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quinta-feira, 28 de julho de 2016

AnáliseMorte: Undertale


UNDERTALE


...



Pense num jogo curioso, inovador, engraçado, assustador, intrigante, bonito, divertido, fácil e igualmente complexo. Pensou!? Pois é, Undertale é tudo isso, e muito mais.

Sabe o esquema do "Kickstarter" que citei na análise do Mighty No 9, então, surge mais uma análise sobre mais um jogo possibilitado graças a esse esquema. Na real existem muitos ótimos jogos possibilitados graças a esse esquema, mas Undertale é uma verdadeira obra de arte virtual.

Infelizmente, dessa vez, não serei capaz de contar absolutamente toda a história de Undertale, pois para isso seria necessário terminar o jogo, no mínimo 4 vezes, para ficar "da forma que eu curto". E, esse jogo é enorme (afinal é um RPG) e existem ordens diferentes pra pegar os finais diferentes que influenciam em mais finais diferentes, que se diferem por pequenos detalhes, detalhes curiosos, mas apenas detalhes, e haja tempo pra jogar viu. Só no final que eu fiz, foram gastas mais de 12 horas (seguidas!) e nem é o final mais demorado... apesar de ser o "correto"... se é que existe um final "correto" (Existe sim! Pra mim existe!)


Entretanto, antes de digitar eu pesquisei muito, muito mesmo, então acredito que esteja pronto pra começar a falar. 

Então vamos la. Alias, aquele ponto vermelho nas reticências é um claro aviso de spoiler. Então, esteja ciente que todo o texto a seguir será repleto de spoiler. O ponto azul claro é um "Boa leitura".

Undertale é um jogo em 16 bits lançado no ano de 2015, e acredite, apesar de ter gráficos bem simples, ele é melhor que muito jogo lançado até hoje, em vários gêneros diferentes. 

Basicamente, é um jogo de Aventura com elementos de RPG, Puzzle, Humor e Terror Psicológico. Tudo depende de quem e como se joga. Pra minha primeira experiência, foi um jogo bem hilário e nada perturbador. Tiveram algumas pequenas coisas estranhas, que foram respondidas posteriormente, mas o jogo é riquíssimo em humor.

Esse foi o primeiro jogo que me fez gargalhar com os diálogos, pois ele é simplesmente engraçadíssimo, do começo ao fim, e nenhuma das piadas é chata ou ultrapassada, nem mesmo "suja" ou apelativa. É um humor leve, simples, agradável e hilário. Algo que merece muito destaque, pois é uma das coisas que torna este um dos melhores jogos já lançados.

A jogabilidade se divide em 3 partes:

Exploração 

No controle do protagonista, o jogador precisa andar pelos mapas e interagir com diferentes personagens e objetos nos cenários. Durante esse estado, o jogo se passa num visual simples, visto de cima, onde só é possível andar (pra cima, baixo e lados) e interagir (apertando o botão de interação).

Nesse estado também é possível acessar o menu onde tem o Celular (Depois de obtido, faz parte da história e serve pra falar com alguns personagens distantes e próximo ao final, serve pra acessar o "armazém" e também, pode virar uma Mochila a Jato, entre outras funções.), Estado do Personagem (level, HP, coisas assim.) e Itens Carregados (que mostra o Inventário que pode ter até 8 itens no máximo). 


Batalha

Ao andar pelos mapas, inimigos "invisíveis" aparecem e batalhas começam, ao estilo Final Fantasy, mas as lutas são completamente inovadoras.



É usado um sistema que lembra "O Jogo Mais Difícil Do Mundo" onde o jogador controla a Alma do protagonista, na forma de um Coração, e precisa desviar de diferentes ataques dos inimigos pra se defender.

Então, como o jogo se passa em Turnos, na rodada do jogador é possível Atacar, Conversar, Usar Itens, Fugir ou Poupar. E ai entra mais uma inovação, pois é possível (e até pré requisito no Melhor Final Possível) vencer as batalhas sem obter nenhum ponto de experiência, sem pegar nenhum LOVE (equivalente a "Level" mas... tem outro significado) ou seja, da pra zerar o jogo sem Matar nenhum inimigo.

Pra evitar uma batalha é preciso Conversar com o oponente e assim, ver como ele ta, do que ele precisa, o que ele quer fazer e como convence-lo a abandonar a luta, ou simplesmente perder a vontade de brigar. Nem é algo complicado, mas é muito engraçado, pois todos os inimigos tem respostas diferentes e hilárias, alguns reagindo em seus sprites, outros reagindo durante a defesa do jogador, é algo único. 

Ao lutar, aparece uma barra onde o jogador precisa tentar acertar o Centro com sua arma, quanto mais próximo do centro for o golpe, maior o dano. Dependendo da Arma, da até pra fazer mais de um ataque na mesma rodada.



A barra passa direto pra cada ataque (ela não fica indo de um lado pro outro, mas caso seja possível dar dois golpes, ela vai e vem).

Interação durante a Batalha

Como eu disse, a luta pode acabar sem qualquer agressão, e apesar disso fazer parte do tipo de batalha, algo que merece ser destacado é a interação. 


Os diálogos e reações de cada inimigo são tantos, que por si só já fazem o jogo render. Eu nunca, nunca, joguei algo com um sorriso na cara em absolutamente todos os momentos. 


O que faz rir, não são apenas as falas, mas os personagens, a música (algumas são simplesmente implacáveis) e principalmente a forma como os inimigos reagem.



Vou dar um exemplo que pra mim é o melhor:




Existe um monstro que é rebeldão. Ele é forte de certa forma, mas apenas quando tem outros monstros com ele. No diálogo, é revelado que ele não é um monstro mau, é apenas mal acompanhado, e quando os aliados dele são vencidos (mortos ou convencidos a deixar a luta) a mensagem "Ele não liga pra nada no mundo" surge e seus ataques, não são mais ataques, mas sim uma versão dele pequenininho dançando.


É engraçado e rola até "dancinha da minhoca" com os braços.

Algo que não da pra negar, é que tudo é completamente interligado, a música é sincronizada com os personagens, os diálogos, o gameplay em si. Nada é posto de forma separada, tudo é tudo. É estranho ressaltar isso, mas boa parte dos jogos no mercado ou se destacam por jogabilidade, ou por enredo, ou por gráficos, ou por música. Poucas são as obras de arte que conseguem se destacar por tudo igualmente.

Ah, pra salvar o jogo, tem umas luzes amarelas que são os "Save Point". Ao falar com elas, ocorre a descrição do local e o quanto isso causa "Determinação" ao protagonista. 



A "Determinação" é uma emoção chave do jogo, onde tudo gira em torno disso. A Determinação mantém as "Almas" vivas, a Determinação mantém o protagonista no caminho, a Determinação mantém a esperança de ver um rato pegar o queijo (dizem que no final ele pega...)



Cada personagem do jogo tem uma história, cada monstrinho tem algo a contar e mostrar, mas existem alguns que se destacam. 

Personagens e História


Agora, contarei a história do jogo enquanto falo dos personagens principais. Antes de tudo, falarei do protagonista.


A história pré-jogo é muito simples. Humanos e Monstros lutando até a morte... 


Com os monstros sendo derrotados e selados no subsolo.


Depois disso, um humano tentou subir no monte Ebott e caiu, chegando ao "Mundo dos Monstros" no subsolo.


A imagem de um humano fazendo isso é mostrada.


Mostra ele tropeçando e caindo.


E então, depois da queda...


Quando o humano é mostrado caído.


O jogo começa.

Antes de tudo, o jogador escolhe o nome do personagem. Pois bem, o jogo já começa ai, já que o nome do personagem define o jogo... estranho né? Mas vou explicar.


As letras ficam tremendo, como se tivessem medo do que será escrito... bem... Existem nomes que não podem ser escolhidos, que são os nomes dos personagens principais. Caso sejam escolhidos, o personagem respectivo responde, dizendo pro jogador ser mais criativo, a sua maneira claro, impedindo que o mesmo seja escolhido.


Porém, existem 3 nomes que fazem "algo estranho".

Frisk


O nome do protagonista é "Frisk" mas isso só é revelado no final verdadeiro do jogo. Antes disso, ele é chamado pelo nome escolhido pelo jogador, que é o nome do "Primeiro Humano". Pois bem, na história, aquela criança da ilustração antes do jogo não é o protagonista, mas sim o primeiro humano que caiu no buraco. Antes do protagonista (e depois do primeiro humano), outros 6 cairam, então tecnicamente, "Frisk" é o 8° humano, tal qual se parece muito com o primeiro, tendo inclusive a cor VERMELHA em sua alma. Se o nome dele for escolhido, o jogo te avisa que isso causaria um inferno na sua vida... mas te da a opção de confirmar... fazendo isso, começa o "Modo Hard" com monstros inéditos e um pouco mais de dificuldade...


Mas, ao chegar no final da primeira parte da história, que não demora muito (é tipo o tutorial) surge o diretor do jogo, dizendo que isso é apenas uma "Demo" do modo Hard de Undertale, que pode um dia se tornar real, mas por hora era só isso mesmo.


Pois é, depois disso, surge a tela do "Modo Hard em Breve" e Flowey aparece, se deparando com o fim.


Depois explico quem é Flowey.

Chara

Pois bem, o nome do primeiro humano deve ser escolhido pelo jogador correto?! ERRADO! Existe "O nome certo", tal qual é "Chara". Em pesquisas, vi que "Chara" é uma abreviação de "Character" mas como não cabe todas as letras ao escolher o nome, esse se tornou o "nome real" pelos fans. Sabe aquela necessidade de dar um nome comum pra poder saber quando está falando do personagem? (tipo "Link" pro personagem de The Legend of Zelda) Então... vi até que o diretor do jogo recomenda que cada jogador dê um nome ao primeiro humano, e que isso faz parte da dinâmica porém... ao escrever "Chara"...


Os dizeres mudam, pra "O verdadeiro nome".


Pois é, não sei se isso causa alguma coisa diferente no jogo (ainda não terminei o jogo com esse nome, o meu era "Morte") mas, só ai já da pra confirmar que o nome real do primeiro humano é e sempre será "Chara".

Gaster



O último nome, é de um personagem que não existe.

Ao colocar esse nome: "Gaster" na hora de confirmar, o jogo sair rapidamente da tela de confirmação e simplesmente volta pra abertura. Algo curioso, pois nem é possível voltar pra abertura sem sair do jogo. É como se o jogo impedisse que o jogador desse vida a esse personagem. 


Como descobriram esse nome? Eu explico no final.


Detalhe: O sexo do protagonista não é definido. Os próprios monstros se confundem as vezes. Tecnicamente, é uma garota, mas em alguns momentos parece um garoto. O protagonista não tem expressões faciais (no inicio eu jurava que ele tava morto...) mas, eu considero ele uma criança humana... nem menino, nem menina, apenas uma criança humana.


Toriel



Ela é uma monstro materna, que protege o protagonista logo no começo do jogo. A partir daí, ela o guia.


Toriel ensina o básico de seu mundo, mas ela praticamente implora pra que o protagonista viva com ela, e não saia das Ruínas. Claro que, o objetivo do jogo é sair do mundo dos monstros, então pra seguir em frente, Toriel é deixada pra trás.


Apesar dela só aparecer no começo, e não ser mais possível entrar em contato com ela até o final do jogo, ela é um dos personagens mais marcantes, não apenas por ser aquela que ensinou ao jogador, mas por ser a personificação da bondade dos monstros.




Ela da uma de mãe (e é até possível chamar ela de mãe, se o jogador desejar) e ela presenteia o protagonista de várias formas, preparando uma torta, dando um quarto com brinquedos e até, um celular. Ela deixa um celular com o protagonista pra entrar em contato com ela a qualquer momento. Porém... Toriel fica chateada com o protagonista e deixa de responder suas chamadas, até o final do jogo.




Toriel é a Rainha do Mundo dos Monstros, porém por acreditar que o que seu marido fazia aos humanos era errado, ela acabou se isolando nas Ruínas, onde de vez em quando humanos caiam. La, ela tentava protege-los, e o último humano que caiu, é o protagonista. Toriel insiste para que o protagonista não saia das Ruínas, e deixa claro que caso ele o fizesse, ela trancaria a porta para sempre. 


Ela fica triste e até testa a força de vontade do protagonista, enfrentando-o numa batalha, e após bastante insistência, ela desiste da luta. Alias, quando a vitalidade do protagonista fica baixa, os ataques dela fogem do coração do protagonista, e ela desvia o olhar. 



Depois que Toriel se despede e abre a porta, o jogo começa, mas ela não pode mais ser vista ou ouvida até o final, apesar de ter e manter grande importância no enredo, principalmente por causa de sua relação com o segundo personagem do jogo...

sans



Não, eu não errei, o nome dele é mesmo "sans" com o "S" minúsculo. Vai entender... (na real, ele fala sempre com tudo minúsculo mas... vou chamar de "sans" e pronto!)




Ele é, sem a menor dúvida, o personagem mais irado do jogo. Ele é engraçado (todos são kk) mas também tem uma pinta de "vila loka". Ele é bad boy, misterioso e maneiro. A primeira aparição dele, num climão sombrio, é uma cena tensa onde ele se apresenta como um amigo. 


Legal que ele usa uma almofada de pum na mão, o que tira completamente a tensão do ar.


sans é um esqueleto e... é errado começar a frase com a letra minúscula se ela inicia com um nome pessoal que é escrito propositalmente com a primeira letra minúscula? Deixa... fica assim mesmo, apesar de bem incômodo. Pois bem, sans tem o habito de fazer piadas, igual o irmão dele (falo daqui a pouco), mas ele é preguiçoso, tanto que ele usa e abusa de sua habilidade de estar em vários lugares ao mesmo tempo pra se locomover. Sim, sans pode se "teletransportar" por assim dizer... mas ele tem bem mais habilidades do que isso.


Na versão positiva da história, sans não passa de um personagem maneiro e nada, repito, NADA, assustador. 


Ele em momento algum insinua algo bizarro, e inclusive "brinca" com o protagonista, pede ajuda, oferece ajuda... a cena do abajur por exemplo, na imagem acima, é pouco depois do primeiro encontro com sans, onde ele recomenda que o humano fique atras de um abajur de "forma conveniente", só pra ele não ser pego pelo irmão de sans, tal qual vive pra capturar humanos.




Ele também da uma de mercador, com direito a várias lojas abertas ao mesmo tempo, todas gerenciadas por ele. Mas o cara é bem desonesto, cobrando cada vez mais caro, só pra lucrar. Ele é esperto, e isso ele não esconde, nem tenta esconder. Voltando ao fato dele ser preguiçoso, se liga na diferença entre uma escultura de neve feita por sans e uma feita por seu irmão:



Tem muita piada visual desse tipo... é divertido, principalmente quando se testemunha os diálogos, mas falo mais das piadas quando for falar do irmão de sans. 

Bem, sans auxilia o protagonista ao longo de sua jornada, se necessário, e da dicas e coisas do tipo. Mas, creio que o principal destaque dele na história, é em dois momentos: um em que ele surge próximo ao final, e explica pro protagonista o que significa "LOVE" e "EXP" no sistema de experiência do jogo. Ele diz que "EXP" significava algo como "Pontos por Execução"...


E explica que "LOVE" significa algo como "Leveis Obtidos por Violência" e que, o protagonista seria julgado conforme a quantidade de LOVE que ele adquiriu dos monstros pelos quais passou. Óbvio, que no final correto, ele fica bem feliz por ver que o protagonista nunca causou mal algum, nunca pegou nenhum LOVE.



O cara é gente boa.





Outro é quando ele conta que conheceu uma amiga através de uma porta, pela qual ele contava piadas bestas, e ela também. Essa amiga, era Toriel. sans leva o protagonista para um restaurante e la conta essa história.


O interessante é que o próprio sans também revela, que se não fosse por Toriel (que ele nem sabia o nome) ter lhe pedido pra proteger o protagonista, ele não chegaria tão longe, provavelmente morreria rápido. 


Toriel atribuiu a função de guardião a sans, e pode-se deduzir que ele estava mexendo os ossinhos (vish) para facilitar o caminho do protagonista. 


Ele estava sempre presente, isso é fato. Alias, sans era o "guardião da floresta" razão pela qual estava na floresta, e seu trabalho era capturar humanos, mas ele não da muita bola pra isso.

Papyrus



Esse é o irmão, de sans, metido a comediante profissional. Ele também "caça" humanos, mas ele não é mau.


ELE SÓ FALA GRITANDO! Enquanto sans, na maioria de suas falas, fala com todas as letras minúsculas, o que sugere que ele fale de forma baixa, Papyus grita e as fontes de suas falas são enormes, acho que o maior tamanho possível.

Mas, apesar de exagerado ao falar... ele é exagerado também ao agir. Ele faz piadas cada vez mais idiotas, mas o que realmente faz rir são as gafes dele. No começo do jogo, na tentativa de capturar o protagonista, Papyrus se da ao trabalho de criar vários enigmas e deixar no caminho do protagonista. Entretanto, ele mesmo acaba ajudando o protagonista a resolve-los. Tem pelo menos 3 pra destacar:

O primeiro, Papyrus cria um labirinto invisível com paredes que eletrocutam quem tiver com um globo/orbe em mãos, daí ele testa o labirinto, se eletrocutando, quando sans diz que seria melhor deixar o globo/orbe nas mãos do protagonista, já que era uma armadilha pra ele. 


Ao entregar, Papyrus faz o caminho certo do labirinto deixando pegadas, entrega, e ainda fica surpreso pelo protagonista ter passado de primeira... 


É... o segundo é o Campo Minado, com vários quadrados aleatórios com efeitos diferentes. Papyrus demora pra explicar o que cada quadradinho faz, e quando ele termina, ele ativa a máquina que geraria o campo...


Nas regras que ele explica, só dois quadrados tinham efeito "positivo" sendo o Rosa livre de qualquer obstáculo e o "Vermelho" impossível de atravessar. 


Pois é... esse é o caminho gerado:



Depois disso, Papyrus encara a tela, e sai andando. O terceiro mais interessante é a Ponte da Morte.


Uma ponte com várias armas mortais apontadas pro protagonista. Mas, Papyrus acha que é apelação de mais e cancela essa armadilha.




Depois de ameaçar bastante e dizer o quão ela era perfeita, ele cancela a arma, dizendo que tecnicamente é uma vitória pra ele, já que ele quem foi misericordioso. Bem, depois disso, Papyrus tenta virar amigo do protagonista... de forma bem relutante. 


Ele chega a enfrentar o protagonista com tudo... A "Alma" do protagonista fica "Azul", o que deixa ele pesado, onde o coração tem que ficar no solo e precisa pular pra escapar de ataques. 


Papyrus tem sua personalidade descrita ao longo do jogo, principalmente por sans, que leva o protagonista pra sair no comecinho. Papyrus ama espaguetes e ta aprendendo culinária. Isso não parece ser um detalhe muito importante, no início, mas é.


Depois de muita conversa, coisas engraçadas acontecem na brincadeira... Papyrus apela...


Mas no final, o Diretor do Jogo aparece pra comer os ossos de Papyrus e a luta acaba.


Depois que ele é derrotado, ele vira amigo do protagonista, e até o leva pra casa dele. 


Só que a coisa fica um pouco complicada quando o protagonista pede pra conhecer o quarto dele... daí vira bagunça, rola encontro, e no final Papyrus diz que só quer ser amigo.


O "modo encontro" é uma variação do modo batalha, mas pra somente interação, apenas conversa e risos. No final, rola o fora, mas ele da o número de celular dele, e a partir de então, ele passa a oferecer dicas pra cada mapa visitado. É bem útil.


Bem, Papyrus recebe mais destaque conforme outros personagens surgem. Por exemplo, ele tem como seu maior desejo, se tornar um Guarda Real como sua maior inspiração: Undyne.

Undyne



A terrível Guarda Real que caça humanos.


Boa parte da aventura se baseia em fugir de Undyne. Ela é forte, ela é versátil, ela é mortal. Papyrus se reporta a Undyne após sua derrota e amizade com o humano, mas Undyne não fala um "a". Ela simplesmente começa a perseguir o humano, com tudo.


Apesar de reclusa, ela é muito admirada, não apenas por Papyrus, mas por todos os monstros no mundo subterrâneo. Ela é forte, e faz seu trabalho corretamente. Apesar de soar maligno a "Caçada por Humanos", o objetivo da caça é pra um bem maior. Os monstros precisavam de 7 humanos mortos pra se libertarem... sinistro à primeira vista, mas as coisas fazem um agradável sentido quando compreendido. Mas falo disso depois, continuando...


Undyne usa lanças e persegue o humano por toda parte...


Quando elas acertam rola até uma breve luta com o ataque dela, dando chances de esquivar.


Depois de bastante perseguição, o humano acaba indo parar num Lixão, la, Undyne quase o captura...


Mas um monstrinho criança, fan de Undyne, a atrapalha.


Undyne o tira da cena... e depois quando ele aparece, ele diz que Undyne pediu pra ele não andar com o humano. E ao ir embora, após dizer "Te odeio" pra manter o humano afastado, o monstrinho quase cai, mas o humano o salva, bem na frente de Undyne.


E ai o monstrinho passa a defender o humano. Esse monstrinho aparece como um aliado, ele meio que ajuda o protagonista em uma parte, mas ele não é um dos personagens principais. Ele é apenas uma criança que adora Undyne. Mas ao se por entre o humano e Undyne, propositalmente, mediante tamanha demonstração de heroísmo e altruísmo por parte do humano, Undyne vai embora.


Mas no final da perseguição, ela decide enfrentar o protagonista...


Ela tira seu Elmo e revela seu rosto, e suas intenções. Undyne não era má, apenas muito leal ao rei.


A luta não é fácil, nada fácil, aliás é impossível de vencer. Undyne usa um ataque que transforma a "Alma" do protagonista na cor Verde, o que trava ele no centro do campo de batalha. Nessa forma, é preciso defender os ataques com um escudo. É complicado... mas dependendo do número de rodadas, o coração volta a cor Vermelha...


A luta é longa e chega a um ponto realmente impossível, não pela dificuldade em si, mas porque Undyne não desiste em hipótese alguma. Como coração verde, não é possível "Fugir", mas na cor vermelha é... logo...


O protagonista é obrigado a escolher a opção "Fugir" pra poder vencer... 


E quando foge, Undyne o persegue até chegar num mapa quente (sans até aparece, dormindo, mas não da pra interagir.)


Nesse mapa quente, a armadura dela esquenta muito e ela fica lenta, caindo, até que o protagonista lhe da um pouco de água. 


Ela não agradece, não reclama, não faz nada, apenas vai embora. Mas, essa não é a última aparição dela. No lixão, tem uma casa enorme e estranha, trancada. Essa é a casa de Undyne, e após ela ir embora, pode ser encontrada com Papyrus em sua casa.


Undyne treinava Papyrus, mas ela tinha "segundas intenções" como é insinuado em suas falas.


Papyrus meio que força Undyne e o humano a se tornarem amigos... é hilário como ele sai de cena.


Fica claro que Undyne sente algo por Papyrus, pois ela só vira amiga do protagonista por causa do que Papyrus diz.


Ela força a amizade. Undyne é extremamente violenta, e mesmo ao tentar ser amigável, ela é bem agressiva. 


Depois de ambas conversarem e Undyne ensinar sua culinária, tudo resulta na casa de Undyne explodindo.


Mesmo assim, Undyne não vira amiga, ela acredita que ambas são completamente incompatíveis, mas numa luta...


O humano finge bater em Undyne, e isso que a convence a ser a amiga do humano. 


Undyne até da dicas de como vencer o Rei Asgore no final. Bem, sem sua casa, Undyne vai morar com Papyrus (pra sua felicidade) e deixa seu contato no celular, junto a Papyrus.




Undyne ainda participa da história posteriormente, mas ela "muda" por assim dizer... sua relação com Papyrus é explícita, mas com o surgimento de mais um personagem, Undyne parece "mudar de lado".

Alphys



Desde o inicio do jogo, alguém observa cada passo do protagonista. Fica meio óbvio isso, pois em alguns pontos, é possível encontrar câmeras.


O observador é encontrado perto do final do jogo...


E na real, é uma cientista, chamada Alphys, tal qual estava ciente de todos os feitos do protagonista.


Inicialmente, ela deveria deter o humano, a mandos do rei, mas essa cientista acaba gostando da humana e decide ficar ao lado dela... entretanto, inconvenientemente, Alphys criou um robô para entretenimento... que havia sido reprogramado para matar humanos.


Mesmo contra a vontade de Alphys, o robô faz seu trabalho, ou pelo menos tenta. Os dois personagens são vistos juntos, mas ambos tem grande peso na história individualmente. Falarei mais de Alphys agora, depois falo do robô. 

Alphys é muito insegura, mas ao longo de sua história com a protagonista, ela vai ficando mais confiante... ou pelo menos finge. Existe uma divergência de informações com relação a esse detalhe, pois aparentemente, Alphys finge o tempo todo ser algo que não é, o que fica mais claro por revelações de seu robô, e no segundo final do jogo, é revelado muito mais sobre Alphys. 


Entretanto, o que importa é que Alphys inicialmente é uma nerd, gosta de Animes humanos num estilo fanservice (Saca aqueles animes com sacanagem, porém sem nada explícito?! Então...) e é toda tímida. Legal é que, na luta contra o robô dela (desde a primeira), ela tenta ajudar a protagonista.


Eu não havia percebido isso durante o jogo, até vencer o robô e meu irmão dizer "Se viu? Ela tava dando as respostas!". Tipo, a primeira luta é num tipo de Show de Perguntas, e o protagonista tem que responder corretamente pra não ser eletrocutado. Alphys fica do lado, mostrando as respostas de forma escondida, com as mãos.


Depois de derrotar o robô, ele vai embora e Alphys decide ajudar ainda mais a protagonista, atualizando o aparelho celular dela, e incluindo sistema de msn (que só ela e os outros podem usar) e até um acesso rápido as Caixas (armazém do jogo). Apesar dela dizer que passaria o número dela pra consulta, ela não faz isso, mas consegue encher o saco legal.


Constantemente, ao longo do jogo após o encontro com Alphys, ela manda mensagens, liga, atualiza seu status numa rede social onde cadastrou o número do protagonista, e cara... isso atrapalha mais do que as lutas aleatórias contra os monstros nos mapas ou os puzzles. 


Pelo menos ela não atrapalha tanto, as vezes ela quem abre o caminho através de hackeamento do NÚCLEO. 


Esse lugar alias, é próximo ao laboratório de Alphys, rodeado por lava. O NÚCLEO em si, é uma máquina enorme localizada no meio da lava, que produz energia para o mundo dos monstros.


Dentre as várias atualizações no celular do humano, a mais estranha é a Mochila a Jato, que só surge pra uma situação específica como parte da batalha contra o robô.





Claro que, faz parte da comédia... mas ainda assim, é função de mais pra um simples celular.


Apesar de Alphys "crescer" e amadurecer junto ao protagonista, se sentindo cada vez mais útil, chega uma parte em que ela simplesmente falha em tudo. Todos seus conselhos são errados, todas suas tentativas de ajudar acabam não sendo tão úteis, e ela quase se desespera...



Mas o robô deixa claro, nesse momento, que as coisas só começaram a dar errado pois ele se cansou de obedecer os planos de Alphys. Ele revela que a cientista é manipuladora...


Diz que ele não é defeituoso coisa alguma, que ele foi mandado pra prejudicar a humana até Alphys salva-la, assim, Alphys se tornaria parte da história da protagonista, e participaria da aventura. Ela inclusive tinha planejado a luta final contra o robô, para que assim que a humana estivesse perdendo, ela aparecesse e salvasse o dia.



Mas o robô simplesmente deixa de seguir os planos, tranca Alphys do lado de fora da sala e começa sua luta mortal, a verdadeira, sem influências dela.


Depois da luta, quando o robô desliga, Alphys aparece e fica preocupada com seu amigo, mas, ele ainda tava vivo (só sem baterias) e apesar de tudo, a protagonista segue em frente.


Apesar dos pesares, Alphys pede desculpa (não pelos motivos certos, mas pede) e explica um pouco sobre o poder da Alma Humana e porque o rei queria tanto captura-la. Ela explica que para quebrar a barreira do mundo dos monstros e liberta-los no mundo humano, o rei precisava de sete almas humanas, e que mesmo se ele não conseguisse, para que a protagonista saísse, ela precisaria do poder de uma alma humana e uma alma de monstro. Ou seja, no final, um dos dois morreria de qualquer forma.

Pois bem, Alphys é o elo entre o final e o final verdadeiro. Ela não conta tudo, ela não diz a verdade completa, e para isso, é preciso que a humana faça amizade com ela. No final, é dado uma chance pra essa amizade, e com influência de Undyne e Papyrus, o humano consegue falar com Alphys e até sair num encontro com ela.



Sim, Alphys é paquerada pelo humano... mas no final ela também da um fora, pois só tinha olhos para Undyne... tal qual retribui! Sim, ambas são monstras femininas que flertam uma com a outra... e Papyrus sabe disso!




Bem, na tentativa de ajudar Alphys a ser sincera com quem ela curte, o protagonista ganha a chance de ajuda-la a se abrir, mas descobre que os segredos que ela mantinha eram maiores e piores do que meras falhas de personalidade...





Ela mantinha um Laboratório Secreto, repleto de fantasmas e experiências mutantes bizarras!



A aterradora verdade era que Alphys, a pedidos do rei, fez estudos para tentar manter a Alma dos monstros viva após a morte. Tecnicamente, apenas os humanos tinham a capacidade de se manterem "vivos" após a morte. A Alma dos humanos era capaz de se manter viva através de Determinação, algo que os monstros não conseguiam. Então, em meio aos estudos, Alphys usou monstros moribundos e, após morrerem, ela conseguiu manter suas almas ativas, mas elas se fundiram, e se transformaram em monstros mutantes bizarros.


Apesar das falhas, Alphys obteve sucesso ao tentar por uma Alma de Monstro em um Recipiente Vivo, uma Flor. Isso, criou o vilão do jogo... mas falarei dele depois. Fato é, que Alphys brincou de Deus e com isso, causou muita dor, pois os familiares dos monstros que ela extraiu as almas, nunca puderam nem ao menos enterrar seus amados. 


Mas até isso tinha uma "parte boa" pois, apesar das criaturas medonhas terem surgido, Alphys as manteve vivas, e alimentadas, em seu verdadeiro laboratório. O clima bizarro do local não ajudava em nada, mas Alphys ao menos se dava ao trabalho de cuidar de suas experiências, sem negligenciar completamente suas vidas.


Depois de contar toda a verdade pro protagonista...


Alphys decide levar os monstros para suas famílias... ou quase... pois eles meio que se tornaram fusões de todos os mortos mas... pelo menos eles estavam livres... permaneciam assustadores... mas livres...




Bem, aproveitando a deixa...


Mettaton



O robô de Alphys. Ele é famoso pra caramba, não é apenas uma máquina, é um artista.

De fato, durante suas aparições, ele faz diferentes programas e busca por ibope, algo que ele consegue bastante, inclusive na última luta.

A primeira batalha é um simples show de perguntas e respostas, onde algumas perguntas são fáceis e outras praticamente impossíveis de responder. Mas Alphys fica dando as respostas no canto então, não é tão complicado assim (se bem que no meio da adrenalina é difícil perceber que ela ta ajudando, eu mesmo não percebi).


Ao responder errado, Mettaton eletrocuta o protagonista, e tira bastante HP (eu fui muito eletrocutado). Mas a luta termina até bem rápido.


A segunda luta é um Programa de Culinária, onde Mettaton é o cozinheiro e o protagonista o assistente. 


Inicialmente tudo parece um simples programa de culinária mesmo, mas Mettaton anuncia o ingrediente principal...


Mas Alphys ajuda ligando pro programa e convencendo o robô a pensar nos telespectadores veganos.  (Curiosidade: Sabe qual a diferença entre Vegano e Vegetariano? Vegano é bem radical, não come nem utiliza nada que tenha origem animal, nem mesmo consome produtos que foram testados em animais. A ideia é protestar a favor dos animais. Já Vegetarianos são adeptos a alimentação vegetal, não comendo carne mas, com liberdade pra consumir produtos derivados de animais, como leite por exemplo) Ps.: Sabendo da diferença entre "Vegano" e "Vegetariano", o jogo cometeu um engano nesse sentido, pois o bolo de Mettaton não serviria de nada para telespectadores com tal ética... já que levava Leite e Ovos... talvez tenha sido apenas um erro de tradução... 


Bem, é nessa parte que o protagonista usa a mochila a jato, pois Mettaton pede pra ela pegar uma lata pra continuar a receita, em um tempo limite, mas era uma armadilha e a mesa onde a lata estava vira uma verdadeira torre... mas no fim o humano consegue pegar e o programa/batalha termina.


A terceira luta ocorre num Noticiário Televisionado. Mettaton assume o papel de âncora enquanto o protagonista é o jornalista.


Daí, cabe ao protagonista decidir quais dos itens no cenário será noticiado, mas depois de escolher, todos viram bombas!


Na real, tudo no cenário era bomba (até as palavras de Mettaton rs) e o protagonista tem de desarmar todas ou além delas, uma bomba enorme explodiria.


Eu ri muito ao ver que o cachorro também era uma bomba... e pra variar é o "Diretor do Jogo". Depois eu vou explicar isso... mas enfim...


Desarmando as bombas ou não, Mettaton decide explodir a grandona, mas Alphys desativa ela, ajudando outra vez.


A quarta luta contra Mettaton ocorre após um Musical, onde Mettaton interpreta a dama cantora e o protagonista é o amante. Pois bem, depois da cantoria...


O protagonista é jogado na prisão, e precisa escapar para encontrar seu amor, Mettaton. Sabe o Campo Minado que Papyrus queria usar? Pois é, ele aparece, funcionando direito dessa vez (provavelmente a máquina anterior era o próprio Mettaton!). 


Depois de passar (ou não) o protagonista é cercado por fogo e quase morre, mas Alphys ajuda.


Logo após, a luta contra Mettaton (interpretando um monstro) ocorre. Nessa batalha, Alphys mostra outra atualização do celular do protagonista, transformando ele em uma arma!


A Alma do protagonista fica Amarela, e assim se inverte e começa a disparar tirinhos. Mettaton é derrotado no primeiro tiro (puro fingimento) e a luta termina.


Então, a última batalha ocorre dentro do NÚCLEO, onde Mettaton conta toda a verdade e isola Alphys.


Aí sim é uma batalha de verdade, sem influencia ou ajuda de Alphys. A Alma do protagonista fica amarela, mas não causa dano algum a Mettaton, na verdade os tiros só eram efetivos contra elementos do ataque de Mettaton, não contra ele.


Apesar disso, Alphys avisa que Mettaton tem um botão de desligar atrás dele e orienta o protagonista a vira-lo e acertar no botão...


Mas quando isso é feito, ele se atualiza e mostra seu novo corpo, e a luta fica ainda mais complicada.


Ele vira um tipo de Astro Pop e faz várias e várias posições diferentes enquanto ataca o protagonista.


A batalha é por pura audiência e dependendo da performance do protagonista, a audiência sobe. Com bastante audiência, Mettaton coloca sua Alma na batalha, literalmente, e é ai que ele começa a receber dano (golpes direto na alma). 


Essa é uma batalha que não da pra vencer sem lutar, mas não é preciso matar, apenas enfraquecer. Mettaton fica dizendo  porque quer vencer o humano e que é tudo pra poder sair do mundo dos monstros e ficar famoso pelo mundo todo. Mas, no final, vários telespectadores ligam e declaram o quanto Mettaton é fod4 e importante pra suas vidas, e ele acaba se comovendo e desligando.


Depois de desligado, Alphys aparece e a história continua.


Mettaton só reaparece depois do final, na frente de sua casa. E a verdade sobre ele é revelada: Mettaton era uma máquina com a alma de um monstro. Alphys havia posto a alma de um monstro do tipo Fantasma dentro de um corpo robótico (que era o sonho dele, ter um corpo) e o mesmo acabou virando um astro aclamado e famoso.


Da pra entender melhor isso ao entrar na casa dele (com uma chave comprada de umas vendedoras num beco perto do final do jogo), onde da pra encontrar vários diários (ele colecionava) e descobrir que ele era parente do fantasma que morava na casa ao lado (e era bem afeminado).


Mas essa não era a primeira experiência que deu certo de Alphys...


Dentre os personagens mais importantes, os principais, só falta falar do rei e do vilão principal...

Asgore



O rei do mundo dos monstros, que declarou guerra à humanidade.


Ele não é mau, muito pelo contrário, ele é um dos personagens mais bondosos (e bobos) da história. Porém, ele foi motivado por uma perda enorme, e consequentemente, tomou as decisões erradas.


Depois de passar por todos os monstros e ouvir tanto sobre Asgore, ao finalmente encontra-lo, é bem estranho. Ele exala bondade e simpatia. Pra ajudar ainda mais, vários monstros aparecem no caminho até Asgore, contando sua história.


Ele e Toriel eram casados e tinham um filho. Um dia uma criança humana caiu no buraco dos monstros e foi resgatada por esse filho. Eles adotaram a criança e cuidaram dela como parte da família, até que ela se envenenou acidentalmente com pétalas de uma flor. Antes de morrer, a criança pediu pra ver as flores de seu antigo vilarejo humano, mas os monstros não tinham como fazer isso. Então, quando ela morreu, o filho de Asgore absorveu a alma dela e conseguiu passar da barreira que trancava o mundo dos monstros, carregando o corpo da criança e o colocando em uma cama feita com pétalas douradas.


Mas, quando viram o monstro carregando uma criança morta, os humanos atacaram sem dó nem piedade. O filho de Asgore, poderoso por conta da alma humana fundida à dele, resistiu aos ataques por tempo suficiente pra voltar ao mundo dos monstros e morrer, no mesmo dia em que a criança humana morreu. Asgore ficou perdido por perder dois filhos no mesmo dia, e jurou que mataria qualquer humano que ousasse pisar no solo dos monstros.


Foi isso que fez Toriel se afastar, e tornou Asgore um rei com pinta de malvado.

Porém, ele não era, e apesar de ter matado 6 humanos que chegaram antes do protagonista, ele não parecia contente com isso. Seu plano apesar de envolver a morte de humanos, não pensava nisso como um ato de crueldade, pois ele precisava das almas dos humanos mortos pra ficar poderoso suficiente e quebrar a barreira mágica que separava os monstros do mundo humano. Pra ele era um ato de necessidade. 


Asgore leva a criança humana, o protagonista, para o portal que beirava a barreira mágica, e lá, ele começa a batalha.


Ele começa calmo, mantendo o semblante de sempre...


Mas pra mostrar a seriedade da batalha ele se transforma, tira um tridente e destrói a opção de Piedade ou Fuga, mostrando que essa seria uma luta impossível de evitar, uma batalha mortal.



Ele é bem forte, não chega a ser um chefão diabólico mas é forte.


E apesar de tudo, o protagonista é obrigado a lutar, pois ele simplesmente ignora tudo o que ele fala depois de um tempo.



Lutar é a única opção, mas ele resiste até o final. Quando fica prestes a morrer, ele para.




Aceita a derrota, explica suas razões para "ser mau" e no final, é perdoado pelo humano... 



Mas...




O vilão verdadeiro do jogo aparece e mata Asgore, absorvendo sua alma e as almas dos humanos, e destruindo o save do jogo.


O jogo fecha.



Então... agora vem o personagem mais macabro do jogo:

Flowey, a Flor.





O primeiro ser encontrado ao começar o jogo, é ele. Uma flor amarela, simpática e muito prestativa. 




Ela começa orientando o protagonista sobre o sistema de experiência, dizendo que LOVE é AMOR e todos os monstros compartilhavam.




Ela até oferece um pouco, diz para o protagonista pegar algumas balinhas, mas na verdade era um de seus ataques.



Não demora muito e ela mostra sua verdadeira face.




Na verdade, ela era uma criatura aproveitadora que tentou matar o humano logo no começo... 



Mas Toriel impediu.



Flowey aparece depois, quando o humano poupa Toriel... 




Fazendo uma bela recepção, dizendo que se o humano seguir pelo caminho da misericórdia e piedade, ele morreria várias e várias vezes.


Depois disso ela não é mais vista o jogo inteiro, até o final, quando se aproveita da fraqueza do rei pra apunhala-lo pelas costas e assim, tomar seus poderes, as Almas.


Com suas habilidades novas, a desgraçada fecha o jogo, e apaga o save!




É preciso abrir o jogo novamente pra ver o que aconteceu e ela aparece, recepciona o jogador, simpática como sempre.



Tira uma onda...




Ameaça torturar o próprio jogador (sim, Flowey fala diretamente com o jogador).



Ela fecha o jogo de novo. E quando o jogador volta...


Flowey usa todo seu poder e cara, ela assume a forma mais assustadora de todo o jogo. 




Na verdade, Flowey e suas atividades com os poderes obtidos pelas almas, consegue ser perturbadora. Ela realmente brinca com o jogador, fechando o jogo, assustando (pensa, perder seu save depois de 10 horas de jogo pra uma aproveitadorazinha de merd4) e cara... a forma dela como Chefe Final é bizarra.



O único chefe feito com outro tipo de arte (o nome é Photoshop Flowey), totalmente colorido, com movimentos mais "realistas", trilha sonora assustadora, barulhos e sons monstruosos, ela é a personificação do capeta, e mano... a luta é diabólica pois não há o menor espaço pra respirar. E o rosto que aparece no monitor... cara...




Ela ataca de todos os lados ao mesmo tempo com vários e vários ataques diferentes e pior, ela usa e abusa do Save pra fazer a Alma do protagonista voltar pra locais onde ele sofreria dano, mas conseguiu esquivar, só pra sofrer o dano de qualquer forma. É torturante! E nem existe esse tipo de checkpoint no jogo... ela criou isso, pra brincar e torturar o jogador!



Mas, no meio da bagunça, as vezes, aparecem botões de interação flutuando no meio dos ataques. É possível pedir por ajuda e até atacar, mas é bem complicado...




Pois sempre que algum botão do menu é acionado, a infeliz da Flowey apela...




Mas, as almas dentro de Flowey ajudam a alma do protagonista (e o jogador) oferecendo ajuda com botões no meio dos ataques especiais. Esses botões invertem o efeito do ataque, tornando o que é danoso em algo restaurador. É a única forma de vencer.





Mesmo sob controle de Flowey, as almas continuam ativas e mantém-se positivas, ajudando o protagonista.





Mas cada ajuda só deixa Flowey mais apelativa. Por sorte, se o jogador for derrotado, a luta volta de onde parou.





Flowey não leva quase dano algum com os golpes raros que surgem... e se já é difícil se manter vivo, imagina mata-la! Pior ainda, é que ela torna a experiência de "Game Over" traumatizante...



Pois se o jogador perder...




Ela manda essa mensagem... 




E fecha o jogo! E se voltar, volta direto na luta contra ela, de onde parou.




Mas, depois de muita luta, ela começa a ser totalmente prejudicada pelas Almas, todas elas se unem e dão uma bela força.




E ai a luta fica justa, em meio aos ataques surgem mais curas, e mais contra-ataques, até que o HP dela é drenado.




Só pra ela tirar onda e regenerar ele totalmente... 


E lançar um Laser mortal enquanto usa State Save pra fazer a Alma do protagonista voltar pro centro da tela, tomando todo o dano do laser, repetidamente.


Mas a apelação termina ai, pois as demais almas se unem e ajudam a derrotar essa coisa diabólica de vez.




Bem, depois disso, Flowey aparece enfraquecida, e surge a oportunidade de mata-la, ou poupa-la. É lógico que apesar dela ser odiável, piedade é a melhor saída...



É curioso, pois Flowey faz questão de mostrar que é má, que tem más intenções, que não merece nem de longe ser poupada ou perdoada, mas... depois da insistência...




Juro que ela não facilita, ela realmente parece não ter salvação. Ela realmente parece ser um monstro...




Mas no final...



Ela foge (juro que fiquei com medo das consequências...)





Bem. Reparou que contei a história do jogo enquanto falava dos personagens?! Acredite, isso não foi nada. A verdadeira história vem depois do final.



Depois que Flowey é derrotado e poupado, o jogo termina pela primeira vez. Sobem os créditos bem simplificados...


Então, o protagonista recebe uma chamada no celular, de sans, que conta como as coisas no subsolo ficaram após o fim. Ele diz que Toriel voltou a reinar no lugar do falecido rei, que tudo parece tar caminhando bem, que as almas humanas desapareceram, e que todos estão bem, tristes por causa do rei, mas bem pela rainha.


Então, Papyrus participa da conversa, dizendo que realizou seu sonho de se tornar Guarda Real como Undyne, porém, não há mais contra o que lutar (já que a lei contra humanos deixou de existir no reinado de Toriel) mas, ele ta usando suas habilidades pra ajudar Alphys em suas pesquisas.


Undyne também fala um pouco, diz que a Guarda Real nem existe mais (só Papyrus) e que ela trabalha na escola da rainha, como treinadora (devido sua força excessiva, é uma boa profissão). Ela também diz que sente falta do rei apesar de tudo...


Ela fala de Alphys também, diz que ela ficou um pouco mais reclusa depois de tudo, mas vai superar. Então ela diz que todos estão felizes pelo humano, e que não importa onde ele estivesse ele podia contar com eles, inclusive a rainha, e ao chamar Toriel, ela diz esta ocupada. Eles chegam a mencionar que se ela soubesse quem tava no telefone, a conversa se estenderia por dias, mas a bateria do celular tava no fim e eles desligam.


Então... Flowey aparece e questiona as atitudes do protagonista.


Ela diz que no final, mesmo com todos felizes, as coisas não terminaram tão bem assim para o protagonista pois ele se afastou de seus muitos amigos feitos no subsolo, então, Flowey questiona se tudo isso valeu a pena, se realmente foi bom ter poupado ela...


Mas, Flowey diz que sabe como fazer as coisas terminarem ainda melhor, e recomenda que o protagonista volte ao SAVE e tente falar com Alphys... é ai que o verdadeiro final começa.


Sim, Flowey é bem sensata no fim, e até se despede educadamente, sem ameaçar ou causar medo.


Então, o verdadeiro fim começa.



Bem, voltando pro save, Undyne liga pro protagonista e pede um favor, pede pra que sua carta seja entregue para Alphys. 


É nessa parte que ocorre o encontro, pois Alphys acredita que a carta é do humano, mas depois Undyne aparece e diz que é dela, e tudo termina bem pras duas, com declarações de afeto e amor, e um pouco de comédia, onde Undyne diz que Papyrus treinaria Alphys, acabando com as esperanças das duas ficarem sozinhas...


Mas beleza, rola o treinamento de Alphys e depois Papyrus recomenda que o humano visite Alphys no laboratório. É ai que o segredo dela e o laboratório secreto são revelados.



Depois de passar pelo laboratório e até encontrar Fitas de vídeo que mostram Toriel (chamada de Tori) e Asgore (chamado de Gorey) convivendo antes e durante a existência de seus filhos, registrando em vídeo (mas sem imagem)...



Alguém fala com o protagonista, e depois ele é levado pra entrada do castelo onde enfrentaria Asgore.



Com o caminho de volta desabilitado (com vinhas que impediam o elevador de ser usado), o protagonista passa pela casa de Toriel, com flores amarelas em destaque... 




Depois pela sala do Trono...



E então, Asgore. Ele estava vivo, afinal esse era o Save anterior a morte dele, anterior ao "fim do jogo".


A luta começa normalmente, mas...



Antes de Asgore assumir sua forma de batalha, Toriel aparece, exatamente como apareceu quando Flowey tentou matar o protagonista, no começo do jogo, e inclusive usa as mesmas palavras desse encontro.


Então ela explica que confiava no humano e em seu potencial, mas manteve-se preocupada até o fim e decidiu ajuda-lo a enfrentar seu "ex".


Tori joga na cara de Asgore que ele nem precisava coletar "7 almas", com apenas uma ele já teria poder suficiente pra cruzar a barreira e libertar os monstros. Ela demonstra o quanto estava irritada com Asgore, mas deixa claro que apesar dele ser um idiota, sacrifica-lo não era correto, e a própria Toriel pede pro humano poupa-lo. 


Então, Undyne aparece pra deter a luta... meio tarde mas aparece. Toriel se apresenta e Undyne entende a situação...


Então Alphys aparece, também pra deter a luta, conhece Toriel, e se junta ao grupo...


Então Papyrus toma a vez, e até confunde Toriel com Asgore (pois são da mesma raça, e únicos).


E por fim, sans. Mas Toriel reconhece a voz dele, se aproxima e começa a conversar com seu amigo de piadas, faz uma social com Papyrus também, e no fim, até o robô aparece (só as pernas de Mettaton) falando pra Undyne e Alphys se beijarem logo (elas começam a flertar ao tentar acalmar Asgore, afinal veja a situação: Sua ex-esposa esta flertando com sans na frente dele!)...


Mas Toriel não deixa, e todos os amigos do humano ficam ali, lado a lado. Asgore não morre, Toriel e os outros se juntam e tudo termina bem...


Até que Alphys estranha o fato de Papyrus ter ligado pra todo mundo se juntar (ele que chamou geral pra impedir a luta) e bem... a verdade surge...


Papyrus tinha o habito de escultar conselhos de flores (tem flores no subsolo que repetem a última frase dita... no caso, Papyrus gostava de ouvir elogios delas...) mas dessa vez, foi uma flor diferente...


Flowey explica que foi tudo parte do plano dela, unir todo mundo e manter o jogador no jogo conversando, pra no fim acabar com todos, depois oferecer mais uma chance pra salva-los, e acabar com todos outra vez, e assim por diante, pois ela não queria que o jogador terminasse o jogo.


Os planos de Flowey consistiam em manter o jogo ativo, e fazer o jogador nunca parar (de fato, era 4 horas da manhã quando cheguei nessa parte e tipo, eu tinha começado a jogar de tarde... eu perdi completamente a noção do tempo).


Ela não ia deixar o jogo terminar... mas...


Os amigos do protagonista ajudam ele, mesmo presos, impedindo que ele morresse...


Todos os monstros do jogo aparecem pra ajudar... mas...


Todas as almas, de todos os monstros do jogo são sugadas por Flowey...


Que assume a sua verdadeira forma.

Asriel


Flowey era na verdade Asriel, filho de Toriel com Asgore, o monstro que morreu levando um humano pra sua aldeia. O monstro que causou o ódio de Asgore para com os humanos. Ele foi a alma de monstro que foi posta em uma flor... e no fim, gerou Flowey.


Mas ele tava corrompido...


(ASRIEL DREEMURR = SERIAL MURDERER)


Uma batalha irada ocorre, a verdadeira batalha final.


Ele tava com poder total, ele podia controlar o tempo, ele podia controlar tudo. Ele não tava mais nem ai com o jogo, ele já tinha controlado tudo mesmo. Depois de lutar bastante, ele apaga a linha do tempo.


Mas, a alma do protagonista se mantém viva e existente.


Daí Asgore assume sua verdadeira forma final, e a batalha fica mais tensa.


Quando o protagonista morre, não surge a tela de Game Over, mas o jogo tenta acessar o SAVE, sem sucesso. Então, o jogo oferece a chance de SALVAR alguém...


Então, no menu de batalha, surgem os nomes dos amigos do protagonista. Ao escolhe-los, lutas com cada um deles ocorre, e é possível fazê-los lembra de quem são, e se libertar do controle de Asriel.


Cada um deles é enfrentado...


Toriel e Asgore...


Papyrus e sans...


Eles vão lembrando quem são com ajuda do protagonista.


Alphys...


Eles vão assumindo controle de suas almas...


Undyne...


Eles lembram quem são... todos.


Então, Asriel começa a ser afetado pelas almas dentro dele.


As memorias voltam... Ele se lembra e compartilha essas lembranças.


Lembra quando encontrou o primeiro humano e o levou pra casa.


Lembra de como eles cresceram juntos e felizes...


Se lembra de suas emoções.


Se lembra da razão por lutar tanto pra manter o protagonista no jogo.


Se lembra de como foi ruim ter perdido o seu irmão no passado.


Depois de dar seu último ataque mortal, e a Alma do protagonista se recusar a morrer, sem se deixar chegar a 0% de HP.


Asriel volta a sua forma normal, se desculpa.


Ele lamenta...


Reconhece que o humano na sua frente não é aquele que ele perdeu.


Ele desabafa.


Asriel diz que as muitas almas dentro dele acabaram fazendo ele recuperar seus sentimentos, e isso fez ele lembrar quem era, algo que ele havia perdido quando se transformou numa flor. Ele também chama o humano pelo seu verdadeiro nome: Frisk.


Então, depois de perdoado, Asriel liberta a alma de todos e regenera o jogo.


A barreira entretanto, aquela que mantinha os monstros presos rompe.


Então, Asriel diz que sem as muitas almas, ele voltaria a ser Flowey e esqueceria seus sentimentos... pede pra que Frisk o deixe e o esqueça... 


E ambos se abraçam por muito tempo.


Daí, o protagonista acorda, com todos chamando ele pelo seu verdadeiro nome "Frisk".


Todos dizem que ficaram preocupados com Frisk, e repetem seu nome várias vezes. Todos sabiam o nome verdadeiro do protagonista, do nada. Eles não lembravam do que aconteceu quando Flowey apareceu, mas se lembravam do nome real do personagem.


Ao andar pelos mapas, é possível encontrar todos os monstros, felizes e preparados pra ir pro mundo superior, o mundo dos humanos, pois a barreira havia quebrado. 

Existe um monstro, que não sabe o nome de Frisk, pois ele não foi absorvido por Flowey, esse é um fantasma DJ, que fica até triste por isso.


A porta, pela qual sans e Toriel conversavam, é aberta, e é possível encontrar Asriel, normal, diante a cama de flores que Frisk acordou no começo do jogo.


Asriel questiona o fato de Frisk ter escalado a montanha que acabou levando ele pra terra dos monstros, pergunta essa que não é respondida. Depois ele diz que quando "ele" carregou o corpo do primeiro humano pro vilarejo, não era ele, era o próprio humano que havia tomado parte do controle de seu corpo (eles partilhavam). 


Ele também revela que "Morte" (o nome que eu escolhi pro primeiro humano) era mau, e muito diferente de Frisk. Diz que ele odiava a humanidade, e ele tecnicamente provocou a futura guerra, propositalmente. Por sorte, Flowey foi impedido de dar continuidade aos feitos do primeiro humano...


E por fim, ao sair pela porta da barreira...


Os monstros estavam livres, finalmente livres. E agora, cada um seguiria seu rumo. Frisk é convidado pra ser o Embaixador dos Monstros no mundo humano (aceitar ou não não afeta o final). 


Depois, Papyrus escolhe servir Frisk e vai embora se preparar. Undyne segue Papyrus. Alphys segue Undyne. sans diz que cuidará de seu irmão mas segue outro caminho (?) e por fim, Asgore fica "segurando vela" entre Frisk e Toriel, e simplesmente vai embora.


Por fim, Toriel pergunta o que Frisk fará (responder isso muda o final) e Frisk decide ficar com ela.


E surgem os verdadeiros créditos finais, mostrando o que houve com todos os monstros principais.


Todo mundo ficou feliz, isso que importa.


É... Undyne escolheu com quem ficaria...


Mettaton ficou famoso... eu acho...


Asgore virou um tipo de Jardineiro (na real, ele tava trabalhando com Toriel, talvez tentando reconquista-la).


E Toriel fez uma escola e se tornou professora! (ela sempre quis fazer isso).


E fim...


Errado, ainda não tinha acabado (cara, pensa no choque ao ver isso!)


Asriel aparece...


E ataca o jogador com os Agradecimentos Especiais!


Cara... que momento tenso.


Depois dos créditos especiais, vem a cena final. Caso a escolha de Frisk tenha sido ficar com Toriel, aparece uma cena dela deixando uma torna pra Frisk.


Caso tenha sido seguir seu próprio caminho, surge uma foto de Frisk e seus amigos.



E então, o diretor aparece e dorme embaixo do final.


Só da pra sair fechando o jogo. Ao abrir novamente, Flowey aparece e explica que ainda existe um inimigo no jogo: O Jogador. Ela pede pra que o jogador não resete o jogo, não apague o save, e diz que todos estão felizes, então, pra que destruir a felicidade deles?


Flowey deixa o poder de reiniciar o jogo nas mãos do jogador e vai embora, deixando muito claro que caso o jogador resetasse o jogo, ele apagaria a mente de todo mundo, até mesmo de Flowey, e ele não queria isso.


E bem... esse é o final do jogo.


Então, a opção "Reset Real" apaga completamente o jogo. Durante o gameplay, é possível resetar a qualquer momento, porém, não surge a opção de nomear o personagem, ou seja, o protagonista sempre será aquele nomeado no começo do primeiro jogo. Mas, o Reset Real permite reiniciar totalmente, e escolher um novo nome. Então, agora vem a parte final da análise... espero que não esteja cansado de mais.


Como eu disse, o jogo toma a forma que o jogador da pra ele. Pra mim, minha primeira experiência foi muito agradável, pois ri bastante, curti muito a jogabilidade, trilha sonora, personagens... mas isso porque eu joguei de forma "boa". Várias pessoas que me falaram de Undertale recomendaram que eu fizesse o "final bom" primeiro, e evitasse lutar. Foi justamente isso que fiz, e descrevi aqui. Porém... existem outras formas de se jogar.

Como mencionei la em cima, "Chara" é o nome real do primeiro humano. Pois bem, esse primeiro humano não apareceu na minha história, mas ele aparece no jogo, e ele é muito diferente de Frisk.



Para encontra-lo, é preciso fazer o "Final Ruim", na verdade o pior final de todos, mas... fazendo isso, o jogo inteiro é corrompido, e o Save acaba impossibilitando que as coisas terminem positivamente. Na verdade, se o jogador terminar o jogo com o "Final Ruim", também conhecido como "Pure Genocide" ou só "Genocide", mesmo fazendo o tal "Reset Real" não dá pra fazer mais o final bom, o segundo final bom alias, o "True Pacifist" que é esse que descrevi.

Eu não fiz, nem quero fazer o final Genocide, pois ele muda totalmente o jogo, não apenas o final. O humor some, o lado bom some, a felicidade some. O jogo ganha um ar tenebroso, fica mórbido e melancólico, chega até a assustar.

Eu sei disso, pois além de pesquisar, fiz backup do meu save e resetei o jogo, começando o modo "Genocide".

Pra fazê-lo, é preciso forçar a morte de TODOS os monstros do jogo e cara... isso é demorado e maldoso. Os monstros aparecem aleatoriamente, mas há um número total de monstros por região... cada vez demora mais... se o jogador Matar todos, aparece isso:


E a música da região muda completamente. Fica lenta e triste. Os encontros continuam ocorrendo, mas a mensagem "Mas ninguém veio" surge... Sabe os monstros "fantasmagóricos" do segundo final? Então, eles falam isso durante a luta. Como eu não conhecia essa frase por parte do jogo, não entendia... mas depois comecei a ver a cena com outros olhos, pra se ter uma ideia do quanto isso afeta a interpretação. Passei a ver os fantasmas de forma ainda mais bizarra... mesmo que a história deles não mudasse... eles realmente estavam mortos e "morte" tinha um significado mais intenso por causa dessa frase... é estranho né?!



Além disso, o "Save Point" para de descrever o que deixa o protagonista Determinado e simplesmente diz "Determinação"... mas tudo só piora...


Depois de matar Toriel (sim mano, com um golpe... é triste) ao final das ruínas, aparece Flowey, feliz por encontrar um humano tão malvado quanto ela...

 

Depois, sans e Papyrus aparecem correto? Pois bem...


O Save Point não mostra mais "Determinação" mas sim quantos monstros faltam pro mapa ficar vazio... além disso...


O personagem começa a responder automaticamente às cenas. Ele simplesmente quebra todas as "piadas" e deixa tudo mais chato. Ele faz Papyrus ficar triste e cara... eu não aguentei mais. Parei de jogar dessa forma...


Logo depois que sans ameaçou o protagonista, caso ele não parasse de seguir esse caminho. Cara... eu pesquise e descobri que "Chara" toma o controle de "Frisk" no final Genocide... e bem, é até algo importante... mas o jogo muda muito nesse formato. As coisas ficam ruins, fica algo pesado, fica algo desagradável. Prefiro não terminar o jogo dessa forma, pra não prejudicar minhas memórias sobre Undertale. Porém, se você leu até aqui e gostou... e ta afim que eu fale sobre "O outro lado de Undertale"... comente, peça... talvez eu continue o jogo e veja "Chara" com meus próprios olhos. 


Mas eu prefiro seguir os conselhos de Flowey e manter Frisk feliz.

Bem... Gaster.

Antes do jogo começar, existiu um personagem chamado Dr. Gaster (também chamado de "WD Gaster"). Jogadores descobriram a existência dele ao explorarem o jogo a fundo, e "hackear" (e eu descobri porque um leitor pediu pra eu checar esse nome... vlw Sir Jose.)



Descobriram que há algumas fases, personagens e até conversas não utilizadas no jogo, mas presentes dentro do arquivo dele. Eu, desconsideraria qualquer informação vinda dai, pois para acessar esses "documentos" era preciso modificar o jogo, ou seja, hackear. Nada que venha de uma modificação deve ser validado, porém...



O nome "Gaster" causa aquele efeito estranho no jogo, fazendo ele fazer algo que ele não faria. É estranho... mas só o fato do jogo ter essa reação mostra que "Gaster" é uma teoria real. (dizem que da pra encontrar essas salas aleatoriamente no jogo depois da atualização, mas eu mesmo não encontrei nada... tirando uma ligação estranha que o protagonista recebeu atras de um "G..." tirando isso, não vi nada... eu lembro da ligação, mas não tirei foto ¬¬).

Em pesquisas, vi que ele seria o Cientista Real que existiu antes de Alphys, tal qual tentou mexer com a realidade e no final, apagou a si mesmo dela.



Não tenho muito a acrescentar quanto as descobertas sobre Gaster... apenas posso dizer que ele é estranho... e acredito que se ele existiu, talvez ele acabou influenciando nos sentimentos de alguns personagens: Undyne, Papyrus e Alphys.

Nenhum personagem se lembra dele, afinal ele se apagou... mas... talvez enquanto ele existia, Undyne era apaixonada por ele, e com seu esquecimento, os sentimentos dela foram redirecionados pra Papyrus e Alphys, igualmente. Porque? 

As teorias sobre Gaster dizem que ele era um parente mais velho dos irmãos esqueletos, talvez o pai deles. Isso surgiu por causa de um personagem que aparece em uma das salas não utilizadas do jogo, onde aquele que acreditam ser Gaster (ou ao menos uma de suas formas) tem semelhança com os Esqueletos. Além disso, existe uma sala secreta acessível atrás da casa dos esqueletos... 

Que só pode ser aberta depois de pegar uma Chave Prateada encontrada no quarto de sans, após ele liberar uma Senha para o jogador. 


Tipo, perto do fim, ao encontrar sans no corredor onde só aparece a sombra dele e do protagonista, sans muda sua fala caso o jogador fale com ele, feche o jogo e volte do último save point falando novamente com ele (3 vezes), isso na versão boa do jogo (sem ter matado ninguém e virando amigo de todo mundo... justamente a versão que eu joguei mas... que a anta aqui não fez isso afinal, eu nem imaginei que isso ocorreria). Ele passa uma senha, que se dita a ele gera uma nova senha, que no final faz ele dar a chave de seu quarto. La dentro, a chave pra sala atrás da casa é encontrada.


A sala tem o solo de um laboratório, projetos em cima de uma mesa e algo que parece ser uma máquina coberta. Pois bem, isso tudo acaba insinuando para os fans que sans tem ou teve alguma relação com o antigo cientista esquecido (sem contar que em uma das gavetas tem uma foto de sans com seus amigos, feliz, o que parece ser a foto do salvamento, ou seja, do futuro, ou de uma outra realidade... mas a foto nem é mostrada, apenas descrita então... vai saber...) Mas eu ainda acho que é pela semelhança mesmo, e também, sans parece ter conhecimento sobre as alterações no tempo do jogador... além dele ser estranho.


Bem, Alphys é uma cientista que tomou o lugar de Gaster, tecnicamente... talvez os estudos dela nem tenham sido realmente dela... talvez Gaster tenha feito tudo, mas com a realidade reescrita sem sua existência, Alphys o substituiu, sem nem saber disso. Pois bem...

Undyne é apaixonada por Papyrus e Alphys, isso é fato. Mas, ela não tem nada haver com nenhum dos dois, ela é agressiva e nada sentimental, e tanto Alphys quanto Papyrus são "imaturos"... pois bem... na minha teoria... Undyne tinha um relacionamento sério e consistente com Gaster, mas por causa de suas pesquisas e consequente esquecimento, fragmentos dos sentimentos de Undyne mantiveram-se e se ligaram com o que era mais próximo a Gaster: Um Esqueleto Cientista... um esqueleto e uma cientista.


O Diretor do Jogo



Existe uma porta que não abre durante o jogo, uma porta muito misteriosa. Pois bem, atrás dela tem uma sala, com o diretor do jogo dentro... pra abri-la tem que esquivar de todos os créditos no final... eu demorei muito pra conseguir fazer isso... mas consegui!


A tradução tava zoada mas... valeu.
O cachorrinho irritante, tal qual aparece várias vezes no jogo, é uma representação do próprio diretor: Toby.



Seu quarto é uma sátira a si mesmo... e é algo interessante, mas não mais interessante que ela: 


Temmie


Existe um personagem estranho meio demente que tem sua própria cidade, escondida num canto do subterrâneo.



Existem vários Temmies e um Bob, e todos são iguais, falam igual e agem igual. Os Temmie são uma piada a parte, todos baseados na designer Temmie Chang que participou da criação de Undertale. Apesar de uma homenagem, os personagens são de destaque, e cara, eles tem algum problema sério.



É possível ficar rico negociando com uma Temmie mercadora, comprando o que ela vende e revendendo... ela paga mais caro pelo mesmo item... 



Mas não para por ai, é possível doar grana pra ela ir pra faculdade, fazendo isso, ela vende uma armadura muito boa (que restaura o hp a cada rodada). Onde ta a estranheza? Da pra ficar rico comprando e revendendo itens pra ela mesma, e no final usar o dinheiro dela pra doar pra ela... é...



O legal é que da pra enganar Temmie bonito... existe um item chamado "Cão Residual" que aparece no inventário após o Diretor do Jogo comer um item que aparentemente era importante e raro... o cachorro aparece no inventário do nada depois come o negócio, é uma loucura... 


Mas beleza, esse item quando utilizado lota o inventário de mais unidades dele mesmo... infinitamente! Há uma probabilidade de aparecer um item diferente chamado "Sal. Can." que cura aleatoriamente o HP do protagonista... mas só nesse item da pra ficar rico pois Temmie compra! E as vezes até faz uma oferta maior do que o preço que ela cobra normalmente... é muita loucura pra um mercador só.



Bem, por hora, não tenho mais nada a dizer. Talvez, no futuro... eu faça uma análise só sobre o lado mau de Undertale.

Moral do jogo: Monstros são legais...

É isso.

Espero que tenha curtido, espero que eu não tenha falado de mais ou de menos... mas pelo menos registrei esse jogo no blog. Estou satisfeito com o resultado...

See yah...

23 comentários:

  1. Kudos bro
    Essas postagens devem dar bastante trabalho
    Jogaço

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    1. Dão sim, mas ao mesmo tempo elas são recompensadoras. Pensa comigo: Eu joguei, li, pesquisei, escrevi e no final, memorizei cada segundo do jogo. Vale a pena... pois a experiência é imortalizada aqui, e melhor, é compartilhada.

      Bem, vlw pela leitura Sir Sowew! (Lucas também é legal mas o sobrenome é bem mais daora kkk)

      Concordo, esse jogo é maravilhoso!

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  2. Pelo post Carinha, fico feliz que tenha gostado do jogo, sobre o final genocida, melhor não faze lo, as unicas coisas boas dele são as musicas dos chefes.

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    1. Gostado? Não seja modesto, eu me apaixonei por esse jogo. Sério, eu agradeço muito pela recomendação, esse sim valeu a pena. Deveriam fazer mais jogos tão criativos e únicos quanto esse.

      Sobre o final Genocida... eu vi alguns vídeos por curiosidade, tipo o da Luta de sans... cara... eu adoraria chegar nessa luta se não fosse tão torturante... a música, a luta, tudo é muito show (e se não me engano até virou meme). Vi também a luta de Undyne, e realmente, as músicas são únicas (e até os personagens... e a história... como eu disse: É outro jogo).

      See yah... e vlw Sir Tuth.

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    2. Tipo SANNEEEEEEEESSSSS




      YOU WANNA AVE A BAD TOM!!!!!!!!! XD

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    3. Exatamente kkkk. Vi um compilado de vídeos sobre Sans e cara, ficou muito loko!

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  3. Não sei se e so aqui mas esta com problemas nas img infelizmente mas ainda assim otimo trabalho shady so tenho umas consideraçoes marotas de alguem que viu muito desse jogo(e nunca zerou por si proprio)toriel não atende o telefone porque o toby o comeu de algum jeito da pra ver quando ele aparece na sala com o item raro.
    Um ponto que o senhor esqueceu foi os vendedores do jogo coisa que pode não ser taao util somente uma informação muito importante que o primeiro vendedor do jogo se vc pergunta sobre os irmão ossudos ele fala que eles simplesmente apareceram coisa bem interessante q quebra sua teoria da undyne e ultima coisa q é so extra se vc perder a luta pro papyrus ele te joga numa cela aberta e acho que nem aparece uma tela de game over

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    1. Putz Sir Jose, talvez seja erro da página. O Blogger as vezes tem uns chiliques, mas eu dei uma checada, parece tudo normal. Espero que consiga visualizar depois... tenta esvaziar o cachê ou algo assim...

      Sobre Toriel... eu não vi nada que me fizesse pensar nisso... na real eu passei o jogo inteiro ligando pra ela (de verdade, a cada quadro eu chamava) porque fiquei muito preocupado com ela presa naquele mapa com Flower... juro que achei que no final ela estaria morta por eu ter escolhido sair das Ruínas (meu irmão falava bastante sobre consequências de escolhas)... mas no fim ela aparece com o celular, e até fica trocando mensagens com sans (que ensina ela a mexer no msn/whatsapp) e tipo, ela manda 1 mensagem por segundo (são umas 20 mas... ela compensa a ausência do jogo todo com isso) eu só não falei disso porque eu realmente fiquei cansado e com medo de "esticar" o texto de mais. Fiquei preocupado em exagerar então, fiz alguns cortes... mas eu já imaginava que tinha algo haver com Toby... o diretor tava em toda parte kkk.

      É, reconheço que faltei com os vendedores. Eu consigo lembrar de 4 importantes: A tartaruga, que fala do passado de Asgore e do apelido de "Fofinho", mas eu achei que não faria tanta diferença... O cara estranho do Hotel de Mettaton, mas como eu cortei o Hotel da análise (achei que não era importante pois tecnicamente, nada lá tem impacto no enredo principal) eu achei que ficaria algo "corrido de mais". As Vendedoras do Beco, que até cheguei a citar mas não coloquei fotos porque, também não vi nada tão importante nelas além da interação que elas tem com o Cara estranho do Hotel, que não traz nada de interessante (pelo menos na minha opinião rs) e por fim, o Mercador da Cidade da Neve la... eu realmente não vi nada de interessante nele, além da tal frase sobre a origem dos irmãos ossudos. Na real, eu preferi da certa "exclusividade" a Mercadora Maluca, "Temmie", pois ela foi engraçada ao extremo rs.

      Sobre a origem dos dois e a quebra da teoria... sei la, tecnicamente, ninguém ali teve sua "origem" contada de fato. Não é dito de onde Alphys e Undyne saíram e nenhuma delas reconhece Toriel, sendo que Toriel era a rainha, conhecida por todos no reino. Mettaton teve sua origem explicada, mas a origem dos fantasmas não foi explicada então, tecnicamente, fica vago o porque que alguns monstros são Espíritos (diferente dos mutantes de Alphys)... nem mesmo a origem de Asgore e Toriel é explicada, sendo eles raças únicas e até estranhas aos olhos dos demais monstros. Então, pra ser sincero, não vi nada tão incrível assim a ponto de mencionar, pois da mesma forma que sans e Papyrus surgiram do nada, Undyne, Alphys, o Espírito de Mettaton, Toriel e até mesmo Asgore também surgiram do nada... fato é que a história do jogo nem tenta explica-los, apenas fazer muita piada com isso, saca?! Mas, infelizmente eu não pude falar disso, porque eu fiquei com medo de "falar de mais"...

      O esquema do Papyrus eu ignorei, pois não vi nada de interessante naquela jaula maluca com grades extensas dele... sim, é curioso, mas acho que é algo que fica mais engraçado no gameplay mesmo, na surpresa. Cheguei a pensar em por (eu voltei pra jaula 3 vezes kkk) mas, tinha tanta coisa pra falar que acabei deixando de lado...

      Mas, eu registei o máximo que consegui lembrar xD... eu tirei umas 14 mil fotos kkk... separar tudo me deixou desesperado pra terminar logo.

      Mas, Sir Jose, vlw pela leitura.



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    2. Eu que agradeço sempre por esses textos otimos(so espero outro de Kingdom Hearts minha serie de paixao) e um detalhe interessante que vc nao colocou que acho q da um as legal na historia sao os sets de armadura sao dos outros humanos que cairam antes assim como as cores que o personagem fica

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    3. O esquema das cores das almas eu imaginei (percebeu que eu cortei o lilás/rosa do chefe aranha? Fiz isso por dois motivos: Não achei importante pra história principal e odeio aranhas) mas das roupas, nem me toquei... na real eu quase nem peguei... lembro do Tutu Velho, de uma Faca de Brinquedo e deu dois equipamentos do final, tirando isso eu nem dei muita bola pra isso, porque tava ocupado rindo kkkkk.

      Mas vlw o toque e... Kingdom Heart han... certo, certo...

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    4. Acabei de ver o cronograma e caramba acho q to empolgado pra todas dando destaque pra zelda e kh mas estou curioso com charlotte ja ouvi falar desse anime mas n faço a minima ideia do q é sobre. E elfen lied ja vi vc comentando sobre parece ser um anime interessante so que so sei do gore famoso na obra

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    5. Zelda e KH são meus focos atualmente. Elfen Lied e Charlotte sairão em sequência, praticamente juntos com Re: Zero.

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  4. Ah cara,depois do seus comentários lá no face fiquei imaginando se completaria a rota genocida,pelo visto com razão.
    Gostei muito da análise Shady e até pensei que seria um bom jogo para jogar em vídeo no seu canal(eu gosto do seu vídeo de Mario World,sua voz tem um timbre legal para ouvir),pois dá para citar muita coisa(uma trivia legal:Se lembra do Smash Bros:Existem teorias que o sans é o garoto Ness,pois além do Earthbound ter servido de inspiração de uma maneira muito forte e o Criador do UT ser um fã fervoroso da da série,a foto que você citou no texto pode ser uma alusão a foto final do EarthBound,além do fato do sans ser estranho e muitas outras coisas...mas enfim).
    além disso,confesso que estou dividido:Por mais que eu queira ver a sua analise do caminho do mal,eu tenho absoluta certeza que o final vai te deixar mal,então vou dar uma de isentão.Mas se mesmo assim decidir o desejo de saber e sentir se apossar da sua alma,lembre-se:"Curiosidade não é pecado,mas é preciso ter cautela quando estamos diante dela."
    Bem cara...Cheers!!!

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    1. Genocide me deixou perplexo... ver Papyrus ser humilhado por mim, me deixou indignado saca.

      Vídeos... eu quero fazer e não quero fazer ao mesmo tempo. Confesso que no do Mario eu deixei algo incompleto. Eu queria editar, queria por fotos, mas eu não manjo de edição de vídeos (claro, na prática a gente aprende né) mas tipo... eu gosto bastante de artigos escritos... é mais fácil de se localizar e corrigir... porém, me senti incentivado agora. Fim de semana ta ai... vamo ver...

      Tipo, se liga no quarto de Frisk no final, é o mesmo do Ness em Earthbound (Mother 2 né?!). Tipo, eu vi e até pensei em mencionar as inspirações de Toby Fox, mas sei la, eu acabei me perdendo numa parte e comecei a ler um monte de páginas diferentes e ver um monte de vídeos, no final fiquei meio "cheio" e acabei deixando essa info de lado. Sem contar que, eu nunca joguei... então, acho que não é justo "comparar em detalhes".

      Eu sei exatamente qual é a história do final Genocide... eu realmente estou curioso pra ver Frisk se transformar no novo Chara... mas... não mano. Só se pedirem mesmo, e acharem algo indispensável pro blog e analise... do contrário, prefiro manter Frisk feliz, porque é isso que me fez me apaixonar pelo jogo, a beleza dele... eu saciei a curiosidade vendo vídeos, gameplays, lendo análises e até guias kkk... mas... se os leitores quiserem ver minha opinião, quem sou eu pra negar... mas... é né.

      Sir Will, cheers! (e caramba, a análise tava sendo aguardada heim!)

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  5. Comecei a jogar Undertale hj, mas ele tava na minha lista a um bom tempo, belo post, mas não li todo só até a parte que eu joguei, por que pretendo ter um experiência mais completa com esse jogo, normalmente eu não ligo pra spoilers.
    Achei a Toriel muito legal, meus planos eram deixar ela com pouca vida e depois poupar ela, mas acabei matando ela sem querer :(, mas decidi continuar mesmo assim. E não cometi o erro com Papyrus, ele e seu irmão são personagens que eu realmente gostei, ficaria bem triste se matasse eles sem querer...
    Depois de terminar o jogo do meu jeito, eu vou atrás do final pacifista, acho q é assim o nome, não lembro no momento...
    E tenho planos de depois ir atrás do final Genocida :(...
    Depois eu lerei o post por inteiro.
    Esse jogo é incrível, o chato são os fãs ( não todos, não quero ofender), são fãs tão chatos quanto os de FNAF( jogo que eu gosto, mas admito que os fãs são bem chatos), quando eu me deparei com o Undertale pela primeira vez no youtube, em gameplays, os comentários eram repletos de fãs dizendo para os youtubers não matarem os "inimigos" ou não matarem a Toriel, poxa, era a primeira vez dos caras, é normal que eles acabem matando personagens, com certeza depois fica o peso na consciência por eles terem matado determinado personagem.

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    1. "Mas ninguém veio." Foi mal, eu não podia deixar de falar isso kkk

      Então sir, vlw pela leitura parcial e que sorte que não comprometi sua experiência. Eu também não tenho problema com spoilers, mas também não tava afim de nenhum antes de jogar. Fui e fiz aquilo que eu queria fazer (meu irmão e alguns leitores insistiram pra não matar ninguém, eu realmente fiquei com medo das consequências, mas eu não mataria mesmo assim, pois gostei muito da interação com os monstros... eles são bem legais... tanto que no final, eu tive de aprender a lutar pra derrotar o chefe final rs. Eu nem sabia o que fazer.)

      Bem, depois de salvar, você pode tentar o True Pacifist (se acertou o nome), que é simplesmente virar amigo de todos e não matar ninguém (quando eu abri o modo Hard, eu ataquei Toriel e demora bastante pra ela morrer, mas depois eu comecei o Genocide e cara, ela morre com o primeiro golpe... como você mesmo disse, na luta as vezes você enfraquece pra depois poupar, ela cai logo de primeira, eu fiquei perplexo. Por sorte, na primeira vez que joguei nem ousei atacar, porque eu fiquei com muita pena... mas mano, que vacilo... você matou Toriel mano...)

      A única dica que tive foi para tentar o final bom, e não matar ninguém. Entendi isso como uma dica de boa fé. Mas nada que você fizer comprometerá o jogo, apenas se você der uma de assassino e sair matando todos os monstros, até forçando aparições pra matar, isso sim causa problemas irreversíveis... mas sei que não fará isso, pois se já deve ter percebido que os monstros não são maus.

      Bem, espero que termine logo... e por favor... não faça o Genocide... eu vou abrir uma campanha dizendo "Diga não ao Genocide!"

      See yah...

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    2. Uma duvida, o que acontece quando se tenta ligar para a Toriel? Já que eu matei ela eu queria saber, no meu caso aparece: "mas ninguém veio"...

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    3. Ela nao atende e aparece a mensagem de que ninguém atendeu e só chama.

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    4. Opa, eu sou o ninguém, é que eu tenho duas contas no Google, zerei Undertale, e acho om compartilhar meu final aqui:
      Primeiramente: Matei Toriel, mas poupei todos os chefes, fiz amizade com Papyrus, mas não com Undyne, apesar de ter dado água pra ela (ou seja, não matei, mas não fiz amizade com Undyne), Poupei o Rei, A Flor matou ele, Poupei a Flor e segui em frente rumo a porta, recebi uma ligação do sans dizendo o que ocorreu:
      Undyne se tornou a nova rainha, e está em busca de almas humanas, organizou um exército, Papyrus ganhou um emprego de andar por aí e ser bonito... A flor aparece e diz que eu deveria tentar resetar e começar de novo sem matar ninguém. E é o que eu farei.

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    5. Pra voce ver o quanto o final pode mudar dependendo das ações. Se voce n tivesse matado Toriel, mesmo sem ser amigo de Undyne,Flowey te diria pra voltar no seu save mesmo e virar amigo dela e Alphys. Eu vi sobre todos os finais possíveis (tem até o final pra hackers) e a equipe do Toby fez mais possibilidades pro fim do que jogos como TWD da telltale... Doido neh. Essa foi a razão por eu dizer que não seria possível falar do jogo todo, pois ele é enorme... Bem, ve se deixa Toriel hein sir El.

      Bom jogo.

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  6. Este comentário foi removido pelo autor.

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  7. MAN. PARABENS PELO BLOG! SOU REALMENTE MUITO GRATO!

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    1. Vlw sr Ivan. Bem vindo ao blog e espero que aproveite bem sua leitura e estadia rs.

      See yah!

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