguia



Em um lago muito maior que aquele em que o passarão apareceu, surge um colosso subaquático.




É impossível alcança-lo, pois o carinha não sabe mergulhar fundo, e também, o peixão foge sempre que o carinha se aproxima, indo pro fundo do lagão. 


Tem uma plataforma no lago, na qual o protagonista pode ficar e observar os movimentos do peixão. Inicialmente, acreditei que era preciso saltar na hora exata em que ele passasse perto da superfície e tentar agarra-lo...


Mas ao fazer isso, ele ia pro fundo antes mesmo do carinha tocar na água. Daí, fiquei um bom tempo só olhando ele, até que reparei que ele se aproximava as vezes, mas nunca acima da superfície. No máximo, suas barbatanas ficavam expostas, mas era impossível chegar nelas antes dele afundar.



Então, pensei na alternativa de pesca-lo. Tentei atirar com o arco, sem sucesso. Tentei iluminar com a espada, sem sucesso. Daí me joguei e fiquei paradão, esperando que ele atacasse... e eis a fraqueza do peixão: Ele age como um peixe mesmo.




Ele tenta devorar o carinha (que vira uma isca viva), o que faz ele ir à superfície e numa jogada rápida de movimentos (só agarrar) o carinha cola nas costas dele.



Uma vez preso à ele, ele tenta se livrar do parasita, se sacudindo e se debatendo, mergulhando fundo e indo à superfície...




Quando ele fica acima d'água, da pra andar e fincar a espada (embaixo d'água não da pra se mover, apenas segurar e torcer pra não morrer afogado)...




Ele também usa eletricidade que sai a partir de suas barbatanas, mas não é nada muito danoso. Então, depois de acertar seus vários pontos vitais...



E alcançar a cabeça, onde seu principal ponto fraco fica...



É só finaliza-lo, evitando ser jogado pra longe é claro, pois ele se debate e mergulha pra caramba...



No fim, ele morre, e afunda.



8° Colosso
O Lagartão Escalador




O oitavo colosso fica no que parece ser uma prisão (pelo menos pra mim, lembra bastante). Uma torre alta, cilíndrica, com escadas conectando os vários andares. O lagartão fica no meio dela, parado na dele, sem incomodar ninguém.


O carinha precisa descer, e provoca-lo. Com isso, ele passa a atirar bolas de gás venenoso, enquanto escala a torre buscando pelo cara chato que invadiu seu território.


É uma batalha complicada pois ele não tem nenhuma fraqueza exposta. Ele apenas escala, muito rápido, e atira não importa a distância. Além disso ele sempre consegue achar o viajante facilmente, e seu ataque impregna a região que atinge por um tempo, o que causa dano caso o carinha fique nela.



Logo, o carinha não pode ficar parado, tem que subir as escadas, dar voltas na torre, na tentativa de distrair o lagartão... isso só pra sobreviver... enquanto tenta encontrar a fraqueza do colosso.



Alias, foi sobrevivendo (depois de morrer rapidamente umas 3 vezes) que percebi que as patas do lagartão brilham nas juntas, o que pode ser acertado por flechas... e essa é sua fraqueza.


Acertando suas patas ele perde o controle da aderência e cai, ficando imóvel de cabeça pra baixo, com a barriga exposta.


Dependendo da altura, ele demora mais pra se levantar, daí é só dar um jeito de descer rápido e fincar a espada várias vezes em seu peito, onde o selo fica.


Com isso, ele sangra até a morte.


9° Colosso
O Jabuti Gigantão




O nono colosso parece um jabuti enorme (tartaruga exclusivamente terrestre) que sai de uma caverna em uma região com gêiseres.


Ele não é nada lento apesar do tamanho e de sua natureza animal, mas sua fraqueza é até meio óbvia.




Ele tem um casco bem rochoso e nenhum ponto fraco a vista, porém há gêiseres que ele faz questão de passar por cima. Fazendo ele parar em cima de um deles, cronometrando a hora em que o jato de água sairá... ele simplesmente é tirado do chão, e fica suspenso no ar enquanto o gêiser durar.


Suas patas brilham no calcanhar, algo que fica exposto quando ela flutua, o que é praticamente um alvo. Acertando flechadas nos calcanhares do monstrengo, quando ele volta pro chão, ele cai de dor, possibilitando a escalada pro topo de seu casco.



Daí ele se levanta, começa a sacudir e correr, enquanto o carinha passa pelas formações rochosas do casco, até chegar ao topo da cabeça...


Onde o selo fica. Daí é só brincar de gêiser com o sangue do bichão...



E mais um colosso vai pro chão.



10° Colosso
O Verme de Areia Grandão



O décimo colosso vive numa caverna repleta de areia,  onde ele literalmente nada na areia.




Ele é enorme, mas se move rápido, e se já era difícil acertar um colosso submerso, imagina um submerso em areia (é sólida, não da nem pra ver ele)! Ele é impossível de acertar, e é bem mais violento que o peixão. Por sorte, Agro corre mais rápido que ele, pelo menos fica bem na dianteira. Montado, da pra usar o arco enquanto o cavalo corre disparado...




E logo de cara sua fraqueza é exposta; Seus olhos. Ele nada rápido de mais, e rasteja boa parte do tempo embaixo da areia. Ele só olha pra onde vai quando é pra acertar o carinha, perseguindo-o e nessa hora, atingindo seus olhos com flechadas, ele se desorienta totalmente, girando feito louco e batendo com força na primeira rocha que surgir no caminho.




Com isso seu corpo fica exposto e suas costas também, sendo possível subir e esfaquear, apesar dele ficar se remexendo todo.



Depois de algumas fincadas, o verme morre e sangra.



11° Colosso
O Cachorrão Guardião do Fogo




O décimo primeiro é um colosso diferente, bem menor que os demais, tem uma armadura em todo seu corpo e é extremamente mais rápido. Alias, seu ponto forte é sua velocidade, que é um verdadeiro saco. Ele aparece em um pequeno templo, protegendo piras com um fogo aparentemente muito especial pra ele.



Ele quase não da tempo pra pensar, pois corre e da investidas poderosas suficientes pra derrubar o carinha e deixa-lo atordoado um bom tempo, esticado no chão. É possível esquivar dele... mas é bem difícil pois ele é realmente muito rápido...


Depois de uma vez atingido, levantar é praticamente impossível pois ele espera até o carinha ficar de pé pra dar mais uma investida e jogar ele longe, num ciclo eterno e quase impossível de escapar (da pra escapar esquivando, mas é questão de segundos). Resumindo: Uma vez atingido, é morte garantida, pois ele brinca com o corpo do carinha.


Mas, na tentativa de escapar de seus ataques chatos, foi que descobri a forma de derrota-lo.


Depois de subir em um dos altares com piras, o cachorrão dá cabeçadas pra tentar derrubar o carinha, e um graveto pegando fogo cai. Esse graveto é a chave para a derrota do cachorrão.

 


É um pouquinho complicado mas, enquanto o fogo fica aceso, da pra afastar o cachorrão. Ele simplesmente não ataca e recua quando o carinha levanta a tocha.



Mas isso é apenas um detalhe, e a tocha demora, mas apaga... e assim que ela apaga, o cachorrão volta a sua fúria.



Então, é preciso usar a tocha sabiamente, fazendo o cachorrão recurar em direção a uma abertura de seu pequeno templo...


Assim, ele cai pra fora do templo, num pequeno penhasco.



E sua armadura quebra, expondo suas costas e seu ponto fraco.




Daí, o carinha pula e mete a faca... a menos que ele erre o alvo na hora de pular, pois o cachorrão levanta e ai sim, fica impossível derrota-lo, já que ele não da tempo algum pra respirar. 


Ou seja, tem que derruba-lo e pular nas suas costas e mata-lo, tudo isso o mais rápido possível se não é game-over. Ele também não facilita sua própria morte, correndo, se jogando pros lados, fazendo de tudo pra derrubar o carinha.




Durante os ataques em suas costas, ele corre até o templo, até o altar onde o fogo fica, e despenca, com muito sangue jorrando. É, ele faz questão de voltar ao templo pra morrer ao lado do fogo.


12° Colosso
O Caramujo Sapo Cágado
(tem acento no "a")




Essa coisa estranha, tem olhos diferentes dos demais colossos (são como de caramujos, esticados e saltados) é anfíbio (como os sapos, fica na terra e na água) e tem uma semelhança corporal que lembra uma tartaruga (tem um casco grande e fica tanto na água quanto na terra, o que leva ele mais pro lado dos cágados). Ele também parece uma versão bizarra do godzila.


Enfim, esse monstro é enorme, e é encontrado em um rio gigantesco com direito a cachoeiras e tudo mais, e só metade dele é enfrentada, pois o resto fica submerso (e cara, ele ainda assim é enorme!). Ele é tão grande, que se torna muito lento, mas isso é compensado pela habilidade de lançar bolas de raios pelos olhos (brinca, ele é mortal!), além da luta ocorrer 90% na água, o que é um território horrível pro carinha.


Subir nele é fácil, mas quase inútil pois seu ponto fraco fica na barriga, submerso.


Daí, pra fazer ele expor o tanquinho, é preciso ir mais alto, pra ele se levantar e sair mais da água. E mesmo sabendo disso... eu demorei nada mais nada menos que 3 horas pra conseguir derrota-lo.


É difícil subir mais alto que ele, apesar de até meio óbvio, pois há construções aleatórias no rio que são da mesma altura dele. Mas, subir nelas, exige subir nele primeiro, chegar perto, e pular. Agora... quem disse que é fácil pular?!? O cara dificilmente chega perto suficiente e quando chega, ele se balança de forma tão violenta e repentina que o carinha é jogado pra longe só em soltar o R1.


Mas, beleza, eu entendi que dependendo da parte do corpo que o carinha fica pendurado, o monstro se movimenta de uma forma, pra tentar se livrar dele, o que consequentemente o faz andar pra uma certa direção, por exemplo: Se o carinha fica no ombro esquerdo dele, ele balança o braço esquerdo violentamente, andando sem querer para a direita; Se o carinha fica na cabeça, ele sacode a cabela da forma mais agressiva que pode, dando vários passos pra frente e da um giro de 90°; Se o carinha fica nas costas, ele da vários murros na água e avança bastante pra frente, enfim... é complicado... e a luta pode ser tanto demorada quanto rápida, dependendo de um pouco de sorte e precisão... (no meu caso... foram 3 horas... eu quase chorei de desespero). OBS.: O Sr Bruno comentou que na real, é só bater nos dentes na cabeça dele que ele segue na direção do dente que sofreu a pancada... sinto que perdi 3 horas atoa kkkk.


Enfim, fazendo o impossível que é tira-lo da água ao nível da cintura, ele coloca suas patas na plataforma e o carinha pode esfaqueá-lo na barriga. Mas, pra variar, ele destrói a construção inteira e volta pra água, sendo necessário fazer tudo de novo, com outra plataforma. 


Conseguindo abrir seu estômago, rola hemorragia sombria e a monstruosidade demorada afunda.



13° Colosso
A Lacraia de Areia Voadora




O décimo quarto colosso é absurdamente enorme, tem uma forma esguia com patinhas que lembra muito uma lacraia. Ele sai da areia da região desértica, mas ele não fica na areia como o verme gigante. Na verdade, ele fica no ar, voando, muito alto, e isso que dificulta alcança-lo.




Ele tem algumas bolhas que servem pra sustenta-lo no ar, como balões de gás hélio, e usa suas patinhas como asas, voando livremente pra tudo quanto é canto (porém limitado a contornar a região desértica).


Não é difícil descobrir como alcança-lo: É só estourar as bolhas.



Fazendo isso, ele perde altitude, e fica voando raso, muito próximo a areia. 



Aí é só pular nas suas "asas", escalar, e buscar pro seus pontos fracos em seu comprido corpo. 




Mas, durante a escalada em suas enormes patas/asas, as bolhas flutuantes se restauram e ele volta pro céu. Daí é complicado pois enquanto o carinha passeia pelo seu corpo, tem que resistir a rajadas de vento, balanços, giros de 360°, etc.


E ele tem vários pontos fracos ao longo de seu corpo, vários selos diferentes (pelo que eu me lembro, 3) e não da tempo de percorre-lo e fincar a espada em todos os selos, pois depois de certo tempo tentando tirar o carinha de suas costas, ele mergulha na areia, onde o carinha não entra.



Daí ele reaparece e é preciso vaze-lo descer, subir, correr e furar o mais rápido possível.



E no fim, ele morre sangrando como qualquer outro colosso, e cai na areia, mortinho.



14° Colosso
O Gatão Guardião da Cidade




O décimo quarto colosso eu chamo de "Gatão" pois ele parece de mais com o "Cachorrão". O que difere nele, além de alguns detalhes físicos, é o fato dele pular muito. Mas, tirando isso, ele é um colosso pequeno, praticamente idêntico ao cachorrão do templo do fogo.


O esquema de brincar com o corpo do carinha também é um gosto em comum, mas dessa vez o mapa é muito mais aberto e amplo, o que permite ser pego de surpresa com o gatão correndo feito um guepardo.


Trata-se de uma cidade em ruínas, que aparentemente o gatão protege. Mesmo tendo o que parecem canais de passagem de água, permitindo que o carinha se esconda, de nada adianta tentar por exemplo, usar o espaço entre uma ponta e outra pra atrasar ou impedir o avanço do gatão, pois se o espaço é pequeno, ele simplesmente pula por cima, e se é grande de mais, ele da a volta, sem problemas pois é muito rápido. 


O gatão brinca com o carinha como gato e sapato.


Cara, como morri pra entender como derrotar ele... mas beleza, ele é derrotado graças às ruínas que ele tanto protege. 


O carinha pode subir em vigas caídas e ir cada vez mais alto, saltando de uma construção pra outra, provocando o monstro com o arco posteriormente. 


Ai, o gatão sai derrubando tudo na cabeçada... 


E depois de literalmente destruir todos os pontos possíveis, a última parte inteira da ruína cai em cima dele e destrói sua armadura.



Desprotegido, ele vira alvo fácil... desde que o carinha se agarre em suas costas primeiro, caso contrário ele mata e a luta volta pro começo, afinal uma vez que ele acerta, dificilmente se escapa da sequência demorada de investidas.



Esfaqueando, ele parece desistir de lutar, pois não corre, e só balança de dor. Curiosamente, isso acontece depois dele destruir o que sobrou da cidade que ele protegia... vestígio de culpa?!



15° Colosso
O Grandalhão Armado do Abismo




O décimo quinto colosso surge de um penhasco, e tem um aspecto semelhante ao dos outros dois colossos armados. Porém, ele não tem falhas em suas armaduras (na verdade, ele quase nem usa, exceto nas pernas pra evitar escaladas fáceis).


Parece um gigante simples de enfrentar, pois sua arena é uma praça, reta, nem tão grande assim, com pontes enormes atravessando acima da cabeça do grandão, o que deixa bem claro como derrota-lo.


O truque é subir... e usar a altura pra pular na cabeça dele... o problema é que Agro não consegue chegar nessa arena, e sem ele, pegar a altura ideal pra escalar os pontos chave é complicado.


Convenientemente, o colosso pisoteia pra atacar, e tem partes nos cantos do cenário que levantam quando ele pisa. Com essa pequena envergada, se torna possível subir 1 andar. 


Pra subir mais, é preciso fazer o grandão atacar e derrubar pedras, com algumas ficando empilhadas alto suficiente pra subir e chegar ao segundo nível.


Daí tem o terceiro piso, que tem um acesso facilitado, independente de em qual ponto do mapa o carinha esta (tem várias possibilidades de se subir tanto na direita quanto na esquerda do mapa, mas todas levam praticamente pro mesmo lugar), pois tem uma escada que leva direto pra ele.


Por fim, tem a ponte, mas se o gigante vê o carinha na ponte, ele destrói tudo. Se o carinha ainda tiver na ponte, ele volta pro térreo (afinal cai junto). 


Mas se ele escapar (ou escalar tudo de novo)...


Ganha a chance de pular na cabeça do colosso e meter a espada.


Porém, esse não é o único ponto fraco... nem é o mais difícil. Seu cotovelo tem um ponto fraco pequeno, que quando acertado faz ele perder a arma... é ai que seu verdadeiro e mais complicado ponto fraco aparece.


Na palma de sua mão, tem um selo, e é preciso acertar esse selo pra ele finalmente morrer.




Só que chegar até a palma da mão não é nada fácil. Eu pelo menos me matei pra conseguir, mas depois descobri que tinha um método mais fácil do que subir na cabeça, descer pelo ombro, cotovelo, dar a volta no pulso e saltar pros dedos (torcendo pra ele não andar na hora e desviar a mão, movendo o braço).




Depois de cair muito, muito mesmo (na imagem a baixo eu escorreguei pelos dedos do cara, depois de um pulo quase perfeito), descobri que não precisava fazer o caminho longo pela cabeça... 



Era só provocar ele no chão mesmo, que ele dava murros e deixava a mão exposta e muito próxima.



Foram 2 horas e meia de luta pra eu sacar isso, mas finalmente me pendurei nos pelinhos da mão do grandão ( ͡° ͜ʖ ͡°).



E bem, ele morre, por um furo na palma da mão! E haja sangue saindo de uma mão viu.



16° Colosso
A Torre de Babel




Por fim, aparece o último colosso, num templo de difícil acesso, onde inclusive Agro cai (pra morte, mas sobrevive).


Ele é uma torre viva, que joga raios de longe, raios mortais e muito danosos.



Chegar nele, faz parte da luta, e é preciso usar o cenário e se defender até chegar aos pés da enorme torre.



Daí, é preciso escala-lo, sem qualquer problema pois ele não se move, nem reage.


Depois de chegar ao topo da torre/colosso...


É preciso acertar um pequeno ponto vulnerável em suas costas...


Assim, ele tenta dar aquela coçadinha básica, dando abertura pra um pulo em sua mão esquerda...


Daí, ele fica olhando pra própria mão, girando e balançando, e o carinha tem que andar na hora certa, pelo antebraço, até o muque do grandão, e sentar a espada nele...


Assim, ele tenta tirar o carinha com a mão direita, permitindo a passagem pra essa outra mão... é ai que vem a parte tensa, pois tem anéis de energia que impedem o progresso.


Demorei muito pra conseguir, mas entendi que só era preciso pular na hora certa, da mão direita pro peito dele, se agarrando na torre, que é sua armadura. Algo que ajuda muito, é furar a mão dele em qualquer ponto, o que faz ele segurar com a mão esquerda, ficando parado por alguns valiosos segundos (que permitem recuperar estamina e tentar pular na hora certa. Ele segura distante do corpo, mas quando ele sacode a mão tem alguns segundos em que ele deixa ela alto suficiente pro salto perfeito).


Daí, o carinha só precisa ir até a cabeça pra furar o crânio do colosso.


No caminho tem o ombro também... que é um ponto fraco menor.


Na cabeça é bem complicado de ficar, pois ele balança ela feito metaleiro em festa de heavy metal, mas com o auxilio do ombro, uma vez fincando nele, o colosso perde o foco da cabeça e se preocupa com o ombro, dando tempo pro carinha alcançar o cocuruto dele e sentar a faca.



Ao terminar de furar o gigante, ele tem uma forte enxaqueca e morre, de pé.



A torre não desmorona nem nada assim, mas o sangue dele vaza inteiro pela testa.


E o carinha viajante protagonista recebe sua última dose de transfusão.


E ai, a aventura chega ao seu desfecho

O último Colosso
Dormin


O carinha, possuído, vira a nova encarnação de Dormin.


Na tentativa de impedi-lo, o xamã e seus soldados atacam ele com flechas...


O imobilizam...


E o finalizam, na hora em que ele cai no chão vulnerável, exatamente como ele fez com os colossos...


Fincando uma espada em seu peito.


Mas, ele não se entrega, luta contra a própria morte, pensando em Mono...


Arranca a espada de seu peito...


E o sangue que jorra o reveste...


Transformando ele num ser colossal e sombrio.


Dormin responde através dele, mas a vontade dele é maior, o que o permite controlar o corpo.


Mas enquanto ele enfrenta o xamã e seus soldados, um deles pega a espada sagrada...


E leva todos pras escadarias da entrada do templo, onde fica a saída pra ponte, e a fonte sagrada.


O xamã pega a espada e arremessa na fonte, o que causa uma explosão e suga todo o mal próximo.


Dormin tem seu sangue sugado pela fonte, deixando pouco a pouco o corpo do viajante, mas como ele estava totalmente coberto, ele é puxado junto, mesmo tentando resistir e alcançar o corpo da mocinha.


Depois disso, a mocinha acorda.


O cavalo retorna.


O velhinho destrói a ponte.


A mocinha encontra o bebê viajante.


E segue o cavalo...


 Chegando ao topo do templo, num jardim cheio de animaizinhos.


E fim.

Alias, sobre o final...


Um falcão aparece voando pra fora do jardim.


Esse falcão sobrevoa a terra proibida em direção as luzes que marcam os céus.


Daí uma tempestade se forma...


E depois de trovejar e cair bastante água, a tempestade para...


As luzes desaparecem.


E é fim.

Esse encerramento da certo destaque a existência das luzes, que aparecem sempre que um colosso morre. O fato de todas elas sumirem, significa que ou a maldição voltou, ou a maldição se foi. Eu acredito que Dormin e seu mal continuaram existindo, e se renovaram a partir da "moça amaldiçoada". (PS.: Esse mesmo falcão é visto no início do jogo...)

Mas isso... eu deixo pra análise de ICO.


Tenho algumas considerações finais:

1° - Trilha Sonora.

Eu sempre esqueço de falar da trilha sonora pois nunca me recordo do quão importante a música é. No caso de SoTC, a música só toca quando um Colosso está sendo enfrentado, e ela se adapta a situação, ficando mais intensa quando as lutas ficam mais intensas. 

Tipo, na hora que o carinha chega perto de um ponto fraco do gigante, a música fica rápida e animada, num tom vitorioso. É algo que deixa tudo muito mais dinâmico e passa a sensação correta, nas horas corretas. Eu mesmo, passei muita raiva ao jogar, mas foi justamente a música que me relaxava, pois quando as coisas saiam do meu controle, a música ficava mais calma, e escuta-la ficando mais agitada me incentivava a continuar lutando. 

O que dizer? A música é incrível.

2° - Segredos e Itens Secretos

SoTC é um jogo curto apesar de tudo, e pra estender sua vida útil, após zerar, o modo Hard é liberado, junto com um monte de opções extras no menu inicial, e algumas adições ao jogo, como a oportunidade de lutar contra os Colosso só falando com a Estátua/Idolo dele. Isso também disponibiliza itens extras, como armas, acessórios, coisas que aumentam o potencial do protagonista, mas que não tem qualquer vínculo coerente com o enredo.

São visivelmente "modificações" e adições não significativas, apesar de serem, muitas delas, referências ao jogo antecessor "ICO". Mas, eu considero tudo isso apenas easter egg, sem importância pra história (pois nada disso muda o começo, meio ou fim, nem traz qualquer informação extra pro jogo). Logo, eu não acho que seja algo em que eu deva me aprofundar.

3° - O Jardim, As Frutas e Os Lagartos

Bem, sabe o Jardim do final do jogo? Então, ele pode ser acessado e é bem difícil chegar nele (eu ainda não tentei). Pelo que vi e pesquisei, ele não tem nada a adicionar no enredo.

Nele, tem frutas que reduzem o HP do protagonista... e ao saber disso, fiquei pasmo... pois eu nem sabia que tinham frutas que aumentavam o HP!

Na verdade, há Lagartos espalhados pelo enorme mapa do jogo, e frutas também, que aumentam (respectivamente) a Bola de Estamina e o HP.

Os Lagartos eu descobri durante meu gameplay, apesar de ter matado alguns por pura curiosidade e só ter percebido o aumento após um bom tempo, pois a Barra de Estamina também aumenta após cada Colosso derrotado. Mas, se eu soubesse disso, teria me dedicado mais a caçada por lagartos, afinal Estamina é a coisa mais importante em SoTC.

Sobre o HP, como da pra ver pelas minhas fotos, eu joguei com o mínimo mesmo, durante o jogo inteiro, pois nem reparei que tinha frutas nas árvores. Descobri isso depois de terminar o jogo, enquanto analisava. Triste isso pois um HP maior poderia ajudar bastante (apesar de que o HP se regenera sozinho quando o carinha fica parado).

Enfim, eu só to citando isso pra deixar o texto mais completo mesmo. Não é nada que, na minha opinião, afeta o enredo. O fato de terem frutas e lagartos que não são obrigatórios e nem tem significados aparentes não me deixa empolgado suficiente pra re-jogar Shadow of The Colossus em busca desses adicionais. Como eu disse, tem muita coisa pra estender a vida útil do jogo, e um dos itens secretos revela a posição das frutas e dos lagartos... mas acho que já vi tudo o que precisava ver e já falei tudo o que eu considero importante.

É isso.

See yah!

Espero que tenha curtido. Desculpe se esqueci algo... mas lembre-se: A análise não termina aqui... através dos comentários sempre aparecem correções, adições, curiosidades, teorias, enfim... a análise continua nos comentários, graças aos leitores.

Sinto muito pela demora pra postar... eu fiquei desempregado ^^" e foi uma correria aqui... mas até a próxima.

12 comentários:

  1. Poxa Shady o 12° colosso e moleza cara. Ta vendo os dentes que tem na cabeça dele, pois é você bate neles com a espada e ele vai na direção que você escolheu, ex: se quero que ele vá para a direita bato nos dentes da direita. É bem fácil guiar ele.

    Sobre a historia da torre de babel, preste atenção que o templo central do jogo é como se ela mesmo fosse a torre.

    Esses movimentos estabanados e o andado desengoçado do personagem são propositais(assim como o ICO), mostram que é um cara normal e não um super guerreiro perfeito como a maioria dos jogos fazem.

    Não sao todos os lagartos que aumentam sua estamina, apenas o de rabo branco, estes sim são muito mais dificeis de achar(todos aqueles mini templos de save espalhados pelo mapa tem pelo menos 1). E as frutas é só usar as flechas para derrubar elas e depois comer.

    Algo que você tambem não citou no texto é que a medida que você acaba com os colossos e as trevas entram no personagem a aparencia dele vai definhando, sua pele vai ficando mais pálida e seu cabelo descolorindo.
    Outro detalhe que passou batido são os olhos dos colossos. Quando eles estão pacificos e calmos o olho deles fica azul mas quando você ataca eles o olho fica meio alaranjado.
    Você pode se agarrar nas águias!!! Tem umas que voam mais rente ao chão e se você ficar em pé no Agro e pular pode alcança-las e da um passeio com elas até perder altitude.

    SOTC tem muita coisa misteriosa demais.

    E peço que você olhe essas 2 teorias:
    Black Bird e Colossal tree.
    E a teoria sobre o grande segredo do SOTC que o próprio Fumito Ueda afirmou e que até hoje é um misterio e nunca descobriram(talvez de acordo com o que jogou pode até dar o seu relato).

    Obs: excelente sacada sobre as luzes no céu no final do jogo, nunca tinha percebido nem lido em nenhum canto sobre isso

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    1. Sr Bruno! Desculpe pelas coisas que deixei passar... na real eu vi isso em tanto post que achei que seria meio repetitivo e descartei. O esquema do rosto do carinha se deteriorando por exemplo... eu fotografei muitas vezes com o propósito de justamente falar disso, mas como eu já tinha falado dele sendo possuído pelos colossos, achei que seria uma informação um pouco detalhista de mais, e se eu entrasse em todos os detalhes... a analise não sairia.

      O esquema dos lagartos, de fato eu reparei que tem uns com rabos brancos, e eles que aumentam a estamina, mas é outra coisa que eu simplesmente não achei que valeria a pena entrar em detalhes, tanto que eu mesmo não entendi o significado deles, então sei la, acho que não teria muito impacto ou relevância.

      Sobre o 12° Colosso... T_T... eu nem pensei nisso! Juro que pra mim, o esquema de move-lo pelo corpo era o correto... mas agora que você me deu essa dica (poxa, Dormin bem que podia dizer um "bata na coroa" ou "Guie pela cabeça") deu vontade de matar ele só de raiva! Valeu sr...

      O esquema dos olhos eu nem percebi. Na verdade não sei se você reparou mas algumas imagens tão com os olhos desfocados... eu sofri muito com bugs gráficos no emulador e penei pra corrigi-los então teve bastante coisa visual que deixei passar... tipo os frutos nas árvores... eu nem fazia ideia que tinha isso! Mas valeu pelo toque... é um complemento bem curioso.

      Os movimentos do carinha... eu realmente me esqueci de falar do tamanho do realismo presente neles. De fato parece ser totalmente proposital pra mostrar que ele é um mero mortal mesmo. Vlw pelo toque.

      Corrigi o esquema do décimo segundo colosso colocando uma pequena ressalva e também adicionei a informação de que a análise continua pelos comentários, afinal isso é uma verdade! O sr prova isso!

      Bem, valeu pelos toques e sobre o Black Bird e a Colossal Tree... acho que são teorias simples perto do que eu to bolando! Acredite... eu pesquisei bastante sobre teorias de Shadow of the Colossos e o que descobri é surpreendente e bem original, apesar de terem algumas teorias parecidas... o que eu to planejando e refinando é beeeeem legal, e faz muito sentido. Mas só vou falar disso na análise de ICO.

      Bem... vlw por tudo sr Bruno!

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    2. De boa Shady.
      É que sou muito detalhista quando e sobre algo que gosto e falei pois pensei que você não tinha notado.
      E sobre as teorias eu me expressei mal. São 2 mesmos só que uma teoria é sobre o black bird e a colossal tree que praticamente são uma coisa só e a outra teoria é sobre o grande mistério e segredo do jogo.
      No mais, estou bastante curioso para ver sua teoria e sobre a analise de ICO que é um ótimo jogo.

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    3. Eu queria ser mais detalhista pra ser sincero... o jogo merecia. Mas eu me deixo levar de mais as vezes e acabo fazendo algo que pode enjoar ou soar repetitivo de mais. Meu estilo literário é bem tenso kkk... mas bem, eu me esforcei bastante pois eu adorei SoTC... mas to ligado que tem gente que manja mais e fico feliz por acharem meu post. O intuito é compartilhar informações... eu também aprendo muito pelos comentários rs.

      Bem... sobre a teoria eu até sei qual é... o suposto 13° Colosso e as lendas de que é possível encontra-lo ou ouvi-lo... te dizer a real... eu percebi uma reação muito estranha do Agro e incomum ao escalar um dos templos de salvamento... sério, um com muitas árvores ao redor... eu vi o Agro correndo de um lado pro outro como se estivesse desesperado... imaginei que era uma reação normal sabe... mas ele não agiu assim em outros locais. Te juro que antes disso, eu achei que os relatos eram tudo balela, mas eu mesmo percebi coisas estranhas no jogo que, vão além de mero resquício de programação... tipo, eu realmente encontrei muitos locais que se parecem colossos mortos, com detalhes muito estranhos... e eu vi pombos em regiões incomuns... Eu acredito que ainda não descobriram o grande segredo de Shadow of the Colossus pois estão explorando da forma errada. Muitos jogadores buscam usando trapaças, decodificações, falhas de sistema, coisas do tipo... mas acredito que existe alguma coisa ligada ao jogo corretamente decifrado. Eu, não topo o desafio... pois já tem muita gente tentando (pelo que vi até hoje tem gente buscando por respostas). Mas... vou explorar uma outra linha de possibilidades que até então, foi muito pouco explorada. Eu fiz questão de fotografar cada centímetro de tudo que visitei... e isso vai me ajudar muito no futuro.

      Bem... eu também to ansioso mas, vou partir pra TWD agora... e sério, to pensando em jogar Final Fantasy (mesmo que isso signifique alguns meses preso ao jogo kkk).

      Agora que to "livre" posso me dedicar um pouco mais aos jogos... vou ver o que farei.

      Bem sr Bruno... até a próxima!

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  2. Ótima análise como sempre sr. Morte!
    Eu pessoalmente gostei do jogo, mas não é um jogo que eu jogaria de novo, pois não é o estilo de jogo que me agrada, apesar de as batalhas contra os Colossos serem Fodas! O tempo que você passa entre eles matou o jogo para mim.
    Fato interessante: apesar de os Colossos terem nomes verdadeiros, eles quase nunca são chamados por esses nomes, E sim pelos nomes criados pelos fãs(Não me lembro de todos agora).
    Sobre o Black Bird, ele já foi desmentido, pois não há nenhum arquivo nos dados do jogo de nenhum Colosso que não seja os que estão na versão final e texturas de 3 Colossus excluídos, dos 6 que começaram a ser feitos mas mas foram cortados da versão final. O Black Bird foi o Colosso que chegou mais perto da versão final, tão perto que não conseguiram excluí-lo completamente, e por isso a sombra dele aparece as vezes quando você está andando pelo mapa do jogo, provavelmente foi isso que fez a Agro se comportar de maneira estranha.
    Ps:Essas aparições são muito rápidas, coisa de 2 ou 3 segundos, e muitas vezes são quase imperceptíveis, e raríssimas.
    Fora isso, tudo de bom, e Flw!

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    1. Hei sr Madruga! Vlw por ter lido e curtido...

      Sendo sincero... eu só me senti inclinado a jogar novamente na luta do 12° por causa da dica dp sr Bruno... mas o jogo inteiro não, principalmente sabendo que não há nada novo liberado (em termos de enredo). Mas, o fato da Team ICO ter dito que até hoje não descobriram o verdadeiro segredo de SoTC (por mais que possa ser apenas jogo de markenting) me fez cogitar a possibilidade de zerar 100% (explorando cada centímetro) mesmo que fosse só pra desmentir isso.

      Mas, como o sr disse, tem muita coisa que não foi excluída e que gerou resquício na programação... o esquema da sombra por exemplo, logicamente é isso mesmo. Só que há de concordar que é algo estereggzamente curioso. O ar de mistério que os detalhes abandonados deixaram aumenta muito a vida útil do jogo, pois incentiva a busca por segredos, pelo menos em quem é bem curioso.

      Bem... apesar dos pesares... eu acho que descobri o tal segredo. Mas antes de falar dele, vou jogar e explorar o máximo de ICO.

      Enfim, vlw novamente sr Madruga.

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    2. Bem, pelo menos pra mim não há nenhum motivo de eu jogá-lo novamente, até pq esse jogo não é daqueles de se zerar 100% pelo menos para mim. O máximo a se fazer é chegar no Jardim Secreto, e depois disso largar o jogo. Nunca me importei com Time Trials em nenhum jogo mesmo.
      Epa! Se você acha que descobriu o grande segredo, acabou de me deixar mais Hypado do que pra o Kingdom Hearts 2.8(que aliás já foi lançado no Japão e lança no resto do mundo em 3 dias) e o Zelda Breath Of The Wild juntos!
      Aliás, você viu o último Trailer do jogo? Depois daquilo agora esse é o meu jogo mais esperado de 2017,seguido pelo Mario Odissey.
      Com isso Flw!

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    3. Devo concordar que Shadow of the colossus não é daqueles games que você zera sem se dar conta... ou seja, ele não incentiva. No máximo, os cenários inacabados e os mistérios são o que atraem os curiosos. Eu também nunca fui de zerar jogos em 100%, exceto aqueles que recompensam de alguma forma, tipo os Donkey Kong Country da vida. Por gostar mesmo, os únicos que já zerei ao ponto de "platinar" (mesmo que não tenha sido na época que essa medalha existia, mas é uma forma de se referir a um zeramento completo) foi Mega Man X8 e Super Mario World... pois são jogos que me motivaram a chegar ao limite do limite. SoTC não faz isso.

      Bem, sobre Kingdom Hearts... fico até triste por não ter um XOne ou um PS4... é nessas horas que ser pcista é desvantajoso... eu queria muito jogar... muito mesmo... tanto que to pensando em comprar o jogo pra zerar no ps4 do meu amigo kkk. To quase terminando The Last of Us no video game dele... será o segundo game analisado dessa forma... então tipo, acho que vou acabar comprando o jogo mesmo... enfim... eu to bem hypado pros Kingdons...

      Zelda BW... rs... eu amo Zelda... se eu não tivesse desempregado estaria cogitando a possibilidade de comprar um Switch só por causa dele. Mas, acho que vou tentar zerar pelo CEMU mesmo... quem sabe funfa. Mas eu tenho minhas teorias do que a história vai abordar... acredito que será uma história no futuro, bem futurão mesmo, mostrando um novo link sobrevivendo num mundo abandonado e destruído... eu to empolgado principalmente pelo que vi nos trailers (mais pelos trailers do que pelos gameplays... vai entender).

      Bem... desculpe por te animar... não quero prometer nada que eu não possa cumprir... Minhas descobertas são ótimas mas precisam ser refinadas e terei de pesquisar muito pra prova-las. Se tudo tiver certo, tenho certeza que valerá a pena esperar. Mas se não tiver... eu vou dropar a teoria... então não se empolgue muito não rs... já tiveram "grandes descobertas" que eu acabei descobrindo que não eram tão grandes assim, ou nem mesmo reais... acontece quando se é tão brizado ao ponto de teorizar em cima de tudo como eu costumo fazer hehe...

      Flw sr Madruga.

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  3. (Engraçado,acabei de ver uma série de artigos de um cara que simplesmente detesta esse jogo.Acho que deu pra entrar no clima).
    Esse é um dos jogos que me faz ficar triste pelo meu Ps2,ele simplesmente fritou quando estava no quarto colosso,quem sabe ainda pego ele no Ps3.Uma coisa que acho bacana é como a cultura oriental pega certos elementos bíblicos e acaba usando em suas obras,geralmente obras que fazem isso por aqui acabam tendo uma ideia de pregação...
    Enfim cara,estava lendo sobre jogos de terror"underground"e acabei achando um chamado "Michigan - Report From Hell",ele é bem criativo(ou seja,meio zuado)mas ele tem elementos de Found Footage no gameplay,além de ter sido produzido pelo Suda51, o que na minha opinião já garante o gameplay.
    Vou dormir antes que fique tarde e amanhã vou relembrar o final de TWD...

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    1. Eu não curtia, mas de tanto falarem bem, eu dei uma chance e acabei adorando. Mas, tem quem não gosta e eu entendo, afinal já fiz parte desse grupo rs.

      O truque pra usar um tema sem generalizar é deixa-lo subliminar. Simples... e a galera asiática sabe usar técnicas subliminares muito bem.

      As ideia mano! Eu não fazia ideia da existencia desse jogo. Pra mim os únicos que usavam o gênero eram Outlast e o novo Resident Evil... mas caramba! Acho que já sei qual o próximo game a analisar... kkk... será uma ótima preparação pra RE7 (afinal, outlast não me agradou mesmo sendo found). Acabei de ver um gameplay e tipo, que incrível! Vou pegar e jogar. Vlw sr Will!

      E... triste por TWD... eu chorei ao digitar kkk... sou meio fresco.

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  4. Belo post, realmente Shadow of the Colossos é ótimo

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    1. Demorei pra jogar e analisar mas valeu a pena. Vlw sr Tuth.

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