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sábado, 31 de dezembro de 2016

AnáliseMorte: No More Heroes - Tudo que eu conseguir falar!

Quase la galera... mais 1 dia e tamo no ano novo. 

Antes de fechar o ano eu gostaria de falar desse jogo, que não tem nada haver com natal, renovação anual, nem nada que tenha qualquer ligação com as festas de fim de ano. Só tem sangue pra caramba mesmo...


No More Heroes



Esteja pronto ou não, bora falar de um cara que usa sabres de luz genéricos pra matar metade da população mundial. Segue a análise de No More Heroes!

Só avisando: SPOILER e MUITO SANGUE a seguir então... esteja preparado!

Boa leitura!


Se liga nessa música:


Ela não tem nada haver com o jogo, mas leva o mesmo nome, é daora pacas... e é do Slash!!! Falarei dele na análise de Guitar Hero 3... continuando...

No More Heroes é um jogo sanguinário lançado originalmente para Nintendo Wii, mas teve a exclusividade quebrada alguns anos depois, com relançamento para Xbox 360 e PS3 sob o nome de "No More Heroes: Hero's Paradise"... essa versão conta a mesma história mas tem uma série de alterações com relação ao original (adições), nada que altere a história principal... pelo menos não de forma válida ou "direta". 




Então, a versão da qual falarei será somente a do Wii, a original.


O jogo é do gênero Ação em Terceira Pessoa num estilo "luta de rua" só que em 3D e ele se divide em 3 partes: Missões de Assassinato, Missões Comunitárias e Exploração em Mapa Aberto.


As Missões de Assassinato são as principais, onde rola as lutas contra os chefões depois de massacrar seus capangas, e também tem umas missões menores que servem para gerar grana pro protagonista.



Como a história gira em torno de um aspirante a assassino profissional enfrentando um ranking de melhores assassinos, onde ele precisa pagar para enfrenta-los, a obtenção de grana para as missões principais faz-se necessária, sendo uma das melhores opções a conclusão dessas missões menores de assassinato em massa.



As Missões Comunitárias são (além de hilárias) uma opção mais simples de se conseguir dinheiro, onde o protagonista precisa trabalhar como "assassino de 3° classe" fazendo coisas como coletar lixo, reabastecer carros com combustível, resgatar gatinhos, etc. 



Essas missões surgem opcionalmente... se bem que o jogador precisa terminar ao menos 1 delas pra liberar duas de assassinato respectivamente.



A Exploração em Mapa Aberto consiste literalmente em fazer isso. O jogador anda (ou dirige) pela cidade, onde pode ir para os diferentes pontos marcados no mapa para solicitar missões, ou pode concluir missões paralelas liberadas com o tempo.



Além disso, o jogador pode ir para alguns npcs, que servem para aumentar suas capacidades, vendendo armas (e fazendo upgrades), treinando (aumentando força física, resistência e HP), vendendo roupas (pura estética), ou fazendo trocas (pra conseguir habilidades extras). Nesse último caso, um npc pega um determinado item recolhido pelo mapa aberto, e troca habilidades por ele. 



A jogabilidade é um tanto quanto original, e cara... como tem sangue!

 

É possível bater com o "sabre de luz";



Bater com os pés (o que pode atordoar o inimigo); 



Andar (e correr se a habilidade for liberada); 



Defender (com o "sabre" caso ele esteja carregado) 



Esquivar (movimento que só é possível combinado com a defesa, o que deixa o inimigo confuso e permite atacar rapidamente por trás); 



E recarregar o "sabre" (após alguns golpes ou defesas, ele perde energia, sendo necessário recarrega-lo).



Nesse último caso, o Wii Mote (controle principal de Wii) começa a mostrar sua funcionalidade, onde o jogador precisa balançar o controle da mesma forma que o personagem faz (não precisa ser exatamente da mesma forma, mas precisa balançar) pro sabre recarregar.



Os outros movimentos também tem suas funções extras baseadas nos movimentos do WiiMote e o Nunchuck, o que deixa o jogo muito mais original e divertido:



Ao atacar com o sabre, quando o hp do inimigo fica perto de zerar ele atordoa e surge uma opção de finaliza-lo, cortando e fazendo sangue jorrar. Essa opção consiste em mover o WiiMote na mesma direção que o corte, comando esse que aparece na tela. 



Ao atacar com os pés, quando o inimigo atordoa (também da pra atordoar enfraquecendo na espadada, mas normalmente a finalização com a katana aparece), é possível segura-lo usando o botão "B" atrás do WiiMote e assim finaliza-lo com um movimento de Luta Livre, também orientado por comandos na tela que envolvem mover os controles, nesse caso o WiiMote e o Nunchuck juntos.



Como o sensor de movimento dos controles de Wii se encontram tanto no WiiMote (controle principal) quanto no Nunchuck (controle secundário, anexado por um cabo que adiciona um Analógico e mais dois botões) os movimentos em conjunto são bem legais e precisos.



Se bem que não há tanta precisão assim. É possível "enganar" o vídeo game movendo os controles pra uma direção oposta, sem prejudicar o comando. Tipo, mostra na tela que é pra cortar pra cima e o jogador corta pra baixo... funciona. O mesmo vale pra direita e esquerda, mas se o comando na tela é pra cima e o jogador move pros lados, o comando falha.



Tem também Quick Time Event que consiste em balançar o WiiMote de forma circular, que ocorre quando o inimigo e o jogador atacam exatamente ao mesmo tempo. Quem girar mais rápido finaliza o golpe.



Além disso, há um tipo de especial, onde "O Lado Negro" toma conta, e o protagonista se converte num assassino implacável. Esse especial surge ao acaso, com base em roletas que surgem na tela ao finalizar. Dependendo do resultado dessas roletas, um especial se ativa com um tigre simbolizando o tempo limite do mesmo, correndo para uma linha de chegada na parte superior da tela.



São vários especiais diferentes, um que deixa o protagonista com a habilidade de atirar com seu sabre de luz, matando instantaneamente os alvos (mirados pelo WiiMote); 



Outro deixa o personagem com finalização por sabre automática, sendo necessário apenas chegar perto e apertar o botão que aparecer na tela;



E etc... os movimentos variam mas, na maioria das vezes, como eles se ativam sozinhos, não ajudam muito. Eles não podem ser ativados durante as lutas contra chefes, então não tem grande utilidade pois os capangas são sempre bem fracos, o que deixa toda essa apelação exagerado. Outra apelação é a possibilidade de segurar o botão de ataque, o que energiza a Katana e da um golpe muito forte, que gasta muita energia. Travis é um monstro.



Também tem a Moto (que mais parece um carro aquela monstruosidade), que pode ser pilotada no mapa aberto (e em uma das missões de assassinato). 



Ela permite alguns movimentos extras como Acelerar (que faz a moto correr muito rápido em troca de energia, que se restaura com o tempo);



E Pular (o personagem não pode pular sozinho, mas consegue fazer a moto pular... deve ser problema no joelho) havendo até uma missão paralela que envolve saltar.



Também é possível mudar a visão da câmera tanto no modo normal quanto na moto, porém na moto é possível continuar andando, enquanto no modo normal serve só pra olhar em primeira pessoa.



Enfim, falando da jogabilidade é isso.

Bora pros personagens...

Travis Touchdown



Travis é o protagonista, um otaku portador de uma Katana de Luz (Sabre de Luz Genérico) e uma grande sede por sangue. Ele também ama "Lucha Libre" (Luta livre mexicana com máscara e tudo) e além de animes (afinal ele é otaku) ele curte muita pornografia (cara... é muita mesmo, mas nada que a gente veja).



Depois de conseguir a sua primeira Katana de Luz, Travis se converte num grande assassino profissional e entra num ranking em busca do primeiro lugar. 



Seu objetivo com isso, ele mesmo não tem certeza no início, pois ele literalmente esqueceu, mas ele consegue chegar no primeiro lugar e quando consegue, se lembra de tudo.



Ele tava bêbado, choramingando num bar, quando uma garota misteriosa apareceu, o ouviu e o convidou a participar do ranking, começando do 12° lugar, prometendo aquilo que ele mais queria: Vingança.



Ele aceita, e depois de conquistar o 11° lugar, começa a corrida pelo pódio, saciando sua sede sanguinária e conquistando glória, grana e até, quem sabe, mulheres (ele tenta pegar a moça contratante).



Ele tem seu jeitão mulherengo e gosta de provocar geral, além de ser metido a porradeiro e se achar o melhor de todos. Mas, na real, todos os movimentos de batalha que ele sabe ele aprendeu assistindo vídeos de luta e guias de treinamento, além de fazer academia (de leve) e treinar com seu ídolo (responsável por alguns dos guias que ele assistia). 



Ele não é rico (pelo menos não enquanto não mata todo mundo), e mora em um quarto de motel chamado "No More Heroes" (motel como hotel de estrada, sem sacanagem). 



Provavelmente ele comprou o quarto (se não o motel inteiro...) e uma Moto Gigante, além da Katana de Luz, o que torrou toda sua grana. Tirando isso, e a coleção enorme que ele tem de máscaras, revistas e dvds de animes, ele não tem mais nada, nem família (que ele saiba)... exceto uma gatinha... mas falo melhor dela depois.



Pra terminar, Travis sempre salva indo ao banheiro. Essa é a forma como jogo grava a partida, e é como Travis tira um tempo pra refletir (faz todo sentido).




Sylvia



Inicialmente ele é apenas uma garota estranha que convence Travis a se juntar a uma Corporação de Assassinos chamada UAA (United Assassins Association), da qual ela é a dona.



Mas, conforme a história se desenrola, as coisas ficam um pouco mais confusas com ela, onde ela passa de grande investidora psicopata à maluca completa e loucamente apaixonada que mora com a mãe, e no final se torna mãe de família. 



É, é meio louco, mas na verdade Sylvia é uma garota manipuladora e igualmente misteriosa, que usa identidades falsas pra preservar a sua real. Na verdade, a UAA nem existe oficialmente. 



Sylvia criou um modelo muito interessante e funcional de negócio, onde ela cobra de seus investidores, aspirantes a assassinos, e com esse dinheiro, além de pagar contas particulares dela, ela também paga os assassinos ranqueados.



Ela organiza lutas, coloca uns pra matarem os outros, prometendo fortunas, mas cobra pela participação, resultando num tipo de "Pirâmide de Assassinato", bem funcional (exceto pra quem acaba perdendo o lugar no ranking... ou seja: Morre).



Ao longo do jogo, é possível ver Sylvia curtindo com a grana de Travis, ao mesmo tempo que os ranqueados que ele precisava derrubar eram bem remunerados e inclusive, recebiam "desejos realizados", que são as condições que eles mesmos impõem para sua participação na batalha.



Sylvia observa as lutas de perto, sempre, e apesar de em uma parte da história ela "desaparecer", provavelmente isso ocorreu por causa de seu marido que surgiu pra acabar com sua festa. 




Curiosamente, Sylvia constantemente flerta com Travis, sendo que a principal motivação dele pra chegar ao primeiro posto é a promessa dela, que disse que dormiria com ele caso isso ocorresse (Travis não se lembrava do verdadeiro motivo de sua participação na UAA, pois estava bêbado na hora do acordo). 




Ao longo do jogo, ela faz questão de provoca-lo, e em ligações que ela faz antes de cada luta, ela aposta na morte de Travis, sempre aumentando a porcentagem de certeza que ela tem em seu fracasso.



Alias, ela costuma ligar bastante pra Travis, sempre antes de cada luta contra os assassinos, após ele exterminar os capangas (É legal pois há uma opção no WiiMote em que a voz sai dele, e simula um telefone e uma ligação de verdade). Depois de declarar o quanto desacredita em Travis, ela cita uma frase de Star Wars, que provavelmente serve para inspira-lo ("Confie na Força!") além de direciona-lo ao "Garden of Madness", título para os ringues escolhidos pelos assassinos desafiados.




Mesmo depois dela sumir, mesmo depois da mãe dela revelar pra Travis por telefone que a UAA nem existe (mentira essa, ou disfarce), e que Sylvia é loucona (provavelmente real), e mesmo depois de Sylvia ligar pra ele e declarar todo seu amor (é bizarro... mas pode ser real também), mas também declarar que nunca mais o veria, quando Travis se tornar o 1° do ranking, Sylvia continua com seu ótimo método de arrecadação monetária e contrata novos candidatos. Ou seja, a UAA continuava de pé.



Jeane



Jeane é a gatinha de Travis... sim ele tem uma gatinha, que da pra cuidar ao longo do jogo, sem fazer qualquer diferença.



Jeane é fofinha, Jeane é o xodó de Travis e Jeane e é a última chefe do jogo.






Na verdade, a gatinha leva o nome de uma garota por quem Travis era perdidamente apaixonado, o amor de sua vida. Essa garota também é uma assassina mas falarei dela depois.



Jeane não serve muito ao enredo, e é basicamente um bichinho de estimação que Travis possui. Mas, em uma parte da história, ela foge de casa e por pouco não acaba morrendo. 



Dentro do apartamento de Travis, é possível brincar com ela, fazer carinho, alimentar, ou seja, trata-la como seu bichinho. Mas é algo meramente opcional... não que seja uma perda de tempo pois, ela representa o tamanho do amor que Travis sente por "Jeane" e o carinho que ele transfere pra gatinha provavelmente é vestígio disso.



Dr. Naomi



A Doutora Naomi é uma "amiga" de Travis, que trabalha em um armazém enorme só dela, e é especialista, principalmente, em Katanas de Luz.



Ela vende peças e upgrades para Travis, e tecnicamente é a responsável pela manutenção de sua Katana. Provavelmente ela também cuida da moto absurda, afinal ela parece ser uma verdadeira mecânica, mas não há nenhum tipo de upgrade na moto, ou seja, é só uma possibilidade.



Ela não é um personagem que o jogo obriga a conhecer, mas pro final correto (o completo) isso precisa acontecer, pois ela refina uma Katana de Luz especial, que precisa ser empunhada na última batalha pra história fechar da forma correta. 



Thunder Ryu



Ele é um treinador aposentado (parece que era um Yakusa), que tem uma academia na qual Travis treina.






Além disso, ele é basicamente o mestre de Travis, pois muitos dos vídeos que ele assistia eram feitos por Thunder Ryu, como aulas de movimentos básicos para batalha.



Thunder Ryu morre na história, depois de ser usado pela UAA para realizar os desejos de uma assassina ranker, e na primeira vez que eu joguei nem entendi quem esse cara era, pois apesar de Travis reagir bastante a sua morte, e chama-lo de mestre várias vezes, ele não é um personagem obrigatório de se conhecer.



A academia dele permite que o jogador treine Travis e aumente suas capacidades físicas e movimentos com a Kanata, porém, não é nem de longe obrigatório, sendo possível chegar ao final do jogo sem nem passar perto da academia (algo que eu fiz na primeira jogatina). Só que, esse personagem é importante, pois além de ser o instrutor de Travis, ele marca o que seria o único vestígio de paranormalidade da história do primeiro jogo.



Em No More Heroes, tudo e todos são apresentados de forma paranormal, com poderes e títulos que chegam a assustar. Mas, tudo é voltado pra tecnologia e explicado por ela, onde todos os assassinos utilizam armas tecnologicamente avançadas e únicas, que permitem fazer o que pessoas normais não conseguem. Porém, sem nada sobrenatural.



Thunder Ryu, após morrer, aparece para Travis como espírito, apontando o caminho pra ele em uma floresta sinistra pro último chefe, e também em sua academia, repetindo frases antigas. 



Eu diria que ele é fruto da imaginação de Travis que o enxerga como eterno professor e imortal... Alias, a Katana de Luz especial que a Dr. Naomi refina/restaura é a do Thunder Ryu, a última e mais poderosa Katana que ele empunha.



Ah, é... rola boatos de que Travis era abusado por esse cara, mas acredito que ele apenas usava termos depreciativos para provocar e assim estimular o treinamento de Travis, como a maioria dos treinadores fazem.



Randall (Bêbado)




Ele é o Bêbado da Cidade, um ex-assassino que também instrui Travis em suas lutas, porém de uma forma diferente de Thunder Ryu.





Ele pede 7 bolas de basquete laranjas para realizar um desejo de Travis (tipo Dragon Ball mas sem um dragão), e ensina-lo (na base da porrada) uma técnica extra, como Correr, Enxergar os Inimigos no Mapa, etc. 



Ele também não é um personagem obrigatório, e não tem tanta importância quanto Thunder Ryu, porém ele aparece no mesmo bar em que Travis conheceu Sylvia.



Assassinos do Ranking


Então, tirando os personagens que só interagem com Travis, existem os chefões, que são Assassinos Rankers contra os quais ele conversa antes, durante e após a luta. Eles aparecem em mapas específicos e reservados só pra eles, com hordas de capangas os protegendo. Antes de cada luta, Travis precisa depositar uma fortuna na conta da UAA (ou seja, Sylvia e seus associados) que é usado para remunerar e convencer os assassinos a arriscarem suas posições, dando-lhes a possibilidade de escolher o "Garden of Madness", local onde a luta final ocorrerá. Vencendo, Travis assume a respectiva posição no Ranking, porém como o objetivo dele é chegar ao primeiro posto, ele não tem tempo de usufruir de seus benefícios. 

XI - Helter Skelter


Ele é o primeiro assassino que Travis enfrenta, armado com Armas de Fogo e Lança Misseis. 



Mas, não chega a ser jogável.





Sua batalha é a de estreia na UAA de Travis, que assume a 11° posição após decapitar Helter Skelter em cima de um prédio, seu Garden of Madness.



Sua luta pode ser assistida num DVD no quarto de Travis, além de ser parcialmente mostrada na abertura do jogo. 



Essa batalha é na verdade o trailer de "Heroes", o título original de "No More Heroes", que foi alterado devido a nova temática do jogo (Assassinos vs Assassinos: Não mais Heróis). 

X - Death Metal

Ele é o primeiro oponente que Travis encara no controle do jogador, e surge em sua mansão, invadida por Travis com moto e tudo.





Seu Garden of Madness é sua própria casa, e ele usa pra lutar uma Espada Elétrica Gigante. 



Em suas próprias palavras: "Eu não desejo nada, tudo que preciso já tenho.", por isso a UAA não consegue convence-lo a lutar. 




Mas, Travis o faz e o desafia à força.



No final da luta, seus dois braços são decepados e ele condecora Travis como "Holy Sword", título que ele educadamente descarta e depois o decapita.


IX - Dr Peace


Dr. Peace é um detetive que ocupa a décima posição no ranking da UAA.






Seu Garden of Madness é uma arena esportiva de basebol reservada só pra ele, em que ele aparece cantando um hino. 



Seu desejo realizado é um dia perfeito com sua filha, e a UAA faz questão de usar o dinheiro de Travis pra bancar tudo isso (algo descoberto por Travis logo de cara). 



Ele usa duas Pistolas pra luta, que apesar de fortes não são o suficiente pra mantê-lo vivo e sua barriga é aberta por Travis.



Antes de morrer, ele cita sua filha (Jennifer) e canta em sua homenagem... ou pelo menos tenta.



VIII - Shinobu


Ela é uma estudante que ocupa a nona posição.





Como ela faz o possível para esconder sua profissão, quando Travis a desafia na frente de colegas ela os mata sem a menor piedade.



Seu Garden of Madness é um prédio abandonado próximo à escola (provavelmente um ponto em reforma) e seu desejo realizado é a possibilidade de vingar a morte de seu pai (Jacobs), lutando contra o assassino dele, que no caso, a UAA diz ser Travis.



Por portar uma Katana de Luz, Shinobu não duvida das palavras da UAA afinal seu pai morreu justamente pra alguém portando essa arma, que serve de prova suficiente pra fazer a mocinha levar a luta a sério, usando sua própria Katana que consegue cortar à distância emitindo energia acumulada.



Mas, ela perde, e perde sua mão também, e apesar dela não ser assassinada por Travis (que tem misericórdia dela) a UAA diz que se encarregaria dela e passa o posto para Travis, além de Travis dizer que não vale a pena matar ela pois ela ainda tem muito a aprender.



Travis também reconhece Shinobu como filha de Jacobs, um de seus ídolos e seu mentor (à distância), e diz que não foi ele quem o matou e nem ao menos chegou a conhecê-lo pessoalmente, o que convence Shinobu.



VII - Destroy Man



Aspirante a ator/dublê de filmes de Super Herói, o Garden of Madness desse maluco é um estúdio de filmagens, provavelmente onde ele realizou seu desejo de atuar em seu próprio filme de ação (em que Sylvia foi obrigada a participar). 



Sua identidade secreta é de um carteiro, que ele tenta usar pra tirar vantagem e derrotar Travis pelas costas. 




Ele trapaceia de várias formas, usando armas especiais acopladas em suas Luvas e Cueca... 





Além de tirar vantagem do estúdio.



No final, o "herói de Santa Destroy" (cidade em que o jogo se passa 90% do tempo) é dividido ao meio, caindo aparentemente morto (sim mano... "aparentemente").



VI - Holly Summers



Holly é uma assassina militar com uma perna protética, que escolhe a praia de Santa Destroy como seu Garden of Madness. 



Seu desejo não fica claro, mas sua escolha é completamente estratégica, onde ela consegue facilmente montar armadilhas com explosivos e covas espalhadas por toda a praia. 



Provavelmente, seu desejo era poderio militar (considerando a quantidade de  armas, minas explosivas, capangas e até helicópteros que ela usa).



Após a luta, cheia de armadilhas, onde Travis mostra que tem uma resistência física monstruosa, Holly é derrotada...



Mas Travis se recusa a mata-la, principalmente por ela ser mulher e ele achar que ela não merecia morrer (isso é o que ela diz, mas acredito que ele só tenha gostado dela mesmo).




Porém...



Holly coloca uma granada na boca, sorri e explode sua própria cabeça na frente de Travis...



Que a abraça logo em seguida, pede desculpas por não tê-la matado e pergunta seu nome pra Sylvia.



Ele a enterra, honradamente em uma das covas que ela cavou e se despede, diz que a ama... quase chora... é bem estranho mas... ta né.



V - Letz Shake



Esse assassino também usa de métodos estratégicos pra defender seu posto, equipado/acompanhado de um cérebro gigante que ele chama de "Doutor" instalado em uma Máquina Enorme que parece ser muito destrutiva.



Provavelmente, seu desejo é a não influencia da UAA em sua luta e total liberdade de escolha. 



Um cara misterioso leva Travis para o seu Garden of Madness, uma estrada deserta, onde Letz Shake prepara uma arma potente e mortal para exterminar Travis com um único disparo.



Ele quase consegue, e apesar da UAA não interferir... 




O misterioso cara aparece e o mata, do nada (sim, Travis nem consegue lutar).



Esse cara desaparece quando Sylvia e os "faxineiros" da UAA chegam, e apesar de Travis se recusar a aceitar o posto, visto que ele nem chegou a lutar, Sylvia o declara como quinto colocado.



IV - Harvey  Moiseiwitsch Volodarskii



O quarto melhor assassino é um Ilusionista, que escolhe como seu Garden of Madness seu próprio palco de mágica...



Em um show inteiramente reservado pra ele e Sylvia (tudo indica que Sylvia seduzia ou pelo menos tentava seduzir os demais assassinos também... mas Travis que se da bem, recebendo o convite como um encontro).



Ele usa seus truques pra lutar, e apela pra todo tipo de artimanha inclusive hipnotismo (o que faz Travis achar que ta tudo de cabeça pra baixo).



Mas Travis escapa de todos os seus golpes, e vence, fazendo a mágica final no próprio mágico, onde após cega-lo...



Ele o prende e serra ao meio... 



Com auxílio de suas próprias assistentes, deixando o encerramento do show para ele mesmo e Sylvia.



III -  Speed Buster



Chamada de "Bruxa" pela UAA, essa assassina não tem nada de sobrenatural e escolhe como seu Garden of Madness sua própria cidade, totalmente devastada (provavelmente por ela mesma).



Como desejo, ela reclamou por Thunder Ryu (alguém que ela desprezava e amava ao mesmo tempo), o que a UAA providenciou, convencendo o aposentado a enfrentar a Bruxa.



Mas, ela apela pra seu canhão mortal e mata Thunder Ryu.






Depois, ela tenta usar o mesmo método pra acabar com seu verdadeiro desafiante, mas Travis a alcança depois de se esconder dos muitos disparos...



Corta o canhão ao meio ficando frente a frente com a desgraçada...




E após receber um beijo dela...




Ele a decapita.






É ai que ele pega a Katana de Thunder Ryu e a restaura com a Dr. Naomi. Alias, também é nessa luta que Jeane quase morre, pois ela segue Travis até a outra cidade... e de certa forma ela acabou ajudando na morte de Thunder Ryu, que se distrai por causa do gatinho.



II - Bad Girl



Em segundo lugar vem ela, a Bad Girl, uma mocinha psicopata que aparece curtindo seu presente da associação: Uma cota ilimitada de pessoas pra ela matar e uma geladeira cheia de bebidas.





Ela usa um bastão de basebol comum, sem qualquer tecnologia de ponta envolvida, e sua única vontade é matar e curtir a matança. Ela realmente adora matar.





Seu Garden of Madness é uma sala equipada com uma esteira de corpos e um frigobar cheio de cerveja, posicionada abaixo da mesma arena esportiva em que Dr. Peace foi enfrentado, que Travis invade com sua moto dessa vez (o que sugere que ela é a tal Jennifer, visto que nenhum outro chefe tem sua arena reutilizada).



Essa mina é maluca, e usa de charminho pra tentar espancar Travis até a morte: Ela se joga no chão e começa a chorar, se o jogador se aproxima ela ataca Travis e é impossível escapar. 




Daí ela o joga no chão e espanca sua cabeça sem parar, mesmo após ele morrer.



Além disso, perto de perder, ela joga fogo no taco o que deixa ele bem mais forte e mortal.



Depois de derrotada ela se recusa a parar de lutar... 



E mesmo empalada pela Katana de Travis, ela o ataca, semelhante ao especial impossível de escapar...




Porém ela perde a força conforme sangra e morre montada em Travis.



I - Dark Star




Ocupando a primeira posição está Dark Star, que usa uma armadura dourada e um "Cavalo" de Luz customizado e apelativo, que gera um enorme feixe em forma de Dragão, praticamente com vida própria.



Pra chegar nele, tem uma perseguição de motos, passeio por um labirinto florestal sinistro e muito sangue derramado no caminho... é bem ao estilo "chefão final" mesmo.





Antes de lutar, ele se apresenta como pai de Travis e tenta fazê-lo se lembrar do seu passado, mas, quando isso acontece, Travis se lembra de tudo de fato, principalmente que seus pais haviam morrido na sua frente, e ele sabia que o assassino era a garota por quem ele era perdidamente apaixonado.





Com essa revelação, o Dark Star morre com uma mão atravessando sua genitália (provavelmente arrancando seus órgãos genitais).



Daí o verdadeiro objetivo de Travis surge.



V/2 - Henry



Lembra do cara misterioso que apareceu na quinta posição e fugiu após praticamente dar a posição pra Travis?! Então, este era Henry.



Com o pedido do quinto colocado e no não envolvimento da UAA, Henry achou melhor observar e na hora H, interviu. Ele é marido de Sylvia, tem uma filha com ela e pra variar, é o irmão gêmeo de Travis.



Travis nem sabia da existência de seu irmão, mas ele sabia da existência de Travis. Apesar dele aparentemente não ter nada haver com os planos de Sylvia em "ajudar" seu irmão a se vingar, ele faz questão de se intrometer, salvando Travis do trapaceiro quinto colocado.



Ainda assim, ele só o faz por questão de honra, talvez para que ele mesmo pudesse finalizar seu irmão. Como Sylvia aparece, ele some, provavelmente pra que ela não interferisse.



No final (real) do jogo, ele reaparece e novamente, salva Travis de um assassino que tenta pega-lo de surpresa, durante seu "salvamento" na privada.



Mas, ele não vai embora e desavia Travis pra uma batalha, por pura honra, não por posições. É nesse enfrentamento que Travis descobre a natureza de seu maninho, e também a relação dele com Sylvia (o que o deixa bem decepcionado, e alias rola quebra de quarta parede com até o jogador sendo citado).



E no fim, depois de uma batalha implacável, ambos pulam em direção um ao outro e enquadram uma ilustre cena pré-morte, na qual provavelmente ambos morreriam decapitados.



I/2 - Jeane


Por fim, temos Jeane, a verdadeira chefe final ranker do jogo.



Ela quem mata o Dark Star, e ela quem matou os pais de Travis em sua frente.






Travis nem precisa se esforçar pra lembrar, pois as memórias voltam detalhadamente e inclusive ele chama pelo nome dela: Jeane.



O objetivo real de Travis era chegar à primeira colocação para assim, como premiação, receber a chance de se vingar do assassino de sua família. Sylvia sabia disso, e provavelmente usou a UAA para convencer o primeiro colocado a se identificar como pai de Travis, uma encenação falha (e completamente inspirada em Star Wars) que da lugar a verdade, e Jeane se apresenta, como irmã de Travis.



Sim, ele era apaixonado pela garota mas não sabia que ela era sua irmã... ou melhor, meia irmã, afinal era parente somente por parte de pai.



Antes de lutar, Travis questiona a razão por ela ter matado seus pais, e ela conta, depois de uma hilária quebra da quarta parede, onde ela diz que não poderia contar sua história pois isso exigiria um aumento na faixa etária do jogo (isso porque ele já é pra acima de 17 anos).



Mas ai ela conta sua história, detalhadamente, sob o acordo de acelerar a cena. Isso realmente acontece, como se uma fita tivesse acelerando, mas se o jogador desacelera (através de edição de vídeo) é possível escutar a história inteira... e ela realmente é bem tensa:



Jeane vivia com sua mãe e seu pai em um apartamento, mas um dia seu pai abandonou ambas para viver com a mãe de Travis. Por conta disso, sua mãe cometeu suicídio, deixando a filha sozinha com o pai ausente. 



Pra piorar, o cara passou a abusar da menina e tornou sua vida um inferno, enquanto fazia uma nova família com a outra mulher. Depois de crescer, abandonada e abusada, Jeane precisou vender seu corpo pra pagar os estudos e continuar vivendo. 



Ela amaldiçoou seu pai por toda a merd4 que aconteceu em sua vida e tudo que ele fez com ela, mas como só amaldiçoar não adiantou de nada, ela decidiu agir, se convertendo em uma assassina profissional e matando tanto seu pai, quanto a mulher dele com as próprias mãos, na frente do filho deles: Travis.





Isso chocou o cara, que provavelmente teve de lidar com a morte dos seus pais e desejou vingança, apagando as memórias ruins na base da bebida. Provavelmente, tudo que Travis comprou foi com a herança de seus pais, e no final, quando ele ta em depressão no bar, Sylvia apareceu e lhe ofereceu o que ele tanto desejava. 



Mas, a história é igualmente ruim pros dois lados, pois Jeane não era tão "má" quanto aparentava, e suas justificativas eram mais do que válidas, enquanto Travis também tinha razões satisfatórias para desejar a cabeça da sua amada. 



Sylvia oferece tanto pra Travis quanto pra Jeane, uma chance de acertar as contas. Alias, Jeane e Sylvia eram amigas, daí toda influência da UAA sobre a assassina psicologicamente torturada que alias, deve ter se tornado assassina graças a UAA, ou seja, Sylvia tava por trás de absolutamente tudo, desde a morte dos pais de Travis até a batalha final.



Indiferente de quem ta certo ou quem ta errado, a última luta ocorre e depois de um confronto extremamente difícil...




Onde Jeane tem uma esquiva perfeita, sendo muito difícil de acertar... 




E apela pra ataques de mãos limpas, usando técnicas de luta livre e artes marciais...



Com o Garden of Madness formado por um círculo feito com o Dragão de Luz do Dark Star, que diminui o tamanho com o tempo...




Ela realmente da um coro em Travis, e no final ela vence, perfurando ele com sua mão, no peito.


Mas, Shinobu aparece e corta o braço dela fora, chamando Travis de "Mestre" e lhe dando a oportunidade de virar o jogo.


Daí, Jeane suplica pra que ele não a mate, chama ele de irmão, diz que ambos tão no mesmo ramo, e ainda apela dizendo que ela já sofreu de mais. 


E (momento piada bost4, prepare-se) Jeane toca seu coração (desculpa!)...


Fazendo com que Travis a matasse após dizer "Chegou a hora de você descansar. Espero que seu próximo sonho seja mais prazeroso."


Jeane da boa noite sorrindo, e é fatiada em 4.


Daí o jogo termina, com Travis assim afirmando.


E Sylvia aparece depois, deixando claro que ela estava observando.



Um tempo depois, um cara invade o banheiro do apartamento de Travis e o desafia... 




Mas seu irmão o salva, cortando o cara ao meio, e o desafia também.



Depois de todas as revelações e um papo bem animado entre os irmãos, eles saltam e a cena para, com os créditos passando. 



Após os créditos, ela se transforma literalmente em um quadro, que Sylvia observa ao lado de sua filha, batizada de Jeane.




Aí, tudo escurece e Sylvia aparece dizendo que é uma pena que não haverá sequência. 


E fim.



Acho que não faz-se necessário resumir a história do jogo, ela é isso ai que você leu, sem tirar nem por: A luta de um cara pelo primeiro lugar em um ranking de assassinos, para descobrir mais sobre sua própria vida e se vingar de alguém que a arruinou.




Considerações finais:

Mano, um jogo desses pra Wii é assustador! Pensa, o Wii é um vídeo game mais voltado pra criançada, e esse jogo não tem nada de infantil. Ele foi criado principalmente por um cara apelidado "Suda51" e tem outros games, no mesmo estilo, pra outras plataformas. O "Heroes" mesmo tinha sido planejado pra Xbox 360, mas por sorte o sistema do Wii atraiu mais atenção, e ficou ótimo... exceto pelo excesso de sombras. É uma característica marcante mas um pouco incômoda, pois as vezes fica bem difícil de enxergar (sangue de mais, sombra de mais... tenso de mais). Mas é um jogo muito bom.



O jogo tem uma pegada GTA nas partes em mapa aberto, e apesar do mapa ser grandinho, ele é limitado com paredes invisíveis (ilustradas por bloqueios simples como faixas de segurança ou cercas). A cidade fictícia "Santa Destroy" fica na fronteira do Mexico, da até pra chegar na tal fronteira, o que justifica toda a influência mexicana nos gostos de Travis.



Apesar de Travis ser um assassino, ele o faz de forma secreta, por isso ele não mata ninguém no meio da rua. Mesmo se você tentar atropelar velhinhas, a galera só foge. Creio eu, que se o jogo usasse um sistema completamente plagiado de GTA, ele ficaria mais dinâmico mas perderia o foco... mas seria legal se fosse um tiquinho mais realista nessas partes.



Sabe as Bolas de Basquete? Então, encontra-las, todas elas (se não me engano são 70) é até que fácil. No mapa da cidade aparecem bolinhas laranjas marcadas, junto com bolinhas rosas. É um pouco difícil diferenciar (o tom das cores é quase o mesmo, e se você for daltônico então, fica bem pior) mas, é fácil de encontrar.



Quando mencionei que talvez o Motel No More Heroes seria propriedade de Travis, é pelo fato de não haver mais ninguém morando la, sem carros no estacionamento (que ilustrariam facilmente a existência de outros moradores) e também, sem qualquer npc. Além disso, o jogo leva o nome desse motel, então, uma coisa leva a outra... mas não passa de uma teoria.



Existem partes do jogo em que Travis sai de Santa Destroy, pega Metrô e até Ônibus e ambos são dinâmicos, onde Travis enfrenta carinhas la dentro mesmo, durante a viagem.



É interessante, pois expande o horizonte do jogo, e também mostra que as batalhas não são apenas regionais.



Eu não mencionei o suposto vício de Travis por Jogos de Vídeo Game, pois não vi tantas referências assim. O único jogo que ele joga (que alias, o jogador também pode jogar) é um simplesinho com um robô ao estilo navinha, que atira e corta, com direito a um chefão final. 



A primeira vez que ele joga, é em seus sonhos, enquanto dorme numa viagem no metrô, mas depois é possível jogar no seu quarto pelo seu aparelho de televisão. Isso deixa claro que pelo menos gamer (daqueles viciados mesmo) ele não é, pois nem investe em jogos ou em plataformas de última geração... sendo que ele faz questão de esbanjar grana em coisas voltadas pro mundo otaku (aquela moto é exagero de mais).



Porém, não posso ignorar o fato dele ser evidentemente viciado em Star Wars, algo que existe no universo de No More Heroes (provavelmente com outro nome). Existem várias referências e até um poster numa loja de DVDs que deixam clara a influência de Star Wars nesse universo.



Mas, tudo é levado pro lado realista, tipo as Katanas de Luz, que não são apenas dispositivos que geram uma lâmina laser do nada. Eles precisam sempre de um limitador, algo que defina até onde a energia vai, fazendo com que ela vá e volte, formando a lâmina. Inicialmente, Travis usa sua Katana simples que mais parece uma serra laser. Mas ao longo do jogo ele troca por outras mais refinadas...



Chega até a usar uma de 5 feixes ao mesmo tempo, que é a personificação do massacre (principalmente em ataques horizontais). 



A Katana final, do Thuder Ryu, é a única que chega muito próximo de um sabre de luz característico, e é mortal (nesse caso, ela é melhor na vertical, se dividindo em 3 em ataques nessa direção).




E por fim, mas não menos importante: Moe.



Em uma cena no começo do jogo Travis diz isso enquanto alisa um poster. Isso é uma palavra de origem nipônica ligada ao mundo otaku que significa, basicamente: Amor.



É quando uma pessoa ama de mais um anime, um personagem fictício, uma história... e Travis sente isso por uma animação do universo de No More Heroes chamada "Pure White Lover Bizarre Jelly" (quando da game over, o poster desse anime aparece, dando a chance de continuar ou desistir), que é um anime de garotas que usam MECHAS (Robôs Gigantes).



No segundo jogo esse anime tem mais destaque, mas parece que todo mundo é fan dele, inclusive ouvindo a música principal do anime o tempo inteiro, como Dr. Naomi e o cara da loja de DVDs. Alias, o jogo de vídeo game que Travis é viciado é baseado nesse anime também, tanto que é intitulado "Pure White Giant Glastonbury", referência aos MECHAS do anime.



Ah, e apesar de no final Sylvia dizer que não haverá continuação... existe sim (e após essa cena aparece uma mensagem ao estilo "De Volta Para o Futuro"), também pra Wii (e com quebra de exclusividade posterior), mas que na minha opinião deturbou a ideia do primeiro NMH. Mas, tão até planejando lançar o 3. Talvez até la eu faça a análise do segundo também.



Enfim, é isso.

Espero que tenha curtido. Eu sei, ficou curta perto de outras análises... mas acho que ficou completinha.


See yah... e repito, falta 1 dia pro ano novo. Então, ainda não desejarei Feliz Ano Novo pois acredito que conseguirei postar mais uma análise até la. Caso eu não consiga eu desejo, em cima da hora. 


Até a próxima!

14 comentários:

  1. Belo post cara, parece um jogo muito interresante. BTW, já jogou Killer 7 ?

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    1. Nunca joguei Killer 7 mas durante as pesquisas ouvi muito falar dele, e do Suda51. Mas pelos gameplays que vi ele é voltado pra tiro não é?!

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    2. Mas ele vale muito a pena cara...

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    3. Eu imaginei... por essa razão pensei em jogar. Mesmo não sendo meu estilo, acho que vale a pena experimentar essa referência.

      Outro game do Suda51 que eu queria jogar é o da lider de torcida com uma cabeça de zumbi. Mas só vou jogar de fato depois de zerar e analisar o NMH2... e acho que até la vão ter outras análises de tiro no blog.

      See yah sr Tuth.

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  2. Eu gosto do Suda, é o mais perto na industria dos videos games de um estilo semelhante ao do Tarantino(mesmo tendo também os caras das Platinum Games).
    Enfim,um ótimo jogo mas estava pensando,porque acha que o dois fugiu um pouco do seu norte(se for analisa-lo e não puder responder eu posso esperar)?
    Feliz ano novo(dois dias atrasado,mas o que conta a intenção....não é?)

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    1. Hei sr Will! Então, a sanguinolência de No More Heroes me fez lembrar Kill Bill... jogaço... e bizarro ver que é original de Wii rs...

      Bem, o segundo game saiu do lado "tecnologia" e focou totalmente no "sobrenatural". O jogo já era viajado, mas extrapolou. Eu me lembro de ter ficado muito decepcionado na época que zerei ele pela primeira vez, pois eu adorei o elemento "realista" do primeiro jogo... se é que você me entende.

      Destroy Man... aquilo foi o cúmulo.

      Eu vou analisar e entrar em mais detalhes. Sem contar que vou checar pra ver se minhas memórias infantis não estão deturbadas... as vezes eu que não entendi o enredo né!?

      Bem, feliz ano novo sr Will, e sempre a intenção é que mais vale.

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  3. Oi, se você gostou desse (como é é ame ame gostei bastante do dois, mas fiquei com um ódio quando eu v destroyman no nmh2, pq eu odiei ele por trolar o travis), cara joga metal gear rising, é o mesmo estilo com bastante sangue e tals, mas tem uma trilha sonora muito melhor que claro a demonstração do poder do ps3 ou xbox360, sério é muito bom (vc citou o estilo da platinum e esse jogo é feito por ela, e muito bem feito por sinal)

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    1. Meu teclado tava todo bugado e o texto saiu igualmente, mas acho que deu pra entender rsrsrs

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    2. Então sr Jean, eu fiquei pensando... pretendo jogar e analisar Metal Gear Solid em breve, mas eu já tinha jogado o Rising uma vez... o que me deixou na dúvida... ambos são Metal Gears... mas são muito diferentes (o esquema dos cortes e talz, eu gostei pacas, mas é diferente do estilo stealth que vi no Solid). Isso me deixou na dúvida se eu deveria começar pela franquia solid, pela franquia rising (são franquias né?!) ou se são jogos completamente diferentes que não devem ser analisados em um mesmo plano. Eu pretendo tirar essa dúvida, jogando... é claro... mas agora que o sr mencionou, fiquei encucado. Eu realmente curti o Metal Gear Rising, mas fiquei confuso...

      Pois bem, eu jogarei ambos de toda forma, e analisarei ambos de toda forma, mas realmente fiquei pensando na diferença das franquias e talvez até mesmo incompatibilidade... sabe o que me lembrou? Conhece ou já ouviu falar de Full Metal?! Então, tem dois... um se chama "Alchemist" e o outro "Panic" e são séries animadas/desenhadas completamente diferentes... mas ambas tem o nome beeeeem semelhante. Sei la, o pouco que observei de Solid vs Rising me fez pensar na situação de Alchemist vs Panic... alias eu sou fan de Full Metal Panic... anime legal pacas... enquanto não curto muito o Alchemist (apesar de gostar sim).

      Enfim... sr Asaphe, Jean Asaphe, obrigado por ler e pela recomendação... ela literalmente acendeu minha curiosidade.

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    3. Deu pra entender sr. Grila não!

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  4. Respostas
    1. Nem grila, eu tenho problemas com digitação também. Eu nunca acerto textos em celulares por exemplo... notebooks então... é tenso.

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  5. Respostas
    1. Fica tranquilo sr Jean, eu entendi... e adorei a recomendação. Obrigado pela leitura e pelos comentários... e tanto faz se ficar errado ou não, o importante é mandar a mensagem, e ela foi recebida.

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