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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

AnáliseMorte: Super Smash Bros! Uma brincadeira nostálgica...

Olá!


Nunca falei de jogos do gênero "Luta", não por não gostar nem por jamais ter jogado, mas por que tinha dúvida de por qual começar. Existem ótimos jogos desse gênero, mas queria fazer algo especial de início, e agora decidi que Super Smash Bros é uma boa forma de começar.



SSB não tem uma história grande, na verdade quase não tem uma história, e essa análise será ligeiramente diferente das quais estou acostumado a fazer. De toda forma, já que irei contar tudo o que puder sobre esse jogo, haverão spoilers.

Boa leitura!


Super Smash Bros é um jogo de Luta Crossover dos personagens mais famosos da Nintendo.

"Crossover" é quando personagens de universos diferentes são postos lado a lado, não importa o contexto. Vários jogos usam essa característica como atrativo para vários públicos diferentes. 

Um dos mais famosos é "Marvel vs Capcom", que utiliza personagens de jogos desenvolvidos pela Capcom, como Rock (Mega Man), Dante (Devil May Cry) e Ryu (Street Fighter), junto com personagens da Marvel, como Homem Aranha, Hulk, Wolverine (X-Men), etc. Todos são postos em um mesmo cenários e lutam, em uma verdadeira mistureba de gêneros e efeitos.



Temos também crossovers de outros gêneros além de Luta, como "Kingdom Hearts" que é um Action RPG que explora a mistura do universo Disney com o da Square Enix. 



Além disso, fora dos mundo dos games, é comum encontrar crossovers em HQs e até Seriados, como aparições e participações especiais de personagens de outras obras, as vezes dentro ou fora da mesma realidade. Por exemplo, em Smalville (seriado sobre Superman adolescente) há participações especiais de personagens como Arqueiro Verde, Flash e até Batman, que apesar de serem do mesmo universo, são considerados crossovers por não fazerem parte da história abordada naquele momento. 



Futuramente Superman, Arqueiro Verde, Flash, Batman e vários outros heróis formam a Liga da Justiça, tornando a união deles oficial, não apenas um crossover, exatamente como ocorre com "Os Vingadores" da Marvel, que junta personagens como Homem Aranha e X-Men's, de histórias originalmente separadas porém de um mesmo universo, que uma vez juntos passam a pertencer a mesma história. 



Nessa onda misturada, temos Nintendo, com jogos como "Mario & Sonic Olympic Games", que é um jogo Esportivo que une Sonic (da Sega) com Mario (da Nintendo) entre outros.



Daí vem Super Smash Bros.



Normalmente "crossovers" não precisam de um enredo muito elaborado, sendo necessário apenas uma justificativa simples para explicar a razão de vários personagens diferentes estarem lado a lado. SSB não é diferente, e usa um conceito simples pra explicar a razão de personagens tão diferentes estarem lutando entre si. Só que essa justificativa, por mais simples que seja, é sensacional: Uma brincadeira de criança.

SSB nada mais é que uma criança brincando com seus bonecos.



Isso é genial, pois apesar de simples, virtualiza uma realidade de muitas crianças, que uma vez sozinhas com seus brinquedos, brincam e imaginam verdadeiros universos onde, não importa o tamanho, cor, marca ou formato de seus brinquedos, todos participam e interagem perfeitamente de sua história imaginada.



Esse conceito é também abordado, e muito bem explorado, no filme "Toy Story" que mostra brinquedos diferentes interagindo, vivos (quando não tem nenhuma pessoa por perto). Os momentos em que Andy (o dono dos brinquedos) começa a brincar, não há preconceito algum com o gênero de seus brinquedos, onde Dinossauros e Batatas com Olhos participam da mesma história de Astronautas e Cowboys.



Em SSB, além dos personagens da Nintendo, existem os "improvisados", que são... bem... improvisações. É comum uma criança preencher brechas em suas histórias, pela ausência de brinquedos ou efeitos especiais, com sua própria imaginação. Com isso, qualquer coisa pode servir de cenário, inimigo, aliado, arma e por ai vai.

Com relação ao gameplay, ele é diferente dos jogos de luta convencionais. Os controles são bem diferentes, os danos também são avaliados e calculados de forma diferente, o número máximo de jogadores na tela também, e a tela também não é nada convencional. 



O jogo é da Nintendo então só existe para os consoles da Nintendo (oficialmente, mas há emuladores) e o primeiro foi lançado exclusivamente para Nintendo 64.

Controles

Os controles são tão simples, que chegam a confundir. Tudo se baseia em 4 botões e os direcionais (Analógico). 



Tem o botão de Defesa (Tipo 1 e 2, que fazem a mesma coisa, porém um Agarra/Arremessa também)...


Ataque Tipo 1 (Socos ou chutes simples)...



E Ataque Tipo 2 (Especiais ou poderes simples).



Dependendo da direção para a qual o jogador move o personagem com o Analógico, um ataque diferente pode ser realizado, por exemplo: Colocar pra baixo e usar o Ataque Tipo 2, o personagem pode usar uma habilidade especial, como invocar Bombas (Link faz isso). 



Mover o personagem pra cima, faz ele saltar, mover duas vezes faz ele saltar duas vezes, e mover duas vezes e usar o Ataque Tipo 2 pode fazer ele atacar de forma a pular uma terceira vez (Mario salta 3 vezes usando o Ataque Tipo 2).

Segurar o botão de Defesa improvisa um escudo de energia (que pode ser rompido caso golpeado várias vezes, causando atordoamento no personagem). Segurando esse mesmo botão e movendo pros lados faz uma Esquiva/Cambalhota, e usando o botão de Defesa 2 próximo ao oponente pode segura-lo, permitindo arremessa-lo pra longe.



Usar o Ataque Tipo 1 segurando o direcional pra cima realiza ataques pra cima, pra baixo faz ataques baixo, e assim vai.

Normalmente, em jogos de luta, os controles são: Andar, Saltar, realizar combos com ataques diferentes (cada um tendo seu próprio botão) e fazer especiais combinando sequências de movimentos (Fazendo Baixo > Baixo+Direita > Direita > Soco, o Ryu faz Hadouken). 



Em Smash Bros, isso muda, e tudo se baseia apenas no movimento que o jogador faz enquanto usa suas ações (que são tecnicamente apenas 2).

De inicio é complicado mas com a prática fica mais fácil.

Jogabilidade e Dano

Uma diferença chamativa é a forma como os Danos são registrados: Porcentagem.



Só que, tirando o último oponente, nenhum personagem tem "HP" e essa porcentagem não representa a quantidade de energia que o personagem tem, mas sim a quantidade de vulnerabilidade. Quanto maior, mais fácil fica pro personagem ser arremessado pra longe.



Isso casa com a forma de Vencer as batalhas: É preciso fazer o oponente cair.

Empurrar ele, bater até ele sair voando, chutar, jogar, confundir, explodir... vale tudo pra fazer os caras caírem. Cada golpe que o personagem recebe, aumenta a porcentagem de dano dele, logo, ele fica cada vez mais vulnerável, e os golpes passam a doer cada vez mais, fazendo com que pouco a pouco o personagem caia sempre mais longe. Chega uma hora que não tem pulo triplo que salve a criatura, e ele simplesmente explode ao longe. 



As vezes, caem itens como Armas e Restauradores, que zeram a porcentagem do personagem, devolvendo sua resistência. As armas são itens dos diferentes universos de cada personagem, como as Pokebolas do universo de Pokemon, que invocam Pokemons que ajudam o jogador.

Isso também entra como "Ação" pois para pegar esses itens, o jogador precisa usar o Ataque Tipo 1, e para trocar de arma, ele precisa arremessar a que pegou, usando o botão de Defesa 2. 



Ao cair, o personagem explode ou vira estrela (caso ele seja arremessado pra muito alto, ele vai pro fundo do cenário... é engraçado).



Mas o jogador pode contar com de 1 a 5 "vidas" que são continues imediatos, fazendo ele retornar para a mesma luta que está em processo. Caso ele perca as vidas, surge uma tela de Continue, que usa Metade dos Pontos para dar uma nova chance de Luta, voltando ao início da batalha (isso no modo história). Caso não haja pontos, da Game Over.



Jogadores

Da pra ter até 4 jogadores ao mesmo tempo, lutando. O Nintendo 64 tem suporte a até 4 Controles, então é um diferencial atraente para um jogo entre amigos. 



Diferente dos jogos de Luta  comuns, os 4 jogadores ficam ao mesmo tempo na partida, enfrentando uns aos outros, e até mesmo em caso de alianças, é possível um causar dano ao outro, da mesma equipe (Bombas por exemplo, explodem qualquer coisa, qualquer um, sem discriminação). Esse é um estilo Co-op interessante, pois apesar de bagunçado, é divertido. Vários jogos da Nintendo exploram e aproveitam muito bem a possibilidade máxima de jogadores paralelos, como em Bomberman, Mario Kart, Mario Party, etc. 

Porém, no modo Campanha/História, o jogo é Single Player, e mesmo havendo algumas fases onde há Aliados, somente o jogador principal controla seu personagem, os outros são a CPU (Máquina) quem manipula. 

Tela/Mapa/Cenário



Cada fase tem sua tela baseada no universo de um dos personagens de Smash Bros. Todos são completamente abertos, justamente por conta do tipo de disputa (tem de jogar pra fora do ringue, então o ringue tem de ser aberto).

Elas tem música original dos jogos em que se baseiam, além de terem certas eventualidades que podem ajudar ou atrapalhar o jogo (Como na fase de Star Fox, onde pode surgir uma Nave atirando nos lutadores).



No inicio do jogo fica evidente que essas fases surgem da imaginação da criança que ta controlando os bonecos, logo, apesar de serem ambientes diferentes, eles tem quase o mesmo formato, com alguns tendo uma plataforma a mais ou buracos a mais. Na real é só uma estante, onde pra mudar um pouco a criança pode abrir as gavetas, reposicionar os eletrônicos, colocar uma cadeira do lado, tudo com sua imaginação enfeitando.

Bem, existem também fases Bônus, que servem pra aumentar a pontuação (tal qual é usada como placar e também continue). Essas fases são únicas pra cada personagem, e oferecem desafios calibrados pra cada um deles. Tem apenas 2 tipos, as dos Alvos, onde o jogador precisa acertar os alvos no menor tempo possível, saltando, usando especiais, e as vezes até uns paranauês doideras...



E as das Plataformas, onde o jogador precisa pisar em todas as plataformas o mais rápido possível...



O jogador ganha sua pontuação baseada no número de Alvos/Plataformas que ele conseguiu atingir, e é só (um dos personagens secretos é liberado com um desses desafios, mas falo disso mais pra frente).



Bem, tecnicamente falando, é só isso.

Agora vem os Personagens, que são poucos, mas irei falar o máximo que posso pra explica-los! Todos eles alias, são tirados dos jogos da Nintendo, mas nem todos são do Nintendo 64...

Mario



Ele é um personagem encanador italiano bigodudo que também é mascote da Nintendo. É famoso (se você nunca ouviu falar, normal, acontece, mas ele é famoso) e existem dezenas de jogos com ele como protagonista.



Mario se destaca por ser capaz de pular alto (e é seu principal ataque) e a versão utilizada em Super Smash Bros é a de "Super Mario 64", onde ele da socos, pulos, chutes, cambalhotas, piruetas, joga fogo e pega moedas. No caso das moedas é uma adaptação divertida pro mundo da luta, pois nos jogos de Mario, ele consegue moedas sempre que bate em Blocos Flutuantes com um ponto de interrogação, e no SSB ele consegue sempre que pula por baixo de um oponente. Se ele pegar de jeito, consegue arrancar um número sequencial de moedas e causa um dano maior.



A fase de Mario existe, e é um tipo de Plataforma Flutuante baseada no castelo da princesa no SM64, com a música tema de Super Mario.



Donkey Kong



Um gorila fortão, desenvolvido pela Nintendo (na real ele foi feito pela Nintendo mas só se tornou famosão por conta da Rare). É um dos personagens exclusivos da Nintendo, e é bem famoso, principalmente pelo "Donkey Kong Country", jogo criado inicialmente para Super Nintendo, mas posteriormente relançado para Game Boy Advance.


Mas nesse caso, o macaco é tirado do "Donkey Kong 64", que é um sucessor aos jogos de Super Nintendo (trilogia Country) porém com uma mudança drástica no gameplay, que saiu do estilo Aventura Horizontal e foi para um Ambiente Totalmente 3D. 


Digo isso pois originalmente seus movimentos em DKC eram Saltar, Dar Cambalhotas e Bater no Chão, e no DK64 ele da Socos, Batidas e Gira Rápido, habilidades essas que estão presentes no repertório de movimentos do DK em SSB.



Sua fase é baseada em DK Country, com direito a uma das músicas originais do game.


Link



O protagonista da franquia The Legend of Zelda. Ele participa e protagoniza mais de 10 jogos diferentes, e é um dos personagens exclusivos da Nintendo, com suas vestimentas verdes e capuz.



Há jogos dele pra todas as plataformas e portáteis da Nintendo, e seus traços, fisionomia e até movimentos mudam de jogo pra jogo. A versão utilizada em SSB é a de "The Legend of Zelda Ocarina of Time", baseada na forma Adulta dele, com algumas de suas habilidades como Bater com Espada, Usar Gancho e Lançar Bombas. Entretanto, foi adaptado o uso do Bumerangue para sua forma Adulta, coisa que não ocorre em Zelda OoT, onde Link só pode usar algumas armas em sua forma Criança (entre elas o Bumerangue). 



Apesar disso essa é uma arma padrão de Link em todos os seus jogos (pelo menos na maioria) e é justificável ela estar presente em sua adaptação para SSB, afinal a criança imagina Link do mundo Zelda, não apenas do OoT.

Sua fase é uma baseada no Reino de Hyrule, no castelo da Princesa Zelda, com a trilha sonora respectiva.


Kirby



Esse é um personagem mais ou menos famoso (ele é bem famoso, teve até desenho animado dele, mas não chega a ser tão famoso quanto Mario, DK e Zelda), onde temos uma bolinha rosa com braços e pernas, que come os inimigos e ganha seus poderes. Existem vários jogos dele, e sua adaptação em SSB é baseada no Kirby 64. 


Pra ser sincero, eu sou um daqueles que não conhecia a fama de Kirby, mesmo sendo um "nintendista". O único jogo que joguei e gostei em que a bolinha rosa protagonizava, foi "Kirby's Dream Course" que é um jogo bem diferente dos demais. Os jogos de Kirby são de Aventura Horizontal / Plataforma, e o Dream Course é um tipo de "Sinuca" com "Golfe", onde você precisa encaçapar a bolinha rosa depois de destruir os monstros, traçando seu caminho e calibrando a força com a qual Kirby é arremessado. Eu adorava esse jogo, e foi o único dele que eu finalizei...



Ele é bem leve e pode se inflar, flutuando "saltando" no ar várias vezes (4 ou 5) até perder o ar e cair. Essa, e a habilidade de comer os rivais e ganhar seus poderes, além de usar poderes de outros inimigos que ele come em seus jogos, são seus principais movimentos. Alias, se torna apelativo essas habilidades de inimigos fora do jogo, dua em particular: Virar Pedra e Usar Espada. A Pedra torna Kirby invulnerável por alguns segundos, e se ele estiver no ar (após um salto) ele cai com grande velocidade, causando um dano estrondoso, isso pode ser refeito de segundo pra segundo, só pulando e virando pedra. Isso é apelativo, pois Kirby não leva dano quando vira pedra, mas causa dano. 


A Espada dele também é meio trapaceira, pois ela causa um dano forte pra cima, pra baixo e pra frente, além de fazer Kirby dar um terceiro salto. Esse é Kirby, o apelativo.


Bem, a fase dele é uma adaptação de uma das fases de Kirby 64, com sua respectiva trilha sonora. 



Pikachu



Pra quem só conhece a Nintendo pelas plataformas, provavelmente não conhece a estrondosa fama de Pokemon no mundo dos Games. Pikachu é um dos vários pokemons, visto como o principal (por conta de sua presença no anime baseado nos jogos). Pikachu é um tipo de Rato Elétrico Amarelo, visto como personificação do demônio por vários religiosos, porém reconhecido como uma das criaturas mais fofinhas já feitas no universo.



Existem alguns poucos jogos para os consoles da Nintendo, com destaque para Pokemon Stadium, de N64. A maior fama de pokemon no mundo dos vídeo-games atribui-se a franquia de jogos lançados para Portáteis, desde o Game Boy, partindo de "Pokemon Red/Blue/Green/Yellow"



O gênero de jogo era totalmente inovador, um jogo de Captura e Aventura com mescla de RPG e Estratégia, onde o jogador controla um garoto que sai mundo afora, explorando florestas, cavernas e cidades, enfrentando e capturando diferentes pokemons. Não apenas Pikachu está presente em SSB, mas também há um personagem desbloqueável ao finalizar o jogo, que é um pokemon (Jigglypuff), além de haverem as Pokebolas como itens das fases, que invocam pokemons para servir de obstáculos nas fases.



Na fase de Pokemon, é uma releitura de uma das cidades de Pokemon, como se fosse o teto de um prédio. Nela, toca uma das músicas principais de Pokemon, além de terem alguns desses monstrinhos que surgem de uma porta, aleatoriamente, ajudando ou atrapalhando na luta. 



Samus



Talvez uma das menos famosas dentre os personagens de Super Smash Bros, porém relativamente famosa no mundo dos jogos, eis Samus! Ela é uma mulher, linda, que veste uma armadura espacial feia, com um Canhão de Proton e Mísseis, e a capacidade de virar uma Bola. 



Samus é a protagonista da franquia Metroid, famosa pelos seus jogos lançados para algumas plataformas e portáteis, com destaque para Metroid Prime, lançado originalmente para Game Cube. 
Não há jogos de Metroid para Nintendo 64, e sua presença em Super Smash Bros é baseada em Super Metroid, jogo de Super Nintendo. Suas habilidades são baseadas nas mesmas de Super Metroid.



Eu nunca terminei nenhum outro jogo de Metroid, além de Super Metroid que foi meu primeiro contato com a franquia Metroid. O estilo original era Aventura Horizontal, com Plataformas e um toque de Suspense / Terror. Acredite, passei altos sustos com Super Metroid, e a mistura de um clima tenebroso com uma trilha sonora tensa, somado às criaturas estranhas, faz deste um dos poucos jogos de Super Nintendo que podem ser considerados "de terror". Como eu disse, as habilidades de Samus são as mesmas de Super Metroid, onde ela pode Atirar, Virar Bola e soltar pequenos Explosivos e Pular.



Sua fase é um aglomerado de Plataformas em uma cratera vulcânica, representando justamente uma das fases pelas quais ela passa em Super Metroid. 



Yoshi



Esse é um personagem do universo Mario, um grande aliado dele em jogos como Super Mario World. Ele é um dinossauro verde, que usa sua língua pra devorar qualquer coisa. Apesar dele ter nascido em Super Mario World como uma montaria para Mario, e também como um dos motivos para a aventura dele (tal qual busca pelos Ovos de Dinossauro da família de Yoshi, além da Princesa), ele tem também seus próprios jogos (vinculados à Mario). 



Outro jogo que apresenta uma versão mais parecida com seu personagem em SSB, é "Yoshi's Island (Super Mario World 2: Yoshi's Island)", onde Yoshi e seus vários semelhantes ajudam o bebê Mario a calar a boca (basicamente isso).



Mas, seu personagem é baseado numa mistura do que aparece em "Yoshi's Island" e "Yoshi's Story" de Nintendo 64, justamente por suas habilidades de Correr no Ar e atirar Ovos.



Sua fase também é inspirada em "Yoshi's Story", tanto em forma quanto em trilha sonora.



Fox



O último, dos personagens principais, é Fox, vindo diretamente de "Star Fox", um dos primeiros jogos de Nave em 3D e também um dos primeiros jogos da Nintendo em 3D (ainda no Super Nintendo). 



Star Fox é do gênero Nave, e usa um estilo de jogo voltado pro Tiro. Ele é totalmente Poligonal em suas versão inicial (SNES) mas foi melhorando os gráficos ao longo dos lançamentos. Apesar disso, inicialmente Fox não aparecia fora de sua nave (em jogos recentes ele aparece) e sua versão em SSB parece se basear apenas em ideias de seu personagem fora de sua nave. Ele não usa nave no jogo, mas usa equipamentos espaciais como Mochila a Jato e Arma Laser. 



Mas sua nave não fica totalmente de fora, já que a fase dele, é em cima da nave dele, com outras naves menores voando, e direito a trilha sonora original.


Bem, além desses personagens, há alguns destravados, e os improvisados. 

Os personagens improvisados são aqueles que não passam de uma segunda visão dos personagens principais, ou são criados por falta de elenco, exceto o "Chefão Final".

Time Yoshi



Primeiro tem o Time Yoshi, que são vários Yoshis de cores diferentes. De fato, existem vários desses dinossauros, mas já que essa é apenas uma brincadeira de criança, é dedutível que o Time Yoshi trata-se de bonecos repetidos de Yoshi, imaginados como toda sua família (as vezes, a própria criança pode ter colorido seus bonecos para personalizar, eu mesmo fazia isso as vezes).



Donkey Kong Gigante



Depois tem o Donkey Kong Gigante, que tem a mesma aparência do Donkey Kong, só que bem maior. Ao que parece, é um Urso de Pelúcia Grande ou um Boneco Tamanho Grande de Donkey Kong, que foi posto como um dos "chefes" pela criança, que o imaginou muito mais poderoso em comparação aos seus brinquedos de tamanho pequeno. 



Time Kirby



Então, temos o Time Kirby. Como o Yoshi, podem ser apenas bonecos repetidos de Kirby, personalizados pela criança, com acessórios dos demais personagens. Como Kirby pode absorver poderes de seus rivais, é válido te-lo com os poderes dos outros personagens (ele mesmo, em batalha, pode sugar os poderes de seus rivais).



Metal Mario



Depois temos Metal Mario. Sua aparência cromada e metálica, fazendo dele um personagem lento e pesado, além de resistente pra caramba, também faz dele um dos inimigos mais difíceis. Talvez, seja um boneco do Mario repetido, que foi personalizado pra parecer mais forte, coberto com tinta, massa de modelar ou até "descascado". É comum crianças personalizarem brinquedos repetidos para dar um ar único pra eles, afinal é repetido mesmo. O fato dele não ter olhos nem detalhes, aumenta essa probabilidade.



Polígonos Lutadores



Então vem os Polígonos Lutadores, que podem ser brinquedos improvisados com desenhos, esculturas feitas de papel ou massa de modelar. Entretanto, devido a aparência poligonar com silhueta semelhante a dos personagens principais, é possível dizer que eles sejam uma referência aos desenvolvedores do jogo, como crianças brincando com os personagens. Seja "preguiça" ou apenas uma piada interna, o formato poligonar é o estado inicial de qualquer personagem criado para vídeo game, ou feito virtualmente, logo, é uma referência aos desenvolvedores, que usam o máximo de seus recursos para criar o cenário ideal de uma criança brincando com sua imaginação a mil.



A Mão



Por fim, temos A Mão. O maior oponente possível, é a própria criança, nesse caso: Sua mão. Pior que isso não é algo tão incomum, e esse último recurso é utilizado pela mente infantil para representar o desafio máximo, e assim testar os limites do personagem de sua aventura. 



A mão é aquela que move, é aquela que dita as regras, aquela que define o que cai da estante ou não, aquela que faz acontecer.



Ela é um ser divino, onipresente nesse universo imaginativo infantil, onde apesar de mover os personagens, é invisível para a mente da criança, que enxerga somente o brinquedo se movendo. 



Ela é onisciente, sabendo exatamente o que cada um dos lutadores fará e como fará, conhecendo seus pontos fracos e compreendendo seus limites, justamente para não danifica-los. 



Ela é onipotente, não podendo ser ferida, empurrada, destruída ou subjugada, e conseguindo se mover para qualquer lugar, sem jamais cair, sem jamais perder. Ela é o deus na brincadeira da criança.



Logo, o último oponente é deus.



A própria criança se coloca na história, mas não como ela mesma, mas sim como a entidade que tudo cria. Derrota-la significa o fim da brincadeira, e é isso que ocorre, pois quando A Mão se cansa (tendo seu HP drenado) ela explode...



Os créditos surgem, o brinquedo cai para seu descanso e a criança sai do quarto (daí todo mundo se levanta e faz uma festa... pera, isso é Toy Story, esquece).



A história do jogo? São lutas contra todos os personagens citados acima, em sequencia até chegar A Mão. Só isso, a história é a mesma pra todos, a sequência de luta é a mesma pra todos.

Existem personagens secretos, 4, que tem sua silhueta mostrada na abertura e conforme são liberados, tem a mesma silhueta preenchida com a imagem deles. Eles também tem um espaço no menu de seleção de personagem.


Jigglypuff



O primeiro a ser liberado é sempre o Jigglypuff, pois para fazê-lo é só terminar o jogo com qualquer personagem, em qualquer dificuldade (alias, tem modo Fácil, Normal, Difícil e Muito Difícil). Ele é apenas mais um pokemon, que diferente dos outros que aparecem na aventura (que são desenhos, tanto os invocados quanto os do telhado) tem uma forma 3D. Ou seja, ele é o outro boneco Pokemon que a criança tem (como ele usa desenhos pra representar os outros pokemons, provavelmente ele não tem outros bonecos pokemons, triste não!?).



Ele é leve, pode voar bastante (pulando várias vezes, igual o Kirby) e não sei se canta pra fazer dormir (igual faz no anime) provavelmente não, mas seria interessante (sim, ele canta).

Luigi



Ele é o segundo personagem mais "fácil" de liberar, sendo preciso terminar as fases Bônus Tipo 1 (Alvos) com todos os personagens principais. É difícil pois alguns exigem domínio elevado de suas habilidades (O Yoshi é muito difícil).



Ele tem as mesmas habilidades do Mario, só que mais apelativas, dando ataques críticos. Ele também tem mais resistência comparado ao Mario. Existe uma parte na história em que os Irmãos Mario são enfrentados. 



Essa parte seria a primeira aparição de Luigi, mas como ele é um personagem secundário na visão da criança, ele é posto como destravável, afinal não há nenhum jogo só dele até o lançamento de Game Cube.



Capitão Falcon



Esse jé começa a ser chato pra liberar. Ele precisa que o jogador finalize o jogo em 20 minutos ou menos. Isso é complicado, principalmente pra iniciantes, já que cada luta tem no máximo 5 minutos e são 10 Fases. Mesmo sem dar continue, é complicado fechar o jogo em tão pouco tempo. Entretanto, pode ser em qualquer dificuldade, então colocando no modo Muito Fácil, já facilita bastante (e se usar Kirby, o apelativo, também fica bem mais fácil).



Falcon é o personagem protagonista de F-Zero, um jogo de Corrida de Super Nintendo. Como a criança conseguiu um boneco dele, não tenho nem como imaginar. Ele está longe de ser um personagem famoso da Nintendo, pois se quer aparece em seu jogo (o que aparece é seu carro, e antes de fazer essa análise eu achava que F-Zero nem tinha história, e olha que eu joguei muito e adoro a trilha sonora dele).



Falcon entretanto é um dos personagens mais fortes de Super Smash Bros, e tem ataques apelativos e combos realmente chatos. Com ele, e sabendo jogar com ele, é possível fechar o jogo em menos de 20 minutos facinho facinho. 


Sempre que ele chega pra lutar, seu carro aparece.
Ness



Quem é ele? Não sei. 



Sério, é um garoto de boné, que protagonizou um jogo chamado "Mother 2 / Earth Bound" que é um RPG lançado pra Super Nintendo, continuação de "Mother", jogo esse que eu nunca vi, nunca joguei, não sei a história, mas já houvi falar, e pelo pouco que ouvi, ele foi épico (mas é RPG e estou com uma política de evitar RPG's por enquanto).



A história... bem... é de um garoto, com boné, que enfrenta uma invasão espacial e estereótipos comuns da sociedade, distorcidos pela paranormalidade. Entendeu? Eu também.



De toda forma, ele é o mais difícil de se liberar, e é realmente um personagem bônus, pois é uma verdadeira bonificação para o jogador que conseguir liberar ele (sem trapacear). Pra isso, só é preciso terminar o jogo, com 3 vidas intactas (nem mais, nem menos) e sem entrar na tela de Continue, no modo Normal (pelo menos é no normal, e não no Muito Difícil). 



Enfim, liberando ele os desafios acabam pois não há mais segredos pra liberar, e a introdução fica completa (ainda há um ou outro segredo, como um mapa extra, mas nada de mais).



Bem, bem, é isso.

Antes de terminar, gostaria de fazer um último registro...

Ao jogar, eu me lembrei da minha infância, e das muitas aventuras e histórias que criei com meus brinquedos. Era mágico, e eu fazia de tudo para saciar minha necessidade de entretenimento e diversão.

Meus brinquedos... ah meus brinquedos... tive tantos, e hoje não sobrou nenhum. Enterrei a maioria no quintal da minha casa, bem fundo, não me lembro o motivo. Sei que passou tanto tempo, que fizeram uma construção no quintal e hoje é impossível procura-los e tentar resgata-los... acho que esse era o motivo, acho que estava brincando de pirata... ou foi um velório múltiplo... não me lembro mesmo.

Mas, eu me lembro de alguns dos meus melhores brinquedos, e sim, falarei deles agora...

O robô "Ninguém me Pega". 


Cara, eu adorava esse robô e o que eu tinha era exatamente igual esse da foto (tirada da internet). Ele era incrível, andava (bem devagar) fazia luzes, girava o corpo (pela cintura) e falava umas frases em inglês que eu nunca entendi, seguidas de sons de tiroteio. Minha mãe dizia que ele falava "Ninguém me pega ~ sons de tiro ~", mas pra mim não importava o que ele dizia, nem as luzes ou o andar, mas sim o fato dele ser grande! Ele tinha quase 1 metro eu acho, e eu adorava o fato dele ser grandão. Era o maior dos brinquedos que já tive. Ele marcou minha infância pelo fim que ele teve: Meu irmão do meio deixou ele cair, e ele se dividiu pela cintura. Eu tentei consertar, colei a cintura com cola branca, não deu, depois com Super cola, e ai ele estabilizou, até meu irmão deixar ele cair de novo, e ai eu desisti de tentar arrumar, dei pra ele e... nunca mais o vi. Acho que meu irmão jogou no lixo, ou eu enterrei ele no cemitério de brinquedos, sei la.

Mini bonequinhos do Dragon Ball Z


Eu tinha tudo isso ai, e mais alguns. Era uma coleção grandona de bonequinhos minúsculos do Dragon Ball. Eu adorava ele, por serem pequenos, mas justamente por serem pequenos, eu os perdia mais facilmente. Alguns deles foram pro cemitério, outros foram comidos pelo meu cachorro, alguns foram pra privada, outros pegaram fogo, outros foram roubados. Não sei ao certo o destino de cada um deles, mas foram eles que me fizeram prestar mais atenção nos detalhes dos brinquedos. Sendo pequenos, eles não eram feios, eles eram bem detalhados, e eu tinha brinquedos grandes que tinham detalhes grosseiros. Foi nessa época que eu comecei a perceber o que era "original" e o que era "pirata". Depois disso, ganhar presentes nunca mais foi o mesmo...

Eletronix 


Talvez eles tenham proporcionado a minha primeira sensação de "conquista". Um deles pra ser sincero: A Geladeira. Eles eram como transformers, na real eram transformers, criados pela Recreio, uma revista que sempre traz umas coleções com brinquedinhos colecionáveis. Na época tinha acabado de terminar o lançamento dos Letronix (que eram letras do alfabeto que viravam robôs) e ai começou a onda dos Eletronix (nem sei se é esse o nome oficial) que eram eletronicos que viravam robôs (quase o conceito de transformers). Bem, eu me lembro que eu passava numa banca que tinha a Geladeira, e eu tinha me apaixonado por aquele brinquedo, desejando ele a qualquer custo. Porém eu não recebia mesada, eu não tinha grana, e bem, achei que jamais ganharia. Daí um dia, alguém me deu dinheiro, não me lembro se foi minha mãe ou minha avó, e eu guardei. Não era o suficiente para comprar a revista, mas já era um começo. Fui guardando, torcendo pro cara da banca não vender, e um dia, consegui o dinheiro e fui comprar, empolgado. Eu me lembro muito bem como foi a sensação de subir o escadão que dava de frente pra banca, a vontade de pegar logo a revista e aquele receio de chegar la e estar fechado. Não haviam pessoas, não haviam carros, não havia som, era só eu e aquele escadão. Quando atravessei a rua e comprei a revista, levei ela pra casa, abri, peguei a Geladeira e... me senti completamente realizado. Depois disso eu consegui outros, consegui até montar o super robô que se formava quando pegava 5 Eletronix e juntava... mas depois eu os perdi, e mais uma vez: Cemitério de Brinquedos.

Homem Aranha Robô


Eu tive de pegar essas imagens tudo da internet, algumas foram bem difíceis de achar porque procurei apenas o que era exatamente igual o que eu tive. Esse robô da foto, era igual o meu robô do homem aranha. Dentro dele, ficava um boneco do Homem Aranha muito bem detalhado: Ele abria a parte do dorso, bem naquele círculo com uma aranha desenhada, e o boneco se encaixava la dentro. Cara, eu adorava ele. Não me lembro quem me deu, não me lembro o que aconteceu, só me lembro das brincadeiras. Meu Homem Aranha já teve muitas aventuras... quantas vezes ele salvou o mundo de explosões atômicas...

Cell que Atira


Esse brinquedo, é idêntico ao Cell que me trouxe a minha primeira sensação de insatisfação e derrota. Eu tive uma fase em que juntava dinheiro e comprava brinquedos. Todo o dinheiro que conseguia guardava pra investir em brinquedos. Um dia, vi esse Cell, com o Poder de Energia, embalado, numa loja frente a uma escola numa avenida perto da minha casa... sempre que eu passo la me lembro dele, e da sensação ruim que me trouxe. O motivo da sensação foi o que aconteceu assim que abri a embalagem: O boneco estava danificado. Ele não disparava o poder de energia como mostrava na caixa, e o braço levantado dele era de plástico diferente do restante, era mole e caído. Se não me engano o rabo também não fixava bem. Mas o fato do poder não sair era o que mais me deixava injuriado... eu tinha pagado caro nele. Mas, estava eu e meu amigo num outro escadão, tal qual se tornou um ponto que evito passar, e meu amigo disse que eu devia trocar, mas eu fiquei envergonhado e achei melhor ficar com o brinquedo assim mesmo. Depois desse dia, eu nunca tive 100% de confiança no que compro, e sempre penso na alternativa de estar danificado. Atualizar meu computador foi uma tortura pois a cada peça, essa sensação voltava, esse medo voltava. Eu fiquei de certa forma traumatizado, mas, foi uma lição. O boneco antagonizou muitas aventuras conta as miniaturas, ele era o Super Cell.

Transformers da Viagem


Tive que pegar essas imagens da internet, porque eu não tenho nenhum desses brinquedos, não mais, e alguns deles foi complicado pra lembrar o nome, então tive de pesquisar bastante. Essa imagem acima, é de duas coleções diferentes do mesmo tipo de transformer. Um, tinha menos detalhes que o outro, e a versão que eu tive era a com menos detalhes, do Bombeiro Vermelho. Eram carros e um Helicóptero, que viravam robôs e também se juntavam e formavam um robô gigante. Eles protagonizaram e me fizeram memorizar uma das únicas e melhores viagens que já fiz: Eu havia viajado pra uma casa da minha avó em Artur Nogueira, um lugar lindo e calmo. La, encontrei uma caixa com os 5 transformers dessa coleção. Em pesquisa vi que tem duas versões deles, e se chamam "Protectobots". Mas nada disso importava pra mim, pois só o fato de eu ter robos transformers e poder brincar num lugar completamente tranquilo sem ninguém pra interromper minhas histórias, era ótimo, e la eu tinha isso. Ótimos tempos.

Boneco do Falso Fly


Houve um tempo em que eu era fascinado pelo anime "Fly", principalmente pela sua música que até ressoa na minha mente só de pensar. Eu curtia Fly acima de qualquer coisa que passava na TV, e eu tinha um boneco que eu jurava que era do Fly. Ele protagonizou muitas aventuras, muitas histórias e ele sozinho já enfrentou meu cachorro! Um dia, eu perdi ele, cresci, e passei a assistir outros animes, como Dragon Ball Z. Foi ai que percebi que o boneco que eu tinha no passado era o boneco do Gohan, não do Fly. Mas minhas memórias da época se mantiveram... pra mim ele sempre será o Fly!

E por fim...

O Etezinho


Ele não era bem um boneco, nem participava das minhas aventuras quando era criança. Pra dizer a verdade ele entrou na minha vida quando estava na pré-adolescência. Eu já não parava pra brincar com bonecos e já tinha começado a desenhar e jogar vídeo-game. Mas um dia, não sei como, consegui um Sticky, que aqui no Brasil é mais conhecido como "Pega-Tazo". Era o que tava na moda, e um dia eu consegui um especial, diferente dos que todos tinham em forma de Mãos, o meu era um Et, idêntico a esses da foto. O meu era rosa, parecido com aquele do meio, e ele me fez começar a me colocar nas minhas histórias. Com ele, eu comecei a imaginar meu mundo de brincadeiras comigo dentro. Eu tinha deixado de ser "deus" pra ser um dos personagens. Passei a me desenhar, desenhar uma personificação de mim nas minhas histórias, passei a brincar, me imaginando como um herói. O ET era meu guia, aliado, parceiro e arma... ele atacava de longe, e capturava qualquer inimigo que eu quisesse capturar. Um dia, depois de anos brincando, ele já estava roxo e empoeirado, eu cheguei a limpar ele algumas vezes antes, e ao tentar limpar ele, o cordão elástico rompeu, e o ET ficou solto. Era como se ele tivesse morrido... e foi muito triste. Não me lembro se cheguei a enterra-lo no cemitério, mas até hoje sinto falta dele.

A mente de uma criança é um universo em expansão. Nós, permanecemos imaginando e desenvolvendo nossa criatividade ao longo da vida, mas uma criança realmente vive aquilo que imagina, é algo que a marca, algo que a molda. Eu tive muitos outros brinquedos, aventuras, histórias, vitórias, derrotas, mas esses são alguns dos brinquedos que marcaram minha vida.

Bem... é isso. Agora sim, finito! 

Espero que tenha gostado, e que não tenha se enjoado com essa parte dos brinquedos... achei uma boa registrar e compartilhar isso. De toda forma, obrigado por sua leitura, obrigado por sua atenção. Seja muito bem vindo ao Blog, e até a próxima!

45 comentários:

  1. Belo post sr Carinha ! Como eu adoro esse jogo cara, obrigado por ter falado dele. Agora sobre outras coisas:
    1-Não acredito que você citou crossovers e não citou o grande(e decepcionante) crossover Marvel vs Dc.

    2-Ah cara , eu tinha esse robo , bateu ate uma nostalgia aqui.

    3- E por ultimo Mother 2 é muito bom cara, apesar de o Boss final ser ... alguma coisa feito a base de lsd

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    1. Hei sr Tuth! Ficou bacana né? Obrigado por ter lido e curtido.

      1- Fiquei com medo de citar Avengers como crossover... daí por não conhecer muito bem o mundo das HQs achei melhor não falar nada que eu não soubesse... Eu até imaginei que já havia Marvel vs Dc, o que é uma mistura bem interessante porém igualmente arriscada... mas eu não conheço. Não sou muito fan de HQs...

      2- Sério? Man esse robô era muito legal.

      3- Realmente já ouvi falar dele, não me lembro onde, não sei se foi pelo Zangado ou pelo Nostalgic Critic, ou algum blog que li, mas eu já ouvi falar dele e de suas brisas... por isso não duvido. Mas, algo que me desanimou foi o estilo de batalha, que é aquele esquema de RPG arcaico, com uma tela preta e nomes e descrições de habilidades, sem efeitos, sem ação elaborada, daí não fica muito empolgante, pelo menos não pra mim. Sou chato pra jogos né?! RPG é um universo que eu adoro mas, por viciar, eu evito, e pra que eu me arrisque tem que pelo menos ser algo visualmente atraente. Eu sie que a história é bem do gênero que eu curto, e o clima (pelos vídeos que vi) é bem macabro, mas infelizmente aquele esquema de luta de RPGs Virtuais Antigos é doído.

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    2. Bom, até que não é tão ruim não saber algumas coisas que acontecem em hqs, como a vez que o Homem Aranha vendeu o casamento pro capeta( é isso aconteceu)

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    3. Um dos problemas e uma das razões que não me atraem muito pro universo das HQs é o esquema da liberdade e compartilhação artística. São muitos desenhistas e roteiristas diferentes, que divergem a história de um mesmo personagem. São muitas realidades, universos, visões, começos e fins pra um mesmo personagem, ou grupo de personagens, e isso torna tudo muito aleatório e imprevisível, além de sem qualquer compromisso e até, respeito. Eu conheci algumas HQs e vi perspectivas diferentes de uma mesma história, com uma arte muito diferente, o que simplesmente deu tilt no meu cérebro. A qualquer momento, podem escrever e desenhar qualquer porcaria sobre qualquer coisa, e desde que seja assinada e vendida pela empresa oficial da HQ, isso ganha seu próprio universo. Isso é grandioso, ta, é mesmo, mas é bagunçado e descompromissado. Afinal, quantas vezes o Batman tem que morrer? Quantos Robins devem existir? Quem são os X-Mens afinal? É muita bagunça, muitas histórias do mesmo... e traços também. Tantos desenhos diferentes, exageros... é algo grande de mais. Entre HQ e Mangá, prefiro mil vezes Mangá... é mais focado e simples.

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    4. Pra saber sobre os universos é só ter um pouco de atenção, agora pra entender as certas historias é meio complicado, por exemplo X men e o universo Dc em si ( ja que esses caras reebotam tudo de 2 em 2 semanas) certos personagens ja são mais faceis [Homem aranha, Deadpool, Justiceiro, Batman( mesmo agora ele pilotando um coelho robo) dentre outros. Eu poderia ficar debatendo entre manga e comics aqui , mas no final é só questão de gosto.

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    5. Gosto é algo que não se discute rs. Mas, eu to conhecendo muita coisa ultimamente, e sinto que terei minha fase HQ. Mesmo sendo tudo meio aleatório e doido.

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    6. Verdade gosto não se discute, a única exceção é alguem achar a letra de "Friday" boa, ai ja é mais complicado.

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    7. Poxa... eu curtia... achava a melodia legal e a ideia interessante... eu tenho problemas as vezes... recaídas mentais... eu tenho problemas... desconsidere esse comentário (#rebeccaforever).

      Na real, eu descobri recentemente que a maioria das músicas tem uma letra tosca... já que veio musica a tona, preciso falar disso:

      Katy Perry, sempre achei ela muito gata, e voz dela adorável, de quebra, suas músicas são muito boas, em melodia. Bem, no trabalho eu sempre coloco algumas músicas pra tocar no kboing, onde escolho bandas, seleciono todas as músicas e deixo no aleatório. Daí um dia desses eu lembrei que adorava uma música da Katy Perry, não pela letra, nem pela melodia em si, mas por ter visto ela dançar uma vez e sei la, curti a coreografia e daí, passei a gostar da musica (doido né, mas eu sou assim). Daí, eu selecionei todas as músicas dela e deixei tocando ao lado de Panic at the Disco!, Oomph! e Black Veil Brides (eu tenho gostos peculiares), daí surgiu uma múscia, com uma letra muito repetitível, que eu curti, achei... fácil e hipnotizante. Daí vi o nome: "Peacock". Beleza, até ai de boa, ouvi ela mais algumas vezes, e até passei a acompanhar a letra, cantarolar junto... até o dia que fiquei um pouco com vergonha pois ela começou a tocar enquanto eu atendia alguns pais, a parte "I wanna see you peacock-cock-cock-cock..." tocou muito alto, e ai eu me toquei que a letra tinha alguma malícia (as vezes eu treino meu inglês ouvindo músicas, dai percebi que a letra "pedia" algo). Eu sabia que "cock" é algo indecente e até usado como palavrão pelos gringos, mas não imaginava que algo assim seria dito e repetido tão abertamente... e ai nas pesquisas descobri coisas horríveis:

      1 - Cock é palavrão. Significa "Galo" em tradução grosseira mas é o equivalente a "Pinto" no português, logo, da pra entender onde se encaixa como malícia e palavrão;

      2 - "Peacock" também é palavrão! Significa "Pavão" em português, mas é semelhante a "Cock", com duplo sentido, sendo usado de forma ofensiva mal intencionada.

      3 - A palavra "Pica" (quando usada de forma mal intencionada) é um plágio de "Peacock", tanto em sonoridade quanto significado (o malicioso). No português ela passou a ser um dos muitos sinônimos de "Pênis", justamente como na versão em inglês.

      4 - No refrão da música que me deixou envergonhado, foi justamente pela repetição, que soava como "I wanna see your pica-ca-ca...". Isso não era mera coincidência... pois eu vi a letra traduzida, e ela literalmente fala de uma mulher querendo ver o majestoso órgão genital de um cara. A letra não apenas insinua, ela deixa muito claro a malícia.

      Enfim, percebi que a coisa que eu mais odeio na música popular brasileira, o abuso de duplo sentido, não apenas vem de fora como é tecnicamente inspirado pela música popular mundial. Eu não consigo ouvir mais as músicas da Katy Perry sem ficar enojado (mas eu ainda acho ela gata e as melodias legais, mesmo sendo podres em letra).

      E é isso. Espero que tenha gostado... pera... isso não foi uma análise kkk.

      Até a próxima (kkkk).

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    8. Mas a letra de Friday é o apice da idiotice

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    9. Tem piores sr... tem sempre piores... mas ela canta tão feliz... me fale de outra música que consegue expressar a simplicidade e alegria de uma sexta-feira tão perfeitamente?

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    10. É compreensível ela tinha 13 anos, e existe musica com
      letra pior que Friday? Se existir sera uma grande... conquista

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    11. Sua opinião é justificável,não há nada a questionar. É uma porcaria mesmo... mas no mundo tem muita musica pior... qualquer funk ou pop brazuka jah supera.

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    12. Bom, ainda bem que não ouço musica Br

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    13. Eu também não, só algumas poucas antigas tipo Legião Urbana e até Mamonas Assassinas (eu acho a música debochada deles muito engraçada)... as vezes um pouco de Tribalistas e CPM22. E os funks que tocam nas ruas de SP... nesse caso sou obrigado a ouvir.

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  2. Acordo agora e dou de cara com um artigo da minha série de jogos de luta favorita,é incrível.Jogo Smash desde de pequeno(sou campeão da minha cidade) e um dos poucos jogos que nunca consigo enjoar,não importe o quanto tente.
    Não tenho certeza se vai fazer dos outros jogos da série,mas Smash tem uma ''história teórica'' fenomenal,pois inúmeros fatores mostram que essa criança cresce com o tempo e passa por problemas por ainda guardar lembranças e gostar do personagens da sua infância...acho que não dá para ser mais nintendista do que isso(Tem um vídeo do Game theorists,se não me engano já comentou sobre o canal,que explica muito bem essa teoria).
    Valeu pelo artigo e antes que eu me esqueça,não acredito que também tinha esse robô...cheers!!!!

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    1. Hei sr Will! Pelo jeito eu acertei hein... e pior que essa foi uma "análise relâmpago". Eu fiquei com muita vontade de jogar Smash Bros depois de responder um comentário, daí não consegui me segurar, eu precisava jogar, e consequentemente analisar.

      Heh, chato que quando a galera curte as coisas fica difícil surpreender, você já estragou uma das surpresas ¬¬ (é zoera sr... você não estragou nada, acredite ainda vou surpreender muito!). Eu dei várias referências e linkei a analise com várias outras postagens no blog. Cada citação é uma dica do que está por vir... baixou o lado "Enigma" e achei legal colocar referências "codificadas". Não foi nada muito complicado, é até meio óbvio uma vez descoberto, mas não deixa de ser uma mensagem subliminar. Enfim, eu irei fazer uma análise comparativa de Smash Bros e seu universo, com o de Toy Story e seu universo, mas farei isso aos poucos, jogo por jogo. Não analisarei os filmes porque não tenho coração, o 3 me mata no fim (Filmes que não consigo assistir: Titanic e Toy Story 3). Digo que farei uma comparação justamente pela história omissa tanto em SSB quanto no filme dos brinquedinhos, que explora a passagem da infância para a fase adulta, bem como suas implicâncias e consequências na vida humana. Aquela frase no final, sobre a infância, foi uma dica disso. Mas agora você matou a charada e já tornou isso menos surpreendente... claro que, não deixarei de analisar e fazer o que planejei. Difícil escrever pra galera que manja hehe, é sempre um enorme desafio.

      Bem, eu to muito feliz por ter curtido sr. Fiz essa análise de coração, e eu nunca joguei tanto Smash Bros como fiz nesse fds, até fiz uma mine competição com meu irmão e um amigo meu. Foi muito divertido... e meu irmão até disse "Você vai analisar isso? Nem tem história! É só uma criança brincando, que perda de tempo!" mas tudo no mundo tem seu lado mais... profundo e significativo.

      Mais um com o robô, to vendo que ele fazia sucesso para todo mundo, não só pra mim... cheers!

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  3. Cara,se quiser excluo o comentário,aposto que tem bastante gente que não leu,assim fica a surpresa intacta,além disso,a melhor parte das teorias é saber vários pontos de vista.
    Enfim,não hesite em pedir,não tem problema nenhum.

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    1. Nunca! Eu falei mei oque zoando... jamais exclua comentários, isso prejudica o andamento da postagem, afinal: Os comentários são uma extensão da matéria. Eu dificilmente excluo qualquer comentário, apenas os meus próprios pra corrigir erros grosseiros.

      E sr Will, nem grila, que apesar de tudo, eu não tenho como saber quando e como irei surpreender. Muitas das teorias e visões que tenho já existem e/ou foram exploradas e compartilhadas. E mesmo assim, mesmo não sendo totalmente original (pois apesar de eu jamais copiar, também não posso dizer que "criei" quando na real já existe coisa parecida por ai) eu ainda posso fazer algo incrível e com tudo de melhor que possuo! Eis o maior desafio, digitar algo que agrade, mesmo sendo repetitivo.

      Sr Will, me desculpe se pareceu um tipo de crítica ou desaprovação, eu adoro quando comentam, ainda mais quando me mostram que to indo pelo caminho certo (Não fica bravo sr!) Cheers!

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    2. Bem, dei uma editada na resposta, adicionei uma frase só.

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    3. Sem grilo,além disso sei que vai ficar incrível,depois da análise da saga Silent Hill sei que vai sempre vai vir coisa boa.
      Cheers!!!

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    4. Hah, valeu pela fé sr Will. Eu percebi que todos os jogos tem uma gama de interpretação extensa, e sempre tem algo bem louco pra mencionar. Pra ser sincero, eu não sabia da teoria do universo SSB (soube pouquíssimo antes da análise, em pesquisas). Eu não conheço todos os jogos da franquia SSB... na real, eu já joguei mas nunca me aprofundei... jogava pra passar o tempo, e só joguei o de n64 e Wii... mas ai fiz a analise e vi que os jogos foram evoluindo em gameplay e enredo... já imaginei isso quando vi meu irmão jogando o Brawl... era bem diferente do de 64.

      Vou me esforçar pra fazer um texto tão bom quanto os de SH... e vlw sr Will!!! Isso me motivou.

      Cheers!

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  4. Acho que valeu à pena a inspiração que eu dei, né? Kkkkkkk ficou bem legal o texto, achei incrível também a ideia de usar a imaginação de uma criança para um game. Embora ache que o melhor crossover ever é o de liga extraordinária, Tom Sawyer, Mina Harker, Dorian... Pra quem ama ler, então!!

    Snes também teve um game de terror muito bom chamado Clock Tower, sabia?

    Sobre o lance da música aí em cima, acho que cê confundiu Friday da pobre Rebecca Black com Last Friday Night, da Katy Perry. Já fui fã da Katy, embora nunca tenha gostado muito da voz dela. Hoje em dia tô só no Indie, mesmo. Tanta gente talentosa e ainda pouco conhecida...

    Pensar que enquanto a pobre Rebecca compunha Friday, Melanie Martinez compunha "Birthing Addicts"! E o pior que foi o maior hit da Becca, enquanto o da Melanie é Dollhouse!

    E sim, tem música pior, como baby do Justin e um monte de outras brasileiras como Fale de mim! Ugh!!!

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    1. É sr Marcio, e pior que eu realmente adorei fazer essa análise, tanto que já to encomendando a próxima sobre Super Smash Bros Melee. Alias, eu já fechei o modo história e classico do Melee, e to jogando o Super Smash Bros Brawl com meu irmão no modo história (que ficou, irado). Mas já percebi que as próximas análises de SSB serão gigantes... muita coisa mudou... muita coisa. Só pra constar eu nunca havia terminado um SSB 100%, na única vez que o fiz foi o de 64, que só tinha o modo clássico, e não tentei liberar nenhum personagem. Tudo mudou agora pois eu tive de zerar tudinho e ainda pesquisar sobre cada personagem pra entendê-los. Acredite, você me estimulou pacas!

      Então, é a Friday da Rebecca mesmo, eu curto a música (eu sou meio dodói das idéias) mas eu adoro a Last Friday Night (também). Eu só fiquei meio traumatizado com Peacock, e não to mais curtindo Katy, sempre vejo malicia em suas músicas e fico envergonhado (mesmo ainda gostando da batida). To fazendo o mesmo que você, ouvindo mais "indie", claro que algumas são bandas de relativo sucesso mas não chegam a ser estrelas, tipo "Black Veil Bride" que eu descobri por acidente e me apaixonei por todas as músicas, ou "Awolnation" que é um estilo muito fod4 de rock eletrônico indie, que eu também adorei (todas).

      Música não é meu forte, só sei de duas coisas: Funk brasileiro é lixo; Punk é legal.

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    2. Você esqueceu a mais importante lição de todas, que é passada de geração em geração, escrita pelo melhor poeta da existencia: Metal é a lei.

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    3. É mesmo sr Tuth, perdoe meu sacrilégio. Metal is the Law! (mano eu não lembrava dessa música... que vergonha mano... o aiaiai faz parte da minha alma! É a única música que minha voz se encaixa perfeitamente kkkk)

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  5. Re-lendo a postagem, vejo que você errou em uma coisa: O Donkey Kong foi criado pela Nintendo, não pela Rare.

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    1. A coisa ta tão feia assim a ponto de ter de reler rs... eu to demorando mesmo... mas acredite será épico e falta menos de 1 hora pra terminar.

      Tenho certeza que queria me referir ao "Donkey Kong Country", como um título feito pela Rare. E tipo, o macaco só ganhou fama de verdade quando surgiu os "Country". Até la ele era personagem secundário nos títulos do Mario (DK Jr. não conta rs).

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    2. Ah... nah... eu errei mesmo. Desculpe rs. Vou corrigir e valeu o toque sr Tuth!

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  6. E sobre o Homem Aranha robo, incrivel ele ser bem mais interresante que o robo do Supaidaman.

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    1. Mano... Japão não tem limites não? WTF??? Eu não conhecia e fui pesquisar... mano... maaaano... é muita briza kkk

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    2. E olha que você nem viu o que eles fizeram com Transformers, serio se você acha que os filmes do Bay são ruins... eles ainda são, mas o Japão ja fez coisa pior.

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    3. Que medo cara... eu não duvido nem um pouco. Já vi cada coisa... Mas esse do spider ranger foi bizarra.

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    4. Esse negocio do Transformers é tão... ahn " diferente" que pode estragar a sua infancia! (ou não)

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    5. Me dê as diretrizes... fiquei curiosos kkk

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    6. http://tfwiki.net/wiki/Transformers:_Kiss_Players_(franchise)

      Tambem colocaria um artigo de um infeliz que viu esse negocio, mas acho que você não gosta de "propaganda" aqui.



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    7. Então, nada contra se for algo decente, o único tipo de propagando que me desagrada são as pejorativas: Pornografia ou links pra vírus ou sites de qualidade comprometedora.

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    8. Deus... em pesquisa descobri que teve um transforme que virou um tritão pra ficar com uma mulher/sereia ou algo assim... achei bizarro até ver esses transformes tarados... deus...

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    9. Então ta ai o infeliz http://blogdohammer.blogspot.com.br/2007/11/transformers-kiss-players-por-que-japo.html

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    10. Gostei do post. Meu deus... japoneses...

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  7. Ce loko man Como vim parar aqui? Kkkk to desde do silent hill origins da lista e ate kh e cheguei aqui kkkkmk esse blog ta muito foda

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    1. Sr Vini!!! Seja bem vindo.

      Legal que o sr encontrou meu blog nos confins da net... espero que cada vez mais leitores o façam rs.

      Feliz por ta curtindo a leitura sr, e pode crer que eu vou fazer cada vez mais textos legais... desde que existam coisas legais das quais falar é claro kkk.

      See yah.

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  8. Serio, eu to ate pensando em fazer historia de megaman zx advent e zx no youtube baseado no teu post, aguardo de SH REVELATIONS ^^

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    1. Sr Vini, manda ver! Se fizer o vídeo me manda o link pra eu ver também.

      Sobre SH Revelations, meu texto sobre ta aqui:

      http://divulgantemorte.blogspot.com.br/2016/02/analisemorte-silent-hill-revelation.html

      See yah! E valeu por comentar...

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    2. cara adoro seu blog e nao sabia que tinha o do sh revelations pq eu tava me baseando na lista da morte acho que esta desatualizada mais continue com seu blog cara nao penseem parar.

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    3. Caramba sr eu me esqueci da Lista da Morte... putz eu preciso realmente atualiza-la. Amanhã vou arrumar todos os links... meu deus eu não acredito que esqueci kkkk.

      Bem, sr, de qualquer forma agradeço pela leitura e peço desculpas por ter esquecido a lista. Vou por essas coisas em dia...

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